Ataque aéreo israelense mata 40 palestinos no campo de extermínio de Gaza

Centros de ajuda humanitária na Palestina viram alvos das Forças Armadas de Israel

Ao menos 40 palestinos foram mortos desde as primeiras horas desta terça-feira (24/06) segundo o jornal libanês Al Mayadeen. Um correspondente em Gaza afirmou que ataques aéreos israelenses atingiram várias áreas, incluindo bairros residenciais e locais onde civis estavam reunidos. 

O número ainda inclui 29 pessoas que foram mortas em um ataque perto de um centro de distribuição de alimentos. Mais de 150 ficaram feridos quando as forças de ocupação atacaram uma multidão que aguardava ajuda humanitária perto do cruzamento de Netzarim, no centro da Faixa de Gaza

Fontes médicas do Hospital Al-Awda em al-Nuseirat confirmaram que a unidade recebeu 19 corpos e 146 feridos após bombardeios que atingiram centenas de cidadãos na Rua Salah al-Din, ao sul de Wadi Gaza. Ainda indicaram que pelo menos 62 feridos estavam em estado crítico. A infraestrutura médica já se encontra sobrecarregada.

Centros de ajuda humanitária

Em meio aos ataques de Israel no Irã, centros de ajuda humanitária na Palestina viram alvos de bombardeios israelenses. O escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas afirmou nesta terça-feira (24) que “transformação de alimentos para civis em Gaza em armas constitui um crime de guerra”.

Em coletiva de imprensa realizada em Genebra, o porta-voz Thameen Al-Kheetan declarou que “pessoas desesperadas e famintas em Gaza continuam enfrentando a escolha desumana entre morrer de fome ou arriscar a vida tentando conseguir comida”.

O ativista Ismail al-Thawabta, diretor do Gabinete de Imprensa da Autoridade palestina na Faixa de Gaza, afirma que as mortes de palestinos durante a distribuição de ajuda humanitária a pessoas em extrema necessidade “passaram a ser constantes desde que a Fundação Humanitária para Gaza (GHF, por sua sigla em inglês) iniciou a distribuição desses itens, em 27 de maio”.

O Ministério da Saúde local contabilizou 39 mortes por conta de bombardeios e mais 317 pessoas feridas na última segunda-feira (23/06). Já entre sexta-feira (20/06) e sábado (21/03), o número de mortes chegou a 200, em apenas 48 horas.

Ao longo dos últimos 20 meses de ataques israelenses, cerca de 55.998 palestinos foram mortos e 131.559 ficaram feridos.

Fonte: Ópera Mundi

Sem controle, reajuste dos planos de saúde coletivos pode ultrapassar limite de 6,06%

Advogado explica que planos não podem cancelar planos de pessoas idosas apenas por etarismo

A definição de um teto de 6,06% para o reajuste de planos de saúde individuais e familiares, anunciada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nesta segunda-feira (23), atinge apenas uma parte dos consumidores. O advogado Vitor Boaventura, doutorando em Direito na Universidade Nova de Lisboa (UNL), lembra que quem tem planos coletivos pode enfrentar aumentos ainda maiores, como já tem ocorrido nos últimos anos.

“Nos planos individuais, há um controle por parte da ANS. Esse é o índice máximo. Já nos coletivos, esses índices são pactuados negocialmente”, diz Boaventura, em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato. Ele explica que empresas contratam os planos em nome dos funcionários e os valores são definidos por negociação entre operadora e contratante. “Tendo em conta que os preços médicos e a frequência dos atendimentos têm subido, isso pode resultar, no próximo ano, em um reajuste ainda maior”, aponta.

O advogado detalha que os reajustes se baseiam principalmente em três fatores: a frequência dos atendimentos; a inflação médica, que corresponde à variação dos custos dos serviços médicos; e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país. “São as três variáveis que compõem basicamente o preço apresentado ao consumidor final”, afirma.

Boaventura também reforça que usuários de planos individuais podem e devem acompanhar se o reajuste aplicado está dentro do teto estipulado pela ANS. “Se o reajuste aplicado for superior ao índice fixado para aquele ano, para o plano individual ou familiar, o consumidor pode reportar o ocorrido à agência reguladora, acionar os Procons [Programas de Proteção e Defesa do Consumidor], e procurar assistência jurídica para buscar uma reparação e a correção desse reajuste, que é inadequado.”

Fonte: Brasil de Fato

Copom fala em juros altos durante período ‘bastante prolongado’ para alegria dos banqueiros

EDILSON RODRIGUES/AGENCIA SENADO

Comitê de Política Monetária do BC elevou a taxa Selic de 14,75% para 15% ao ano na semana passada

No que depender do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), as taxas de juros no Brasil permaneceram entre as mais altas do mundo por um período “bastante prolongado”. Na mesma reunião em que o comitê decidiu elevar a taxa Selic de 14,75% para 15% ao ano, seus membros chegaram a um consenso de que ela precisa se manter num patamar elevado por muito tempo para controle da inflação.

Essa conclusão está registrada na ata da última reunião do Copom sobre a Selic, que terminou na quarta-feira (18) e o documento foi divulgado pelo BC nesta terça (24). Segundo o texto, os membros do Copom avaliam que o cenário sobre a inflação no Brasil “segue desafiador em diversas dimensões”. Por isso, a restrição monetária promovida pela Selic tende a se prolongar por mais tempo do que o esperado.

“Em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado”, diz a ata da reunião do Copom. “Tal cenário prescreve uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado para assegurar a convergência da inflação à meta.”

Nos últimos 12 meses encerrados em maio, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 5,32% – acima da meta de até 4,5% definida pelo governo.

O que é Selic?

A taxa Selic é referência para a economia nacional. Serve como o principal instrumento disponível para o BC controlar a inflação no país.

Quando a Selic cai, os juros cobrados de consumidores e empresas ficam menores. Há mais gente comprando e investindo. A economia cresce, criando empregos e favorecendo aumentos de salários. Os preços, por sua vez, tendem a aumentar por conta da demanda.

Já quando a taxa sobe, empréstimos e financiamentos tendem a ficar mais caros. Isso desincentiva compras e investimentos, o que contém a inflação. Em compensação, o crescimento de toda a economia tende a ser prejudicado.

Sabendo disso, desde que assumiu o governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defende uma redução da Selic. Membros do Copom indicados Lula para o BC, incluindo o presidente Gabriel Galípolo, têm contrariado visões do Planalto.

Bancos preveem manutenção

Apesar da pressão do governo, economistas ligados a bancos já não acreditam que a chamada taxa Selic caia ainda em 2025. Para eles, a taxa encerrará o ano em 15%. Até a semana passada, eles estimavam que ele ficasse em 14,75% ao ano.

A nova expectativa está registrada na edição do Boletim Focus divulgada nesta segunda-feira (23). O Boletim é divulgado toda semana pelo BC com previsões de economistas vinculados ao mercado financeiro sobre indicadores da economia.

Fonte: Brasil de Fato

JHC pagou 1,2 mi a Wesley Safadão, denuncia jornalista

O jornalista Ricardo Mota denunciou no portal Cada Minuto, que o prefeito JHC torrou um milhão e duzentos mil reais do dinheiro do contribuinte de Maceió para bancar uma apresentação do cantor Wesley Safadão.

Confira a nota do jornalista:

Volto a repetir: não questiono o cachê que o artista cobra por cada apresentação, mas sim quem paga a conta, e, no caso, é o erário.

Pois bem: está no D.O. de Maceió, edição de hoje, a publicação de 28 contratos com “empresas” que se apresentam (?) no São João da capital alagoana.

O total dos cachês pagos: R$ 11.379.000,00.

E aparece o recordista deste ano: a empresa WS SHOWS LTDA.

Por óbvio, responsável pelo cantor Wesley Safadão. 

Só das contas publicadas pelo blog, com base no D.O de Maceió, já são mais de R$ 20 milhões de gastos pela prefeitura no São João de Maceió.

Fonte: Cada Minuto

Israel está sufocando Gaza com o bloqueio de alimentos, medicamentos e combustível

Se a estratégia de guerra continuar, a população corre o risco de perder o acesso total à água potável e a cuidados médicos

Os palestinos estão prestes a perder o acesso total a cuidados médicos essenciais e água potável devido aos bloqueios deliberados impostos pelas autoridades israelenses. Essa política restringe a entrada de suprimentos médicos e combustível com base em critérios arbitrários.

Embora essa estratégia crie a ilusão de que a ajuda está chegando à Faixa de Gaza, ela impede efetivamente que a resposta humanitária alcance até mesmo o mínimo necessário para uma população que está totalmente dependente de assistência.

As autoridades israelenses devem colocar um fim à punição coletiva da população de Gaza e permitir imediatamente a entrada consistente de suprimentos médicos e combustível suficientes.

Estamos sem nada. Faltam suprimentos médicos como gaze, medicamentos e alimentos para nossos pacientes.”

– Katja Storck, coordenadora de enfermagem em Khan Younis

Na última semana, recebemos um grande fluxo de pessoas feridas, muitas delas apresentavam lesões traumáticas.

No hospital de campanha de Médicos Sem Fronteiras (MSF) em Deir Al-Balah, na região central de Gaza, o número de pacientes com ferimentos a bala aumentou 190% em comparação com a semana anterior.

Clínicas como a de Khan Younis e a de Deir Al-Balah registraram o maior número de atendimentos semanais até o momento.

Após três meses de bloqueio total e apesar das alegações de Israel de ter aberto corredores de abastecimento, os suprimentos de MSF estão se esgotando devido às restrições contínuas impostas à entrada de ajuda humanitária.

“Estamos sem nada. Faltam suprimentos médicos como gaze, medicamentos e alimentos para nossos pacientes. Isso inclui também alimentos terapêuticos para pessoas com desnutrição, particularmente crianças”, diz Katja Storck, coordenadora de enfermagem em Khan Younis.

O nível perigosamente baixo de combustível também é uma grande preocupação para a população de Gaza, pois ele abastece e garante o funcionamento das usinas de dessalinização, de onde vem grande parte da água potável.

Os palestinos em todo o território viram seu acesso à água diminuir significativamente.

A falta de combustível causou várias falhas de eletricidade no hospital Al-Helou Maternity, desligando os ventiladores e o oxigênio e colocando a vida dos bebês [na UTI] em risco imediato.”

– Amy Low, líder da equipe médica de MSF na cidade de Gaza

Sem combustível, milhões de pessoas ficarão presas sem água potável. Da mesma forma, o combustível abastece todo o sistema de saúde: equipamentos médicos, ar-condicionado, elevadores, concentradores de oxigênio, ventiladores e câmara fria para medicamentos e vacinas.

Até mesmo as ambulâncias não terão como circular, impedindo o transporte de pessoas gravemente doentes e feridas.

“Muitos recém-nascidos internados nas UTIs neonatais não conseguem respirar sozinhos e precisam de ventiladores e oxigênio para sobreviver. Mas, recentemente, a falta de combustível causou várias falhas de eletricidade no hospital Al-Helou Maternity, no norte de Gaza, desligando os ventiladores e o oxigênio e colocando a vida dos bebês em risco imediato”, relata Amy Low, líder da equipe médica de MSF na cidade de Gaza.

O uso da ajuda humanitária como arma de guerra precisa acabar.”

– Aitor Zabalgogeazkoa, coordenador de emergências de MSF em Gaza

Na última quinta-feira (19/6), a Organização das Nações Unidas (ONU) conseguiu recuperar 280 mil litros de combustível dos estoques que estavam presos em uma área bloqueada em Rafah, depois que as autoridades israelenses negaram 12 pedidos anteriores.

Como os estoques de combustível estavam muito baixos, as equipes do Al-Helou, onde os profissionais de MSF estão trabalhando na maternidade, tiveram que desligar temporariamente os elevadores do hospital para racionar os estoques.

“A farsa de permitir apenas suprimentos médicos e combustível no último minuto antes de um desastre iminente, não passa de um curativo em uma ferida aberta. O uso da ajuda humanitária como arma de guerra precisa acabar”, afirma Aitor Zabalgogeazkoa, coordenador de emergências de MSF em Gaza.

“Nenhum esquema militarizado desenvolvido por uma parte do conflito, como o que estamos testemunhando com a Fundação Humanitária de Gaza, pode substituir o trabalho de agências humanitárias independentes”, defende Aitor Zabalgogeazkoa.

As equipes de MSF estão testemunhando padrões consistentes como genocídio em Gaza. Assassinatos em massa, destruição de infraestruturas civis vitais e restrições severas ao fornecimento de combustível e à entrega de ajuda são ações deliberadas.

Israel está sistematicamente dizimando as condições necessárias para a vida dos palestinos.

Fonte: Monitor do Oriente

Brasil condena ataques dos EUA e de Israel a usinas nucleares: “violação da soberania iraniana”

Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores classificou as ofensivas como uma violação da soberania iraniana e do direito internacional

O governo brasileiro manifestou, neste domingo (22), profunda preocupação com os recentes ataques militares conduzidos pelos Estados Unidos e por Israel contra instalações nucleares no Irã. Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores classificou as ofensivas como uma violação da soberania iraniana e do direito internacional.

“Qualquer ataque armado a instalações nucleares representa flagrante transgressão da Carta das Nações Unidas e de normas da Agência Internacional de Energia Atômica”, afirmou o Itamaraty, em tom contundente.Play Video

Segundo o governo brasileiro, ofensivas contra estruturas nucleares não apenas violam tratados internacionais, como colocam em risco direto a vida de milhares de civis. A nota ressalta que os ataques “representam uma grave ameaça à vida e à saúde de populações civis, ao expô-las ao risco de contaminação radioativa e a desastres ambientais de larga escala”.

O Brasil reiterou sua defesa do uso pacífico da energia nuclear e repudiou “com firmeza qualquer forma de proliferação nuclear, especialmente em regiões marcadas por instabilidade geopolítica, como o Oriente Médio”.

Além de condenar as ações contra instalações nucleares, o governo também criticou os ataques recíprocos que têm atingido áreas densamente povoadas, causando número crescente de mortes civis e a destruição de infraestrutura essencial, como hospitais — que, conforme ressaltado, são “especialmente protegidos pelo direito internacional humanitário”.

Em meio à escalada de violência, o Itamaraty apelou pelo fim imediato do confronto e reforçou a necessidade de uma saída diplomática para o impasse. “O governo brasileiro reitera sua exortação ao exercício de máxima contenção por todas as partes envolvidas no conflito”, diz a nota.

O posicionamento brasileiro alerta ainda para as implicações de longo prazo do atual cenário bélico: “As consequências negativas da atual escalada militar podem gerar danos irreversíveis para a paz e a estabilidade na região e no mundo e para o regime de não proliferação e desarmamento nuclear”.

Ao tomar partido em favor do diálogo e da legalidade internacional, o Brasil reforça seu histórico alinhamento com a diplomacia como instrumento de resolução de conflitos — sobretudo em contextos que ameaçam a segurança global.

Fonte: Brasil 247

Enchente do centro do Rio Grande do Sul já é considerada uma das maiores da história

Nível do Rio Jacuí em Cachoeira do Sul atinge marcas que só foram registradas nas enchentes de maio de 1941 e maio de 2024

De acordo com estimativas do Metsul, a enchente que atinge cidades do centro do Rio Grande do Sul é uma das maiores da história, mostram medições dos níveis dos rios na região que foi a mais atingida por chuva extrema no estado nesta semana.

O nível do Rio Jacuí, que desemboca no Guaíba, atingiu nesta sexta-feira (20) o nível de 26,30 metros na régua de Cachoeira do Sul. Trata-se de uma das maiores enchentes na história da cidade do centro gaúcho, somente sendo superada por 1941 e 2024.

O nível do Jacuí observado hoje em Cachoeira do Sul está muito perto do anotado na enchente catastrófica de 1941, quando na localidade do Centro do estado o rio atingiu a marca de 26,53 metros. No ano passado, o Jacuí em Cachoeira atingiu 29,55 metros.

A Ponte do Fandango, na BR-153, está totalmente interditada devido à elevação do Rio Jacuí. A água avançou sobre a pista e a Polícia Rodoviária Federal fez o bloqueio da rodovia. A recomendação é que a população evite circular pela região.

Enchente obriga Prefeitura de Porto Alegre a fechar comportas

Na capital do estado, o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) da Prefeitura de Porto Alegre começou a fechar três comportas do sistema de proteção contra cheias, nesta sexta-feira (20), como medida preventiva. São as comportas 11, 13 e 14.

Esntão em obras as comportas na Avenida Castelo Branco e por isso elas serão fechadas com sacos de areia.

Segundo o Dmae, a previsão é de que o nível da água não ultrapasse o limite de segurança na região. No entanto, a decisão é para garantir mais segurança aos moradores durante o período de chuvas.

Fonte: ICL

Em nova carnificina em Gaza, Israel mata 200 palestinos em 48 horas

Nas últimas 48 horas, Israel matou 200 palestinos e feriu 1 mil na Faixa de Gaza, informou o Ministério da Saúde local neste sábado (21). Com isso, chega a 55,9 mil o número de pessoas mortas no enclave palestino desde o dia 7 de outubro de 2023. Ao todo, 131,1 mil pessoas foram feridas segundo os dados oficias.

O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) disse que houve massacres deliberados contra civis, incluindo aqueles que buscavam alimentos nos centros de distribuição de comida controlados por Israel.

“O exército de ocupação visa deliberadamente apenas civis indefesos, intensificando seus assassinatos diários como parte de uma política sangrenta calculada que visa perpetuar e agravar essa realidade brutal. O assassinato de crianças, mulheres e civis inocentes continua sendo um objetivo diário fixo para o exército de ocupação”, diz nota do Hamas.

Muitos dos assassinatos de civis em Gaza têm sido registrados nos pontos de distribuição de alimentos, com centenas de vítimas nas últimas semanas. De acordo com a organização do Movimento Internacional da Cruz Vermelha que opera no local, “a grande maioria dos pacientes relata que foi ferida ao tentar obter ajuda”. 

Desde o início de março, Israel impede a entrada de ajuda humanitária de todas as organizações que atuavam no local, o que tem agravado a fome dos cerca de 2 milhões de habitantes da área. Após 11 semanas de bloqueio, Israel permitiu a entrada de ajuda via organização apoiada pelos Estados Unidos (EUA).

Israel defende a nova forma de distribuição de alimentos que, segundo o exército, impediria o Hamas de ter acesso a essa ajuda. Já a ONU diz que a quantidade é insuficiente e pede para que Israel permita a entrada de 6 mil caminhões ajuda para a população do território.

Batalhas

Em informe divulgado neste sábado, o Exército israelense disse que, apesar da guerra contra o Irã, continuam com operações em Gaza para recuperar os reféns sob controle do Hamas.

“Após mais de 600 dias de guerra, nunca esquecemos, por um momento sequer, nossos irmãos e irmãs mantidos em cativeiro em Gaza, e estamos agindo para trazê-los de volta para casa”, disse, em nota, a Força de Defesa de Israel (FDI).

Na última terça-feira (17), Israel disse ter matado o diretor de Finanças da ala militar do Hamas, Ibrahim Abu Shumala.  

Na sexta-feira (20), o Hamas divulgou vídeo em suas redes sociais mostrando emboscadas que teriam sido feitas nos últimos dias por membros do grupo contra soldados e tanques israelenses.

Entenda

A atual fase do conflito na Faixa de Gaza começou após um ataque surpresa do Hamas a vilas ao sul de Israel, matando 1,2 mil pessoas e fazendo cerca de 220 reféns, conforme dados divulgados por este país.

O Hamas sustenta que o ataque foi uma resposta ao cerco de mais de 17 anos imposto a Gaza e também uma resposta à ocupação dos territórios palestinos por Israel. Quando Israel é fundado, em 1948, estima-se que 750 mil palestinos tenham sido expulsos de suas terras, dando início ao drama dos refugiados. 

Em resposta ao ataque do Hamas de 7 de outubro, o Exército israelense iniciou uma ofensiva sem precedentes contra Gaza, deslocando mais de 90% da população e destruindo a maior parte da infraestrutura local, ação que vem sendo considerada um genocídio por diversos países e organizações internacionais

O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tem defendido a ocupação permanente de Gaza e encoraja a emigração dos palestinos do local. Segundo Israel, o objetivo é resgatar os reféns que ainda estão com o Hamas e eliminar o grupo completamente.

Fonte: Agência Brasil

INRI

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 22 de Junho/ 2025

Essa semana o feriado de Corpus Christi foi comemorado aqui no Brasil, assim como todos os anos a data marca diversas comemorações da Igreja Católica, entre elas, muitas tem como marca os tapetes feitos, principalmente de serragem que enfeitam e servem de passagem para as procissões antes das missas. Cada tapete é cuidadosamente confeccionado com símbolos e passagens bíblicas. O Corpo de Cristo é comemorado 60 dias após a Páscoa, ou seja, depois da ressurreição de Cristo, porém, o que diria o Messias no auge dos seus mais de 2000 anos vendo tudo que acontece no mundo e principalmente aqui em nosso Brasil Varonil?

Jesus, que não precisa de televisão, Internet ou celular, pois é onipresente, está acompanhando de perto um mundo cada vez mais diferente daquele que ele um dia pregara, principalmente em um lugar, onde ele mesmo quando em vida terrena se indignou ao ver o povo fazer da igreja um comércio e esbravejou dizendo que fizeram da sua “casa” um covil de ladrões, uma espécie de Banco Central da fé.
Jesus, onisciente que é, já sabia que muitos iriam usar da igreja para outros fins. Ele não errou!

Na mesma semana vimos o Governador de São Paulo em um discurso politico, travestido de biblico em uma igreja em Sao Paulo, no Brás, a mesma igreja que já foi palco para a participação do seu Jair e outros conhecidos da extrema direita, coincidência, mas por coincidência, Tarcísio que é católico, apareceu também na Marcha pra Jesus, entoando louvores ao dono da festa com uma plateia enfeitada com as cores verde e amarela e muitos enrolados em numa bandeira de Israel. Oi?
Na Marcha para o Jesus, a bandeira de Israel era estampada como sinônimo de resistência?
A quem diga que Jesus nasceu na Palestina, mas não existia Palestina naquela época e que Cristo foi crucificado pelos romanos a mando dos judeus de Jerusalém, pois eles não o reconheciam como o Messias, para! A Reflexão ta perdendo o foco. Voltemos!

A profecia se cumpriu e o que estamos vendo em boa parte das igrejas é o comércio desenfreado misturado com a política; é o corpo e o sangue de Cristo sendo deixado de lado, trocado por cargos e comissões dentro da “casa de oração”. Ainda bem que Jesus é onipotente, pois se fraco fosse já teria virado pó serragem e estaria servindo como tapete nas cidades de todo o mundo para ser pisado por aqueles que preferiram Barrabás.
“Ouremos”!

Reflexões* Flávio Show 2025 , ano 05 – Edição 236

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