Governo Lula dispensa militares do GSI

As novas exonerações ocorrem um dia após a dispensa de outros militares que atuavam na segurança do Palácio da Alvorada.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dispensou, nesta quarta-feira,18, mais 13 militares do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

As novas exonerações ocorrem um dia após a dispensa de outros militares que atuavam na segurança do Palácio da Alvorada e em outras áreas do governo.

As mudanças no comando da segurança presidencial estão relacionadas à desconfiança explícita do petista na atuação dos militares que trabalham na gestão federal, anteriormente coordenados pelo general Augusto Heleno, aliado de primeira hora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Lula acredita que houve conivência dos militares diante da invasão e depredação causada por bolsonaristas nas sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Fonte: Carta Capital

Membros do Exército de programa de escolas militares são exonerados do MEC

Integrantes de programa de escolas cívico-militares, criado no governo Jair Bolsonaro, foram dispensados pelo Exército

Membros do Exército que ocupavam cargos no Ministério da Educação (MEC), no Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM), foram exonerados de suas funções.

O capitão Paulo Sérgio Rodrigues Pereira, o tenente Melquizedek Fernandes dos Santos e o tenente José Henrique Provideli Peres foram dispensados de suas funções de “apoio às gestões escolar, didático-pedagógica e administrativa” por uma portaria publicada em 10 de janeiro pelo Exército.

Os três militares ocupavam uma função de “Tarefa por Tempo Certo”, modalidade usada pelas Forças Armadas para contratar militares da reserva ou reformados como auxiliares no Executivo. Isso significa que, mesmo estando lotados no MEC, cabia ao Exército realizar a dispensa deles do cargo.

O programa de escolas cívico-militares foi criado no governo Jair Bolsonaro. O governo Lula pretende extinguir a área e já acabou com a diretoria no MEC que era responsável por executá-la.

Fonte: Metróples

Mulher em serviço de parto tem a mão amputada no RJ

Negligência médica teria levado a amputação, parentes vão processar hospital.

Uma jovem de 24 anos se internou em um hospital particular no Rio de Janeiro para dar à luz ao seu terceiro filho, mas acabou tendo a mão e punho esquerdos amputados.  As informações são do portal UOL.

Gleice Kelly Gomes disse que não sabe o que aconteceu. “Ainda estou tentando entender. Só sei que foi um erro médico. É muito triste tudo isso”, disse.

A vítima deu entrada no Hospital da Mulher Intermédica de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, no dia 9 de outubro de 2022, quando estava com 39 semanas. Assim que o bebê nasceu no dia 10, de parto normal, a equipe médica identificou uma hemorragia grave na paciente, que precisava ser tratada.

Quatro dias após a transferência médica, o marido de Gleice recebeu uma ligação do hospital dizendo que ela precisaria amputar a mão e o punho.

“Eles ligaram dizendo que tinham que amputar o antebraço da minha esposa, porque não tinha jeito, se não ela poderia perder a vida ou o braço todo. Eu fiquei chocado, ninguém sabia explicar o motivo, ninguém saber dizer o motivo de ter chegado a esse ponto”, disse Márcio de Oliveira Barbosa, 29, profissional de construção civil, que precisou deixar o trabalho para cuidar da esposa e dos três filhos – 8 e 4 anos e o mais novo de 3 meses.

Fonte: Brasil 247

Terroristas bolsonaristas já atacaram 7 torres de energia, 4 foram derrubadas

Seguidores do ex-presidente Jair Bolsonaro que atacaram as sedes dos três poderes em Brasília no dia 08, são acusados de atacarem torres de energia elétrica para provocar o caos no país e justificar uma intervenção militar.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) identificou sete atos de vandalismo em torres de transmissão de energia pelo país após os atos extremistas no dia 8 de janeiro, em Brasília.

De acordo com o órgão, quatro torres foram totalmente derrubadas, e outras três foram depredadas, mas não chegaram a cair. Os ataques ocorreram nos estados do Paraná, Rondônia e São Paulo, entre os dias 9 e 14 de janeiro.

Segundo a Aneel, as empresas “estão atuando nas avarias detectadas e os eventos estão sendo monitorados e fiscalizados pela agência”. As instalações pertencem à Eletronorte, Evoltz, Furnas, ISA CTEEP e Taesa.

Ainda de acordo com o portal, nesta segunda-feira (16), o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, discutiu medidas para evitar novos atos com o ministro da Justiça, Flávio Dino, e o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.

No encontro, eles debateram, por exemplo, o reforço do patrulhamento e monitoramento das linhas de transmissão.

“Vamos agir com o rigor da lei, punir e cobrar ressarcimento dos vândalos”, afirmou Silveira.

O ministério encaminhou ofícios para os governos de São Paulo, Rondônia e Paraná para que adotem medidas preventivas e investiguem os atos de vandalismo e acionou transmissoras e a Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate).

No último domingo, bolsonaristas radicais invadiram as sedes dos três Poderes, em Brasília, causando depredação no Palácio do Planalto, no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Congresso Nacional. Grupos que organizavam a ação também cogitavam bloquear rodovias e refinarias de petróleo, com o objetivo de criar um caos no país.

Redação com Sputnik News Brasil

Blogueiro procurado por atentado a bomba em Brasília teve cargo no governo Bolsonaro

O blogueiro cearense Wellington Macedo de Souza, 47 anos, procurado por tentar explodir uma bomba perto do aeroporto de Brasília, teve um cargo no governo Bolsonaro e pediu dinheiro através das redes sociais para se esconder da polícia quando já estava foragido.

Câmeras de uma loja e do próprio caminhão onde a bomba foi plantada, divulgadas pelo Fantástico neste domingo (15), mostram o momento em que o carro de Wellington se aproxima lentamente do veículo, para que o cúmplice Alan Diego dos Santos Rodrigues coloque a bomba. Os dois homens e George Washington Oliveira de Sousa tiveram as denúncias aceitas pela Justiça.

Natural de Sobral, no interior do Ceará, Wellington Macedo foi assessor da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Ele teve um cargo comissionado na Diretoria de Promoção e Fortalecimento de Direitos da Criança e do Adolescente entre fevereiro a outubro de 2019.

Com forte presença nas redes sociais, Wellington teve a prisão decretada por Alexandre de Moraes por incentivar atos antidemocráticos no dia 7 de setembro de 2021. Desde então, cumpria prisão domiciliar e usava tornozeleira eletrônica. Mesmo assim, frequentava o acampamento bolsonarista.

O blogueiro também coleciona processos por vídeos atacando políticos locais e professores da rede de ensino de Sobral. O ex-advogado de Wellington Macedo, Diego Petterson, o defendeu em mais de 60 casos, mas afirmou que não possui mais contato com o cearense.

“Atualmente eu não tenho contato direto com ele desde que foi residir no Distrito Federal.”

Fonte: G1

Doze alagoanos estão presos por terrorismo em Brasília

Doze alagoanos estão presos, em Brasília-DF, após participarem dos atos terroristas de 8 de janeiro, com ataques às sedes dos Três Poderes da República visando estimular um golpe de estado no Brasil.

Entre eles, está a social media e candidata a vereadora pelo Partido Social Liberal (PSL) nas eleições de 2020 em Arapiraca, Gabryelle Costa Estanislau Pereira, de 22 anos. Ela gravou um vídeo em que aparece festejando a invasão e destruição na capital federal.

Gabryelle segue na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como “Colmeia”, em Brasília. O nome dela está na lista divulgada pela Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal.

Outro alagoano preso por envolvimento nos atos democráticos é o empresário como André Heliodoro, dono do restaurante Maria Gorda, famoso pela feijoada. “Estamos em guerra!”, bradou o golpista em vídeo que divulgou nas redes sociais.

Atrás das grades, ele tem a companhia do empresário Henrique Souza, dono de uma sanduicheria no bairro da Jatiúca, e de Weslley Bolotas, proprietário do Bolota’s Burguer, na parte alta da capital alagoana.

Kayo Fragoso, que disputou uma vaga como deputado federal em Alagoas nas eleições de 2022 pelo Partido Liberal (PL), de Jair Bolsonaro, é outro alagoano preso, assim como  a internauta Gaby Stanys, que diz ser de Arapiraca e transmitiu live enquanto estava na rampa do Congresso Nacional durante a invasão.

Apesar de serem pessoas de classe social média e alta, que aparentemente poderiam pagar pelos serviços de advogados, todos terão apoio da Defensoria Pública de Alagoas, o que gerará despesas aos cofres públicos de Alagoas. Após solicitação do deputado estadual extremista Cabo Bebeto, defensores viajarão a Brasília para acompanhar a situação dos golpistas.

A decisão é questionável. “A questão é muito simples: a Defensoria Pública não tem nenhuma competência acerca de crimes acometidos fora do Estado de Alagoas. Porque se agora a competência se dá pelo local de nascimento, se um alagoano cometer crime no Rio Grande do Sul, a Defensoria Pública vai ter que mandar um defensor para lá?”, ressalta o advogado Welton Roberto, um dos mais renomados em Alagoas.

Ele explica que se compreende a questão dos direitos humanos e dos direitos fundamentais, mas, neste caso, isso deveria ser garantido pela Defensoria Pública da União, “que estava lá, inclusive, para que todos tivessem respeitados os seus direitos fundamentais e, agora, cada um, se tiver ou não condição de pagar a um advogado, paga. Quem não tiver, a Defensoria Pública da União vai fornecer defesa para eles”, disse.

Fonte: 082 Notícias

Ex-ministro de Bolsonaro, Anderson Torres chega a Brasília e é preso no aeroporto

O ex-secretário de Segurança do Distrito Federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro (PL), Anderson Torres, foi preso na manhã de hoje no aeroporto de Brasília. Torres estava de férias em Orlando, nos Estados Unidos, e seu voo chegou ao Brasil por volta das 7h20. A prisão havia sido decretada por Alexandre de Moraes, do STF, na terça (10).

Segundo passageiros, o ex-ministro saiu do avião escoltado por policiais federais antes dos demais viajantes. A Polícia Federal confirmou que Torres recebeu voz de prisão no hangar da corporação. Em seguida, foi levado do aeroporto para o 4º batalhão da Polícia Militar do DF, onde permanece provisoriamente.

Por determinação de Moraes, a audiência de custódia será realizada online —e vai definir onde Torres ficará preso. A defesa do ex-ministro, representada por Rodrigo Roca, chegou ao batalhão pouco depois das 12h30.

Às 9h33, a PF divulgou nota oficial. “Ele, que é policial federal, foi preso ao desembarcar no Aeroporto de Brasília e encaminhado para a custódia, onde permanecerá à disposição da Justiça”, diz o texto. “As investigações seguem em sigilo.”

Fonte: Uol

Servidores Públicos fazem manifestação contra a extinção da Funasa em Alagoas

Os servidores da Funasa reivindicam a revogação da MP 1156, que extingue a pasta e transfere atividades para outros órgãos do governo federal

Os servidores públicos da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) realizaram nesta sexta-feira, 13/01, às 9 horas, uma manifestação na Fundação. A manifestação fez parte da Campanha Nacional contra a EXTINÇÃO da FUNASA e a favor de sua REESTRUTURAÇÃO/FORTALECIMENTO. A extinção da Funasa foi publicada na segunda-feira, dia 02 de janeiro. Por meio da Medida Provisória- MP 1.156/2023 e faz parte das primeiras mudanças na estrutura do governo que estão sendo feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, empossado dia primeiro de janeiro deste ano. As atividades da fundação serão transferidas para outros órgãos de governo.

Dezenas de servidores e lideranças indígenas participaram do ato público em Maceió. A Funasa realiza papel importante no atendimento das populações interioranas. Para o presidente da Asmisal (Associação dos Servidores do Ministério da Saúde), Samuel Monteiro a Funasa “precisa de mais investimentos e reestruturação para melhorar o atendimento da população”.

A Funasa é uma fundação pública vinculada ao Ministério da Saúde e tem o seu trabalho voltado para a promoção e proteção da saúde, implementando ações especialmente na área de saneamento para prevenção e controle de doenças. Sua sede fica em Brasília e cada estado tem uma superintendência.

PF encontra na casa de Anderson Torres minuta de projeto de Bolsonaro para mudar o resultado da eleição

Polícia Federal encontra na residência de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, uma minuta de decreto para o então presidente Jair Bolsonaro instaurar estado de defesa na sede do TSE. O objetivo, segundo o texto, era reverter o resultado da eleição, em que Lula saiu vencedor

Polícia Federal encontrou na residência de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, uma proposta de decreto para o então presidente Jair Bolsonaro (PL) instaurar estado de defesa na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As informações foram publicadas primeiro pela Folha de S.Paulo.

O objetivo, segundo o texto, era reverter o resultado da eleição, em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu vencedor. Tal medida seria inconstitucional. O documento foi encontrado no armário do ex-ministro durante busca e apreensão realizada na última terça-feira (10).

O material dá indicação de ter sido feito após a realização das eleições e teria objetivo de apurar abuso de poder, suspeição e medidas ilegais adotadas pela presidência antes, durante e depois do processo.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta semana a prisão de Torres.

Torres reassumiu o comando da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal no dia 2 de janeiro e viajou de férias para os EUA cinco dias depois. Ele não estava no Brasil no domingo (8), quando bolsonaristas atacaram os prédios do STF, Congresso e Palácio do Planalto. O retorno ao país estava previsto para o fim do mês.

Fonte: Pragmatismo Político

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