Derrotado no debate da Band, Bolsonaro foge da sabatina na Jovem Pan

Campanha avalia que ataques às mulheres e à imprensa podem tirar votos de Bolsonaro

A coordenação de campanha de Jair Bolsonaro (PL) avaliou e decidiu que o atual ocupante do Palácio do Planalto não deverá participar de sabatinas e entrevistas após o fiasco do primeiro debate entre os presidenciáveis, realizado no domingo (28) na Band. Com a decisão, Bolsonaro não deve participar da sabatina da Jovem Pan, prevista para acontecer nesta segunda-feira (29), informa o jornal O Globo.

Bolsonaro foi duramente criticado por seu ataque à imprensa, quando respondeu grosseiramente à jornalista Vera Magalhães, além dos ataques machistas e misóginos direcionados às candidatas Simone Tabet (MDB) e Soraya Thronicke (União).

“A ala política acha que, além de impedir a busca de votos das mulheres, a agressividade de Bolsonaro pode tirar votos nos estratos mais pobres e também entre os evangélicos, público em que a condução do governo federal da pandemia tinha sido muito mal avaliada, mas que ele vem reconquistando”, diz um trecho da reportagem.

Fonte: Brasil 247

Alagoas: Lula tem 51,29% e Bolsonaro 35,96%, segundo pesquisa Fundepes

Todo o conteúdo do Tribuna do Sertão está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. É proibida a cópia/reprodução deste material em qualquer meio de comunicação sem a devida autorização. Se deseja compartilhar, utilize os meios fornecidos no Tribuna do Sertão.

A segunda pesquisa realizada pela FUNDEPES (Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa) divulgada em parceria com esta Tribuna do Sertão apontou também os novos números para presidente da República. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo AL-09303/2022.

A pesquisa foi realizada nos municípios de Maceió, Arapiraca, Penedo, São Miguel dos Campos, Porto Calvo, São Luiz do Quitunde, Delmiro Gouveia, Santana do Ipanema, Palmeira dos Índios e União dos Palmares.

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Entre os nomes disputantes para presidente da República em pesquisa espontânea Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com ampla margem: 51,29% da intenção de voto dos consultados. Em segundo lugar aparece Jair Bolsonaro com 35,96%. Em terceiro lugar Ciro Gomes com 1,97% e não sabem ou não responderam 10,77%.

De forma estimulada os eleitores consultados decidiram da seguinte forma: Luiz Inácio Lula da Silva, 53,81%%; Jair Bolsonaro 34,60%; Ciro Gomes 2,90%, brancos e nulo 1,83% e não sabem ou não responderam 6,86%.

Lula mantém liderança e Bolsonaro não cresce em nova pesquisa BTG/FSB

Presidente não conseguiu crescer nem entre os beneficiários do Auxílio Brasil, ficando atrás de Lula no segmento

Pesquisa BTG/FSB aponta estabilidade na corrida presidencial. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua em primeiro, com 43% das intenções de votos, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 36%.

Ciro Gomes (PDT) foi de 6% para 9% (patamar que ele tinha no final de julho) e Simone Tebet (MDB), de 3% para 4%.

Esta é a primeira pesquisa feita após as sabatinas do Jornal Nacional e o início do horário eleitoral gratuito.

Votos válidos

De acordo com a pesquisa BTG/FSB, Lula tem 46% dos votos válidos. Bolsonaro ficou estagnado e não conseguiu crescer nem mesmo entre os beneficiários do Auxílio Brasil, segmento em que, apesar do aumento do valor de R$ 400,00 para R$ 600,00, Lula voltou a ampliar sua liderança.

Lula também melhorou no Nordeste (63% a 22% de Bolsonaro), enquanto nesta rodada Bolsonaro apareceu numericamente à frente no Sudeste (39% a 35%, considerada a margem de erro, um empate técnico).

O Instituto FSB ouviu, por telefone, 2.000 pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08934/2022.

A pesquisa BTG/FSB traz um estranho índice de 0% de brancos e nulos.

Fonte: Revista Fórum

84% dos policiais consideram democracia melhor forma de governo

Pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública foi feita com 5 mil agentes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica/Perícia, Polícia Penal, Polícia Rodoviária Federal e Guarda Municipal

Pesquisa divulgada neste sábado (27) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) aponta que a maioria dos policiais e agentes de segurança do país são a favor da democracia e contra qualquer ruptura institucional ou golpe de estado.

De acordo com o levantamento, 84,5% dos policiais responderam que concordam com a afirmação de que a democracia é preferível a qualquer outro tipo de regime de governo. Outros 8,7% afirmaram que concordam em parte. Já 3,4% responderam que discordam da afirmação; e 2,3% disseram que discordam em parte.

Corpo de Bombeiros, Polícia Científica/Perícia, Polícia Penal, Polícia Rodoviária Federal e Guarda Municipal

O percentual de agentes de segurança que se declararam favoráveis à democracia é maior do que o verificado no total da população em outra pesquisa, realizada pelo Datafolha em agosto. De acordo com aquele levantamento, a democracia é a melhor forma de governo para 75% das pessoas.

Embora tenham sido feitas em períodos e por institutos diferentes, o Fórum afirma que é possível afirmar que há uma maior adesão ao regime democrático entre os agentes de segurança.

““Chama a atenção positivamente o fato de perceber que os policiais brasileiros estão imbuídos de cumprir seu mandato constitucional e respeitar a democracia. Essa pesquisa joga por terra a ideia de que os policiais vão aceitar cegamente qualquer mandado do Bolsonaro para acabar com o regime democrático de direito”, afirma o professor da FGV e membro do FBSP Rafael Alcadipani.

Para Alcadipani, o percentual de defesa da democracia maior do que o total da população pode ser explicado pela proximidade dos agentes com os processos legais.

“[pode ser explicado pelo] fato de estar próximo da lei, ser guardião dessa lei, apesar de todos os problemas que a gente acaba vendo, e de não quererem um problema maior.”

Eleições livres e radicalização

A maioria dos entrevistados também afirmou que o povo escolher seus líderes em eleições livres e transparentes é essencial para a democracia. Do total, 95,6% afirmaram concordam com essa afirmação. Outros 3,1% disseram concordar em parte. Apenas 0,4% apontaram que discordam, e 0,6% que discordam em parte.

corporações com potencial de radicalização.

meio de um golpe de estado”, 55,6% disseram discordar; e 7,8% discordar em parte. Já 14,7% disseram concordar, e 19,1% afirmaram concordar em parte.

“Embora a ampla maioria dos profissionais da segurança pública seja formalmente entusiasta dos princípios e das instituições democráticas, uma parcela que pode variar entre 15% e 40% pode ser considerada radicalizada ou potencialmente radicalizável […]. Essa informação reforça a importância da observância contínua das condutas individuais dos profissionais de segurança pública por parte dos órgãos de controle, internos e externos, às polícias”, diz relatório do FBSP.

Os policiais também foram questionados sobre a legitimidade das eleições e de seus resultados. A posse dos eleitos, independentemente de quem forem, foi defendida por ampla maioria.

Segundo Alcadipani, a fiscalização é fundamental para evitar casos pontuais de desrespeito às regras democráticas.

“Basta uma pessoa radicalizada armada cometer uma loucura para criar um efeito muito danosos para a democracia brasileira, como um atentado ou algo parecido com o que aconteceu no Capitólio [nos EUA]. É preciso que as forças de segurança estejam atentas a quem são esses indivíduos radicalizados e ao potencial de dano que eles podem causar”, afirma.

Fonte: G1

Magistrado que redigiu anteprojeto da reforma trabalhista aparece em grupo de empresários golpistas

Juiz do Trabalho aparece em grupo de empresários golpistas denunciados em portal; magistrado redigiu anteprojeto da reforma trabalhista

Na última quarta-feira, 17, o portal Metrópoles divulgou reportagem na qual denuncia que, em um grupo de Whatsapp, conhecidos empresários vinculados a Jair Bolsonaro (PL) vêm defendendo um golpe de Estado caso o atual presidente perca as eleições marcadas para outubro. Faz parte do grupo um juiz do Trabalho de Curitiba, um dos formuladores da reforma trabalhista aprovada em 2017, durante o governo de Michel Temer (MDB).

O grupo reúne grandes empresários de diversas partes do país, como Luciano Hang, dono da Havan; Afrânio Barreira, do Grupo Coco Bambu; José Isaac Peres, dono da gigante de shoppings Multiplan; José Koury, dono do Barra World Shopping, no Rio de Janeiro; Ivan Wrobel, da construtora W3 Engenharia; e Marco Aurélio Raymundo, o Morongo, dono da marca de surfwear Mormaii. Veja AQUI a primeira da série de reportagens que o Metrópoles está publicando.

Reforma trabalhista e ataque a servidores: quem é Marlos Melek?

Juiz do TRT9 (de Curitiba), Marlos Melek escreveu livros sobre a legislação trabalhista e ganhou destaque no no contexto da tramitação da reforma que, em 2017, atacou dezenas de direitos dos trabalhadores brasileiros, no governo Temer. Foi um dos oito integrantes da comissão que redigiu o ante projeto da reforma e, em 2017, defendeu a proposta no Senado, dizendo que ela podia “atrair investimentos e gerar empregos, por dar segurança jurídica aos empregadores” – o que não aconteceu. Melek chamou de “discursos ideológicos” as críticas à reforma, mesma expressão utilizada em sua publicação no grupo de Whatsapp. Em agosto de 2017, entrevistado em matéria da BBC Brasil, Melek disse que “o servidor público é um dos maiores problemas que o Brasil tem hoje” e que seria preciso “acabar com os privilégios” dos servidores.

Coalizão protocola notícia-crime no STF contra empresários que defendem golpe

A Coalizão em Defesa do Sistema Eleitoral protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF), uma notícia-crime contra os empresários Luciano Hang (Havan), Afrânio Barreira Filho (Coco Bambu), Ivan Wrobel (W3 Engenharia) e Marco Aurélio Raymundo (Mormaii). O pedido é para que eles sejam incluídos no Inquérito 4.874/DF, relatado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Alexandre de Moraes, que apura suposta presença de indícios e provas acerca da existência de organização criminosa, de forte atuação digital e com núcleos de produção, publicação, financiamento e político, com a possível finalidade de atentar contra a democracia e o Estado de Direito.

Na notícia-crime protocolada nesta quinta-feira, 18, a Coalizão solicita, ainda, que sejam requeridos os celulares dos noticiados e dos demais membros do grupo de Whatsapp denominado “Empresários & Política”; a quebra de sigilo telefônico para verificar a autenticidade das mensagens trocadas e se elas coincidem com a participação nos ataques sistematizados, com o uso das redes sociais como instrumento de agressão, de propagação de discurso de ódio e de ruptura ao Estado de Direito e da Democracia; e a investigação sobre a atuação dos denunciados na preparação e financiamento dos atos do próximo dia 7 de setembro.

As entidades enfatizam a gravidade dos fatos porque se trata de um grupo com expressivo e considerável poder econômico e político, com notória proximidade com agentes públicos, especialmente o presidente da República, e com indícios de participação efetiva na preparação de atos do dia 7 de setembro, como revela a mensagem destacada na reportagem publicada no site Metrópoles, que divulgou as conversas, do médico gaúcho Marco Aurélio Raymundo, dono da rede de lojas Mormaii: “O 7 de setembro está sendo programado para unir o povo e o Exército e ao mesmo tempo deixar claro de que lado o Exército está. Estratégia top e o palco será o Rio. A cidade ícone brasileira no exterior. Vai deixar muito claro”.

Fonte: Sintrajufe RS

Lula tem 61% das intenções de voto na Bahia e Bolsonaro, 20%

O ex-presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto na Bahia na disputa pela presidência. Segundo pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta quinta-feira (25), ele tem 61% das intenções de voto. 

Em segundo, aparece o presidente Bolsonaro (PL), com 20% das intenções de voto. Atrás dele vem Ciro Gomes (PDT), com 7%.  Simone Tebet (MDB) e Felipe d’Ávila (Novo), tem 1% cada.

Os demais candidatos não pontuaram, há 5% que votariam em branco ou nulo, e 4% não opinaram.

Na pesquisa de voto espontânea, quando o nome dos candidatos não é apresentado aos eleitores, 54% declaram voto em Lula para o primeiro turno da disputa presidencial, e 18% citam Bolsonaro. A candidatura de Ciro Gomes é mencionada por 3%, e 1% citam Simone Tebet. Uma parcela de 4% declara a intenção de votar em branco ou nulo, e 18% não responderam. 

Fonte: Correio24horas

Lula e Bolsonaro empatam entre evangélicos mais pobres, diz Datafolha

A pesquisa Datafolha recentemente divulgada demonstra que a parcela evangélica do eleitorado está sendo objeto de disputa pelas duas campanhas que lideram as intenções de votos com enfoques distintos: enquanto os bolsonaristas querem conquistar votos com a pauta moral, os petistas preferem abordar os temas econômicos como atrativo para as propostas de seu candidato.

À luz dos números da citada pesquisa, tal estratégia faz sentido para ambos: enquanto Bolsonaro consegue ir bem junto a evangélicos de rendas média e alta, Lula tem mais sucesso entre os mais pobres, mas, ainda assim, empatando com o atual presidente.

Neste recorte, Lula tem 41% dos votos dos evangélicos que ganham até dois salários mínimos, cointra 38% de Bolsonaro. Esse grupo representa 53% dos fiéis entrevistados.

Entre os menos pobres, que recebem mais de dois salários mínimos, Bolsonaro tem 61% das intenções de voto contra 22% do petista. Essa diferença dá a Bolsonaro a folgada vantagem que ele tem no cômputo geral desse segmento,no qual vence Lula por 49% a 32%.

O mesmo levantamento indica que a questão econômica divide espaço com a pauta religiosa no momento da definição do candidato. Quanto menor a renda, mais fatores como inflação e custo de vida influem na escolha.

Ainda assim, os mais pobres que professam a fé evangélica representam fatia menor do eleitorado lulista em relação aos mais pobres de outras religiões (ou sem). Nesse segmento, Lula tem 60% das intenções de voto.

O segmento mais abastado, por outro lado, sentiu positivamente o impacto da redução dos preços dos combustíveis e estão mais otimistas com a recuperação da economia, o que justifica o expressivo apoio ao atual concorrente à reeleição.

Fonte: DCM

Greves sacodem a Europa

Velho Continente vive a maior onda de paralisações em 30 anos. Ela atinge aeroportos, ferrovias, escolas, indústrias e até serviços diplomáticos. As causas: inflação altíssima devido à guerra e as privatizações que pioram as condições de trabalho

Quem viaja para ou pela Europa neste conturbado verão de 2022 está se acostumando com uma palavra para descrever aeroportos: caos. Mas existe uma ordem profunda por detrás da aparente desordem. Desde o começo do ano, o setor aeroviário vem sendo palco de duas constantes: greves, uma atrás da outra, em diversos aeroportos e em muitas companhias aéreas; e falta de pessoal. Somente na Alemanha estima-se que há sete mil trabalhadores a menos no setor. Uma das razões desta escassez é a prolongada pandemia da covid-19, que afastou e continua afastando muita gente de seus postos de trabalho.

As greves neste setor se espalharam por todo o continente, atingindo em momentos e graus diferentes a Inglaterra, Portugal, Espanha, França, Bélgica, Itália, Alemanha, países da Escandinávia. Dois casos dramáticos: em julho, na Alemanha, cerca de mil voos da Lufthansa foram cancelados nos aeroportos de Munique e Frankfurt devido a uma greve de pilotos; e a Scandinavian Airlines, com sede em Estocolmo, na Suécia, pediu falência depois de uma greve de seus mil pilotos, também em julho.

Paralisações em outros setores

A onda de greves não se resume ao setor aéreo. Desde o começo do ano paralisações e protestos atingiram o setor portuário da Alemanha e da Holanda, os trabalhadores em plataformas oceânicas de extração de petróleo na Noruega, professores e trabalhadores da educação na Itália, metalúrgicos na Alemanha, trabalhadores e vendedores na Torre Eiffel, em Paris, e até mesmo um setor não muito afeito a estes movimentos. Em junho, diplomatas franceses cruzaram os braços, numa iniciativa que atingiu as representações da França de Tóquio a Washington!

Mais recentemente, em agosto, as greves se multiplicaram no setor ferroviário e de transporte urbano no Reino Unido, paralisando em grande parte a capital, Londres. Também houve e há greves nos Correios, nas telecomunicações, nos serviços de coleta de lixo, nos portos, nas usinas de eletricidade e nas fornecedoras de água, em paralisações tidas como as mais intensas e extensas dos últimos 30 ou 40 anos, conforme o setor. Com o fim do verão, espera-se que os movimentos grevistas se estendam para a educação e a saúde.

Altas taxas de inflação

De um modo geral, culpa-se a elevada inflação. Turbinada pelos aumentos dos custos da energia em consequência da guerra na Ucrânia, as altas taxas elevam o preço dos transportes e dos fertilizantes no setor agrícola, impactando no custo dos alimentos. Estimada em média em 9% no continente europeu, o índice chega a 10,1% na Inglaterra, podendo ir para 13% anuais a partir de outubro. Mas há quem fale também na falta de pessoal, o que piora as condições de trabalho, decido às grandes privatizações britânicas nos setores de transporte, abastecimento de água e fornecimento de energia, e até no Brexit, que complicou as relações comerciais e alfandegárias com a União Europeia.

Esta retomada da atividade sindical é também a mais vigorosa desde que, entre 1984 e 1985, a então primeira-ministra britânica, Margareth Thatcher, a “Dama de Ferro”, sufocou o sindicato dos mineiros com uma feroz política repressiva que inibiu o movimento sindical inglês durante décadas. Tanto na Inglaterra quanto na Europa Continental, os movimentos sindicais desde o começo de 2022 parecem ser apenas o prelúdio do que pode acontecer no futuro, modificando completamente a paisagem social europeia.

Fonte: Outras Palavras

No Piauí, Lula tem 69% contra 15% de Bolsonaro, mostra Ipec

Pesquisa Ipec, contratada pela TV Rádio Clube de Teresina e divulgada nesta terça-feira (23), mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem ampla preferência do eleitorado do Piauí para retornar ao comando do país.

Lula tem 69% das intenções de voto contra 15% de Jair Bolsonaro (PL).

  • Lula – 69%
  • Bolsonaro – 15%
  • Ciro Gomes (PDT) – 7%
  • Simone Tebet (MDB) – 1%
  • Pablo Marçal (Pros) – 1% 
  • Brancos/Nulos – 1%
  • Indecisos – 5%

Os demais candidatos não pontuaram.

A pesquisa ouviu 800 eleitores do Piauí entre 16 e 22 de agosto. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolos BR-05787/2022 e no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) sob o número PI-09637/2022.

Fonte: Brasil 247

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