Gehmov promove evento sobre a queda do governador Suruagy

O Grupo de Estudos História e Movimentos Sociais da Universidade Estadual de Alagoas, promove no dia 17 de julho, a partir das 16 horas, pelo seu canal no YouTube, um debate sobre a participação dos policiais civis e militares no movimento que derrubou o governador Divaldo Suruagy em 1997.

Os convidados serão o Zé Carlos, que na época era presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas e o Major Paulo Nunes, ex-presidente da Associação dos Oficiais da Polícia Militar. A mediação do debate será do professor da Uneal Luiz Gomes. A coordenação técnica será do acadêmico de História Willames Nunes e os telespectadores poderão fazer perguntas aos participantes.

Assista aqui o documentário produzido em 1997 pelo Sindpol e o Sindicato dos Radialistas de São Paulo sobre a derrubada de Suruagy:

CUT presta solidariedade ao acampamento da FNL em Maceió

Ocorreu na manhã de hoje, 14, um ato político no acampamento da Frente Nacional Luta Campo Cidade, na praça Sinimbu, em Maceió.

A CUT Alagoas esteve presente no ato e reafirmou seu apoio a luta por terra e moradia. Para Rilda Alves, presidenta da CUT-AL: “Bolsonaro nega vacina, emprego, terra e moradia ao povo e a CUT está solidária a luta dos companheiros e companheiras”.

A FNL ocupou a praça Sinimbu para pressionar o prefeito de Maceió, JHC (PSB), a adotar um programa de moradias popular.

O QUE SE PASSA EM CUBA?

Por Julio Turra – assessor da CUT Brasil

Milhares de manifestantes em várias cidades de Cuba, pedindo alimentos, vacinação e gritando “liberdade”, não é um fato corriqueiro, convenhamos.

Foi o que ocorreu no domingo passado – 10 de julho – levando o presidente Diaz Canel a dirigir-se à nação pela TV, inclusive reconhecendo a existência de problemas, mas atribuindo-os ao bloqueio econômico imposto pelos EUA há 60 anos, reforçado no período recente por Trump e mantido por Biden.

Não é segredo para ninguém que a situação econômica e social na ilha é dramática (o PIB caiu de 8 a 11% em 2020), acentuada pela pandemia. Tanto assim que o governo cubano adotou no início deste ano uma reforma econômica que o próprio Diaz Canel disse ao anunciá-la que “não é isenta de riscos”.

Sim, pois ela acaba com subsídios ao consumo popular e às empresas públicas, adota medidas de abertura ao investimento externo, provocando aumentos de preços (preventivamente houve aumentos de salários de até 500%, mas a inflação pode ser maior que isso). Assim, o próprio governo previa descontentamento e tensão social com a reforma.

Que o imperialismo tente aproveitar qualquer manifestação de descontentamento para seus objetivos de liquidar a soberania de Cuba, e seus lacaios na América Latina cinicamente clamem pela “democracia” na ilha, enquanto a pisoteiam em seus próprios países, faz parte do jogo sujo que fazem.

É hora de exigir o fim imediato do bloqueio a Cuba, de defender as conquistas da revolução cubana, sim. Ao mesmo tempo, ao rechaçar a interferência imperialista dos EUA (e também de países europeus), devemos afirmar que só ao povo cubano compete decidir o seu destino, com toda a liberdade de manifestação, de expressão e de organização que defendemos para os povos de todo o mundo!

62% do povo brasileiro rejeita ativismo político de militares

Maioria dos brasileiros diz que militar da ativa não deve ir a atos políticos nem ter cargo no governo, aponta Datafolha. Pesquisa ouviu 2.074 pessoas acima de 16 anos nos dias 7 e 8 de julho. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Pesquisa do Instituto Datafolha publicada no final da noite deste domingo (11) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” aponta que a maioria dos brasileiros é contrária à participação de militares da ativa em atos políticos e tampouco em cargos no governo federal.

O instituto perguntou: militares da ativa devem ou não participar de atos políticos?

  • Sim: 34%
  • Não: 62%
  • Não sabem: 4%

O levantamento também perguntou: militares deveriam ou não ter cargos no governo?

  • Sim: 38% (eram 43% em maio de 2020 e 41% em maio deste ano)
  • Não: 58% (eram 52% em maio de 2020 e 54% em maio deste ano)
  • Não sabem: 4% (eram 5% em maio de 2020 e 5% em maio deste ano)
  • A pesquisa ouviu 2.074 pessoas com mais de 16 anos nos dias 7 e 8 de julho. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Fonte: G1

Trabalhadores protestam contra a privatização dos Correios em Brasília

Trabalhadores de vários estados do Brasil, protestaram hoje, 13, em Brasília, contra o projeto de privatização dos Correios.

A manifestação foi organizada pela FENTECT (Federação dos Trabalhadores dos Correios) e teve a participação de delegações de diversos estados. Os participantes denunciaram a política privatista de Bolsonaro e Paulo Guedes, que estão destruindo o patrimônio público e provocando desemprego e arrocho salarial.

Os Correios é uma empresa estratégica e lucrativa, mesmo assim, Bolsonaro que governa a serviço dos interesses das grandes empresas estrangeiras e nacionais, quer privatizar os Correios e demitir dezenas de milhares de trabalhadores em plena pandemia.

Movimentos sociais cobram uso do Fecoep no combate a pobreza

Representantes de movimentos sociais e entidades vinculadas aos direitos humanos estiveram hoje, 13, em frente ao Palácio do Governo, no centro de Maceió, em um ato simbólico para reivindicar que o Fecoep (Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza) seja aplicado efetivamente para pessoas em situação de extrema pobreza.

O Ato Público, que celebrou os 31 anos do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) encaminhou um manifesto requerendo que o governador Renan Filho aprecie o Plano Emergencial apresentado pela UFAL desde março deste ano. A fome afeta mais de 570 mil pessoas e em Alagoas, e segundo os manifestantes, o Estado tem recursos para combatê-la, mais de 6 bilhões em caixa!

Os movimentos protocolaram um requerimento no Palácio e esperam que haja uma reunião com o governador Renan Filho, que é o presidente do conselho gestor do Fecoep.

Sessão de Desagravo em repúdio à violência policial contra o vereador Renato Freitas

A Ordem dos Advogados do Paraná (OAB/PR) realizou uma Sessão de Desagravo, em repúdio à violência policial contra Renato Freitas, Advogado e Vereador de Curitiba.

O vereador do PT Renato Freitas, foi vítima da violência e da perseguição policial por ser negro. Sua prisão arbitrária provocou uma onda de protestos e repúdio a ação da Polícia Militar nas periferias de Curitiba.

O vídeo é uma verdadeira aula sobre o racismo nas estruturas policiais brasileira.

BRK vai deixar 8 bairros de Maceió sem água por 15 dias

A empresa BRK Ambiental, que se apoderou dos serviços de abastecimento de água e saneamento de Maceió e 12 cidades da região metropolitana, anunciou que em virtude da realização de limpeza em poços, que 8 bairros de Maceió ficarão sem o fornecimento de água por 15 dias.

Segundo a empresa, a suspensão do fornecimento tem início hoje, nesta segunda-feira (12).

Confira o cronograma de bairros afetados e suas respectivas datas:

  • Santa Lúcia – 12/07 a 27/07
  • Clima Bom – 14/07 a 29/07
  • Antares – 16/07 a 31/07
  • Benedito Bentes II – 19/07 a 03/08
  • Conjunto Osman Loureiro – 21/07 a 05/08
  • Cidade Sorriso II – 23/07 a 07/08
  • Tabuleiro do Martins – 26/07 a 10/08
  • Conjunto Osman Loureiro – 28/07 a 12/08
  • Jacintinho – 30/07 a 14/08

A empresa deixará o número 0800 771 0001 disponível para solicitação do serviço de água, quando for preciso.

Dois dos suspeitos do assassinato do presidente do Haiti são informantes dos EUA

Na semana passada, a polícia haitiana prendeu dois cidadãos norte-americanos por suspeitas de seu envolvimento no assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moïse, na quarta-feira (7) passada.

As autoridades acreditam que Joseph Vincent e James Solages estivessem trabalhando enquanto informantes para agências estadunidenses, tais como a Agência Antidrogas dos EUA (DEA, na sigla em inglês), contaram fontes à CNN na segunda-feira (12).

“Após o assassinato do presidente Moïse, o suspeito procurou seus contatos na DEA. Um funcionário da DEA destacado no Haiti instou o suspeito a se entregar às autoridades locais e, junto com um funcionário do Departamento de Estado dos EUA, forneceu informações ao governo haitiano que ajudaram na detenção e prisão do suspeito e de outro indivíduo” contou a DEA à mídia norte-americana.

Contudo, quando questionada relativamente ao fato de alguns dos assassinos terem gritado “DEA” no decorrer do ataque, a agência estadunidense afirmou que nenhum deles agiu em seu nome.

Na segunda-feira (12), uma fonte próxima do processo de investigação contou à agência Reuters que os dois cidadãos dos EUA detidos disseram aos investigadores que estavam trabalhando como intérpretes para uma unidade de comandos da Colômbia que, por sua vez, teria um alegado mandado de prisão para o presidente Moïse.

Até agora, a polícia do Haiti identificou 28 pessoas estrangeiras relacionadas com o assassinato do presidente, das quais 20 já foram presas – 18 colombianos e dois norte-americanos.

Na última sexta-feira (9), o governo haitiano apelou à ONU e aos EUA para que lhe fornecessem apoio militar de modo a “apoiar os esforços da polícia nacional no reestabelecimento da segurança e a ordem pública em todo o território”.

Fonte: Sputnik Brasil

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