Rússia declara cessar-fogo parcial na Ucrânia

Informações são do Ministério da Defesa do governo de Vladmir Putin

A Rússia declarou o regime de cessar-fogo para que os civis possam sair de Mariupol e de Volnovakha, informou o Ministério da Defesa da Rússia aos jornalistas.

“Hoje, 5 de março, às 10h00 hora de Moscou (4h00 no horário de Brasília), o lado russo declara o regime de cessar-fogo e abre corredores humanitários para saída de civis de Mariupol e Volnovakha”, informou a entidade de Defesa russa.

Acrescenta-se ainda que os corredores humanitários e as rotas de saída de civis foram acordados com o lado ucraniano.

As autoridades de Mariupol querem usar o regime de cessar-fogo para restaurar a infraestrutura crítica da cidade, bem como fornecer medicamentos e suprimentos de primeira necessidade.

Ontem, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que na maior parte do território da Ucrânia está se desenvolvendo uma situação humanitária desastrosa com tendências para agravamento. A situação mais complicada ocorre nas cidades de Kiev, Kharkov, Sumy, Chernigov e Mariupol.

Fonte: Brasil 247

Zelensky critica Otan: ‘Deu sinal verde para continuar o bombardeio’

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, lamentou a decisão da Otan que rejeitou a criação de uma zona de exclusão no espaço aéreo na Ucrânia. Em um pronunciamento transmitido pela internet, o líder ucraniano fez um balanço da guerra que já segue há nove dias dentro do território da Ucrânia.

“Durante nove dias assistimos a uma guerra brutal. Estão destruindo nossas cidades. Eles estão bombardeando nosso povo, nossas crianças, bairros residenciais. Igrejas. Escolas. E eles querem continuar. Sabendo que novos ataques e baixas são inevitáveis, a Otan decidiu deliberadamente não fechar os céus sobre a Ucrânia, disse Zelensky.

Fonte: G1

Brasil cai para a 13ª economia do mundo

País foi superado pelo PIB da Austrália em 2021, segundo levantamento da Austin Rating. Entre 2010 e 2014, Brasil se manteve na 7ª posição e, desde 2020 está fora do top 10.

Mesmo com o crescimento de 4,6% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2021, o Brasil caiu de 12º para 13º no ranking das maiores economias do mundo, segundo levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating.

De acordo com o ranking, que compara o PIB dos países em valores correntes, em dólares, o Brasil foi ultrapassado em 2021 pela Austrália. Em 2020, a economia brasileira já tinha sido superada pelo Canadá, Coreia e Rússia, o que tirou o país da lista das 10 maiores economias do mundo.

O Brasil teve no ano passado um PIB nominal de US$ 1,608 trilhão, segundo o levantamento, enquanto que o da Austrália ficou em US$ 1,614 trilhão.

O maior PIB do mundo em 2021 foi mais uma vez o dos Estados Unidos, com US$ 22,8 trilhões. China tem a segunda maior economia, com US$ 17,5 trilhões, seguida pelo Japão, com US$ 4,9 trilhões.

Segundo comparativo feito pela Austin, o desempenho do PIB brasileiro em 2021 ocupa o 21º lugar dentro de um ranking com 34 países, abaixo da média de 5,7% e dos avanços registrados por países como EUA (5,7%), China (8,1%) e México (4,8%).

Fonte: G1

Incêndio atinge maior usina nuclear da Europa após ataque russo, dizem ucranianos

“Há mais de uma hora que duram combates ferozes nas proximidades da central nuclear de Zaporizhzhya”, disse o prefeito Dmytro Orlov

O prefeito de Energodar, Dmytro Orlov, disse que a usina nuclear de Zaporizhzhia, cidade vizinha, na Ucrânia, pegou fogo na noite desta quinta-feira (3) – pela manhã de sexta, horário do país europeu. A causa foi um ataque de tropas russas. Trata-se da maior usina nuclear da Europa.

“Há mais de uma hora que duram combates ferozes nas proximidades da central nuclear de Zaporizhzhya. Nossas Guardas Nacionais mantêm a defesa. Sabe-se sobre as vítimas, mas o número exato e a condição nessas circunstâncias ainda não podem ser nomeados”, disse o prefeito.

No Twitter, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, afirmou que o “exército russo está disparando de todos os lados contra a central nuclear de Zaporizhzhia, a maior usina nuclear da Europa. O fogo já começou”. “Se explodir, será 10 vezes maior que Chornobyl! Os russos devem cessar IMEDIATAMENTE o fogo, permitir os bombeiros, estabelecer uma zona de segurança!”, escreveu. 

Houve combates ferozes entre as forças locais e as tropas russas, disse Dmytro Orlov em um post online, acrescentando que houve baixas sem dar detalhes.

Mais cedo, as autoridades ucranianas informaram que as tropas russas estavam intensificando os esforços para tomar a usina e entraram na cidade com tanques.

“Como resultado do contínuo bombardeio inimigo de prédios e unidades da maior usina nuclear da Europa, a usina nuclear de Zaporizhzhia está pegando fogo”, disse Orlov em seu canal Telegram, citando o que chamou de ameaça à segurança mundial. Ele não deu detalhes.

A invasão da Ucrânia está entrando em seu nono dia. Acredita-se que milhares de pessoas morreram ou ficaram feridas, criando 1 milhão de refugiados, atingindo a economia da Rússia e temores de um conflito mais amplo no Ocidente impensável por décadas.

A Rússia já capturou a extinta usina de Chernobyl, a cerca de 100 quilômetros ao norte da capital da Ucrânia, Kiev.

Fonte: Brasil 247

Professores protestam em frente à casa do prefeito de Rio Largo

Com palavras-de-ordem, faixas, bandeiras do Sinteal, cartazes e muita disposição de luta, trabalhadoras/es em educação da rede pública de Rio Largo, convocadas/os e organizadas/os pelo Sinteal, realizaram, na manhã de hoje (03/03), com concentração inicial, às 11hs, no Tabuleiro do Pinto, o primeiro dos dois dias (03 e 04/03) de protesto e paralisação em defesa da Pauta de Reivindicações 2022 da categoria (com pendências de anos anteriores). Com a presença da presidenta do Sinteal, professora Consuelo Correia, trabalhadoras/es e dirigentes do Núcleo Regional Sinteal/Rio Largo realizaram um ato público de protesto e reivindicação em frente à casa do prefeito Gilberto Gonçalves (PP). O protesto encerrou ao meio-dia, sem nenhuma manifestação do prefeito.

Defasagem salarial

Em uma de suas intervenções, Consuelo denunciou a absurda defasagem salarial que atinge, por exemplo, o magistério. “Nós temos uma grande e injusta defasagem salarial em relação aos demais profissionais do serviço público. Temos o mesmo nível de formação, mas recebemos sessenta e nove por cento menos, e nós formamos todos eles!”, disse, indignada.

A presidenta do Sinteal reforçou ter certeza do fortalecimento da luta da educação em Rio Largo. “Cada uma e cada um aqui presente vão somar a esta luta mais um companheiro, mais uma companheira. Isto vai fortalecer o movimento para que possamos engrossar o recado a ser dado a este prefeito desrespeitador da lei e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da educação”, assegurou.

Pauta de Reivindicações

Dentre os 11 (onze) pontos que compõem a pauta de reivindicações da categoria da educação em Rio Largo, destacam-se: Cumprimento da Lei do Piso (com reajustes salariais 2020 a 2022); Rateio das sobras do FUNDEB e dos precatórios do FUNDEF; Cumprimento da carga horária (40hs) dos vigias; Melhoria do transporte escolar; Convocação, urgente, dos/as aprovados/as no último concurso público da Educação; Melhoria na infraestrutura da rede escolar etc.

Fonte: Sinteal

No Paraná, Lula tem 34% e Bolsonaro 32,4%, diz pesquisa

Divulgada nesta quinta-feira (3), uma pesquisa do instituto Radar Inteligência no Estado do Paraná indica que o ex-presidente Lula (PT) teria 34% das intenções de voto no estado. Logo atrás dele aparece o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 32,4%. Os números apontam para um empate técnico entre os dois. Muito atrás deles está o ex-juiz da Lava Jato no Paraná, Sergio Moro (Podemos), em terceiro lugar, com 11,9%.

Na sequência, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 3,3%, Simone Tebet (MDB), com 1,8%, João Doria (PSDB), com 1,2%, e Eduardo Leite (que deve fechar com o PSD), com 0,5%. Outros 6,2% disseram que votarão em branco ou nulo e 8,7% não souberam ou não opinaram.

A empresa paranaense entrevistou 1.350 pessoas desde o dia 25 de fevereiro. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%.

Fonte: DCM

STF suspende último processo pendente contra Lula por Lava Jato

Farsa de Moro e procuradores da Lava Jato foi totalmente desmascarada!

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski suspendeu hoje a última ação penal pendente contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) resultante da investigação da Operação Lava Jato na Justiça. Esse processo contra Lula trata de um suposto tráfico de influência na compra de caças Gripen, fabricados na Suécia, destinados à Aeronáutica brasileira.

O pedido de suspensão foi realizado pela defesa do ex-presidente, que criticou a conduta da Lava Jato contra ele e alegou que havia um plano de utilizar o direito para atacar tanto Lula quanto sua defesa. No recurso, os advogados do petista utilizaram mensagens vazadas do ex-coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, nas quais ele “tentava construir uma denúncia” contra Lula “envolvendo a aquisição de caças da marca Saab/Gripen para equipar as Forças Armadas”.

Outras mensagens trocadas corroboram a tese da defesa de que havia grupos se organizando para denunciar falsamente o ex-presidente. Hoje, Lewandowski seguiu a decisão do Juiz da 10ª Vara Criminal Federal do Distrito Federal, que acatou o pedido dos advogados de Lula para “suspender cautelarmente a tramitação da Ação Penal”.

A ação é a quarta contra o ex-presidente pela Lava Jato. As outras são os casos do tríplex do Guarujá, que foi arquivado; o sítio de Atibaia, que foi anulado; e o Instituto Lula, que também sofreu suspensão.

Fonte: Uol

Desiludidos e ‘traídos’, brasileiros partem em êxodo sem precedentes

Nunca antes tantos brasileiros viveram fora de seu país. Sobrecarregados pela insegurança e pelas dificuldades econômicas, a cada ano, dezenas de milhares de jovens e aposentados, ricos e pobres, fazem as malas para reconstruir suas vidas longe da maior economia da América Latina.

Historicamente uma terra de acolhimento de asiáticos, africanos e europeus, o Brasil agora vê seus filhos partirem: 4,2 milhões deles viviam no exterior em 2020, número que começou a crescer ininterruptamente desde 2016, quando o Itamaraty registrava três milhões de emigrantes.

A situação se aprofundou desde a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência, em 2019.

“Não sei se diria que estava infeliz (…) mas não via futuro. Já estava pensando em ter uma família e pensei: ‘não posso fazer isso aqui’. Eu amo meu país, minha família inteira está lá, mas, por enquanto, meu marido e eu não estamos pensando em voltar”, disse Gabriela Vefago Nunes à AFP.

Como muitos que buscam melhores empregos e qualidade de vida, esta enfermeira de 27 anos deixou sua terra natal em setembro para se estabelecer em Québec, no Canadá, o nono destino mais procurados por migrantes brasileiros, com 121.950 pessoas registradas.

Com quase 1,8 milhão, os Estados Unidos encabeçam a lista, seguidos por Portugal (276,2 mil) e Paraguai (240 mil), onde houve migração de perfil rural na década de 1970, segundo relatório recente do Ministério das Relações Exteriores.

– “Nada em troca” –

Os altos índices de violência, inflação, desemprego e o impacto da pandemia da covid-19 são os ingredientes do maior êxodo do Brasil, que supera a fuga migratória surgida em meados dos anos 1980 (1,8 milhão), então motivada pela hiperinflação, concordam especialistas ouvidos pela AFP.

“Agora se trata, principalmente, de uma questão econômica, de falta de oportunidades de trabalho, da impossibilidade de crescer no mercado, de ganhar mais dinheiro, poupar, comprar uma casa”, explica Gabrielle Oliveira, especialista em migração e professora da Universidade de Harvard.

“As pessoas perderam a confiança e se sentem, de alguma maneira, traídas por seu próprio país. Pensam: ‘Eu dei tanto e não recebo nada em troca'”, acrescenta.

O engenheiro mecânico Marcos Martins, de 58 anos, considera-se um privilegiado por ter uma vida profissional “mais bem-sucedida” do que boa parte dos brasileiros. Ainda assim, também pretende partir. E, em abril, espera já ter trocado a “estressante” cidade do Rio de Janeiro por Lisboa, onde pretende continuar seus empreendimentos, junto com sua mulher.

O relatório do Ministério brasileiro das Relações Exteriores não especifica idades, nem condições socioeconômicas, mas Oliveira afirma que os migrantes que vão para Estados Unidos e Europa têm perfis muito variados. Ainda assim, esclarece a especialista, em sua maioria, são jovens e homens.

Na diáspora dos anos 1980, aqueles que deixaram o país eram, principalmente, pessoas de maior poder aquisitivo. Agora, alguns brasileiros pobres vendem seus pertences e até se endividam para poderem migrar, de forma irregular, ou legalmente, relata Oliveira.

– Risco futuro –

Em Portugal, há vantagens fiscais para aposentados e empresários brasileiros, diz a publicitária carioca Patrícia Lemos. Em 2018, ela montou neste país europeu uma empresa para ajudar seus compatriotas a se mudarem e se adaptarem.

“Aqui, uma pessoa de 50, 60 anos, consegue trabalhar. No Brasil, não consegue trabalho nem para vender pipoca”, diz Patrícia, destacando que muitos de seus compatriotas se estabelecem com mais facilidade na Europa por terem nacionalidade portuguesa, ou italiana, produto da colonização, ou da recepção de migrantes da Itália.

Segundo especialistas, além de perder mão de obra qualificada de setores com alta demanda, como o de tecnologia, o êxodo pode ser um risco para o futuro do país, devido às projeções recentes que alertam para um envelhecimento populacional.

Em 2100, o grupo etário a partir dos 65 anos poderá representar 40,3% dos 213 milhões de brasileiros, contra 7,3% em 2010, segundo um relatório publicado em outubro passado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vinculado ao Ministério da Economia. O grupo abaixo de 15 anos cairá de 24,7% para 9%.

“É algo que, para o futuro, pode complicar muito, quando você vê muitas pessoas se aposentando e menos pessoas na idade produtiva”, alerta a especialista Gabrielle Oliveira.

Fonte: Swissinfo

Japão desenvolve espuma antifogos que pode ajudar a combater queimadas na Amazônia

A Amazônia que tem sofrido com o aumento das queimadas no governo Bolsonaro poderá ser beneficiada com a espuma antifogos japonesa

Os incêndios florestais assolam muitas partes do mundo. Com previsões de tempo mais quente e mais seco, a situação pode piorar no futuro.

A cidade japonesa de Kitakyushu teve 10 fogos florestais só no ano passado.

Foi aqui que o serviço de bombeiros surgiu com a espuma de combate a incêndios. Foi originalmente concebida para reduzir a água necessária para apagar os incêndios em prédios, depois do devastador terramoto de Kobe de 1995.

Masaaki Sakamoto gerente do Departamento de Gestão de Incêndios e Desastres de Kitakyushu: “Durante este terramoto, houve muitos incêndios. Na altura, as bocas-de-incêndio e as cisternas foram destruídas pelo terramoto e não pudemos armazenar água”, diz.

Em parceria com uma universidade municipal e uma empresa de sabão, o serviço de bombeiros aperfeiçoou a espuma, criada através da mistura de uma solução, feita de sabão de origem natural, em água. Não contém químicos, é biodegradável e funciona através de gotículas de água.

“Quando o agente extintor é misturado, a gotícula de água não se consegue formar e torna-se aderente. Portanto, o produto é bem absorvido nas aberturas dos tecidos ou da madeira”, diz Sakamoto.

O sucesso da espuma, feita numa fábrica de sabão da cidade, está agora a concentrar as mentes dos investigadores na forma como poderia ser utilizada em incêndios florestais.

Como a investigação da Universidade de Kitakyushu mostra, é até 266 vezes menos prejudicial do que outras versões sintéticas.

Takayoshi Kawahara é director do Departamento de Investigação e Desenvolvimento da Shabondama Soap: “Há dados que mostram que o consumo de água pode ser reduzido para menos de uma décima sétima parte. No que toca ao desempenho ambiental, é muito menos tóxico para os peixes e outra vida aquática do que os agentes extintores sintéticos. Além disso, como é 100% composta por microrganismos ambientais, não há resíduos no ambiente”, diz.

O presidente da empresa fala sobre a expansão internacional: “Há conferências académicas internacionais sobre incêndios florestais em todo o mundo. Participámos com professores universitários e pessoal do corpo de bombeiros da cidade de Kitakyushu. Várias pessoas interessaram-se pelo nosso agente extintor amigo do ambiente”, conta Hayato Morita.

Aplicação prática na Indonésia

A espuma fez o seu caminho até aqui, até à ilha de Bornéu, na Indonésia. Lar de densas florestas e cursos de água, os incêndios em turfa são aqui um problema recorrente.

Os investigadores universitários indonésios têm vindo a experimentar a espuma numa série de experiências, incluindo num teste de incêndio. Dez meses mais tarde, descobriram que a vegetação tinha voltado a crescer.

“Pelas minhas experiências anteriores, apagar fogos apenas com água é muito difícil. Mas ao usar este sabão, em pouco tempo obtemos muito bons resultados”, diz Kitso Kusin, coordenador de campo do laboratório de Palang Karaya.

Quando a turfa se incendeia, as brasas podem continuar a arder no subsolo durante muito tempo, libertando gases nocivos. A espuma japonesa à base de sabão penetra no solo, expelindo-os.

Algo que foi muito útil em 2019, durante um verdadeiro incêndio florestal: “Depois de apagarmos o fogo, no dia seguinte estava de novo aceso. Felizmente, nessa altura, sobrou um stock de sabão Shabondama dos testes de campo anteriores que usávamos para apagar o fogo. Apesar de já não termos muito sabão, sentimos que os resultados foram muito eficazes na extinção dos restantes fogos”, conta Kitso Kusin.

Kitakyushu planeia agora testar a espuma também em Chiang Mai, na Tailândia. Mais uma vez, com base na colaboração universidade-indústria e ajudando a reduzir as emissões globais de CO2.

“Esperamos que, com a utilização deste extintor de espuma, possamos controlar um pouco as emissões de CO2 e contribuir grandemente para as medidas relativas às alterações climáticas”, conclui Yuichi Arita, diretor do Gabinete para o Ambiente do município de Kitakyushu.

Fonte: Euronews

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