Humorista Yuri Marçal e o show Nem se minha vida dependesse disso

Yuri Marçal traz seu humor característico de volta aos palcos em seu show Nem se minha vida dependesse disso. Após o enorme sucesso de bilheteria em sua mais recente turnê, nesta continuação do show anterior o humorista embarca numa viagem por histórias divertidas e completamente únicas que passou na vida.

Em um papo sincero sobre sentimento e afeto, Yuri fala sobre as dificuldades de se relacionar com outras pessoas desde a infância até a fase adulta em um espetáculo que vai te fazer dar muita risada, mas que também vai te emocionar!

Sobre o artista:

Yuri Marçal, nascido no Rio de Janeiro, em 15 de maio de 1993, é um comediante e ator brasileiro. É formado em teatro e TV pela Escola de Atores Wolf Maya. Teve seu início na comédia stand-up em 2016, ao lado do humorista Fábio Rabin. Destacou-se nacionalmente por seus inúmeros vídeos de stand-up comedy disponíveis no YouTube. Em 2018, iniciou uma parceria de sucesso com o Porta dos Fundos, onde participou da esquete Escravidão, depois Escritor Branco, Cota, Despedida de Solteira, Jesus Hétero, Tudo isso que tá aí e culminando na participação do Especial de Natal Porta dos Fundos: Teocracia em Vertigem, em 2020

Em 2019, estreou o seu programa de comédia, chamado “Acendam as Luzes”. Hoje, o ator acumula diversos projetos entre teatro, cinema e streaming.

Serviço:

Nem Se Minha Vida Dependesse Disso – Com Yuri Marçal

Local: Teatro Deodoro

Data: 06 de julho

Hora: às 21h

Duração: 2h de show

Classificação: 14 anos

Compras pelo site: outgo.com.br

Pontos de vendas: Viva Alagoas.

Valor do ingresso:

Plateia:

Inteira. 100,00

Meia. 50,00

Social. 60,00 (Inteira Social + 1kg de alimento)

Frisas:

Inteira. 100,00

Meia. 50,00

Social. 60,00 (Inteira Social + 1kg de alimento)

Camarote:

Inteira. 100,00

Meia. 50,00

Social. 60,00 (Inteira Social + 1kg de alimento)

Balcão:

Inteira. 80,00

Meia. 40,00

Social. 50,00 (Inteira Social + 1kg de alimento)

Fonte: Produção G A Produções

Alagoas é o pior estado para se viver no Brasil

Um levantamento inédito aponta para quais são os piores lugares para se viver no país. Pesquisa levou índices de saúde e educação em consideração.

A desigualdade presente no Brasil pode ser vista através dos estados. Não é novidade para ninguém que aqui é um país emergente. Embora tenha muitas riquezas, elas não são bem distribuídas entre a população. Como consequência, existem lugares em que a qualidade de vida é maior, enquanto outros lugares a qualidade de vida é baixa. De forma geral, a parte sul do país apresenta melhores índices do que a parte norte. 

Um levantamento do ‘Brasil em Mapas’ divulgou os dez melhores estados para se viver e os dez piores estados para se viver. Através de dados do Atlas do desenvolvimento Humano/PNDU Brasil, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínuos (PNDA-C) do IBGE para o dado trimestral do desemprego (desocupação), do fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) 2022 e taxa de homicídios, foi possível realizar o levantamento. 

Confira os rankings 

Os melhores lugares para se viver no país 

Estes são os melhores estados para se viver no país, de acordo com o levantamento. 

  1. São Paulo;
  2. Santa Catarina;
  3. Distrito Federal;
  4. Paraná;
  5. Rio Grande do Sul;
  6. Mato Grosso do Sul;
  7. Rio de Janeiro;
  8. Goiás;
  9. Minas Gerais;
  10. Mato Grosso.

Mas afinal, quais são os piores estados para se viver no país? 

Confira a lista com os piores estados do Brasil, quando o tema é qualidade de vida. 

  1. Alagoas;
  2. Maranhão;
  3. Piauí;
  4. Bahia;
  5. Paraíba;
  6. Pernambuco;
  7. Ceará;
  8. Sergipe;
  9. Pará;
  10. Acre.
  11. Fonte: Pronatec

Bolsonaro inelegível: Relator vota contra ex-presidente e escancara golpismo

“Os ilícitos perpetrados por Bolsonaro esgarçam a normalidade democrática”, disse o ministro Benedito Gonçalves; Entenda o julgamento

Com o voto do ministro Benedito Gonçalves favorável a tornar Jair Bolsonaro (PL) inelegível, o Tribunal Superior Eleitoral encerrou a sessão desta terça-feira (27) em que julga ação protocolada pelo PDT que pode retirar o ex-presidente da vida política por 8 anos, ou até as eleições de 2030. A ação julga o uso eleitoral da reunião feita pelo ex-presidente com embaixadores em julho de 2022. O julgamento será retomado na próxima quinta-feira (29), às 9h, com o voto do ministro Raul Araújo.

Logo no começo da sessão, Benedito Gonçalves decidiu manter o caso da minuta golpista encontrada na casa de Anderson Torres nos autos do processo. Para o ministro, a decisão de manter o documento e as provas e alegações dele decorrentes foi validada pelo TSE no último mês de fevereiro. Além disso, também apontou que o documento se relaciona com a ação ora analisada.

A decisão está de acordo com pedido do PDT, o autor da ação, de que o material faz parte de uma conjuntura mais ampla, que envolve não apenas o descrédito das eleições e do próprio TSE, mas os planos de golpe de Estado e abolição do Estado democrático de Direito gestados no interior do bolsonarismo. A defesa de Bolsonaro, por sua vez, alega que a minuta não teria relação com a reunião que o ex-presidente convocou com os embaixadores, objeto da ação do PDT.

Gonçalves também rejeitou o argumento dado por bolsonaristas de que estaria contradizendo o TSE em relação à decisão que em 2017, rejeitou a inclusão de novas provas contra a chapa Dilma-Temer.

Fonte: Revista Fórum

“Droga do estupro” é sucesso nas festas de classe média alta do Rio e SP e preocupa autoridades

‘Droga do estupro’ se tornou a ‘queridinha’ nas festas de classe média alta em São Paulo e no Rio de Janeiro. Além de crimes sexuais, vítimas também sofrem golpes financeiros

Líquido, transparente e sem cheiro, o GHB (gama-hidroxibutírico) é uma droga sintética que tem se tornando “queridinha” nas festas de classe média alta em São Paulo e no Rio de Janeiro. Conhecido como droga do estupro, é extremamente viciante, pode ser letal e vem sendo utilizado de forma recreativa e também para a prática de golpes financeiros.

No último mês, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), três integrantes de uma quadrilha que comercializava drogas sintéticas, entre elas o GHB, foram presos durante uma operação conjunta das polícias civis de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Nas apreensões realizadas nos endereços dos acusados de integrar a quadrilha, os agentes encontraram GBL (gama-butirolactona) e butanodiol, dois compostos orgânicos que podem ser utilizados como matéria-prima para a produção de GHB.

Em entrevista ao Uol, a delegada Ana Lúcia de Souza, titular do 78° DP, no bairro Jardins, em São Paulo, disse que o golpe com o uso do GHB é muito comum, não só apenas nos crimes sexuais, mas nos golpes financeiros, como furtos de objetos de residência, dinheiro, cartões de crédito e até mesmo do celular com as senhas liberadas.

“O golpe é o mesmo, usam-se substâncias que drogam para tirar vantagem. Mas o objetivo é diferente. Parece que as novas gerações não têm mais tanto interesse no corpo do outro. O foco delas é mesmo o dinheiro. Os casos que recebo aqui tratam disso. Pessoas que foram drogadas à revelia e acordaram sem celular e tendo que cancelar transferências bancárias e empréstimos feitos em nome delas”, explicou Ana Lúcia de Souza, delegada titular do 28° DP em São Paulo.

Segundo a delegada, o registro de estatísticas específicas sobre golpes praticados com o uso de GHB no Brasil pode ser limitado, já que muitos casos podem não ser relatados ou podem ser registrados de forma mais ampla como casos de crimes sexuais, agressões ou golpes.

“Um aspecto que dificulta o rastreamento de golpes aplicados com o uso de GHB é a rapidez com que a substância desaparece do organismo de uma pessoa. Após 8 horas, ela já não é mais identificada no sangue e, após 12 horas, torna-se indetectável na urina.” uma balada, por exemplo. Eu sempre aconselho as pessoas a nunca autorizarem no celular aplicativos com serviços bancários”.

Uso recreativo de GHB

Além do uso para a prática de golpes, o GHB vem sendo usado de forma recreativa, pelo “barato” que provoca ao ser ingerido.

Segundo a psiquiatra Michele Gonçalves Teles de Almeida, especialista em álcool e drogas, os efeitos do GHB são parecidos com os do álcool, como tontura, e perda de coordenação, mas a ação sedativa e amnésica é muito mais potente.

“A droga é muito parecida com a cetamina e a fenciclidina, que são antagonistas do receptor de N-metil-D-asparato e anestésicos dissociativos que provocam intoxicação, algumas vezes com confusão ou estado catatônico”, detalhou Michele Gonçalves Teles de Almeida, psiquiatra especialista em álcool e drogas.

Chemsex ou ‘Sexo químico’

Por conta dos efeitos, o uso da substância também tem sido muito comum entre parceiros que praticam o chemsex, também conhecido como “sexo químico”. Ou seja, a prática sexual que envolve o uso de substâncias químicas, como drogas recreativas, em contextos sexuais.

Essas substâncias, como o GHB, são usadas para intensificar a experiência sexual, prolongar a atividade sexual ou reduzir inibições.

“Independentemente do caso, a substância é extremamente viciante e seu uso em excesso pode causar convulsões, deixar a pessoa em coma e até mesmo provocar a morte. Ela é dosada por conta-gotas, dado o seu grau de potência”.

O termo G é atribuído às drogas GHB (ácido gama-hidroxibutírico) e GBL (gama-butirolactona). Ambas são drogas do tipo depressivo que, em pequenas doses, podem ter um efeito estimulante e de sedação em doses mais elevadas.

Apesar do uso proibido, o GHB pode ser obtido a partir do GBL, usado como solvente industrial e removedor de tinta — mas que se torna GHB assim que entra no corpo.

O GHB é considerado uma substância controlada e é proibido no Brasil. Ele é listado como uma substância psicotrópica de uso proscrito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e está incluído na lista de substâncias sujeitas a controle especial pela Portaria SVS/MS nº 344/98. Isso significa que a produção, venda, posse e uso não autorizado do GHB são ilegais no país.

Apesar disso, é possível comprar a substância pela Internet. Em um site hospedado na Alemanha, mas escrito em português, por exemplo, um frasco com 100 ml do líquido custa 190 euros (R$ 1 mil). Já a garrafa com 2 litros da substância sai por 2.050 euros (R$ 10,8 mil).

Fonte: Pragmatismo Político

Petroleiros iniciam greve contra venda de refinaria no Ceará

Trabalhadores alegam que venda da Lubnor vai criar um monopólio privado na região, inclusive com risco de desabastecimento de combustíveis

Trabalhadores petroleiros da refinaria Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), em Fortaleza, iniciaram uma greve nesta terça-feira (27). A paralisação, que começou pela manhã, é um protesto contra a privatização da Lubnor. Outros dez sindicatos ligados à Federação Única dos Petroleiros (FUP) realizaram atos e manifestações em solidariedade aos colegas cearenses.

Os petroleiros alegam que a privatização da Lubnor deve criar um monopólio privado na região, com impactos sociais e econômicos negativos para o Ceará. Além disso, há questões fundiárias pendentes com a prefeitura de Fortaleza.

A Petrobras assinou o contrato para a venda da Lubnor ao grupo Grepar Participações em maio de 2022, durante o governo Bolsonaro. A refinaria foi vendida por US$ 34 milhões, 55% abaixo da estimativa de valor de mercado. A unidade está localizada em um terreno de 400 quilômetros quadrados, sendo que 30% do espaço pertence ao município.

De acordo com o Sindicato dos Petroleiros do Ceará e Piauí (Sindipetro-CE/PI), a greve na Lubnor é por tempo indeterminado. Os trabalhadores anunciaram a paralisação na semana passada, após decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que aprovou a venda da refinaria.

Os trabalhadores reivindicam reuniões com a Petrobras, o governo do Ceará e a prefeitura de Fortaleza, para tratar das consequências da privatização. De olho nas demandas da categoria, a Petrobras marcou para amanhã uma reunião com os trabalhadores. Governo e prefeitura, no entanto, ainda não se manifestaram.

Risco de desabastecimento

Como resultado do monopólio privado, o presidente do Sindipetro-CE/PI, Fernandes Neto, alertou inclusive para o risco de desabastecimento de combustíveis na região. “Uma empresa privada não tem o compromisso com o abastecimento do mercado interno. Se for mais lucrativo, eles podem preferir exportar. A Petrobras tem como prioridade o abastecimento do mercado interno”, afirmou.

A refinaria conta com mais de 500 trabalhadores e é responsável por cerca de 10% da produção de asfalto no país, além de produzir lubrificantes naftênicos – produto para usos nobres, como isolante térmico para transformadores de alta voltagem, amortecedores para veículos e equipamentos pneumáticos. A refinaria também é responsável por abastecer todos os estados do Nordeste, além de fornecer derivados para os estados do Amazonas, Amapá, Pará e Tocantins.

“A Lubnor é responsável por entregar às distribuidoras locais óleo diesel, gasolina, querosene de aviação e GLP provenientes de outras refinarias, terminais, transportados até Fortaleza por navios, em operações de cabotagem ou, eventualmente, importação. A venda da Lubnor pode acarretar desabastecimento desses navios, impactando negativamente exportações e importações”, frisou o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar.

Com informações da FUP

Fonte: Rede Brasil Atual

MPF pede cassação da concessão da Jovem Pan

O pedido foi feito em função da veiculação sistemática da rádio, em sua programação, de conteúdos que atentaram contra o regime democrático

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública pedindo, nesta terça-feira (27), o cancelamento das três concessões da Jovem Pan. O pedido foi feito em função da veiculação sistemática da rádio, em sua programação, de conteúdos que atentaram contra o regime democrático.

O MPF destaca que as condutas praticadas pela Jovem Pan violaram diretamente a Constituição e a legislação que trata do serviço público de transmissão em rádio e TV.

Indenização

O MPF pede ainda que a Jovem Pan seja condenada ao pagamento de R$ 13,4 milhões como indenização por danos morais coletivos. O valor corresponde a 10% dos ativos da emissora apresentados em seu último balanço.

O MP pede ainda que a Justiça Federal obrigue a Jovem Pan a veicular, ao menos 15 vezes por dia entre as 6h e as 21h durante quatro meses, mensagens com informações oficiais sobre a confiabilidade do processo eleitoral. As inserções devem ter de dois a três minutos de duração e trazer dados a serem reunidos pela União, também ré no processo.

“A Jovem Pan”, de acordo com o MPF, “disseminou reiteradamente conteúdos que desacreditaram, sem provas, o processo eleitoral de 2022, atacaram autoridades e instituições da República, incitaram a desobediência a leis e decisões judiciais, defenderam a intervenção das Forças Armadas sobre os Poderes civis constituídos e incentivaram a população a subverter a ordem política e social”.

A nota diz ainda que “a Jovem Pan contribuiu para que um enorme número de pessoas duvidasse da idoneidade do processo eleitoral ou tomasse ações diretas como as vistas após o anúncio do resultado da votação, especialmente o bloqueio de estradas em novembro passado e o ataque de vandalismo em Brasília no dia 8 de janeiro. As outorgas de rádio da emissora estão em operação em São Paulo e Brasília, mas a rede conta com mais de cem afiliadas que retransmitem o sinal a centenas de municípios em 19 estados, alcançando milhões de ouvintes.

Linha editorial da emissora

A ação cita numerosos exemplos de discursos feitos entre 1º de janeiro de 2022 e 8 de janeiro deste ano, com foco nos programas “Os Pingos nos Is”, “3 em 1”, “Morning Show” e “Linha de Frente”, que extrapolam as liberdades de expressão e de radiodifusão. O MP afirma que os discursos configuram manifestações ilícitas, feitas por mais de 20 comentaristas durante o período. Todas convergiram para a defesa das mesmas teses, que, por isso, podem ser identificadas com a linha editorial da emissora.

Fonte: Revista Fórum

Médicos de OSSs paralisam por não receber reajuste que foi negociado

“Cadê o dinheiro repassado, secretário?, questionou dirigente do Sindsep, em ato/paralisação em frente à Secretaria Municipal de Saúde, na manhã desta segunda (26)

O Sindsep se somou ao Sindicato dos Médicos e Médicas de São Paulo em ato/paralisação, na manhã desta segunda-feira (26/06), em frente à Secretaria Municipal de Saúde. A categoria, que decidiu em assembleia pela paralisação das atividades nesta segunda, cobra o pagamento retroativo referente à Convenção Coletiva Salarial 2022/2023.

“Reivindicamos o pagamento dos 7 meses de reajuste, que obtivemos na negociação. Conquistamos o reajuste pela inflação e exigimos que esse direito seja pago agora pelas organizações sociais e pelo patronal Sindhosfil-SP [[Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo] que se negam a pagar esses 7 meses retroativos de reajuste. Nosso objetivo é que, em conjunto com as trabalhadoras e trabalhadores de organizações sociais, devemos caminhar em unidade para obtenção de nossos direitos numa campanha salarial cada vez mais unificada, que nos traga melhorias de condições de trabalho e reajustes adequados a nossas profissões”, esclareceu a médica Juliana Salles, dirigente do Simesp e da CUT-SP.

Ao compartilhar a experiência da unificação da Campanha Salarial 2023, que proporcionou este ano um reajuste linear de 5% para o funcionalismo público municipal, o dirigente da CUT-SP, João Batista Gomes, secretário de Política Intersindical do Sindsep, valorizou a ação do Simesp-SP.

“O Simesp esteve conosco na campanha unificada, onde 30 entidades estiveram na mobilização da campanha salarial dos servidores da Prefeitura de São Paulo, que partiu do zero para 5% de reajuste salarial, retroativo a maio, aprovado pela Câmara Municipal, na quarta passada (21/06), e será pago no mês de julho. E é um absurdo que tenhamos que vir à porta da Secretaria Municipal de Saúde exigir que as OSSs paguem o retroativo do reajuste salarial. A Prefeitura de São Paulo repassa os recursos mensalmente para as OSSs pagarem salários, insumos, garantirem condições de trabalho, então, se eles não estão pagando o retroativo, para onde está indo o dinheiro?”, questionou o dirigente cutista.

Ele acrescentou que a pasta tem responsabilidade em dar essa resposta e efetivar os salários dos profissionais médicos que estão atuando em 90% dos serviços de saúde do município.

A direção do Simesp esclareceu que a paralisação não atingirá unidades de urgência e emergência, como UPAs, AMAs, UTI e serviços de urgência e emergência cirúrgica. O movimento de greve ocorre nas unidades básicas de saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (Caps), Assistência Médica Especializada (AME), Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar (Emad), Programa de Acompanhante de Idoso (PAI), Centro Especializado em Reabilitação (CER), enfermarias e centros cirúrgicos eletivos que não oferecem atendimento de urgência, de acordo com a divisão de competências do Sistema Único de Saúde.

Fonte: Sindsep/SP

Servidores mantém mobilização pelos 5,79% ainda em 2023

Em assembleia geral, realizada hoje a tarde, 27/06, os servidores públicos civis e militares rejeitaram a proposta do governador Paulo Dantas (MDB) de dividir a reposição salarial de 5,79% em duas vezes. Os servidores civis realizaram a assembleia geral no auditório do Sindicato dos Urbanitários e os policiais militares na Assomal. Apesar, de realizarem as assembleias em lugares separados, os dois segmentos do funcionalismo públicos rejeitaram a proposta de 3% em outubro e 2,79% para janeiro de 2024.

Para Rilda Alves, presidenta da CUT/AL, os servidores querem a reposição de 5,79% em julho e o Estado tem condições de garantir a reposição ainda em 2023.

Os servidores também reivindicam a manutenção das mesas de negociação para discutir as pautas das categorias e garantia do governo que a data base de 2024 comece a ser negociada em março de 2024.

Chacina de Curió: 4 policiais militares são condenados a 1.103 anos prisão

Somadas, as penas de Antônio José de Abreu Vidal Filho, Marcus Vinícius Sousa da Costa, Wellington Veras Chagas e Ideraldo Amâncio superam 1,1 mil anos. Outros 16 réus serão julgados no Ceará ainda este ano

Os policiais militares Antônio José de Abreu Vidal Filho, Marcus Vinícius Sousa da Costa, Wellington Veras Chagas e Ideraldo Amâncio foram condenados na madrugada deste domingo (25), em Fortaleza, por 11 homicídios qualificados consumados, três homicídios qualificados na forma tentada, além de três crimes de tortura física e um de tortura mental cometidos na chamada Chacina do Curió. Somadas, as penas chegam a 1.103 anos e 8 meses de reclusão, com regime inicial de cumprimento fechado. Foi, ainda, determinada a imediata prisão provisória dos quatro bem como a perda do cargo de policial militar. Os condenados podem entrar com recurso.

A Chacina do Curió ocorreu na noite e madrugada dos dias 11 e 12 de novembro de 2015 em nove locais da Grande Messejana, em Fortaleza. As 11 vítimas fatais eram do sexo masculino e a maioria com menos de 18 anos. Segundo investigação do Ministério Público do Estado do Ceará, os crimes foram cometidos pelos policiais militares horas depois da morte de um colega de corporação, o soldado Valtermberg Chaves Serpa, assassinado após reagir a um roubo contra a esposa dele.

Foram assassinados pelos PMs Alef Sousa Cavalcante, 17 anos; Antônio Alisson Inácio Cardoso, 17; Francisco Enildo Pereira Chagas, 41; Jandson Alexandre de Sousa, 19; Jardel Lima dos Santos, 17; José Gilvan Pinto Barbosa, 41; Marcelo da Silva Mendes, 17; Patrício João Pinho Leite, 16; Pedro Alcântara Barroso, 18; Renayson Girão da Silva, 17; e Valmir Ferreira da Conceição, 37.

Vitória do povo periférico

No julgamento, realizado no Fórum Clóvis Bevilaqua desde terça (20), os sete jurados acataram integralmente a tese do MP, responsável pela denúncia dos acusados. Outros 16 réus do processo ainda serão julgados em sessões marcadas para agosto e setembro deste ano.

“Essa vitória é da nossa periferia, é do nosso povo periférico, é dos nossos jovens. É libertar os jovens das mortes, é libertar esses jovens das mortes”, afirmou Edna Carla Souza Cavalcante, a mãe de Alef Sousa Cavalcante, de acordo com o Diário do Nordeste. “Ainda não está tudo resolvido porque tem os outros (policiais) né? Mas, sim, é uma alegria. É uma alegria, sim, porque a gente não quer o mal da polícia. A gente quer apenas a condenação de quem praticou um crime bárbaro com onze pessoas e deixou sete feridos.”

Manuel Pinheiro, procurador-geral de Justiça do Ceará, também se pronunciou. “A justiça foi feita no caso concreto, com uma condenação bem fundamentada na prova dos autos. Essa sentença é a realização da justiça, é a resposta civilizada para a barbárie que foi a Chacina do Curió. A justiça não apaga a dor dessas famílias, mas ela traz paz, paz no presente e paz no futuro para essas comunidades que viveram tanto tempo sob os signos da incerteza e do medo.”

Chacina de Curió

A morte de Valtermberg Chaves Serpa repercutiu rapidamente nas redes sociais com os PMs falando em vingança. Segundo a denúncia do MP, os acusados planejaram uma ação impactante, com divisão de tarefas, que começou pela procura de alvos preferenciais. Queriam uma retaliação a qualquer custo, pouco importando se as vítimas tinham, ou não, relação com aquele ou qualquer evento criminoso.

Os executores, sempre de acordo com o Ministério Público do Ceará, escolheram as vítimas aleatoriamente, resultando na morte e ofensa à integridade física e mental de pessoas inocentes. Além disso, A Chacina de Curió ocorreu com os envolvidos tentando encobrir vestígios dos crimes e imaginando que as vítimas não tinham a quem recorrer, já que se tratava de uma ação coordenada por agentes da lei, especificamente da segurança pública.

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Fonte: Rede Brasil Atual

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