Liberdade para Élie Domota! Ativista foi preso por tropas de Macron

Repressão em Guadualupe: Porta-Voz do Coletivo Contra Exploração (LKP) é preso por tropas de Macron

Vídeos mostram o momento em que, nesta quinta-feira, 30 de dezembro, tropas enviadas pelo presidente da França, Emmanuel Macron, para reprimir a revolta popular em Guadalupe prenderam Élie Domota, ex Secretário Geral do LKP (Coletivo Contra a Exploração)e porta voz do grupo.

No inicio do vídeo Domota argumenta calmamente com o policial que jamais os militantes foram violentos. Ao mesmo tempo, bombas de gás lacrimogênio continuam sendo lançadas contra os manifestantes.

Mais de duas mil pessoas se concentraram em frente à delegacia de polícia de Point-a-Pitre (capital da Guadalupe) exigindo a libertação de Domota.

O pré candidato a presidente da França, Jean Luc Mélenchon se pronunciou sobre o assunto nas redes denunciando a prisão.

Fonte: O Trabalho

Educação pública: o que esperar de 2022?

Natércia Lopes – Professora da Uneal e da Semed Maceió

Em meio a um governo que tratou com descaso a Educação desde 2019, quando assumiu, até agora. O que podemos esperar para o ano de 2022?

Elencando alguns desmontes protagonizados pelo atual governo, podemos citar os ataques à memória e ao legado de Paulo Freire, um antípoda a esta gestão; o ódio de classe destilado contra as/os jovens que utilizam o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES); o favorecimento às parcerias público-privadas; o fechamento/fusão de universidades; a perseguição às/aos reitoras/es eleitas/os pela comunidade acadêmica; o incentivo à gravação das/os docentes em sala de aula para denunciar “doutrinações”; o enfraquecimento das licenciaturas com a Resolução 2/2019; o decreto 10.502/2020, que vai de encontro à perspectiva de uma educação inclusiva e incentiva a criação de escolas especializadas para atender pessoas com deficiência; além de atrasos de mais de 2 meses nas bolsas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) e da Residência Pedagógica (RP), e o bloqueio de outros fomentos ao ensino e a pesquisa. A insatisfação de servidoras/es públicas/os com o revisionismo e as contínuas interferências do governo em órgãos como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e o Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) provocaram a exoneração de mais de 200 profissionais.

Nos últimos dois anos a política governamental tem reforçado as diferenças entre as classes. Quando se fala em corte de verbas num País que não busca superar as desigualdades sociais, o alvo sempre é a Educação, um exemplo disso foi o corte de 30% do orçamento de universidades federais que se estendeu a toda educação básica. Esse modus operandi bolsonarista expõe uma visão de governo que anda na contramão da igualdade de oportunidades para todas/os.

A pandemia veio acentuar um prejuízo, hoje incalculável, de dívidas do governo com a educação pública de qualidade. O Brasil foi um dos países que mais demorou para reabrir as escolas em função do atraso na vacinação, o governo federal ao invés de fortalecer as medidas de saúde preferiu colocar em xeque a eficácia das vacinas, num total descompromisso com o progresso social. Em suas atitudes negacionistas, o presidente coleciona mais uma prova de desvalorização à ciência ao se posicionar contrário à vacinação de crianças da Educação Infantil e anos iniciais.

Num misto de impropriedade e desconhecimento, os quatro Ministros da Educação não tiveram um papel articulador, com projetos e programas que não conversavam entre si.

Enquanto o atual ministro se colocou contra a Lei de Conectividade das escolas, Lei 14172/2021, dizendo que a pasta tem outras prioridades de investimento, o Conselho Nacional de Educação (CNE), já prepara uma portaria que tem previsão de aprovação para janeiro de 2022, favorável à permanência do ensino híbrido na Educação Básica e Superior, assim também caminha o Projeto de Lei 2497/21. Vindo de um governo estruturado no contrassenso, isso não surpreende. O que talvez assuste seja o crescimento do mercado de empresas que dizem atuar na área de educação com “treinadoras/es”, “master coaches”, que se autointitulam doutoras/es sem ao menos terem um cadastro na plataforma Lattes, e que muito se beneficiaram em secretarias de educação no período de ensino remoto.

Estas “soluções empresariais” vendem desde uma palestra de 2 horas que vai “alavancar os resultados da sua escola” a contratos anuais milionários em plataformas digitais. E você acha que com o retorno das aulas presenciais em 100% das escolas públicas brasileiras, essa torneira vai fechar? Questionamos como é possível abrir espaço para ensino híbrido em escolas que não possuem laboratórios de informática funcionando, com docentes que não têm as tecnologias necessárias, com estudantes que vivem em casas sem estrutura apropriada para permitir o estudo, e com um governo que em nada se importa com isso?

Segundo a pesquisa TIC Domicílios, em 2020, 100% dos domicílios da classe A possuíam acesso a computadores e internet, quando observamos as classes D e E, essa taxa cai para 13%. O que está por vir em 2022 pode aprofundar o cenário de desigualdade. E mais, pensar em um ensino híbrido não é só ter computador e internet, mas ter docentes formadas/os e alunas/os preparadas/os para manusear e se apropriar desse recurso complementar.  

É preciso estarmos vigilantes nesta luta pautada na garantia dos princípios e direitos fundamentais da Educação. Se 2022 é um ano de eleição, é preciso estarmos atentas/os não só a quem se disponibiliza a estar a frente de um mandato, como também a quem ela/e se alia

Então, se você me pergunta o que pode fazer para resgatar a educação pública em 2022, minha resposta será sempre depositar seu voto em quem de fato prioriza a educação pública de qualidade e que atenda a todas/os.

México autoriza uso de vacina cubana contra Covid-19

Autoridades mexicanas mencionaram que imunizante recebeu parecer favorável; país poderá importar o medicamento para aplicá-lo em maiores de 19 anos

A Comissão Federal de Proteção contra Riscos Sanitários do México (Cofepris) autorizou nesta quarta-feira (29/12) o uso emergencial da vacina cubana Abdala contra a covid-19.

“Faz parte da Estratégia Nacional de Regulação Sanitária, que permite revisar e dar acesso ao maior número de insumos de saúde, desde que verificada a qualidade, segurança e eficácia do produto”, indicou o Cofepris.

Em nota, o conselho de segurança da saúde mexicana mencionou que o Comitê de Novas Moléculas realizou uma sessão cujo ponto central do debate foi a droga cubana, a qual recebeu parecer favorável dos especialistas presentes.

Até o momento, agora com a Abdala, o México aprovou 10 vacinas anticovid para uso emergencial: Pfizer-BioNTech, AstraZeneca, CanSino Biologics, Sputnik-V, Sinovac, Covaxin, Janssen (da empresa farmacêutica Johnson e Johnson), Moderna e Sinopharm.

Em outubro deste ano, o presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador havia anunciado que o país iria adquirir a vacina para auxiliar na imunização, afirmando haver um “acordo” com o governo de Cuba, mas que ainda “não foi possível de ser concretizado”, declarando que a negociação era resultado da relação de cooperação com o país socialista, “especialmente na área médica”.

Elaborado pelo Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia de Cuba, o imunizante “é feito com a proteína recombinante do domínio de ligação ao receptor do vírus SARS-CoV-2”.  

A vacina, dentre seis fórmulas da ilha contra o novo coronavírus, apresentou eficácia de mais de 92% no esquema de três doses.  

Por sua vez, o Grupo Empresarial de Biotecnologia e Indústrias Farmacêuticas de Cuba (BioCubaFarma) destacou que depois da aprovação do uso de Abdala no México, este país poderá importar o medicamento para aplicá-lo em maiores de 19 anos.

A Comissão Mexicana destacou ainda que, como Autoridade Reguladora Nacional de Referência, habilitada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), esta ação abre as portas para que a vacina cubana seja utilizada em outras nações.

Irã, Nicarágua e Venezuela são países que usam vacinas fabricadas em Cuba – sejam as doses da Soberana, sejam as da Abdala. Há 13 meses a biomedicina cubana desenvolve seis fórmulas de imunizantes contra o vírus sars-cov2, sendo o único país da América Latina e Caribe a ter um medicamento próprio. 

De acordo com o levantamento da Universidade Johns Hopkins, o México totaliza 3.962.518 casos do novo coronavírus e 299.130 mortes em decorrência da doença. 

(*) Com Telesur.

Fonte: Opera Mundi

Renda média do brasileiro é a menor desde 2012

A renda média do brasileiro é a menor há pelo menos nove anos. Essa informação é de um podcast do jornal O Estado de S.Paulo. Brasileiros perderam dinheiro.

O desemprego está galopante, o que existe são os subempregos e os salários estão cada vez mais baixos.

A taxa de desemprego caiu de 13,7% para 12,1% no trimestre encerrado em outubro.

Entre empregos formais e informais, o mercado de trabalho absorveu mais de três milhões de pessoas e a população ocupada (94 milhões) já chega perto de números pré-pandemia.

A renda média do trabalhador é a menor desde 2012, quando o IBGE iniciou a série histórica.

A inflação e destruição de empregos na pandemia, deixou a reabertura de vagas marcada por salários mais baixos no Brasil.

No trimestre encerrado em outubro de 2021, quando a taxa de desemprego recuou para 12,1%, a renda média do trabalho voltou a cair e atingiu o menor nível em quase uma década.

Essa é uma das conclusões da Pnad Contínua, cujos dados foram divulgados nesta terça-feira (28) pelo IBGE.

Fonte: DCM

Globo perdeu mais da metade de seu público de novelas de 2000 para cá

Esse levantamento aponta que, embora a emissora siga líder em audiência com folga no mercado nacional e na Grande São Paulo, os índices despencaram, assim como o share (participação da emissora entre o total de aparelhos ligados).

Perda da Globo, no entanto, não acrescentou audiência a qualquer outro canal de TV, ou não na esfera nacional e na Grande São Paulo. A Record abocanhou espaço em regiões como Goiânia, Salvador e Belém, mas o crescimento regional não compensa o público egresso da Globo.

O SBT também vem perdendo espaço na audiência da TV linear, sem conseguir chegar a dois dígitos de audiência em qualquer situação que não seja uma final de Copa Libertadores com dois clubes brasileiros.

A evasão de público encontra resposta no consumo de outras telas, com ênfase para o streaming, nicho que mais cresceu no bolo de sinais mensurados pela Kantar Ibope.

Com média de 21,2 pontos no PNT –Painel Nacional de TV, da Kantar Ibope–, “Um Lugar ao Sol” ainda tem 63 capítulos para ser fechada, mas seu saldo já aponta para a distância traçada até “Laços de Família” (de junho de 2000 a fevereiro de 2001), que somava 45,9 pontos no mesmo PNT.

“O Clone”, de outubro de 2001 a junho de 2002, deu até mais, chegando a 48 na média total, como “Mulheres Apaixonadas”, que fez 48,1 em 2003, lembra o instituto.

Fonte: DCM

Com Bolsonaro, consumo de carnes no Brasil é o mais baixo em 25 anos

Não é à toa que um dos motes da campanha presidencial de 2022 é “Lula, cerveja e picanha”. “O consumo de carne bovina entre os brasileiros caiu significativamente desde o início da pandemia e chegou a 26,5 quilos por habitante em 2021. Trata-se do menor volume em 25 anos e, em relação a 2006, quando houve um pico de 42,8 quilos por habitante, o recuo é de quase 40%. Os dados, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foram destacados e usados como referência por pesquisadores do Centro de Inteligência da Carne Bovina (CiCarne), da Embrapa Gado de Corte”, aponta reportagem de Érica Polo, publicada no Valor Econômico.

“A queda se nota desde o ano passado, quando o consumo médio da proteína foi de 29,3 quilos por habitante. O cenário resulta do encarecimento dos cortes e do menor poder de compra das pessoas, devido ao avanço da inflação e do desemprego”, informa ainda a jornalista. “A retomada interna, no entanto, pode não ocorrer no curto prazo. É esperado reaquecimento de economias globais para 2022 com o avanço da vacinação, mas a inflação e o desemprego devem continuar pressionando o consumo de carne bovina no país – e o mercado interno absorve 75% da produção”, prossegue. Ela lembra que, “apesar de o brasileiro ter trocado o bife pelo frango, os preços da carne de boi não cederam.”

Fonte: Brasil 247

Servidores discutem reposição salarial e planos de carreiras na Seplag

Ocorreu na tarde de hoje, 28/12, mais uma reunião entre sindicatos de servidores estaduais e o Secretário de Gestão Fabrício Marques. A reunião foi articulada pelo deputado federal Paulão (PT).

O Secretário apresentou a disposição do governo de negociar alterações nos planos de cargos e carreiras e reposição salarial. Para Chico Mata, o presidente do Sindprev, “a reunião representou um avanço na luta dos servidores da Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social, que não tem plano de carreira e recebem menos que um salário mínimo.”

para o professor Luizinho do Sinduneal, “o secretário apresentou uma proposta de reposição salarial entre 10 e 12% para março e uma mesa de discussão sobre nosso plano de carreira, o que é positivo.” Já o presidente do Sindicato dos Técnicos da Uneal, Rudson Nascimento, destacou que “a proposta de equiparação do plano de carreira da Uneal com o da educação, tem ganhos, mas é preciso aprofundar a discussão com a categoria.

Os docentes e técnicos da Uneal deverão se reunir com técnicos da Seplag no dia 10 de janeiro para discutir as alterações no plano de cargos e carreiras das categorias.

MST denuncia ameaça de despejo em Girau do Ponciano

A Direção Estadual do MST denuncia ameaça de despejo do assentamento Rosely Nunes, na cidade de Girau do Ponciano, na região Agreste de Alagoas.

Existe uma ordem de reintegração de posse, que está temporiamente suspensa, mas a ameaça existe, porque o processo segue na Justiça e como ameaça a vida das famílias.

O assentamento existe há mais de 18 anos, sendo uma área desapropriada pelo Incra e que com muita luta conquistou investimentos federal em casas e cisternas, além de produzir uma grande diversidade de alimentos.

A Direção do MST cobra uma solução por parte do Incra e está dialogando com as famílias trabalhadoras, que irão resistir contra qualquer ameaça, “pois é um absurdo que diante do avanço da situação de fome no Brasil, queiram despejas as famílias do nosso assentamento.”

Redação com Agreste News

Bahia tem 31 mil desabrigados, chuva prossegue e Bolsonaro ignora a tragédia

Com 100 municípios em emergência, entre desabrigados, desalojados, mortos e feridos Bahia tem mais de 470 mil pessoas afetadas.

A situação na região sul da Bahia segue muito grave. De acordo com informações da Defesa Civil estadual, dos 417 municípios baianos, 166 foram atingidos pelas enchentes causadas pelas fortes chuvas. De ontem para hoje (27), aumentou para 100 o número de cidades com estado de emergência decretado. Dados das prefeituras totalizados pela Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec) totalizam 31.405 desabrigados e 31.391 desalojados.

O governador Rui Costa (PT) montou um gabinete avançado em Ilhéus. Com isso, pretende coordenar as ações de apoio às cidades atingidas e o resgate de vítimas. Até esta segunda-feira, o Corpo de Bombeiros confirmou 358 feridos e 20 mortos em decorrência das chuvas nas cidades de Amargosa (2), Itaberaba (2), Itamaraju (4), Jucuruçu (3), Macarani (1), Prado (2), Ruy Barbosa (1), Itapetinga (1), Ilhéus (1), Aurelino Leal (1) e Itabuna (2). Mais de 471 mil pessoas foram afetadas de alguma forma. São, além dos desabrigados, desalojados, feridos e mortos, pessoas que perderam bens e também negócios no sul da Bahia.

Serão realizadas parcerias entre o governo e os municípios atingidos para a reconstrução das casas em áreas mais altas. “Vamos reconstruir essas casas fora do alcance da água, para que, no futuro, a tragédia não se repita”, disse Rui Costa.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o estado teve em quatro dias o equivalente a um mês de chuvas. Além disso, o Inmet prevê intensificação de chuvas até quarta-feira (29) e a continuidade das precipitações até o início de janeiro. Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro está em férias e não tem agenda para visitar a Bahia. Bolsonaro esteve no Guarujá, litoral sul de São Paulo. E partiu hoje para São Francisco do Sul, em Santa Catarina, onde, segundo informação obtida pela RBA, concluirá seus 13 dias de folga na Praia do Forte.

Apoio de outros estados

Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu a Rui Costa a atuação das Forças Armadas no estado. “E importante e urgente que as Forças Armadas, com sua estrutura de enfrentamento às calamidades, atuem no apoio para as vítimas da enchentes. Sem nenhum tipo de veto político, mas sim para ajudar o povo da Bahia”, ressaltou Lula em seu site.

A Bahia recebe apoio do Ceará, Espírito Santo, Minas, São Paulo, Rio Grande do Norte, Maranhão, Paraíba e Sergipe, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Vinte viaturas, 10 aeronaves, oito botes e um barco foram mobilizados, segundo o governo baiano.

O pátio do aeroporto de Ilhéus está sendo utilizado como base para as aeronaves que atuam no salvamento de pessoas. Desse modo, ajuda também na distribuição de medicamentos, alimentos e água em municípios vizinhos. Entre eles Ibicaraí, Itajuípe, Itapitanga, Coaraci, Camamu, Canavieiras, Igrapiúna, Itacaré, Maraú, Una, Uruçuca, Itambé, Itororó, Itapetinga e Dário Meira

“Eu quero agradecer o esforço de todas as equipes, inclusive dos voluntários que estão ajudando. Também quero agradecer aos governadores que estão ajudando. Nossa prioridade no momento é resgatar as pessoas que estão em risco”, disse o governador. Estamos com helicópteros operando nas diversas cidades, resgatando as pessoas. Infelizmente, ontem não conseguimos acessar regiões mais altas por causa do mau tempo e da falta de visibilidade. Mas já retomamos as ações hoje pela manhã.”

Além de Ilhéus, há postos avançados também em Itapetinga, Vitória da Conquista, Ipiaú e Santa Inês. O objetivo, segundo o governo, é facilitar o trabalho dos bombeiros e dar mais celeridade e eficiência às ações em outras regiões.

Crédito para recomeçar

Comerciantes que tiveram seus negócios destruídos pelas chuvas terão a disposição uma linha de crédito para recomeçar. O projeto de lei, enviado pelo governador e aprovado na Assembleia Legislativa, prevê a liberação de R$ 20 milhões em financiamentos. O governo informa que os empréstimos de até R$ 150 mil não terão cobrança de juros. Acima desse valor incidirá a taxa do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). O prazo para pagamento será de até 48 meses, com 12 meses de carência.

“Vamos replicar o que fizemos no extremo sul e no sul, com o apoio aos segmentos rurais, urbanos e aos comerciantes, com uma linha de crédito através da Agência de Fomento do Estado da Bahia [Desenbahia]. É um crédito sem juros para que comerciantes possam recomeçar as suas vidas. A chuva causou um grande estrago. Mas, com a força e a energia do povo da Bahia, vamos começar a reconstruir esses locais”, afirmou Rui Costa.

Fonte: Rede Brasil Atual

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