Livro Traficantes Evangélicos aborda o fenômeno da associação entre o tráfico e igreja evangélica

Traficantes evangélicos é resultado de uma pesquisa que investiga o fenômeno da associação entre traficantes de drogas e a fé evangélica nas comunidades do Rio de Janeiro. Esse fenômeno narcorreligioso carioca instiga perguntas provocantes, como: é possível ser traficante e evangélico? É possível dizer quem são os traficantes evangélicos? Existe um perfil evangélico comum entre os que se autodeclaram cristãos? Qual é a relação da igreja com os traficantes evangélicos? Como o nome de Deus pode ser usado em contextos de violência? Quais textos bíblicos sustentariam essa estrutura?

Essas e outras questões começaram a ser respondidas por pesquisadores no campo religioso na última década e vivenciada por líderes religiosos locais. É a eles que Viviane Costa se une ao aprofundar-se no fenômeno investigado neste livro — uma obra que convida a conhecer a fé e as lutas de quem vive e trabalha na favela e serve a um Deus que se revela, ali, um com eles.

O livro está disponível na Amazon ao preço de R$ 59,90. Quem quiser ter acesso a dissertação da autora pode acessar a página: http://tede.metodista.br/jspui/bitstream/tede/2151/2/Viviane%20Araujo2.pdf

Governo Lula anuncia retirada dos Correios e outras estatais de programas de privatização

No total, sete empresas foram excluídas do Programa Nacional de Desestatização (PND) e três do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)

O governo Lula (PT) anunciou, nesta quinta-feira (6), a exclusão dos Correios e outras estatais de programas de privatização através de uma edição extra do Diário Oficial da União, informa o portal g1.

No total, sete empresas foram excluídas do Programa Nacional de Desestatização (PND) e três do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Essas estatais haviam sido remetidas para os programas privatizantes durante o governo de Jair Bolsonaro. Confira a lista:

  1. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT);
  2. Empresa Brasil de Comunicação (EBC);
  3. Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev);
  4. Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep);
  5. Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro);
  6. Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias S.A. (ABGF);
  7. Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada S.A. (Ceitec).

PPI:

  1. Armazéns e imóveis de domínio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab);
  2. Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. – Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA);
  3. Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebras).

O presidente Lula, em seu primeiro dia de mandato, assinou um despacho revogando os processos de privatização de oito estatais, incluindo os Correios e a Petrobras.

A retirada das empresas também vai na linha de um parecer assinado pelos ministros da Casa Civil, Rui Costa, e das Comunicações, Juscelino Filho, de quarta-feira (5), quando o Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos recomendou a exclusão dos Correios e da Telebrás do PND. 

O Ministério das Comunicações afirmou que o objetivo do governo é “reforçar o papel dessas empresas na oferta de cidadania e ampliar ainda mais os investimentos”.

Fonte: Brasil 247

Bolsonaro depõe na PF sobre escândalo das joias milionárias

Cerimônia de inauguração da nova sede da Polícia Federal, em Brasília.

Sob segurança reforçada e sem apoioadores, Bolsonaro depõe na PF sobre escândalo das joias sauditas

Jair Bolsonaro começou na tarde desta quarta-feira (5) seu depoimento à Polícia Federal (PF) sobre o escândalo das joias árabes, na sede da corporação, em Brasília (DF). 

O ex-chefe do Executivo chegou à sede da PF pela garagem, por volta das 14h20. Ele é ouvido por dois delegados: Adalto Machado, responsável pelo inquérito na PF de São Paulo; e outro da DIP (Diretoria de Inteligência Policial), setor que fica no prédio central da corporação.

Além de Bolsonaro e seu ex-ajudante de ordens, Mauro Cid, outras pessoas serão ouvidas para avançar nas investigações sobre as joias recebidas em outubro de 2021 pela comitiva liderada pelo então ministro Bento Albuquerque.

Fonte: Brasil 247

Homem ataca creche e mata quatro crianças em Blumenau

Fato ocorreu no Centro de Educação Infantil Cantinho Bom Pastor. O autor do ataque foi preso

e acordo com a Polícia Militar, um homem invadiu uma creche em Blumenau, cidade de Santa Catarina, na manhã desta quarta-feira (5) e matou pelo menos quatro crianças, informa o NSC Total.

O fato ocorreu no Centro de Educação Infantil Cantinho Bom Pastor, situado na Rua dos Caçadores, bairro Velha. Além das quatro vítimas fatais, outras quatro foram feridas. Uma delas encontra-se em estado grave. 

A situação tem mobilizado diversos órgãos, incluindo Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Samu, agentes de trânsito e ambulâncias particulares. 

Pais estão reunidos nas imediações da escola. O clima é de desespero e confusão no local.

Segundo a polícia, um homem de 25 anos pulou o muro da creche e iniciou o ataque contra as crianças com uma machadinha. As vítimas foram atingidas na região da cabeça. Após a ação, ele se entregou no Batalhão da PM. O suspeito tem passagens por porte de drogas, lesão e dano, segundo a Polícia Civil.

Fonte: Brasil 247 e G1

Servidores estaduais preparam campanha salarial 2023

Ocorreu hoje, 04/04, na sede da CUT Alagoas, uma reunião com dirigentes de sindicatos de servidores estaduais para discutir a campanha salarial 2023. Os dirigentes também discutiram a situação do AL Previdência e adotaram várias iniciativas.

Um ponto comum entre os presentes foi a da unificação do índice de reposição salarial, que deve ficar em torno de 15%. Outro ponto, foi o lançamento da campanha para o dia 03 de maio, na porta do Palácio do Governador.

Os sindicalistas também cobraram a resposta por parte do governador Paulo Dantas da audiência solicitada pela CUT/AL para discutir as reivindicações das categorias. “Estamos esperando até o dia 20/04 uma resposta do governador, se ela não vier, vamos intensificar a mobilização, pois não podemos aceitar que o governador não receba os servidores para negociar”, afirmou Izael Ribeiro, presidente do Sinteal.

Com relação a reposição salarial, o professor Luiz Gomes, diretor do Sinduneal foi taxativo: “o governo federal acaba de fechar um acordo com os servidores em 9%, nós também queremos reposição, nossas perdas são enormes”.

Sindicato denuncia que caos continua na rede pública de educação em Alagoas

Conforme o Sinprocorpal, “houve demissão em massa na rede pública estadual e professores não estão sendo pagos”

Os professores da rede estadual do Governo de Alagoas afirmam estar sofrendo com a negligência do Estado com a pasta da educação. Segundo o Sindicato dos Professores Contratados da Rede Pública de Alagoas (Sinprocorpal), escolas por todo o estado estão sendo prejudicadas por causa de uma demissão em massa sem planejamento de reposição e profissionais da educação estão tendo que recorrer a doações de cestas básicas por causa de salários atrasados.

Manifestações dos professores por conta da situação foram realizadas na capital. “Estávamos em um protesto no mês de fevereiro passado em frente ao Palácio República dos Palmares, no Centro de Maceió, e o que o Governo fez foi colocar policiais apontando armas para nós”, afirmou um dos diretores do Sinprocorpal.

O presidente do Sinprocorpal, Autanildo de Freitas, afirmou que o secretário da Educação do Governo do Estado, Marcius Beltrão, “não está tendo capacidade de gerir a pasta”. “Ele não conhece a realidade da educação do estado e começou errado. Primeiro, ele demitiu quase cinco mil professores em todo o estado que teriam contratos vencidos ainda em setembro deste ano. Então, quando o ano letivo foi iniciado, muitas escolas não tinham professores justamente por causa das demissões. A educação do estado de Alagoas sempre funcionou com 90% de professores contratados. Embora tenham feito um concurso e chamado quase três mil professores, a carência ainda é muito grande. Então, vemos, em várias escolas estaduais, os alunos denunciando que não têm professor. Já fizemos 20 denúncias no Ministério Público Estadual, que não se pronunciou em nada e está sendo conivente com essa falta de professores nas escolas estaduais”, disse o presidente do sindicato.

Além das denúncias no Ministério Público, Autanildo diz que o sindicato também já entrou com ações na Procuradoria do Trabalho. “Mas não obtivemos sucesso também por lá”, afirmou.

Autanildo também afirma que as muitas escolas prejudicadas em Alagoas com a falta de professores estão funcionando em apenas um período. “A maioria das instituições de ensino tem aula até o primeiro período, 9 horas da manhã, e depois disso as escolas liberam os alunos, porque não têm professor. Tem também escola que não tem merenda. Então liberam mais cedo porque não têm professor e também não têm merenda”, disse o sindicalista.

O presidente explica que a demissão em massa que houve no estado aconteceu porque muitos professores tinham contratos feitos em 2017, que terminariam em 2019. “Por conta da pandemia, não foi possível fazer outro PSS. Então, esses contratos continuaram de 2017 até o final de 2022. A outra parte de professores, que entraram no PSS de 2019 [antes da pandemia], iria ficar até setembro deste ano de 2023, mas o secretário Marcius Beltrão achou melhor demitir todos esses professores, e agora está chamando os concursados de 2021, mas não está suprindo a carência”, afirmou.

“Cerca de 1.500 professores estão com salário atrasado”

De acordo com o sindicato, muitos professores contratados pelo Estado estão sem receber salário desde fevereiro passado. “São cerca de 1.500 professores nessa situação. Só irão receber no final de abril. O certo era receber no mês trabalhado. E também os professores contratados em 2017 que foram demitidos tinham direito de receber suas férias. O secretário demitiu para não pagar as férias em janeiro”, disse o presidente.

O diretor do Sinprocorpal, Evandro Pedrosa, afirma que a situação é difícil e ele mesmo está há três meses sem receber. “Isso nunca aconteceu. A gente só quer um canal de diálogo e que o governador seja sensível a nossa causa da educação, porque somos professores todos formados, com graduação, até com doutorado, e a gente está passando essa situação. Tem que respeitar a classe. Tem professores que não estão pagando as contas e isso não é justo”, afirmou o diretor.

“Tem professor que está sem dormir. Há falta de alimento. Estamos conseguindo cestas básicas para distribuir para professores. Há profissionais que mandam fotos mostrando as dificuldades, mostrando que estão com o sistema nervoso à flor da pele. A gente está tentando fazer o máximo que a gente pode. O sindicato tem atuado. Nós estamos trabalhando todos os dias e isso que está acontecendo não é justo”, disse o diretor.

Evandro afirma que as cestas básicas estão sendo arrecadadas com parceiros da educação e estão sendo distribuídas para os professores mais necessitados por conta da falta de pagamento.

“Fazemos a entrega das cestas nas casas dos professores”, declarou. “A educação pede urgência e a barriga vazia também pede urgência”, finaliza o diretor.

Fonte: Tribuna Hoje

Greve geral em Israel faz o primeiro-ministro Benyamin Netanyahu recuar

A greve geral, o país parado, tomado novamente pelas manifestações (pelo menos 70 mil manifestantes na frente do Parlamento israelense [Knesset], desde a noite de domingo, 26 de março, até a segunda-feira), contra a reforma da Justiça, fizeram o primeiro-ministro Benyamin Netanyahu recuar, anunciando, na segunda-feira à noite, a suspensão da segunda e da terceira leituras do texto previstas no Legislativo para a semana que se iniciava. Ele também anunciou uma “pausa” para a reforma. Mas o caos que reina no seio do regime e do governo está longe de ser resolvido. As negociações de Netanyahu no seio da coalizão para se manter primeiro-ministro durou semanas, e os fundamentos do Estado de Israel estão em jogo.

As manifestações de massa, desde o início de janeiro, contra a reforma judicial de Netanyahu – que pretende transferir o poder dos juízes para o governo – resultaram na convocação imediata à greve geral lançada pela central sindical Histadrut, após a demissão do ministro da Defesa, Yoav Galant, apoiado pelos principais chefes militares, que demandava o congelamento da reforma – ele que, portanto, era favorável –, a fim de preservar a unidade no seio do Exército. Este exército que é o pilar central do Estado de Israel.

As manifestações ocorreram, primeiro em Tel Aviv, no sábado que se seguiu imediatamente à apresentação do projeto de reforma, em 4 de janeiro, e se espalharam rapidamente por todo o país, mantendo, depois, uma regularidade semanal. Rapidamente, as manifestações de massa abalaram os fundamentos do Estado de Israel, colocando a questão da “democracia”. Isaac Herzog, presidente israelense, fez um raríssimo comunicado à nação, em meados de fevereiro, considerando que o país estava “às vésperas de um colapso constitucional e político”. De fato, a crise do Estado de Israel, fundado sobre o sionismo, é clara e não cessa de se ampliar hoje no seio de um país cada vez mais fraturado.

Ora, é também esse regime legal que permite, desde a fundação do Estado de Israel, a divisão do país, a expulsão do povo palestino de sua terra, a colonização e a ocupação. E, portanto, sobre a sua manutenção repousa, igualmente, a vontade política atual de Netanyahu de liquidação dos territórios ocupados para integrá-los definitivamente ao Estado de Israel, e, finalmente, acabar com a questão palestina.

O jornal espanhol “El Pais” relata (26/3) que, nas manifestações de Tel Aviv, um grupo de jovens, na maioria israelenses, tinha se juntado desde o início das mobilizações. Munidos de bandeiras palestinas, suas faixas diziam: “Não há democracia com a ocupação” ou “Judeus e Árabes se recusam a ser inimigos”.

Toda brecha aberta no “equilíbrio” institucional é uma ameaça ao curso da política de apartheid (referência ao regime racista que existia na África do Sul, NdT) de Israel. Uma “pausa” é, forçosamente, um sinal de fragilidade. E, como em todos os lugares, é pela via da organização independente da classe e dos povos que a opressão do povo palestino poderá ser resolvida. Qualquer desestabilização do sistema é uma brecha aberta para a sua queda e para uma solução para as populações judaicas e árabes da Palestina, solução que só pode vir no contexto de um único Estado sobre todo o território da Palestina histórica.

Artigo de Hélène Boussel publicado no jornal francês Informations Ouvrières. Tradução para o português por Leonardo Ladeira.

Fonte: O Trabalho

Audiência Pública sobre abertura do Vera Arruda será no dia 04 de abril

Após grande mobilização da população e a busca por um debate amplo e democrático, a Audiência Pública sobre a proposta de abertura de vias no corredor Vera Arruda, de autoria da vereadora Teca Nelma em conjunto com a vereadora Olívia Tenório, foi aprovada pela Câmara de Vereadores na última terça-feira (28) e agora teve sua data definida para o dia 04 de abril, às 15h. O encontro acontecerá no Auditório da Associação Comercial.

“É preciso nos manter firmes na defesa de uma cidade que pense mobilidade urbana como um conjunto de políticas públicas que garanta qualidade de vida para todos! Nesse sentido, a pressão dos moradores tem sido essencial para aprovação do requerimento e a definição de uma data com celeridade”, afirmou Teca Nelma.

A vereadora tem participado ativamente de todas as ações que envolvem o tema. No final da semana passada, Teca esteve presente na coletiva de imprensa realizada pela SMTT com o objetivo de apresentar o plano de abertura do Corredor Vera Arruda, além de se reunir com moradores da região e também participar da reunião convocada pela SMTT com os representantes da Casa Legislativa de Maceió.

A Audiência Pública, que foi aprovada por unanimidade pelos vereadores, vai contar com representantes da sociedade civil, especialistas e o poder público. O objetivo é entender e discutir o projeto urbanístico que pretende criar eixos viários em trechos do Corredor Vera Arruda, nos bairros Jatiúca e Mangabeiras. O debate pode ser acompanhado presencialmente ou no canal do YouTube da Câmara Municipal.

Fonte: Assessoria

Governo Lula vai suspender aplicação do novo ensino médio

Após críticas de estudantes e educadores, MEC finaliza portaria que desobriga escolas de adotarem o novo sistema e elimina necessidade de adaptação do Enem a esse formato em 2024, segundo imprensa brasileira.

O governo federal deve suspender a implementação do novo ensino médio após uma série de críticas de estudantes e professores, segundo reportagens publicadas pela imprensa brasileira nesta segunda-feira (03/04).

O Ministério da Educação (MEC) teria finalizado uma portaria que deve ser publicada nos próximos dias suspendendo a implementação do novo ensino médio no primeiro e segundo ano e eliminando a necessidade de adaptação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ao novo modelo em 2024.

O Enem é o principal meio de acesso dos estudantes para o ensino superior público no país.

O ministro da Educação, Camilo Santana, deve assinar a portaria nos próximos dias. Ele vinha afirmando que revogar a medida por completo seria um retrocesso, mas defende ajustes no modelo.

A suspensão, a princípio, será válida durante o prazo de 90 dias de uma consulta pública em aberto sobre as mudanças, iniciada em março e que pode ser prorrogada. Além disso, o MEC ainda terá outros 30 dias para preparar um relatório.

Uma eventual revogação total das mudanças dependeria de aprovação do Congresso Nacional.

A portaria tem o apoio do Palácio do Planalto, que, segundo o jornal Folha de S. Paulo, avalia que o debate em torno do novo ensino médio vem provocando desgaste ao governo. A suspensão seria uma forma de acalmar as tensões e aplacar as críticas, além de evitar maiores danos à imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Como é o novo modelo

A implementação do novo formato foi aprovada pelo Congresso em 2017, no governo de Michel Temer, e se tornou obrigatória em 2022.

A carga horária dos três últimos anos do período escolar foi dividida em duas partes: 60% da carga deveria ser comum a todos os alunos, enquanto 40% passaria a ser dedicada às disciplinas optativas, os chamados itinerários formativos. São eles: matemática, linguagens, ciências da natureza, ciências humanas e formação profissional. 

Além disso, o número de horas anuais obrigatórias aumentaria de 800 para pelo menos mil horas, de quatro para cinco horas diárias.

Os estudantes, no entanto, reclamam de terem perdido tempo de aula de disciplinas tradicionais, de disciplinas desconectadas do currículo e de deficiências na oferta das optativas, impedindo que cursem os itinerários que desejam, especialmente na rede pública – ampliando a desigualdade com a rede privada.

Desde o início do ano, estudantes, professores e alguns especialistas cobram o governo Lula para que o modelo seja revogado, inclusive com a realização de protestos.

Fonte: DW

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