Prefeitura esclarece: quem vai ganhar R$ 1,2 milhão é Gustavo Lima, Zé Neto vai ganhar R$ 35 mil

Zé Neto não é o cantor sertanejo paulista, mas o filho e Junior Leão, secretário de governo da gestão municipal

A Fundação Municipal de Ação Cultural da Prefeitura de Maceió distribuiu nota à imprensa comunicando que houve erro na publicação feita no Diário Oficial do Município (DOM) sobre a contratação da empresa Balada Eventos e Produções Ltda e o cantor Zé Neto.

De acordo com a nota, o cachê do cantor Zé Neto foi corrigido para R$ 35 mil. A verba de R$ 1,2 milhão é para o cantor Gustavo Lima, conforme o novo edital publicado pela Prefeitura..

Veja a nota:

A Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC) de Maceió informa que houve erro em uma publicação feita na edição extraordinária do Diário Oficial do Município dessa terça-feira (11/06).

Os valores de R$ 1.200.000,00 correspondentes à contratação da BALADA EVENTOS E PRODUÇÕES LTDA estão incorretos.

Na mesma edição, o valor correto, R$ 35.000,000, também foi publicado. Porém, para que não fiquem dúvidas diante do processo, o valor certo será ratificado na publicação ordinária do Diário Oficial, que circula a partir da meia-noite desta quarta-feira (12).

Repercussão nas redes

O “erro”, anunciado pela FMAC gerou vários tipos de manifestação nas redes sociais.

Um deles diz, inclusive, que o cantor Zé Neto não seria o sertanejo paulista, mas Zé Neto Leão, que vem a ser o filho do ex-deputado estadual e atual Secretário Municipal de Governo, Júnior Leão, cujo nome consta na programação oficial.

Fonte: É Assim

Hospital de Gaza registra 50 casos de desnutrição infantil em apenas uma semana

Um hospital no norte de Gaza registrou ao menos 50 casos de crianças palestinas com grave desnutrição em apenas uma semana, segundo informações da agência Anadolu.

Hossam Abu Safiya, diretor do Hospital Kamal Adwan, que opera com recursos escassos devido ao violento cerco israelense, reportou o número em comunicado oficial no domingo (9).

“O sistema de saúde de Gaza é alvo das forças da ocupação israelense, mas estamos tentando retomar minimamente nossos serviços, apesar da carência de recursos combustíveis”, comentou Abu Safiya.

O médico descreveu as condições em Gaza como “catastróficas”, ao reiterar que “o espectro da fome está por toda parte”.

Israel impôs seu cerco militar absoluto — sem comida, água, insumos combustíveis ou medicamentos — em outubro, como retaliação e punição coletiva por uma ação transfronteiriça do grupo Hamas. Desde então, dezenas de crianças morreram de fome.

Ao promover suas ações, o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, descreveu os palestinos de Gaza como “animais humanos”. Seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, chegou a proclamar uma “guerra santa contra as crianças das trevas”.

Após a tomada da travessia de fronteira de Rafah pelo exército israelense, em 7 de maio, apesar de alertas internacionais e mesmo em desacato a uma ordem do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), sediado em Haia, a crise humanitária em Gaza se intensificou ainda mais.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e do Programa Alimentar Mundial (PAM), em torno de um milhão de pessoas — entre 2.4 milhões de habitantes em Gaza — devem enfrentar fome endêmica até meados de julho.

A Agência das Nações Unidas para Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) reportou na quinta-feira (6) que doenças e desidratação também assolam Gaza devido aos cortes deliberados de recursos hídricos e à destruição da infraestrutura de saneamento.

Israel desrespeita ainda resoluções por cessar-fogo do Conselho de Segurança.

Ataques diretos a Gaza deixaram 37.164 mortos e 84.832 feridos, além de dois milhões de desabrigados. Entre as fatalidades, ao menos 15 mil são crianças.

As ações israelenses são crime de guerra e genocídio.

Fonte: Monitor do Oriente

Artistas locais se revoltam com JHC que vai pagar R$ 1,2 milhão a sertanejo Zé Neto

Contrato milionário publicado no Diário Oficial do Munícipio foi visto como acinte aos fazedores da cultura local que cobram cachês atrasados

Após protestos de artistas locais, que não são respeitados pela gestão municipal, a Prefeitura de Maceió anuncia a contratação do cantor sertanejo Zé Neto por R$ 1 milhão e 200 mil, conforme publicação no Diário Oficial do Município.

Os artistas fizeram protestos por que não recebem os valores ínfimos de seus contratos, ainda de eventos passados. Por isso foram à praça Dois Leões, nesta terça-feira, 11, quase em frente a sede da Prefeitura e manifestaram repúdio à gestão do prefeito JHC pelo descaso com a cultura local.

Na praça, “os fazedores cultura” protestaram contra o calote dos cachês, muitos deles do São João de 2023. Com faixas e cartazes, eles pediram respeito ao setor cultural alagoano e deixaram claro que fazer “cultura em Maceió não é massa”.

Contratos milionários

Enquanto isso, a prefeitura fez um contrato sem licitação para “São João Massayó 2024”, com a empresa Balada Eventos e Produções no valor de R$ 1,2 milhão, exatamente para pagar o cachê do “sertanejo” Zé Neto, natural de São José do Rio Preto, São Paulo.

Além do sertanejo paulista, a Prefeitura de Maceió também vai pagar o mesmo valor para o cantor Gustavo Lima.

“Mais que um desrespeito é um acinte contra o movimento cultural da cidade, contra os artistas e a sociedade em geral que, naturalmente, vai pagar essa exorbitância, principalmente depois dos R$ 8 milhões que saíram dos cofres municipais para pagar a Escola de Samba Beija Flor no carnaval deste ano”, reagiu o presidente do PT, Ricardo Barbosa, ao tomar conhecimento da publicação do contrato no Diário Oficial.

O dirigente ainda estranhou o silêncio da Câmara de Vereadores de Maceió, diante do descaso municipal para com a cultura e os artistas alagoanos. “É lamentável que tudo isso esteja acontecendo, inclusive diante dos órgãos de fiscalização”, declarou.

Fonte: É Assim

Homens armados que invadiram acampamento do MST continuam ameaçando moradores de morte na PB

Os criminosos armados que invadiram no último sábado (08/06), o Acampamento Canudos em Riachão de Santo Antônio e surpreenderam as famílias que ali vivem, amarrando as vítimas e ateando fogo em sete barracos, continuam ameaçando os moradores.

O acampamento é uma ocupação realizada pelo MST há 10 anos e abriga 56 famílias que reivindicam a desapropriação da fazenda Canudos, com uma área de cerca de 3 mil hectares, e que se encontra abandonada, improdutiva, não cumprindo sua função social.

O primeiro barraco abordado pelos homens foi o de Gerlane Alves (24), que estava com seus dois filhos (crianças de 5 e 2 anos), e seu companheiro. De acordo com a vítima, os terroristas gritavam alto, diziam ser policiais e que estavam ali para fazer o bem.

Na sequência, eles foram empurrados para fora do barraco com as crianças, enquanto viam os homens derramarem um produto inflamável e queimarem tudo que estava no barraco.

“Deixaram a gente assistir tudo nosso pegar fogo. Sensação horrível. Perdi tudo, né. E ainda ver minha filha desesperada chorando e eles dizendo que iam nos matar. Dá uma revolta muito grande. Minha força foi Deus. Mal eu tinha conseguido e eles destruíram tudo”, contou a vítima, diz o Viomundo.

Após expulsarem as famílias, os criminosos queimaram os barracos, deixando as famílias assistindo às chamas tomarem conta de tudo que ali haviam construído.

Ao saírem, gritaram para que fossem embora e nunca mais voltassem ali. A ação durou cerca de 1h.

As famílias acampadas viveram momentos de terror, mas conseguiram controlar o fogo.

A Polícia Militar foi acionada e prestou assistência aos que ali foram covardemente atacados. Fizeram diligências, mas os criminosos não foram encontrados.

Ameaças sob a posse da terra
De acordo com algumas famílias, no último dia 30 de maio, representantes do Incra Paraíba e da coordenação estadual do MST realizaram o cadastramento para identificação das famílias no acampamento.

Na mesma semana, o proprietário da fazenda esteve no local acompanhado de um possível comprador do imóvel.

Há dois anos os moradores do acampamento sofrem duras ameaças de um funcionário da fazenda, conhecido como Erivadro.

Segundo relatos de algumas famílias, ele já havia dito que iria botar fogo no acampamento e expulsar todos.

O crime está sendo acompanhado pela Comissão Estadual de Prevenção à Violência no Campo, defensoria pública e pela delegacia de Polícia Civil da cidade de Queimadas.

Fonte: A Postagem

Estudantes baianos usam folha da goiabeira para desenvolver protetor solar

Com o aumento da temperatura global, proteger a pele se tornou fundamental para evitar doenças. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de pele é o mais comum no Brasil, com mais de 175 mil novos casos por ano. Um produto essencial na prevenção dessa patologia é o protetor solar. Ao observar as propriedades fotoprotetoras das folhas da goiabeira, os alunos do Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Jacuípe III – Edna Daltro, Geovana Thaís, Ana Carolina, Ana Cecília e Hadrian Raphael, sob orientação de Marília Sousa, desenvolveram um protótipo de protetor solar com a planta, para oferecer uma solução de baixo custo à população.

A estudante Geovana Thaís revela como surgiu a ideia de desenvolver o produto usando Psidium guajava, nome científico da folha da goiabeira. “A partir do estudo que tivemos sobre as propriedades da folha, vimos que além de seus múltiplos benefícios, ela tinha uma ótima capacidade fotoprotetora, que nada mais é do que a capacidade de um produto ou substância de proteger a pele contra danos causados pela exposição à radiação ultravioleta (UV) do sol”.

O estudo mostrou que a folha da goiabeira tem diversos compostos que são capazes de combater a radiação UV. “O ácido ascórbico, conhecido como vitamina C, é um antioxidante que ajuda a neutralizar os radicais livres gerados pela exposição ao sol, reduzindo o dano oxidativo na pele. O licopeno, que é um pigmento antioxidante responsável pela cor vermelha da goiaba, também pode ajudar a proteger a pele contra os danos causados pela radiação UV. Além disso, temos os flavonoides, que são compostos vegetais com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, capazes de proteger a pele contra os danos solares”, explica Geovana.

Segundo a estudante, o produto é sustentável, natural e não utiliza conservantes ou algum outro tipo de matéria-prima que possa agredir a pele. “Usamos como base principal o extrato da Psidium guajava. Fizemos um teste em luz natural, porém, para maior segurança e comprometimento, é necessário um teste laboratorial, onde realmente iremos ver o seu nível de capacidade fotoprotetora. Em relação a outros produtos, o nosso fotoprotetor pode ser mais acessível pelo fácil acesso da sua composição “, diz sobre o projeto que é desenvolvido no âmbito do Programa Ciência na Escola, da Secretaria de Educação (SEC).

Bahia Faz Ciência

A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) estreou no Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, 8 de julho de 2019, uma série de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação de forma a contribuir com a melhoria de vida da população em temas importantes como saúde, educação, segurança, dentre outros. As matérias são divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e estão disponíveis no site e redes sociais da Secretaria. Se você conhece algum assunto que poderia virar pauta deste projeto, as recomendações podem ser feitas através do e-mail ascom@secti.ba.gov.br.

Fonte: Ascom/Secti

Operação da PF resgata 16 trabalhadores em situação análoga à escravidão em MG

Uma operação da Polícia Federal (PF) resgatou 16 trabalhadores mantidos em situação análoga à escravidão na cultura do café na região entre os municípios de Santa Rosa e Campos Altos, no Triângulo Mineiro. Na última sexta-feira (07/06), os trabalhadores receberam R$ 90 mil em verbas salariais e rescisórias após ser libertados. Alguns deles sequer tinham acesso ao banheiro.

“Todos eles foram recrutarmos no interior da Bahia e vieram com falsas promessas de trabalho. Tiveram que pagar suas próprias passagens para vir. Foram alojados em locais sem a menor condição de habitabilidade. Três das quatro edificações sequer tinham vaso sanitário em condição de uso, e eles tinham que usar o mato para fazer suas necessidades fisiológicas. Um dos alojamentos não tinha chuveiro, e os trabalhadores tinham que tomar banho de caneca”, descreve o auditor-fiscal do Trabalho Humberto Camasmie, que acompanhou a ação, iniciada a partir de denúncias.

Foto: MTE/ Divulgação

Imagens compartilhadas pelas autoridades mostram o casebre onde os trabalhadores foram encontrados. As fotos exibem paredes sujas e um armário improvisado sobre pneus, por exemplo. A investigação também apurou que o valor do combustível utilizado nas máquinas de trabalho dos funcionários eram descontado dos salários, o que é ilegal. A água disponibilizada para eles não tinha garantia de ser potável.

Foto: MTE/ Divulgação

Os empregadores estão sendo investigados pelo crime de redução à condição análoga à escravidão e outras infrações trabalhistas. Além da verba rescisória, os trabalhadores têm direito a três parcelas de seguro desemprego. Seu retorno para casa foi garantido pelas autoridades, e eles podem, ainda, receber uma indenização por danos morais individuais, negociada pelo Ministério Público do Trabalho.

Fonte: Webterra

PF descobre nova joia que Bolsonaro tentou vender nos EUA

Presidente Jair Bolsonaro na saída do Palácio do Alvorada 05/05/2020 REUTERS/Ueslei Marcelino

A Polícia Federal (PF) descobriu a existência de uma nova joia cravejada de pedras preciosas que teria sido negociada nos Estados Unidos por pessoas ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são da CNN. 

O novo item de luxo foi descoberto há poucas semanas, após ações dos investigadores nos EUA. Um dos depoentes, ligado a uma joalheria americana, descreveu o valor potencial do objeto, afirmando que suas pedras preciosas poderiam ser extraídas para comercialização. No entanto, o depoente informou que o negócio acabou não sendo concluído. 

Há suspeitas de que a joia também possa ter sido um presente de um país do Oriente Médio ao ex-presidente. Agora, os investigadores querem descobrir informações sobre onde a joia está atualmente. 

As investigações preliminares sugerem que a joia estava guardada no mesmo estojo que continha uma escultura de palmeira, folheada a ouro, entregue a Bolsonaro durante um encontro entre empresários brasileiros e árabes no Bahrein, país localizado na Ásia. 

A avaliação dos investigadores é que o depoimento prestado ainda precisa ser corroborado por mais provas. Portanto, a expectativa é de que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, seja ouvido nos próximos dias para fornecer mais detalhes sobre a existência, a origem e o destino do objeto.

A joia não teria sido incluída na “operação resgate”, que envolveria aliados do ex-presidente na recompra de itens vendidos no exterior após uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) para a devolução dos presentes.

Fonte: Terra

https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/pf-descobre-nova-joia-nos-eua-durante-investigacao-contra-bolsonaro,a8c4e6e5227da1db041046118c7aaa98j42e9hm3.html?utm_source=clipboard
https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/pf-descobre-nova-joia-nos-eua-durante-investigacao-contra-bolsonaro,a8c4e6e5227da1db041046118c7aaa98j42e9hm3.html?utm_source=clipboard

Prefeitura de Maceió é denunciada por após negar exames de urologia e ressonância mamária

Exames são essenciais para a população e estão previstos em Termo de Ajustamento de Conduta homologado judicialmente

A Defensoria Pública do Estado de Alagoas (DPE/AL) levou ao conhecimento da Justiça o descumprimento de uma decisão judicial pelo Município de Maceió, que determina a oferta de exames médicos à população carente. O pedido, protocolado esta semana pelo Defensor Público Fabrício Leão Souto, foi feito após a instituição constatar que pacientes tiveram seu direito à saúde negado pela prefeitura, que recusou a realização dos exames de Uretrocistografia Miccional Retrógrada e Ressonância das Mamas com Contraste.

“Há um cidadão idoso de 67 sem conseguir urinar dependendo desse exame. Assim como há uma senhora com forte dores na mama, que precisa investigar o que é. Enquanto isso, o Município de Maceió descansou em cima da alegada falta de prestador, cruzou os braços e se dá por satisfeito, como se os problemas se resolvem com isso”, destacou o defensor público.

Os cidadãos procuraram a Defensoria Pública após terem encontrado dificuldade para realizar os exames que necessitaram junto à Secretaria Municipal de Saúde de Maceió. Tais exames estão previstos em uma ação civil pública e foram objeto de Termo de Ajustamento de Conduta assumido pelo próprio Município.

Após tentativas de resolver judicialmente tais encaminhamentos, a Defensoria Pública adotou as providências judiciais em favor da população. A Instituição também descobriu que o Município havia arquivado o processo administrativo do cidadão, alegando a falta de prestador de serviço disponível.

“Tem sido recorrente, também, dizerem na Secretaria de Saúde que não conseguiram o contato telefônico com a parte, quando tais dados foram informados por ofício e as pessoas constantemente estão lá em busca de agendar seus exames”, pontou Fabrício Souto.

Por Ascom DPE/AL

Manifestação na Casa Branca exige o fim da guerra em Gaza e condenação dos crimes de Israel

Manifestação gigante fez com que o governo americano tomasse medidas adicionais de segurança; veja vídeo aqui

Milhares de manifestantes se reuniram na porta da Casa Branca em Washington, nos Estados Unidos, neste sábado (8), para exigir o fim da guerra na Faixa de Gaza e do apoio americano a Israel. A manifestação lembrou os oito meses do início do conflito na região.

A movimentação, segundo informações da Reuters e AFP, fez com que o governo americano tomasse várias medidas de segurança já na véspera do evento. Foi cercado com grades o entorno da residência oficial do presidente americano Joe Biden, que está em viagem oficial à França.

“Em preparação para os eventos deste fim de semana em Washington, que têm potencial para reunir grandes multidões, medidas adicionais de segurança pública foram implementadas perto do complexo da Casa Branca”, disse um porta-voz do Serviço Secreto dos EUA.

Vermelho

Os manifestantes estavam vestidos de vermelho. Segundo organizadores, a cor foi para lembrar a reação de Biden após o ataque israelense a Rafah, quando foram mortos dezenas de palestinos em acampamento de deslocados.

Biden afirmou que Israel não havia ultrapassado a a “linha vermelha” traçada pelos EUA para suspender o envio de armas ao país em guerra.

Apesar de ter pausado o envio de um carregamento de bombas para Israel, segundo anúncio feito em maio, o apoio militar de Washington a Tel Aviv segue intacto. A pausa teria como objetivo, segundo anúncio da Casa Branca, evitar que armas americanas fossem usadas em um possível ataque à cidade de Rafah. Mais de 1 milhão de moradores na Faixa de Gaza se deslocaram para o local.

Manifestações nos EUA

Manifestações têm surgido em varias partes do país ao longo dos últimos meses contra o apoio americano a Israel. Desde marchas em Washington e vigílias próximas à Casa Branca até o bloqueio de pontes e estradas perto de estações de trem e aeroportos em várias cidades e acampamentos em muitos campi universitários.

A manifestação de sábado foi organizada por grupos de defesa e ativistas como Codepink e o Conselho de Relações Islâmico-Americanas.

O Ministério da Saúde de Gaza informou que, até o momento, houve 36.801 mortes no território desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, além de 83.680 feridos.

Centenas de manifestantes se deitaram neste sábado (8), em frente ao Museu Guggenheim, em Bilbao, na Espanha. O objetivo era simular as vítimas em Gaza e acusar Israel de cometer genocídio.

Fonte: Revista Fórum

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