Padre antivacina morre de Covid na Itália

Padre antivacina propagava mentiras sobre os imunizantes, alegando que eram feitos com células de fetos abortados. Don Paolo não tomou nenhuma dose e morreu vítima de Covid-19

Um padre antivacina morreu de covid-19 na Itália. Don Paolo Romeo, de 51 anos, alegava que os imunizantes tinham células de fetos abortados. O clérigo ficou meses internado após contrair o vírus e não sobreviveu após complicações. As informações são do Daily Mail.

Antes de morrer, ele voltou a repetir a mentira em relação à vacina contra a covid. Paolo Romeo atuava como padre na igreja Santo Stefano, em Genova, no norte da Itália. A congregação publicou nas redes sociais uma despedida para o padre.

No dia 1º de fevereiro, a igreja lamentou a morte de Don Paolo e omitiu a causa do óbito. “Hoje, nosso amado Don Paolo subiu para o céu rodeado de afeto de seus parentes e de bênçãos de seus fiéis. Que o senhor o receba e retribua tudo de bom que ele fez na terra e que perdoe quaisquer percalços, se houve algum.”

A Itália emitiu uma ordem no dia 1º de fevereiro que obriga todas as pessoas com mais de 50 anos a se vacinarem. Quem não estiver imunizado corre o risco de pagar multas e até mesmo de perder o emprego. Por outro lado, pessoas que pegaram a doença poderão deixar de se imunizar, porque já teriam anticorpos.

Fonte: Pragmatismo Político

TCU pede indisponibilidade de todos os bens de Moro por sonegação de impostos

Subprocurador Lucas Furtado avalia que o ex-juiz suspeito não recolheu os impostos devidos ao receber R$ 3,6 milhões da Alvarez & Marsal

O ex-juiz Sergio Moro, que destruiu os empregos de 4,4 milhões de trabalhadores brasileiros, segundo o Dieese, e depois ganhou R$ 3,6 milhões da consultoria estadunidense Alvarez & Marsal, que lucrou com a quebra das construtoras nacionais, pode ficar com todos os seus bens indisponíveis por sonegação de impostos, segundo informa a jornalista Basília Rodrigues, da CNN. “O subprocurador-geral Lucas Furtado pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) que declare a indisponibilidade de bens do ex-ministro da Justiça Sergio Moro como medida cautelar por suposta sonegação de impostos sobre os pagamentos que Moro recebeu da consultoria Alvarez & Marsal, responsável pela administração judicial de empresas condenadas pela Lava Jato”, escreve a repórter.

“Com isso, o subprocurador mudou o próprio entendimento e voltou a defender que o TCU investigue os ganhos de Moro, de R$ 3,6 milhões, pagos pela consultoria. Para Furtado, Moro foi contratado fora do regime CLT e houve a chamada ‘pejotização’ a fim de reduzir a tributação incidente sobre o trabalho assalariado. ‘Ao aplicar a teoria da desconsideração da pessoa jurídica, o TCU é competente porque há dinheiro público’, explicou o subprocurador à CNN. Furtado pede que seja averiguado se Moro, ao viajar para morar nos Estados Unidos, apresentou declaração de saída definitiva do Brasil ou deixou de pagar imposto de renda sobre seus tributos”, aponta a jornalista.

Fonte: Brasil 247

Em jogo combinado com JHC, vereadores derrubam vetos à farra com dinheiro público

Os Vereadores de Maceió derrubaram os vetos do prefeito JHC (PSB) e o duodécimo é mantido em R$ 84 milhões. Com a derrubada dos vetos, o próximo passo é a sanção para que os recursos possam ser remanejados para as diversas áreas, inclusive o próprio parlamento.

Os vereadores de Maceió derrubaram o veto do prefeito JHC (PSB), que impedia o aumento do duodécimo da casa de R$ 77 milhões para R$ 84 milhões. Deste modo, o orçamento da casa volta a ser de R$ 84 milhões, aprovado pela Câmara em dezembro do ano passado. Na sessão ordinária desta quinta-feira (3), eles apreciaram também vetos ao Plano Plurianual (PPA) 2022-2025. 

Antes da votação, o prefeito JHC, participou de um almoço com os vereadores da bancada governista da Câmara de Vereadores, com o objetivo de alinhar as ações entre os poderes Executivo e Legislativo. Uma das iniciativas, certamente acordada, foi a derrubada dos vetos. Ou seja, JHC vetou para sair bem na foto, mas depois liberou sua própria bancada para derrubar os vetos.

Além dos acordos com sua bancada, outro fato que se destacou foi a presença do vereador petista Dr. Valmir na reunião. O PT faz oposição a gestão do Prefeito, que na eleição de 2018 apoiou Jair Bolsonaro para presidente, e recentemente emitiu nota pública desautorizando o voto do seu vereador a favor do pacote de benesses aprovada pela Câmara no final de 2021. Nos bastidores, analistas afirmam que o vereador está de malas portas para desembarcar no PSB de JHC e João Caldas.

Redação com informações da Gazeta Web

Governo Bolsonaro planejava prejuízo de R$ 230 bilhões em privatização da Eletrobras, segundo TCU

Os prejuízos para o País seriam de nada menos que R$ 230 bilhões, em favor de acionistas privados. Quem descobriu a fraude bilionária na privatização da Eletrobrás foi o TCU.

A notícia de que o Tribunal de Contas da União (TCU) teria descoberto um erro bilionário no cálculo de outorga da Eletrobras pode inviabilizar a privatização da empresa. Segundo um jornal, um “erro metodológico” nos estudos técnicos revelou uma subavaliação “gigantesca” no valor da outorga que deverá ser paga ao governo pelos novos donos da empresa.

Segundo a publicação, o gabinete do ministro Vital do Rego, que pediu vista sobre os valores envolvidos no processo, teria identificado erros e os exporia quando o processo voltasse a ser debatido pelo TCU, o que pode acontecer na sessão do próximo dia 9 ou ficar para março. As ações da estatal começaram a cair após a notícia.

Mesmo assim, analistas da Ativa Investimentos mantiveram, por ora, a recomendação de compra para Eletrobras (ELET3; ELET6), enquanto se espera a apreciação da matéria no TCU.

No ano passado, o Monitor Mercantil noticiou denúncia feita pela Associação dos Empregados da Eletrobras (AEEL) formalizada ao TCU, CGU, Casas Legislativas, CVM e SEC. A entidade destacou 13 irregularidades, entre as quais renúncia de receita da União na chamada “descotização” das usinas da Eletrobras. “As usinas em cotas tinham contratos já assinados até 2042, o que faz com que esta lei imponha à União uma gigantesca renúncia de receita em prol dos outros [acionistas] ordinaristas e preferencialistas a preço de banana”.

Num cálculo rápido feito pela AEEL, com receita anual de R$ 1,5 bilhão até 2042, seriam R$ 83,2 bilhões. Considerando um aumento anual do preço de 5%, o valor chegaria no fim da concessão a R$ 230 bilhões.

Fonte: Brasil 247

Prefeito Luciano Barbosa deixa estudantes sem transporte

Os estudantes de Arapiraca que estudam na Ufal e Ifal de Palmeira dos Índios estão sem transporte nesse retorno de atividade presencial. A notícia que caiu como uma bomba para os estudantes, ocorre porque o prefeito de Arapiraca Luciano Barbosa não quer garantir o transporte que leva esses estudantes até Palmeira.

A revolta entre os estudantes é geral. O Grêmio Estudantil do Ifal em sua página nas redes sociais tem denunciado “o descaso da Prefeitura de Arapiraca com a educação de dezenas de alunos do ensino médio técnico e superior do IFAL. Que desde dia 12 de janeiro de 2022 vem sendo alertada pela instituição sobre seu retorno, mas ainda assim não mostra movimentação para resolução pacífica do problema”.

Diante da gravidade da situação, já que o retorno está previsto para o dia 07/02, a Prefeitura responde de forma insensível ao apelo dos estudantes: “A Prefeitura de Arapiraca informa que está aguardando a aprovação da orçamento de 2022 pela Câmara Municipal para poder realizar a contratação dos ônibus que realizam o transporte dos arapiraquenses que estudam no Ifal de Palmeira dos Índios”.

Câmara de Vereadores aprova moção de pesar a Olavo de Carvalho e o único voto contrário é de vereadora do PSDB

A Câmara de Vereadores de Maceió aprovou hoje, 02/02, uma Moção de Pesar pelo falecimento de Olavo de Carvalho, guru de Bolsonaro e da extrema direita no Brasil.

A moção foi aprovada por todos os parlamentares, exceto a vereadora Teca Nelma (PSDB), que votou contra a proposição. A própria vereadora, fez questão de divulgar em suas redes sociais.

A moção de pesar é uma homenagem prestada, geralmente, a uma pessoa que morreu, mas que em vida, teve grande contribuição social. Não é o caso de Olavo de Carvalho, que com sua política e pensamentos toscos serviu de base para todo tipo de fake news, desinformação e campanha sistemática contra a vacinação num contexto em que a pandemia já ceifou mais de 600 mil vidas no Brasil.

Como o único voto contrário foi o da vereadora Teca Nelma (PSDB) e o vereador do Dr. Valmir PT não é de comprar briga com a direita bolsonarista na Câmara, o presidente do PT de Alagoas, o advogado Ricardo Barbosa, foi obrigado a parabenizar pelas redes sociais, a vereadora do PSDB: “Parabéns @TecaNelma por sua posição na votação da Moção de Pesar a Olavo de Carvalho. Continue assim, sempre atenta!”

Nos bastidores, cresce a insatisfação com o mandato do vereador Dr. Valmir, e já tem até dirigentes defendendo a entrada de Teca Nelma no time petista.

Em plena pandemia, TJ-AL quer da uma bolada de 1 milhão para cada desembargador

Judiciário enviou Projeto de Lei à Assembleia Legislativa para instituir a licença-prêmio a juízes; se aprovado, pagamentos superam R$ 66 milhões e um desembargador receberá sozinho mais de R$ 1 milhão

Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) encaminhou à Assembleia Legislativa Estadual (ALE), no último dia 21, um Projeto de Lei (PL) para instituir licenças-prêmio para magistrados. Se aprovado como consta a Mensagem assinada pelo desembargador Kléver Loureiro, o montante a ser distribuído entre juízes e desembargadores é de R$ 66.693.141,50. Individualmente, a “bolada” pode ultrapassar um milhão de reais.

Na justificativa contida na Mensagem, o presidente do TJAL alega que “é de se firmar que as medidas aduzidas neste projeto não resultarão em aumento de despesas não autorizado em lei, uma vez que serão resultado do remanejamento de rubricas orçamentárias […] A medida segue, portanto, para valorizar àqueles que possuam maior tempo de serviço, dando prestígio aos anos dedicados à prestação jurisdicional”.

De acordo com a planilha em anexo na Mensagem do TJAL enviada à ALE, os magistrados com os maiores valores para receber via licença-prêmio, se o PL for aprovado pelos parlamentares, são o desembargador Paulo Barros da Silva, com R$ 922.017,72; e o desembargador Pedro Augusto Mendonça de Araújo, com R$ 1.063.866,60.

O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, Kléver Loureiro, segundo a planilha, receberia R$ 780.168,84.

O PL do Tribunal de Justiça prevê a licença-prêmio a cada três anos de trabalho. Nesse intervalo, os magistrados terão a direito a 60 dias de folga, que poderão ser divididos em dois períodos de 30 dias. Desembargadores e juízes também poderão vender os dias de licença-prêmio acumulados, como já se dá em relação às férias anuais de 60 dias.

À Tribuna Independente, através da Diretoria de Comunicação (Dicom), o TJAL disse que não vai se pronunciar sobre o assunto.

Segundo o Art. 37, Inciso XI da Constituição Federal determina que os salários de juízes de desembargadores não pode ultrapassar 90,25% dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Atualmente, um ministro do STF tem salário no valor de R$ 39.293,32. Portanto, um juiz ou desembargador do TJAL deveria ter o limite salarial de R$ 35.462,22.

Tribuna Independente checou os subsídios dos magistrados de Alagoas e a base do que é pago está abaixo do limite legal. Contudo, com os benefícios e extras que recebem, o valor pago a eles supera os 35,4 mil reais.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2022, aprovada no fim de 2021 pela ALE, aponta que o TJAL terá R$ 572 milhões este ano. Em 2021, o orçamento do Poder Judiciário alagoano foi de R$ 526 milhões.

Fonte: Tribuna Hoje

Israel é acusado de praticar ‘apartheid’ contra palestinos

A Anistia Internacional acusou Israel de praticar políticas de ‘apartheid’ contra os palestinos. O governo israelense nega veementemente as denúncias e chegou a pedir que o relatório da organização não fosse publicado.

A Anistia Internacional classificou nesta terça-feira, 01/02, de ‘apartheid’ a política de Israel para com os palestinos. Segundo a organização, essa população seria tratada como um grupo racial inferior.

A Anistia Internacional usa o termo ‘apartheid’ para designar a política de Israel em relação aos palestinos e árabes israelenses descendentes dos palestinos que permaneceram em suas terras após a criação do estado de Israel em 1948.

Para Philip Luther, o “Apartheid é tanto um sistema quanto um crime, como proibido pela lei internacional, o sistema de apartheid é um regime institucionalizado de opressão e dominação de um grupo racial sobre outro, imposto por meio de leis, políticas praticas”.

No relatório, A Anistia Internacional faz um apelo ao Conselho de Segurança da ONU para impor um embargo as vendas de armas a Israel e também pede sanções contra as autoridades israelenses mais envolvidas no crimes de apartheid.

Fonte: Redação com AFP

Mulher é resgatada da casa de pastor da Assembleia de Deus após 32 anos de trabalho escravo e abusos sexuais

Família de Geraldo Braga afirmou que ela era “tratada como uma filha” e que o relacionamento era “consensual”. Empregada disse que tinha “nojo” do pastor

Pastor da Assembleia de Deus, Geraldo Braga da Cunha é acusado de ter mantido por 32 anos uma mulher em trabalho análogo à escravidão em Mossoró (RN). Segundo o Ministério do Trabalho e Previdência, a mulher chegou ao local ainda adolescente, com 16 anos, e sofreu abuso e assédio sexual do empregador.

Responsável pelos serviços domésticos da casa, ela recebia em troca moradia, comida, roupa e alguns presentes, porém nunca teve salário ou conta bancária. Além disso, não tirava férias nem interrompia os afazeres aos finais de semana.

A denúncia de trabalho escravo chegou ao Ministério do Trabalho e Previdência através da conta @trabalhoescravo no Instagram, mantida pelo Instituto Trabalho Digno. Uma fiscalização foi enviada ao local e considerou a ocorrência de trabalho forçado, condições degradantes e jornadas exaustivas.

Usando uma narrativa absurda – porém comum – entre as pessoas que exploram funcionários, a família, que consiste no pastor, na esposa e nos quatro filhos, afirmou que a mulher não era escravizada já que era tratada “como se fosse uma filha” desde que chegou à casa.

No entanto, o casal nunca cogitou uma adoção formal dela. O pastor chegou a avaliar, há alguns anos, que fosse pago um salário a ela, o que não aconteceu. O INSS foi recolhido durante algum tempo, o que contribuiu para o reconhecimento de vínculo trabalhista.

“A despeito de uma filha também ajudar nas tarefas domésticas, a vítima prestava um serviço diário, cuidando da casa e ajudando na criação dos filhos do casal”, afirmou a coordenadora da operação, Marina Cunha Sampaio, que coordenou a ação em Mossoró.

Abusos e assédios sexuais duraram 10 anos

Além disso, o Geraldo Braga afirmou que o relacionamento era “consensual”, apesar da empregada ter dito que tinha “nojo” do empregador e que fugia dele na casa. Os abusos e assédios sexuais teriam durado dez anos. A família também sabia que isso ocorria, mas manteve as aparências.

“Ela não teria como consentir ou não com relações sexuais porque estava na situação vulnerável de alguém que é reduzido à condição análoga à de escravo. Consideramos que foram relações de abuso”, afirma a coordenadora da ação.

“A empregadora ainda disse que perdoava a trabalhadora por conta da relação com o marido, ignorando a situação de exploração ao qual ela a submetia”, continua.

Os salários atrasados e verbas rescisórias foram calculados em cerca de R$ 88 mil – parte da dívida já prescreveu. Além disso, o Ministério Público do Trabalho pediu R$ 200 mil em danos morais individuais para Maria, valor condizente com a baixa renda da família.

Pastor nega as acusações

Os advogados do pastor chamaram a situação de “pseudo caso de escravidão doméstica e abuso sexual” e negaram com veemência as acusações.

Segundo a defesa, a fiscalização levou à imprensa “informações manipuladas que interessam apenas a quem acusa”, promovendo uma “ação midiática” em “data convenientemente próxima ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo” – que foi celebrado no dia 28 de janeiro.

Fonte: Revista Fórum

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

MAIS LIDAS