25ª Feira da Reforma Agrária de Alagoas será realizada na praça dos Martírios

De 9 a 12 de setembro, os trabalhadores e trabalhadoras do campo estarão em Maceió, na Praça dos Martírios, apresentando à sociedade alagoana o fruto da luta pela terra.

A 25ª Feira da Reforma Agrária de Alagoas chega para celebrar 25 anos de uma história construída por homens e mulheres que fazem da terra um espaço de produção de alimentos saudáveis, de resistência e de vida.

Tudo aquilo que acontecia na Praça da Faculdade agora estará na Praça dos Martírios: a comida da roça sem veneno, os produtos dos acampamentos e assentamentos, a cultura, os encontros e a partilha entre o campo e a cidade.

Serão dias de alimentos saudáveis, produtos da agricultura camponesa, cultura e muita luta, aproximando quem produz de quem vive na cidade.

Fonte: Ascom/MST AL

Bets desviaram R$ 141 bilhões da atividade econômica brasileira em 2025

Estudo estima que apostas on-line provocaram impacto de até 1,1% do PIB em 2025, enquanto famílias teriam perdido R$ 62,5 bilhões e a arrecadação do setor não compensaria os prejuízos causados à economia.

As apostas on-line podem ter retirado entre R$ 120 bilhões e R$ 141 bilhões da atividade econômica brasileira em 2025, segundo estudo do economista Guilherme Klein, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisador do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da Universidade de São Paulo (Made-USP).

O impacto estimado equivale a 0,9% a 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB). No limite superior, é cerca de cinco vezes o impacto de 0,2 ponto percentual atribuído pelo Ministério da Fazenda ao tarifaço imposto pelo governo Donald Trump às exportações brasileiras.

A RED vem acompanhando sistematicamente a expansão das bets e seus impactos econômicos, sociais e sanitários, defendendo medidas mais rigorosas e colocando em debate, inclusive, a possibilidade de proibição das apostas on-line de quota fixa — modalidade na qual o apostador conhece, ao fazer a aposta, quanto poderá receber caso acerte.

A campanha Tributar os Super-Ricos, ligada ao Instituto Justiça Fiscal (IJF), acrescenta agora novos argumentos a essa discussão ao chamar atenção para as estimativas sobre o prejuízo provocado pelas apostas à economia brasileira. A RED conferiu os principais números divulgados pela campanha e constatou que eles encontram respaldo em estudos, pesquisas e dados oficiais recentes.

R$ 62,5 bilhões saíram do orçamento das famílias

É preciso distinguir dois números. Os R$ 120 bilhões a R$ 141 bilhões não correspondem ao dinheiro diretamente perdido pelos apostadores, mas à estimativa do impacto mais amplo sobre a atividade econômica.

O ponto de partida do cálculo é uma estimativa de R$ 62,5 bilhões em perdas líquidas das famílias com as bets em 2025, apresentada no Boletim Fiscal dos Estados Brasileiros, elaborado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) em parceria com o Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento (Cicef), com base em estatísticas de pagamentos do Banco Central.

No período, as plataformas movimentaram quase R$ 351 bilhões em transferências via Pix. O valor líquido considera a diferença entre o dinheiro destinado às apostas e aquilo que retorna aos jogadores.

A partir dos R$ 62,5 bilhões, Klein estimou o efeito provocado quando esses recursos deixam de financiar outras atividades. Dinheiro destinado às bets deixa de ser usado na compra de alimentos, roupas, medicamentos e serviços ou em outras formas de consumo e poupança, reduzindo vendas, produção e arrecadação.

Impacto pode equivaler a até metade do crescimento do PIB

O PIB brasileiro cresceu 2,3% em 2025. Pelos cálculos de Klein, o impacto das bets, estimado entre 0,9% e 1,1% do PIB, teria magnitude equivalente a algo entre 40% e 50% de todo o crescimento econômico registrado no ano.

Isso não significa que, sem as apostas, o PIB necessariamente teria crescido 0,9 ou 1,1 ponto percentual a mais. Trata-se de um cálculo contrafactual, que estima o que poderia ter ocorrido caso aqueles recursos permanecessem circulando em outras atividades.

A comparação com o tarifaço estadunidense também exige cautela. A Secretaria de Política Econômica estimou impacto negativo de aproximadamente 0,2 ponto percentual no PIB entre agosto de 2025 e dezembro de 2026. São fenômenos e períodos diferentes, mas a comparação oferece uma medida de grandeza: o efeito estimado das bets é várias vezes superior ao impacto projetado para as tarifas de Trump.

Arrecadação pode não compensar as perdas

A Receita Federal informou à Câmara dos Deputados que o governo arrecadou aproximadamente R$ 9 bilhões em impostos sobre apostas esportivas em 2025.

O estudo de Klein, porém, estima que a redução do consumo e da atividade econômica provocada pelas bets tenha causado perda de arrecadação entre R$ 31,1 bilhões e R$ 54,8 bilhões. Descontados os impostos pagos diretamente pelas plataformas, o saldo negativo para os cofres públicos ficaria entre R$ 22 bilhões e R$ 46 bilhões.

A estimativa coloca em xeque um dos principais argumentos em defesa das bets: o de que sua tributação representaria necessariamente ganho líquido para o Estado.

E essa conta não inclui os custos decorrentes do endividamento, dos conflitos familiares e dos problemas de saúde associados à dependência em jogos.

Quase três em cada dez brasileiros dizem apostar

Levantamento Genial/Quaest realizado em abril de 2026 com 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais constatou que 29% afirmam ter o costume de apostar dinheiro pela internet. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O dado não significa que 29% dos brasileiros sejam dependentes ou que 29% dos jovens estejam viciados. A pesquisa mede o hábito de apostar, não a ludopatia.

Ainda assim, praticamente três em cada dez brasileiros declararem apostar pela internet mostra a dimensão alcançada por uma atividade que há poucos anos tinha presença muito menor no cotidiano da população.

Os problemas relacionados às apostas também já são tratados pelo governo como questão de saúde pública. O Ministério da Saúde oferece atendimento específico a pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas e seus familiares.

O serviço de teleatendimento começou em março com capacidade para 600 atendimentos mensais. Em agosto, o SUS ampliou a estrutura para oferecer até 100 mil teleatendimentos por mês, pelo Meu SUS Digital. O Ministério relaciona o uso problemático das apostas a ansiedade, irritabilidade, alterações de sono e humor, dificuldades familiares e profissionais e comprometimento do orçamento.

Setor contesta as estimativas

Entidades representativas das empresas de apostas contestam o estudo. A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) questiona as hipóteses adotadas, o multiplicador econômico utilizado e a estimativa de R$ 62,5 bilhões tomada como ponto de partida.

O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) argumenta ainda que o cálculo não contabiliza com metodologia equivalente efeitos positivos do setor, como empregos, fornecedores, tecnologia, publicidade, patrocínios, investimentos e arrecadação.

Há, portanto, controvérsia sobre a dimensão exata do impacto econômico, embora isso não elimine os dados sobre o enorme volume de recursos destinado às apostas, sua disseminação entre a população e os problemas sociais e sanitários associados à atividade.

Uma discussão para a campanha eleitoral

Há ainda uma dimensão distributiva. Segundo Klein, as apostas podem aumentar a concentração de renda, pois a perda de recursos tem peso proporcionalmente maior nos orçamentos das famílias de menor renda. Em dois cenários analisados, o pesquisador estima possível aumento da concentração de renda no topo da pirâmide entre 0,5% e 2,1%.

A RED vem insistindo nesse debate porque as bets ultrapassaram há muito os limites de uma discussão sobre entretenimento ou liberdade individual.

A regulamentação estabeleceu controles, tributação e fiscalização. Os dados acumulados desde então permitem perguntar se isso basta.

A campanha Tributar os Super-Ricos, que motivou esta reportagem, defende a proibição das bets. A RED também já colocou essa alternativa em discussão em artigos e reportagens anteriores.

A aposta de quota fixa foi legalizada no Brasil em 2018, durante o governo Michel Temer, e regulamentada posteriormente. Sua eventual proibição dependeria de nova decisão legislativa, e já existem projetos sobre o tema no Congresso Nacional.

Em plena campanha eleitoral, a questão deveria ser apresentada aos candidatos à Presidência, à Câmara e ao Senado: são favoráveis à manutenção das bets, à imposição de restrições muito mais severas ou à sua proibição?

Quando dezenas de bilhões de reais deixam o orçamento das famílias, o impacto sobre a atividade econômica pode superar R$ 100 bilhões e o SUS precisa ampliar sua estrutura para atender pessoas atingidas pela dependência, a resposta não pode se resumir à quantidade de impostos que as plataformas pagam.

A conta das bets precisa incluir também aquilo que elas retiram da economia e da sociedade.

Fonte: Rede Estação Democrática

Vantagem de Lula no Nordeste é três vezes maior do que o saldo que Flávio acumula no Sul

A ponderação das pesquisas Quaest pelo tamanho do eleitorado mostra Lula com vantagem teórica próxima de 7 milhões de eleitores.

A liderança de Flávio Bolsonaro (PL) nos três estados do Sul está longe de ser suficiente para compensar a vantagem obtida por Lula (PT) nos seis estados do Nordeste alcançados pelas recentes pesquisas Quaest. Quando os percentuais das pesquisas são ponderados pelo tamanho do eleitorado de cada estado, a diferença torna-se expressiva. E poderia ser maior, se a totalidade do território nordestino tivesse sido avaliada.

O cálculo para apoiar essa afirmação considera os percentuais de Lula e Flávio Bolsonaro apresentados pela Quaest e o número de eleitores aptos a votar em 2026 em cada unidade da Federação. Não se trata de uma projeção do resultado das urnas, mas de uma forma de medir o peso eleitoral das vantagens registradas nas pesquisas.

Nordeste dá a Lula saldo superior a 10 milhões

Nos seis estados nordestinos pesquisados — Bahia, Pernambuco, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas — há aproximadamente 32,1 milhões de eleitores. Aplicados os percentuais da Quaest a esse universo, Lula alcançaria teoricamente 16,7 milhões, contra 6,3 milhões de Flávio Bolsonaro. A diferença seria de aproximadamente 10,4 milhões em favor do atual presidente.

A Bahia tem peso decisivo nessa conta. Quarto maior colégio eleitoral do Brasil, com 11,32 milhões de eleitores, o estado registra 50% para Lula e 17% para Flávio. A diferença de 33 pontos percentuais representa, quando aplicada ao eleitorado baiano, um saldo teórico de cerca de 3,74 milhões para Lula.

Pernambuco acrescentaria outros 2,53 milhões à diferença e o Maranhão, cerca de 1,97 milhão. Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas completariam o saldo favorável ao petista.

Sul devolve apenas um terço da diferença

Nos três estados do Sul, que juntos possuem aproximadamente 22,86 milhões de eleitores, ocorre o movimento inverso. Flávio Bolsonaro aparece com vantagem sobre Lula no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Ponderados pelo eleitorado, os percentuais das pesquisas representariam cerca de 9 milhões para Flávio e 5,5 milhões para Lula. O saldo seria de cerca de 3,5 milhões para o candidato da extrema-direita.

O Paraná produziria a maior vantagem sulista, com algo perto de 1,55 milhão, seguido por Santa Catarina, com 1,43 milhão. No Rio Grande do Sul, onde a diferença entre os candidatos é menor, o saldo ficaria próximo de 512 mil.

Isso significa que, para cada três eleitores de vantagem acumulados por Lula nos seis estados nordestinos, Flávio recuperaria um deles no Sul. Então, a situação de empate técnico no Sudeste dá uma expressiva probabilidade de vitória para o petista. E resta o Centro-Oeste, com tendência favorável a Flávio, mas onde o fator Ronaldo Caiado também tem peso.

Saldo final ainda seria de quase 7 milhões para Lula

Repetindo: colocadas frente a frente as duas regiões avaliadas como distintas na escolha, os 3,49 milhões de vantagem de Flávio no Sul absorveriam apenas parte dos 10,45 milhões acumulados por Lula nos seis estados nordestinos. Depois dessa compensação, Lula ainda conservaria vantagem teórica próxima de 6,96 milhões de eleitores.

E há um aspecto que torna a comparação ainda mais relevante: o levantamento não contempla todo o Nordeste. Ceará, Piauí e Sergipe, onde Lula também deve vencer, estão fora desse cálculo, enquanto os três estados do Sul já estão integralmente considerados.

A comparação não permite antecipar o resultado da eleição, pois considera o eleitorado total e não desconta abstenções, votos brancos, nulos ou destinados aos demais candidatos. Ela revela, porém, que a vantagem percentual de Flávio Bolsonaro no Sul, mesmo expressiva, tem peso eleitoral muito menor do que o saldo acumulado por Lula nos estados nordestinos pesquisados.

Fonte: Rede Estação Democrática

Em mais um ataque genocida, Israel bombardeia área hospitalar em Gaza

O Estado genocida de Israel atacou neste sábado (29) a área hospitalar da Faixa de Gaza. A ofensiva amplia a tensão em torno do cessar-fogo que vigora no território desde outubro de 2025.

O ataque atingiu um prédio adjacente às instalações principais do hospital.

A administração do Hospital dos Mártires de Al-Aqsa informou à AFP que três pessoas ficaram feridas no ataque. As vítimas estavam perto de um depósito situado a pouca distância da maternidade.

Hospital havia relatado outra morte por fogo israelense

Horas antes da ação, o hospital relatou uma morte provocada por fogo israelense na parte leste de Deir al-Balah. As autoridades israelenses não confirmaram esse episódio.

Hospitais, abrigos e outras estruturas civis se tornaram alvos recorrentes de acusações entre Israel e o Hamas durante a guerra. Israel afirma que o grupo palestino utiliza instalações de saúde para atividades militares, alegação contestada por autoridades locais e organismos humanitários em diferentes episódios do conflito.

O cessar-fogo estabelecido em outubro de 2025 não interrompeu completamente os confrontos nem garantiu estabilidade no território. A ofensiva em Deir al-Balah ocorre em meio ao risco de colapso do acordo.

Redação com DCM

O LULA QUEBROU A BANCA

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 30 de Agosto/ 2026

Essa semana a politica começou de verdade, debates, entrevistas, sabatinas e com os programas eleitorais que deram o tom das campanhas dos candidatos.

Esse ano não temos o Padre Kelson, Kelvin, o canditado Padre, mas temos substitutos à sua altura ou sua baixeza. No
debate da Band houve empate entre os presentes e ausentes e os presentes jogaram sozinhos, mas perderam pra eles mesmos. Caiado tem se mostrado o mais enrolão da disputa, não respondendo objetivamente a nenhuma pergunta. O Cury ta conseguiu jogar lama no seu trabalho de decadas como renomado e até pouco tempo respeitadissimo escritor brasileiro e suas páginas escritas na politica são apenas rasuras de um homem que passou anos por trás de uma mesa e não connece o Brasil real.. O Renan é o tipico tocador de violão, digo, de terror, fala os maiores absurdos para reter pelo menos os votos dos seus seguidores.
Os candidatos do debate da Band desembarcaram na Globo para uma espécie de sabatina, onde dois josrnalistas confrontam os candidatos sobre suas trajetorias e seus planos de governo, mas o que tava ruim para alguns candidatos na Band, ficou ainda pior.

Zema inaugurou a bancada respondendo com fala mansa todas as perguntas e se colocando como o melhor gestor, o candidato do arroxo fiscal, mas que deixou frouxo um aumento de 300% em seu salário e dos seus secretários, alegando que se não tivesse autorizado esse reajuste, não conseguiria contratar secretários pra trabalhar. Oi?

Depois do mineirinho foi a vez do Caiado, ex Governador do Goiás. Caiado fez o que mais sabe, encarnou a figura do eterno Rolando Lero, colocou o regulamento debaixo do braço e jogou pelo empate, mas perdeu, não a mensagem captou a mensagem do povo . Sua postura de Coronel o transformou em um recruta que, assim como Zema, tem como plano de governo, anistiar os golpistas do 08 de Janeiro e tirar o PT do poder. Saúde? Bobagem, Segurança, bobagem, Educação? Pra quê? Vai que o povo aprende a votar, né?

Seguindo a trilha, eis que surge na bancada o Renan. Calma ai! Deixe- me ver como eu começo. O candidato é articulado, não podemos negar, fala bem, gesticula bem, convence, mas apenas os incautos. Renan saiu da entrevista com um feito, ressuscitou o Enéas e a bomba atômica. Tem gente que apoia, claro! Porém, pare um segundo da sua vida e agora me diga; pra que diabos o Brasil Varonil precisa de uma bomba atômica? Será que o objetivo é joga-la no bairro da Liberdade em São Paulo, onde ta a maior comunidade japonesa no Brasil ou seria em Camaçari na Bahia pra exterminar os chineses que estão “tomando” os nossos empregos? Chega né?

O filme era de terror, mas, eis que aperece um velhinho de nove dedos, senil, cachaceiro, analfabeto que dá uma aula de gestão e politica na bancada. Lula mostrou mais uma vez que é autêntico, que seu discurso sobrevive há decadas de vida pública. Mesmo sendo confrontado em quase a metade da sabatina sobre seu filho, Lula deixou claro que não moverá uma palha para interferir em seus processos, diferente do último Presidente. Sobrou pouco tempo para expor seu plano de governo, mesmo assim pontuou o que fez e apontou novos projetos para seu 4° mandato. O Cara é casca grossa e se quiseram matar a Jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo, a Jararaca ta viva, como sempre esteve.

A luz apagou e Flavio entrou em cena. Ele conseguiu ser pior que os 3 primeiros participantes. Foi triturado ao vivo em rede nacional. Falou para sua bolha, repetindo os mesmos jargões da extrema direita; e o Lula? E o PT? O Alexandre de Morais, bla, bla, bla…
Mais de 100 dias e nenhuma nota fical sobre os 134 milhões que ele pediu para o Vorcaro para fazer ” uma obra prima” da historia do seu pai(risos) e tudo caminhava para o desastre e caminhou. Ao ser perguntado sobre o aquecimento global, o candidato afirmou que é algo cíclico, uma época faz calor, outra faz frio. Creio que ele confundiu aquecimento global com a previsão do tempo e a solução para o problema é simples, basta tratar os esgotos nas cidades e “piriri e pororó”
Mas o comunismo…

O Augusto é aquilo mesmo, parece inteligente, parece educado, mas quando começa a expor seu plano de governo se iguala a todos os oponentes do Lula. Chegou a dizer que usará drones pra combater o feminicídio e que a telemedicina é o futuro do SUS, só esqueceu de dizer que ele ja foi sócio e é embaixador de uma empresa de telemedicina. Conflito de interesses ou coincidências? Resumindo:
Perto do Lula ele é um aluno analfabeto e apenas um “vendedor de sonhos”.

Fim!

Reflexões* Flávio Show 2026 , ano 06 – Edição 299

Quatro policiais da PM de Tarcísio são denunciados por esquema ligado ao PCC

O Ministério Público de São Paulo denunciou quatro policiais militares acusados de integrar um esquema de segurança particular para dirigentes da Transwolff, empresa de ônibus investigada por suspeitas de lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A denúncia foi apresentada pelo Gaeco e pela Promotoria de Justiça Militar em 26 de agosto e será analisada pela Justiça Militar paulista. Com informações da CNN Brasil.

A acusação representa um novo estágio. Em maio, a Corregedoria da Polícia Militar indiciou os mesmos quatro agentes após investigar a prestação de segurança privada a dirigentes da Transwolff. Agora, cabe à Justiça decidir se recebe a denúncia apresentada pelo Ministério Público.

Foram denunciados o tenente-coronel José Henrique Martins Flores, o capitão Alexandre Paulino Vieira, o segundo-sargento Alexandre Aleixo Romano Cezário e o terceiro-sargento da reserva Nereu Aparecido Alves. Segundo o MPSP, Vieira coordenava o núcleo, organizava escalas e fazia a interlocução com os empresários, enquanto Martins Flores cuidava da estrutura administrativa e financeira.

Os dois sargentos teriam atuado diretamente na segurança e no recrutamento de outros policiais. A investigação afirma que o esquema começou em 2020 e continuou mesmo depois de alertas internos e de operações que passaram a investigar as relações da Transwolff com o crime organizado.

Os quatro foram denunciados por organização criminosa. O tenente-coronel e o capitão também são acusados de exercício de comércio por oficial. Nereu responde ainda por lavagem de dinheiro após a apreensão de R$ 1,18 milhão em espécie em sua residência durante uma operação. A origem desse dinheiro é contestada pela defesa.

A defesa do capitão Alexandre Paulino Vieira afirma que ele é inocente e nunca integrou organização criminosa. Advogados de Nereu sustentam que os R$ 1,18 milhão pertenciam ao empresário Ricardo Barnabé e que foram apresentados documentos para demonstrar a procedência dos valores. A Transwolff também rejeita qualquer associação da empresa com o PCC.

A apresentação da denúncia não significa condenação. A Justiça Militar ainda deverá decidir sobre o recebimento da acusação e sobre pedidos de prisão formulados pelo Ministério Público. Caso a denúncia seja aceita, os policiais poderão contestar as imputações e apresentar suas defesas ao longo do processo.

Fonte: DCM

Concurso para a polícia civil em Alagoas está sob suspeita de interferência de facções criminosas

Titular da 17ª Promotoria da Capital citou possíveis tentativas de fraude para permitir o ingresso de integrantes do crime organizado na segurança pública.

O promotor de Justiça Coaracy José Oliveira da Fonseca, titular da 17ª Promotoria de Justiça da Capital, informou que não vai mais atuar na análise de novos concursos públicos em Alagoas após apontar possíveis tentativas de fraude para permitir o ingresso de pessoas ligadas ao crime organizado na segurança pública.

A manifestação foi encaminhada ao procurador-geral de Justiça de Alagoas, Lean Antônio Ferreira de Araújo, e publicada no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público de Alagoas (MP-AL) na quarta-feira (26).

No documento, Coaracy afirma ter reunido informações que considera consistentes sobre possíveis tentativas de fraude em concursos e cita grupos de pistolagem, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Segundo ele, a situação ultrapassa o que considera irregularidades administrativas e exige a atuação de equipes especializadas de inteligência e segurança pública.

O promotor também afirma que identificou informações sobre uma possível infiltração de integrantes de organizações criminosas em poderes constituídos e órgãos independentes de Alagoas. Ele ressalta, porém, que a confirmação ou o descarte dessas suspeitas depende de uma investigação especializada.

A principal preocupação apontada por Coaracy é o concurso da Polícia Civil de Alagoas para os cargos de agente e escrivão. Segundo ele, uma eventual fraude nesse certame poderia permitir que pessoas ligadas ao crime organizado tivessem acesso a armas, sistemas policiais, investigações sigilosas e informações de inteligência.

“Não disponho de condições funcionais para enfrentar isoladamente organizações criminosas ou estruturas de pistolagem e, sobretudo, não considero justificável expor minha segurança pessoal e da minha família a riscos dessa natureza sem aparato institucional adequado”, afirmou o promotor.

Retorno de delegado-geral

Entre os motivos citados pelo promotor está o retorno de Gustavo Xavier ao cargo de delegado-geral da Polícia Civil de Alagoas. Xavier reassumiu a função após decisão judicial, depois de ter sido afastado por 120 dias em uma investigação da Polícia Federal sobre suspeitas de fraude em concursos públicos no estado da Paraiba.

Coaracy questiona o fato de o delegado-geral voltar ao comando da Polícia Civil justamente quando a corporação deverá participar da segurança dos concursos em andamento, incluindo o certame da própria Polícia Civil.

O g1 tenta contato com a defesa de Gustavo Xavier para saber se ele vai se manifestar sobre as declarações do promotor.

Contratações sem concurso no sistema prisional

Outro ponto citado por Coaracy é um caso envolvendo 891 pessoas que, segundo ele, exerciam funções no sistema penitenciário de Alagoas sem concurso público durante o governo de Teotônio Vilela Filho.

De acordo com o promotor, entre essas pessoas estava Albino Santos de Lima, ex-agente penitenciário que posteriormente foi apontado pela Polícia Civil como responsável por uma série de homicídios em Maceió.

Em 2012, a 17ª Promotoria de Justiça expediu uma recomendação para regularizar a situação das contratações, segundo informações citadas no documento, mas, segundo ele, nada foi feito.

Albino responde por 18 mortes atribuídas a ele pela Polícia Civil e acumula condenações que ultrapassam 200 anos de prisão.

Coaracy também afirma que, caso os assassinatos tenham ocorrido antes de 2019, a responsabilidade pela situação seria do Judiciário e do governo da época. Essa afirmação consta no documento encaminhado à Procuradoria-Geral de Justiça.

“Fiz um governo em obediência às leis em todas as áreas e em harmonia com os outros poderes e Ministério Público Estadual. Os concursos públicos realizados em minha gestão primaram pela transparência e pelo meu compromisso com o povo e o estado de Alagoas”, disse Teotônio Vilela Filho em nota.

Fiscalização continuará

Apesar da decisão de Coaracy, o Ministério Público de Alagoas informou que a fiscalização dos concursos públicos não será interrompida. Segundo o órgão, outro promotor será designado para dar continuidade ao acompanhamento dos certames.

O MP-AL afirmou ainda que vai disponibilizar os instrumentos institucionais necessários, incluindo o Núcleo de Inteligência, para garantir a transparência, a legalidade e a idoneidade dos concursos públicos realizados em Alagoas.

Coaracy informou que vai concluir os dois procedimentos relacionados a concursos que já tramitam na 17ª Promotoria de Justiça e que são intermediados pelo Cebraspe. Ele não informou quais são os certames.

Fonte: G1

Trump impõe acordo e rouba o petróleo da Venezuela

EUA terão controle sobre 65 bilhões de barris de petróleo venezuelano. Venezuela está sob controle americano desde que governo Trump sequestrou e depôs Maduro, em janeiro deste ano

Por Marcelo Zero

O maior roubo da história

Trump acaba de anunciar um dos maiores roubos da história. Talvez o maior. 

Evidentemente, não houve acordo algum. O atual governo da Venezuela foi forçado a aceitar a rapinagem

trumpista

Seu governo declara que simplesmente se apropriará, de forma desavergonhada, e explorará livremente 65 bilhões de barris de petróleo das reservas da Venezuela. Multiplicado pelo preço do barril de hoje, de cerca de US$ 88, o valor monetário do roubo é de US$ 5 trilhões e 720 bilhões. Não creio que haja registro de um roubo desse calibre trilionário, de uma penada só.

Ressalte-se que não foi anunciado qualquer pagamento dos EUA para explorar essas reservas trilionárias.

Ao contrário do que afirmou um imbecil na televisão, não são “jazidas privadas”.

Na Venezuela, as jazidas e a produção de petróleo foram nacionalizadas em 1º de janeiro de 1976, ainda no governo de Carlos Andrés Pérez, muito antes de Chávez. 

Foi também no governo de Carlos Andrés Pérez que foi fundada a PDVSA, a operadora estatal da Venezuela.  

Ressalte-se que, nesse aspecto, o governo de Pérez seguiu, em grande parte, os conselhos de Celso Furtado sobre o tema.  

Furtado escreveu, em 1974, que o aumento dos preços internacionais do petróleo expandia o “campo do possível” da Venezuela e que, se o governo venezuelano tomasse as decisões corretas e investisse na sua agropecuária e na sua indústria, aquele país seria o primeiro da América Latina a se tornar “desenvolvido”.  

Não foi o que aconteceu, por diversos motivos. Prevaleceu a “doença holandesa”.

Mesmo assim, o Estado venezuelano, já naquela época, assumiu o comando total sobre a exploração, refino e comercialização das reservas.

Na década de 1990, devido à queda dos preços do óleo, foi permitida a entrada de multinacionais na produção e comercialização, mas as reservas não foram “privatizadas”.

Já no governo Chávez, em 2007, houve um maior controle do Estado na produção. Os contratos anteriores com multinacionais foram transformados em empreendimentos mistos, nos quais a estatal PDVSA passou a deter obrigatoriamente pelo menos 60% das ações. 

Por isso, algumas multinacionais resolveram sair da Venezuela, embora algumas tenham ficado, como a Chevron, que está lá até hoje. Contudo, foi a partir desse fato que a pressão geopolítica sobre Chávez começou a se avolumar. 

Agora, com a Venezuela convertida em protetorado, anuncia-se esse roubo histórico descarado. Evidentemente, não houve acordo algum. O atual governo da Venezuela foi forçado a aceitar a rapinagem trumpista. 

Pode-se perguntar se Tariflávio e outros candidatos da nossa direita prometeram algo semelhante a Trump, tanto em relação ao petróleo quanto aos minerais críticos. 

Não duvidamos. Boa parte das nossas oligarquias está alinhada com a doutrina “Donroe” e com a vassalagem geopolítica exigida por Trump. Essa é a maior corrupção que pode existir. Corromper os interesses nacionais. Vender o país. Torná-lo vassalo, quintal.

Lula é o único candidato efetivamente comprometido com a soberania nacional e com o Brasil. 

Fonte: Brasil 247

Justiça de SP condena vice de Tarcísio a indenizar PT por calúnia contra o partido

O vice-governador de São Paulo, Felicio Ramuth (MDB), candidato à reeleição na chapa de Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi condenado pela Justiça paulista a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais ao Partido dos Trabalhadores (PT). A decisão da 4ª Vara Cível de Pinheiros considerou que o político ultrapassou os limites da liberdade de expressão ao associar a legenda ao narcotráfico por meio do termo “narcoafetivo”.

A ação foi movida pelo PT, que pediu indenização de R$ 50 mil pelas declarações feitas por Ramuth em 5 de janeiro deste ano e repetidas no dia seguinte. Segundo a sentença, o vice-governador empregou a expressão ao comentar a situação política da Venezuela e um possível fluxo migratório.

O PT alegou, na ação, que Ramuth associou a legenda ao narcotráfico e ao crime organizado sem apresentar qualquer respaldo factual, extrapolando os limites da crítica política. A sigla também argumentou que a posição institucional ocupada pelo vice-governador ampliou a repercussão da declaração e o potencial de dano à sua imagem.

Na decisão, a juíza Vanessa Bannitz Baccala da Rocha afirmou que o significado da manifestação deve ser analisado a partir do contexto em que foi feita e da forma como ela é compreendida pelo público.

“A utilização do radical ‘narco’, historicamente vinculado ao tráfico internacional de drogas e à criminalidade organizada, associada à palavra ‘afetivo’, comunica ao cidadão comum a ideia de proximidade, tolerância ou complacência com estruturas ligadas ao narcotráfico”, afirma a magistrada.

A defesa de Ramuth alegou que ele nunca atribuiu ao PT a prática de narcotráfico ou qualquer crime e que “narcoafetivo” foi utilizado como parte de uma crítica política e que a manifestação estaria protegida pela liberdade de expressão.

A Justiça, no entanto, considerou que a expressão não se limitou à crítica política. “Vincular um partido à criminalidade sistêmica, sem lastro fático ou provas do alegado, constitui abuso do direito de crítica”, escreveu a magistrada.

A sentença também afastou a alegação de imunidade parlamentar apresentada pela defesa. Segundo a decisão, Ramuth ocupa um cargo do Poder Executivo e, portanto, não está protegido pela inviolabilidade material prevista no artigo 53 da Constituição, aplicável a parlamentares.

Reiteração da declaração

A magistrada considerou ainda que Ramuth repetiu a expressão no dia seguinte à primeira declaração, após o episódio ter ganhado repercussão pública. Para a Justiça, a reiteração afastou a possibilidade de tratar o caso como uma simples “impropriedade de linguagem” ou manifestação irrefletida.

A decisão aponta que as declarações foram reproduzidas por veículos de comunicação de alcance nacional. Segundo a sentença, a associação de um partido político ao crime organizado tem potencial para atingir sua “honra objetiva”, ou seja, sua reputação perante a sociedade.

O PT havia pedido R$ 50 mil de indenização. A Justiça, porém, fixou o valor em R$ 10 mil, considerando a gravidade da ofensa, a posição pública ocupada por Ramuth e a repercussão das declarações.

O vice-governador informou ao Brasil de Fato que irá recorrer da decisão.

Fonte: ICL

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