Ato do 1º de maio exige vacina e auxílio de R$ 600,00

O ato comemorativo ao Dia do Trabalhador, organizado pela Central Única dos Trabalhadores e movimentos sociais ocorreu nessa manhã em Maceió, com cerca de 200 pessoas.

Portando faixas e cartazes, os manifestantes exigiram vacina para todos, auxílio emergencial de R$ 600,00 e o fim do governo Bolsonaro, acusado pelos presentes como genocida.

Os participantes também cobraram do governo Renan Filho (MDB) e do prefeito JHC (PSB) a adoção de políticas sociais e de ajuda as famílias que estão em vulnerabilidade.

Em função da pandemia de Covid-19, o ato teve distanciamento social e álcool em gel. Mas, não faltou palavras de ordem como “Fora Bolsonaro” e “Bolsonaro genocida”.

A manifestação que teve início na frente do antigo Produban, percorreu o Calçadão do Comércio e terminou na porta do Sindicato dos Rodoviários, no bairro da Levada.

CUT e movimentos organizam ato do 1º de maio em Maceió

A Central Única dos Trabalhadores e os movimentos sociais realizarão no dia primeiro de maio, um ato simbólico, no Calçadão do Comércio em alusão ao Dia do Trabalhador.

Em função da pandemia de Covid-19, que já vitimou mais de 400 mil pessoas, o tadicional ato do Dia dos Trabalhadores será restrito às lideranças, com distanciamento social e álcool em gel.

O evento que terá início às 9 horas, em frente ao antigo Produban, será um espaço para denúncias contra a política genocida de Bolsonaro, que nega vacina e auxílio emergencial de R$ 600,00, corta verbas da saúde e da educação e promove retirada de direitos sociais.

TRT-15 reconhece vínculo de trabalho entre Uber e motorista

A 11ª câmara do TRT da 15ª região, de acordo com o voto do relator, desembargador João Batista Martins César, deu provimento ao pedido inicial do trabalhador, um motorista do aplicativo Uber, reconhecendo o vínculo de emprego com a empresa no período de 10/8/17 a 17/7/18 e de 26/7/19 a 24/9/19. A decisão também determinou o retorno dos autos à origem para a apreciação dos demais pedidos, sob pena de supressão de instância.

No entendimento do relator, o fato de a empresa tentar um acordo às vésperas da sessão de julgamento configurou uma estratégia para conseguir “vantagem desproporcional”, com base em uma “contundente fraude trabalhista extremamente lucrativa, que envolve uma multidão de trabalhadores e é propositadamente camuflada pela aparente uniformidade jurisprudencial (…)”.

Além do mais, o pedido foi apresentado menos de 24 horas antes do horário da sessão, embora o prazo para o despacho seja de cinco dias (art. 226, I, CPC c/c art. 769, CLT), e a simples apresentação de proposta de acordo não garante direito líquido e certo quanto à homologação no âmbito judicial, “o qual deve ser apreciado pelo magistrado, nos termos da súmula 418 do TST”.

Nem mesmo valor de R$ 35 mil do acordo se mostrou razoável ao colegiado, que considerou, numa “breve análise superficial e processual”, o tempo do contrato de trabalho (aproximadamente um ano), a remuneração de R$ 3 mil e os direitos incidentes.

Além disso, o acordo apresentado para homologação prevê a isenção tributária plena, “embora haja obrigação de recolhimento (caput e inciso V do art. 11 da lei 8.213/91; caput e inciso V do art. 9º do decreto 3.048/99; caput e inciso IV do art. 4º e art. 9º da IN RFB 971/09, com redação dada pela IN RFB 1.453/14)”.

Os desembargadores ressaltaram que a empresa, no 1º grau, não tinha apresentado “nenhuma proposta conciliatória, e, às vésperas da sessão de julgamento, faz acordo em valor de R$ 35 mil”.

O colegiado afirmou ainda que o direito ao contraditório assegura às partes “paridade de tratamento em relação ao exercício de direitos e faculdades processuais, aos meios de defesa, aos ônus, aos deveres e à aplicação de sanções processuais, competindo ao juiz zelar pelo efetivo contraditório”.

Nesse sentido, porém, no caso se verifica “a incompatibilidade entre a observância do princípio da cooperação e o abuso do direito processual caracterizado pela adoção dessa estratégia de manipulação da jurisprudência”.

“Não se está a desestimular ou desmerecer os meios consensuais de resolução dos conflitos, cuja adoção é estimulada pelo CPC” e que se revela como “mecanismo capaz de produzir pacificação social de forma célere e eficaz, cuja adoção é incentivada pelo Poder Judiciário, que tem investido na mediação e na conciliação”. No caso, entretanto, “é indispensável impedir o abuso de direito e a violação do princípio da paridade de armas (art. 7º do CC).”

Fonte: Migalhas

Seminário debaterá as escolas militares de Bolsonaro

O Seminário A Educação Pública Ameaçada, discutirá hoje, dia 30, as escolas militares do governo Bolsonaro.

Em Maceió, o prefeito JHC prometeu entregar duas escolas ao programa de Bolsonaro, o que gerou resistência por parte da comunidade escolar que não aceita a proposta.

As escolas militares também são rejeitadas por especialistas da educação e vistas como um modelo autoritário e que não formam cidadãos conscientes como preconiza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Os palestrantes serão Jorge E. de Oliveira (Ufal), Josefa Conceição (presidenta do Conselho Municipal de Educação), e Kleber Bezerra (Uneal) e a mediação de Suzana Marcolino (Ufal). O evento será transmito pelo canal ProgradUFAL no youtube.

Bolsonaro está feliz: ele já matou mais de 400 mil!

Durante toda pandemia, o presidente genocida agiu para negar proteção ao povo brasileiro, negando auxílio, testagem em massa e vacina, Bolsonaro é o responsável pela mais de 400 mil mortes.

O Brasil ultrapassou a marca de 400 mil mortes pela covid-19. Mais precisamente, 401.186 perderam a vida, segundo os registros oficiais desde 12 de março do ano passado, quando o país deparou com o primeiro óbito da pandemia do novo coronavírus. Somente nas últimas 24 horas foram identificados 69.389 novos casos de covid-19, e 3.001 mortes, de acordo com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Esses números, porém, não são o retrato fiel da trágica realidade, já que existe uma grande subnotificação no país. Entre as razões pela imprecisão dos registros está a baixa quantidade de testes e a má gestão da pandemia em âmbito nacional. Durante todo o período de crise, em vez de uma coordenação nacional para o combate ao vírus, o governo de presidente Jair Bolsonaro atuou para impedir medidas protetivas à população.

Em toda a pandemia, 14.590.678 pessoas foram infectadas, sem contar as que não realizaram testes ou que são assintomáticas para a doença. O valor do contágio é superior à média móvel atual, calculada em sete dias, que está em 60.386; o que revela que o descontrole no surto segue. Já a média móvel de mortos está em 2.526. Hoje encerra um período de queda neste indicador que vigora desde o dia 17 de abril.

Fonte: Rede Brasil Atual

O Nordeste é a região que mais rejeita o governo Bolsonaro: 77% o desaprovam!

Dados da pesquisa DataPoder, divulgado essa semana, mostram que na região Nordeste, a gestão do governo genocida e destruidor de empregos e renda é de 77%.

Na avaliação de especialistas, a rejeição do governo Bolsonaro está ligada ao seu comportamento irresponsável na condução da pandemia de Covid-19, onde suas medidas sabotam a ação dos governadores da região.

Os especialistas ainda apontam que o governo Bolsonaro, com sua política econômica vem destruindo emprego e renda, empobrecendo a população que perde poder de compra e a volta da inflação, como fatores de forte rejeição.

Moradores de Bebedouro realizam protestam contra a Braskem

Para reivindicar seus direitos diante do caos provocado pela Braskem, os moradores da Rua Marques de Abrantes realizaram nessa manhã, dia 29, um protesto com a participação de dezenas de moradores.

Portando faixas e cartazes, os manifestantes paralisaram o trânsito na altura do acesso a Chã da Jaqueira e da ladeira da Chã de Bebedouro e denunciaram o descaso da Braskem e das autoridades.

Lula atropela Bolsonaro em Alagoas

O ex-presidente Lula (PT) lidera no estado de Alagoas

Segundo a Paraná Pesquisas, Lula tem 39% das intenções dos votos, enquanto Bolsonaro possui 29,9%.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT), chegou a 7,1%, ante 3% do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Já o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), tem 1,9%, empatado com o mesmo índice com João Amoêdo (Novo).

Cabo Daciolo (Avante) tem 1,2%.

A Paraná Pesquisas entrevistou pessoalmente 1.220 eleitores no estado de Alagoas, via telefone, entre os dias 22 e 26 de abril de 2021. A margem de erro é de 3%.

Fonte: Blog do Esmael

Pressão popular retira da pauta homenagem a Bolsonaro em Maceió

O Vereador Leonardo Dias sentiu a pressão dos movimentos sociais, da oposição e da repulsa da população maceioense e solicitou a retirada do Projeto de Decreto Legislativo que concedia de título de cidadão maceioense ao Presidente Jair Bolsonaro, sofrendo uma fragorosa derrota no parlamento municipal da capital.

Os vereadores oposicionistas Dr. Valmir e Teca Nelma proferiram duros discursos contra a concessão do título para Bolsonaro, deixando claro ser lamentável a Casa de Mario Guimarães está discutindo uma possível homenagem a um presidente que vai deixar como legado de seu governo, o genocídio de milhares de brasileiros devido à condução catastrófica da pandemia da Covid-19. Também, foram mencionados os índices recordes de desemprego, a alta inflação, a destruição do meio ambiente, a entrega do patrimônio nacional através das privatizações e os ataques à educação pública brasileira.

Os movimentos sociais e partidos de oposição deixaram claro que vão aumentar a pressão sobre o parlamento municipal até que o projeto seja definidamente arquivado.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

MAIS LIDAS