Lula lidera em Alagoas com 56% e Bolsonaro tem 31%

Números são da pesquisa Ibrape, divulgada nesta quarta-feira

Pesquisa Ibrape contratada pelo Cada Minuto e divulgada nesta quarta-feira (17) mostra que o ex-presidente Lula (PT) é o amplo favorito dos alagoanos para vencer a eleição presidencial deste ano.

O petista tem 56% das intenções, contra 31% de Jair Bolsonaro (PL).

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Lula lidera com folga

Segundo a pesquisa, enquanto Lula 56%, a soma de todos os seus adversários é de 33%, com isso, Lula segue a tendência nacional de vencer no primeiro turno.

Redação com Brasil 247

Pesquisa Genial/Quaest confirma: Lula vence no primeiro turno

Lula tem 45% das intenções de votos e todos os outros juntos 42%

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida eleitoral com 12 pontos porcentuais de vantagem sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo a rodada mais recente da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira, 17. Segundo o levantamento, o petista tem 45% das intenções de voto, ante 33% do chefe do Executivo.

Ciro Gomes (PDT) aparece novamente em terceiro lugar, com 6% da preferência. Simone Tebet (MDB) tem 3%. Vera Lúcia (PSTU), Felipe D’Ávila (Novo), Eymael (DC), Sofia Manzano (PCB), Soraya Thronicke (União) e Leonardo Péricles (UP) não pontuaram. 6% dos ouvidos afirmaram que não irão votar e outros 6% não sabem ou não responderam.

Ambos os líderes das pesquisas oscilaram um ponto para cima em relação à rodada de duas semanas atrás, ambos dentro da margem de erro. O petista oscilou de 44% para 45%, enquanto o presidente oscilou dos 32% para 33%. Num possível segundo turno entre os líderes da pesquisa, Lula manteve os 51% da pesquisa anterior e Bolsonaro oscilou um ponto para cima e tem 38%.

A pesquisa quis saber sobre possíveis impactos eleitorais por parte do Auxílio Brasil e da redução do preço dos combustíveis nas intenções de voto. Lula cresceu cinco pontos porcentuais e agora tem 57% dos votos entre quem recebe o Auxílio Brasil; Bolsonaro oscilou dois pontos para baixo e agora tem 27%.

Apenas 24% dos entrevistados disseram que as chances em votar em Bolsonaro crescem com o aumento do Auxílio Brasil; 31% dos ouvidos dizem o mesmo sobre a redução do ICMS. 62% dizem que as medidas econômicas do governo são para ajudar a reeleição do atual presidente e 33% acreditam que são medidas destinadas a ajudar as pessoas.

A vantagem do presidente em relação ao petista entre os evangélicos segue em crescimento. Há duas semanas, Bolsonaro tinha 48% da preferência desse público e Lula, 29%. Na atual pesquisa, a vantagem é de 52% ante 28%.

Bolsonaro oscilou 14 pontos para cima em relação a duas semanas atrás no Sul do País e agora lidera as pesquisas na região. O chefe do Executivo subiu dos 32% para os 46% em agosto. Lula, por sua vez, perdeu sete pontos e caiu dos 41% para os 34%. É a única região em que o atual presidente tem vantagem sobre o petista. A maior vantagem é no Nordeste (61% ante 21%).

De acordo com o levantamento, Bolsonaro oscilou dois pontos para cima entre as mulheres e agora tem 30% do voto do eleitorado. A campanha do presidente investe em ações para o público para reduzir a desvantagem em relação a Lula. Neste levantamento, o ex-presidente permaneceu com os mesmos 46% em comparação com a pesquisa anterior.

De acordo com o levantamento, o petista vence em todas as faixas etárias e entre os sexos masculino e feminino. Bolsonaro vence entre quem tem ensino superior (41% a 33%) e está tecnicamente empatado entre quem ganha mais de 5 salários mínimos (38% a 34%).

Entre os entrevistados, 65% afirmaram que sua opção de voto é definitiva, enquanto 33% disseram que ainda podem mudar de ideia.

A pesquisa Genial/Quaest consultou dois mil eleitores presencialmente entre os dias 11 e 14 de agosto. A margem de erro prevista é de dois pontos, para mais ou para menos. O registro do levantamento na Justiça Eleitoral é BR-01167/2022.

Fonte: Estadão

Política de Bolsonaro facilita armas ao crime organizado

Com as atuais regras, está cada vez mais fácil membros de quadrilhas e organizações criminosas comprarem armas. Investigação da Polícia Federal mostra que um membro do PCC (Primeiro Comando da Capital) com mais de 16 processos na Justiça – incluindo homicídio qualificado e tráfico de drogas – obteve o certificado de registro de CAC (caçador, atirador e colecionador) e conseguiu comprar legalmente duas carabinas, um fuzil, duas pistolas, uma espingarda e um revólver. O valor total do arsenal comprado pelo criminoso está avaliado em mais de R$ 60 mil.

O armamento foi apreendido pela PF em Uberlândia no dia 14 de julho durante ação que faz parte da Operação Ludíbrio, que investiga tráfico de armas e cigarros. Para obter o documento que dá acesso à compra de armamentos, foi apresentada somente a certidão negativa de antecedentes criminais na 2ª instância, emitida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. O Exército, que concede o certificado, não exigiu certidão negativa da Justiça de primeira instância, onde constam os 16 processos do criminoso!

Fonte: O Trabalho

Governo Bolsonaro deixa faltar vacina para crianças de 3 e 4 anos

Rio, Brasília, 11 municípios do Rio Grande do Norte e Itapira (SP) suspenderam a aplicação da primeira dose nesse público por falta de doses da vacina para Covid-19

Um mês após o Ministério da Saúde autorizar a aplicação de CoronaVac em crianças a partir de 3 anos, a pasta ainda não fechou contrato para comprar as vacinas contra a Covid-19 para o público infantil. E, sem imunizantes, ao menos Rio, Brasília, 11 municípios do Rio Grande do Norte e Itapira (SP) suspenderam a aplicação da primeira dose nesse público, indica levantamento do GLOBO. Já na Bahia, só 194 dos 417 municípios — menos da metade — registram aplicação do imunizante na faixa etária. Estados reclamam de falta de doses.

Nesse cenário, a vacinação do grupo ainda não engrenou, passado um mês. Números do LocalizaSUS, do Ministério da Saúde, mostram que 261.611 crianças de 3 e 4 anos receberam a primeira dose até a última sexta-feira no Brasil, das quais 3.168 completaram a vacinação com a segunda dose. O número de crianças que iniciaram a imunização representa apenas 4,67% da população estimada.

A falta de doses está espalhada. Os estados Espírito Santo e Pernambuco remanejaram doses de CoronaVac entre os municípios para imunizar a faixa etária e não interromper a aplicação. Ceará, por sua vez, disse que distribuiu apenas 10% dos imunizantes necessários para o grupo. Já o Maranhão informou que está com estoque insuficiente e pediu 400 mil doses à pasta. Das 27 unidades federativas consultadas pela reportagem, só Pará e Roraima responderam que dispõem de vacinas suficientes para atender a demanda.

Ao GLOBO, o Ministério da Saúde informou em nota que ainda “está em tratativas para aquisição do imunizante com maior celeridade, de acordo com a disponibilidade de entrega das doses pelos fornecedores”, sem informar detalhes. E, mesmo sem ter efetivado a compra, a pasta prevê receber os imunizantes a partir de setembro, mas não divulgou sequer a quantidade de doses a serem adquiridas.

A Saúde liberou a vacinação deste grupo em 15 de julho. No dia 25, o titular da pasta, Marcelo Queiroga, anunciou que o ministério iria adquirir as doses necessárias por meio do consórcio global Covax Facility, gerenciado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A pasta, assim, preteriu o Instituto Butantan, que fabrica os imunizantes no Brasil e já se preparou para atender a esta faixa etária.

  • – O ministério deu uma resposta evasiva sobre o Covax Facility, mas sabemos que o consórcio não tem vacinas para oferecer na quantidade necessária para as crianças brasileiras. Nós temos o Butantan, mas o ministério não se mexe — afirma o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e sanitarista da Fiocruz Brasília, Claudio Maierovitch.

Fabricante da CoronaVac no Brasil, o Instituto Butantan informou que poderia entregar vacinas à pasta para as crianças a partir do próximo mês. Ainda não há, porém, pedidos ou negociações em andamento.O Butantan importou o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), insumo essencial para produzir o imunizante, a fim de atender toda a faixa etária: como há cerca de 5,6 milhões de crianças de 3 e 4 anos no Brasil, seriam necessárias cerca de 11 milhões de doses, pois o ciclo contempla duas aplicações no intervalo de 28 dias.

“O Butantan dialoga constantemente com o Ministério da Saúde e aguarda posicionamento oficial da pasta sobre as ofertas da vacina CoronaVac ao Programa Nacional de Imunizações (PNI)”, diz em nota.

Dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), mostram que 4.415 crianças foram internadas por Covid-19 no Brasil, das quais 136 morreram de 26 de fevereiro de 2020 — data do primeiro caso registrado no país — a 31 de julho deste ano. As estatísticas, que são as mais recentes disponíveis, foram extraídas pela Rede Análise Covid-19.

Inação do governo

No estudo “Government Inaction on COVID-19 Vaccines contributes to the Persistence of Childism in Brazil”, publicado na The Lancet, pesquisadores brasileiros criticam que a inação do governo federal no vacinação contra a Covid-19 tem afetado especialmente as crianças.

— O país está patinando na ampliação da vacinação em crianças. Não há realização, de fato, de campanhas de vacinação que mobilizam a sociedade. É algo inadmissível — diz a epidemiologista da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Alexandra Boing, uma das autoras do trabalho.

Maierovitch, da Abrasco, vê o governo ainda resistente à vacinação infantil, que foi explicitada quando o presidente Jair Bolsonaro defendeu divulgar os nomes dos diretores da Anvisa que permitiram a imunização do grupo:

— O que mudou é a aparência: acho que o governo achou arriscado fazer declarações tão enfáticas quanto naquela época no período eleitoral, pois isso poderia roubar votos.

Fonte: O Globo

Motoristas de aplicativos protestam na avenida Fernandes Lima

Ocorreu hoje de manhã, 16/08, um protesto de motoristas de aplicativos na avenida Fernandes Lima, no trecho próximo ao Cepa. O protesto é contra a violência e assassinatos de motoristas.

Os manifestantes fecharam a avenida provocando um enorme engarramento.

O protesto foi uma resposta ao assassinato de Amanda Pereira dos Santos, 27 anos, que foi morta depois de aceitar uma corrida de Rio Largo para Marechal Deodoro.

Segundo um motorista da Uber, que não quis se identificar, a “categoria está com medo de trabalhar, pois não sente segura”.

Os trabalhadores solicitam às empresas e à Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) medidas efetivas que garantam as condições de trabalho com segurança.

Moradores dos Flexais protestam contra Prefeitura de Maceió

Ato se iniciou na rua Tobias Barreto e foi em direção à avenida Oswaldo Cruz, principal do bairro de Bebedouro

Moradores dos Flexais se reuniram na tarde desta segunda-feira (15) para falar sobre os “acordos” que deveriam ser apresentados pela Prefeitura Municipal de Maceió em relação a realocação. No entanto, a reunião foi transferida para a sede da Defesa Civil sem aviso prévio. O ato se iniciou na rua Tobias Barreto e foi em direção à avenida Oswaldo Cruz.

Segundo as lideranças, os moradores não aceitam sair para outro local já que o combinado seria acontecer o encontro no bairro.

“Na última reunião na Prefeitura, com a presença do prefeito, ficou combinado que iríamos realizar uma reunião na comunidade, dentro do território, para discutirmos a situação dos Flexais, frente a proposta de acordo que o Ministério Público Federal apresentou juntamente com a Defensoria Pública da União em Alagoas (DPU/AL) e o Ministério Público Estadual. Essa reunião foi agendada para acontecer hoje, segunda-feira, as 15hrs, na comunidade. Quando foi ontem a reunião foi desmarcada. Transferiram a reunião para o CAT, tirando de dentro do território para uma área afastada, então a comunidade decidiu manter a reunião”, disse Mauricio Sarmento, líder comunitário.

Ainda de acordo com Maurício, na manhã da segunda-feira (15), ele oficializou via ofício na sede da prefeitura que os moradores não iriam se deslocar para outro espaço. Mas, a prefeitura não deu respostas.

“Fica inviável para os moradores se deslocarem. A reunião aqui é mais cômodo, pois a maior parte poderia participar e falar sobre os seus problemas”, ressalta Sarmento.

Os moradores dos Flexais estão pedindo a realocação, uma vez que com a saída dos moradores do bairro de Bebedouro, eles ficaram ilhados, sem comércio, sem escolas e sem postos de saúde. Eles afirmam ainda que de forma direta o afundamento do solo prejudicou a rotina do local.

Os manifestantes queimaram pneus velhos, galhos de árvores e usando faixas com as reivindicações. Eles afirmam que só sairiam da via quando o prefeito JHC ou algum representante da Prefeitura for ao local. Com palavras de ordem o grupo gritava “o povo na rua, Braskem a culpa é sua” e “JHC, cadê você”.

Integrantes do Movimento Unificado das Vítimas das Braskem (MUVB) também estiveram presentes em solidariedade e apoio aos moradores dos Flexais. Uma carta aberta foi lida durante o ato e um abaixo-assinado que será entregue na prefeitura foi realizado no local.

Além disso, os moradores também ressaltam que o bairro ficou alagado durante as chuvas e muita gente perdeu móveis e não houve cadastros para ajuda social prometida pela Prefeitura.

“Nas eleições para prefeito ele veio ao bairro e foi bem recebido por nós. E por que agora ele não vem nos visitar e ver a situação que estamos passando. Porque ele não vem tentar comprar uma água por aqui. A situação é complicada” reclama, dona Maria Cícera.

Gerenciamento de Crise da Polícia Militar esteve no local.

A reportagem  entrou em contato com a Defesa Civil e em resposta, ó órgão se limitou apenas em falar que a reunião aconteceria no CAT (Centro de Acolhimento e Triagem), com parte dos moradores. Representantes da Defesa Civil Municipal estiveram no local para convencer alguns moradores a participarem da reunião no CAT. No entanto, liderança afirma que maior parte dos moradores não compareceram no local.

Fonte: Tribuna de Alagoas

Pesquisa Ipec: Lula tem 44% e vence no primeiro turno

Segundo o Ipec Lula tem 44% e Bolsonaro 32% no 1° turno de 2022. Em seguida estão Ciro Gomes, com 6% das intenções de voto, Simone Tebet (2%) e Vera (1%). Levantamento foi realizado entre 12 e 14 de agosto e tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou menos.

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (15), encomendada pela TV Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 32% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 6% das intenções. Simone Tebet (MDB), com 2%, e Vera (PSTU), com 1%, também pontuaram e estão empatadas na margem de erro. Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Felipe d’Avila (NOVO), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Sofia Manzano (PCB) e Soraya Thronicke (UNIÃO) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto, cada um.

Intenção de voto estimulada

  • Lula (PT): 44%
  • Jair Bolsonaro (PL): 32%
  • Ciro Gomes (PDT): 6%
  • Simone Tebet (MDB): 2%
  • Vera (PSTU): 1%
  • Constituinte Eymael (DC): 0%
  • Felipe d’Avila (NOVO): 0%
  • Léo Péricles (UP): 0%
  • Pablo Marçal (PROS): 0%
  • Sofia Manzano (PCB): 0%
  • Soraya Thronicke (UNIÃO): 0%
  • Branco/nulo: 8%
  • Não sabe/não respondeu: 7%

O nome do candidato Roberto Jefferson (PTB) não consta nesta pesquisa. Segundo o Ipec, o motivo é que, quando a pesquisa foi registrada no TSE, ainda não havia informações suficientes sobre a candidatura, que foi oficializada posteriormente.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 12 e 14 de agosto em 130 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03980/2022.

Fonte: G1

Lula sobe quatro pontos e pode vencer em primeiro turno

Pesquisa BTG/FSB mostra Lula 45% das intenções de voto e todos os outros candidatos somam 46%

Levantamento telefônico do Instituto FSB, contratado pelo banco BTG Pactual, divulgado nesta segunda-feira (15) mostra que o ex-presidente Lula (PT), líder em intenções de voto, conseguiu ampliar a distância para Jair Bolsonaro (PL).

Na última rodada do levantamento, Lula tinha 41% e Bolsonaro 34%. Agora, Lula tem 45% e Bolsonaro os mesmos 34%.

Enquanto o petista tem 45% das intenções de voto, todos os outros candidatos, somados, têm 46%. O dado aponta para a possibilidade de o ex-presidente vencer a eleição já no primeiro turno.

Segundo turno

Lula também ampliou a vantagem para Bolsonaro na projeção de segundo turno. Antes, o petista vencia o atual ocupante do Palácio do Planalto por 51% a 39%. Agora, os percentuais passaram para 53%, de Lula, e 38%, de Bolsonaro.

Foram ouvidos 2.000 eleitores por telefone entre 12 e 14 de agosto. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00603/2022.

Fonte: Brasil 247

Fãs de Anitta mobilizam-se nas redes em favor de Lula

O engajamento da cantora Anitta na campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reocupar o Planalto em 2023 movimentou o cenário político e as redes sociais. Faltando apenas 49 dias para as eleições, a ação intitulada “Lula Day” ganhou grande visibilidade, chegando a ficar em 1º lugar nos trending topics do Twitter (assuntos mais comentados).

O movimento teve a ativa participação dos fãs da cantora Anitta, que comandam os perfis @AnittaCrave e @AnittaDailyBR, com o objetivo de usar as redes sociais para engajar a campanha do ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva (PT). A movimentação acabou sendo batizada de ANITTERS COM LULA, e também alcançou os trending topics (ranking dos assuntos mais comentados da plataforma).

“Como todos sabem, o Brasil se aproxima do período eleitoral, e é de interesse de toda a sociedade que consigamos derrotar esse DESgoverno logo no primeiro turno. Pensando nisso criamos o projeto LULA DAY!”, disse um dos perfis que encabeçaram o movimento.

Fonte: DCM

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