Flávio participou de safari na África junto com ladrões dos aposentados do INSS

Uma fotografia revelada pelo jornal “O Globo” mostra o candidato fascista à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em uma viagem à África do Sul em março de 2025 em companhia de investigados no escândalo do INSS.

Na imagem, aparece ao lado do senador o advogado Willer Tomaz e Weverton Rocha (PDT-MA), ambos investigados no esquema de fraude no INSS. Segundo a revista “piauí”, a imagem causou um estrago na campanha de Flávio, pois a fraude no INSS se tornou pública em abril de 2025, logo após a viagem.

A foto fazia parte de um conjunto de imagens de um safári, compartilhadas em um grupo de WhatsApp intitulado “África do Sul”. A Polícia Federal obteve o material ao apreender o celular de Weverton durante a Operação Sem Desconto. Flávio Bolsonaro, Willer Tomaz, Weverton Rocha e suas respectivas esposas estavam no grupo de WhatsApp.

Um terceiro integrante do grupo que não havia sido identificado na foto é o empresário Carlos Alberto de Sá, o Carlinhos. Em 2021, o relatório final da CPI da Covid pediu seu indiciamento por corrupção ativa e improbidade administrativa.

A suspeita era de que a VTCLog, sua empresa de logística, ofereceu vantagens a um diretor do Ministério da Saúde na gestão Bolsonaro para obter um aditivo em um contrato de distribuição de insumos, incluindo vacinas. O relatório apontou indícios de superfaturamento de R$ 17 milhões.

Dois pontos chamaram a atenção da comissão. O primeiro foi o saque de R$ 4,7 milhões em espécie por um funcionário da VTCLog desde 2018, dinheiro usado para pagar boletos pessoais do então diretor de logística do ministério, Roberto Ferreira Dias. O segundo ponto foi o fato de a empresa vencer a licitação com descontos e depois solicitar grandes aditivos, um artifício conhecido como “jogo de planilha”.

Willer Tomaz quase entrou no relatório da CPI por suspeitas na negociação da vacina Covaxin, mas Flávio Bolsonaro o defendeu publicamente na época. Hoje, o advogado é investigado por suspeita de lavar dinheiro para o senador Weverton Rocha no esquema do INSS.

Já Weverton Rocha também teve seu nome incluído em uma investigação do Ministério Público Federal sobre o orçamento secreto no Maranhão. Como o senador tem foro privilegiado, o caso foi enviado ao STF em 2024.

Este escândalo vem logo depois de vir a público que uma empresa de Flávio Bolsonaro, a Bravo Grafeno, de capacetes de moto, tem o mesmo endereço de 16 empresas de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”. As revelações mostram que Flávio está muito mais envolvido ainda do que se pensava no escândalo do INSS. O roubo começou no governo de seu pai, Jair Bolsonaro, e os ladrões foram presos no governo Lula.

Fonte: Hora do Povo

Bolsonarista Bilynskyj enviou mais de R$ 2,1 milhões em emendas a uma única empresa

Emendas parlamentares do deputado federal e delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) destinaram mais de R$ 2,1 milhões à compra de simuladores de tiro da Empresa Brasileira de Tecnologias e Sistemas (EBTS) em sete cidades paulistas. Seis dos municípios contrataram a empresa sem licitação; em São José do Rio Preto, a concorrência enfrenta contestação judicial de uma empresa derrotada.

São Carlos, São Pedro, Itapecerica da Serra, Taboão da Serra e Cordeirópolis receberam R$ 297 mil cada. Araçatuba e São José do Rio Preto receberam R$ 321.750 cada. Os recursos foram indicados em outubro do ano passado e depois usados nas contratações da EBTS.

As sete prefeituras destinaram o dinheiro à aquisição de estandes virtuais de tiro para treinamento das guardas civis municipais. A EBTS tem sede em Curitiba, cidade onde Bilynskyj se formou em Direito. O dono da empresa, Adolfo Jachinski Neto, é investigado sob sigilo por suspeita de integrar um esquema de fraude em licitação milionária da Secretaria de Segurança Pública do Paraná.

Empresa derrotada questiona edital em São José do Rio Preto

Em São José do Rio Preto, a SINTRES Systems Simuladores Ltda. contestou o pregão eletrônico nº 427/2025 após perder a disputa para a EBTS. A empresa pediu a impugnação do certame em 31 de dezembro e sustentou que documentos da prefeitura reproduziram características exclusivas do portfólio da concorrente.

A SINTRES também alegou falhas na pesquisa de mercado e disse que a administração municipal deixou de considerar outros fabricantes do setor ao preparar a contratação. Cerca de dois meses antes da abertura do pregão, representantes da EBTS fizeram uma demonstração do simulador na Secretaria Municipal de Segurança Pública de São José do Rio Preto.

O vereador Alexandre Montenegro (PL) acionou o Ministério Público de São Paulo, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal para pedir apuração do caso. A EBTS indicou um escritório de advocacia para responder aos questionamentos, mas o escritório não enviou resposta. A defesa de Jachinski Neto também não foi localizada.

Bilynskyj negou irregularidades e afirmou que as emendas atenderam a pedidos das guardas civis e “respeitam todos os critérios legais aplicáveis”. O gabinete declarou que cabe às prefeituras executar os recursos, conduzir licitações e contratar fornecedores, sem participação do parlamentar nessas etapas. São Carlos, Araçatuba e Cordeirópolis afirmaram que usaram a inexigibilidade de licitação prevista na Lei nº 14.133/2021 para equipamentos fornecidos por empresa exclusiva.

A Prefeitura de São José do Rio Preto disse que três empresas participaram do pregão em igualdade de condições, que a EBTS apresentou o menor preço e teve o equipamento aprovado em prova de conceito. O município informou que a contestação foi analisada e judicializada, mas que a contratação continua válida e não recebeu apontamento de irregularidade de órgãos de controle.

Fonte: DCM

A crise profunda do STF

STF: ecos do baile da Ilha Fiscal

Por Misa Boito

Há 137 anos, em 1889, em meio à crise do regime imperial, Pedro II organiza um fausto jantar na Ilha Fiscal (RJ). A elite e as instituições do Império deleitaram-se.

Todas as diferenças preservadas, há hoje no Brasil elementos do clima de baile da Ilha Fiscal, nos jantares e festas privadas, musicadas e bem abastecidas, em Lisboa, Londres, Nova York ou Trancoso.

Uma semelhança é que nos dois casos, enquanto o povo se esfola, os senhores da corte imperial com suas perucas, no caso, os senhores da Suprema Corte com suas togas (tem até ministro que usa peruca!), servem para bloquear que algo melhor possa nascer.

O baile da Ilha Fiscal entrou para a história. Já a lambança das instituições, acontece agora, gera indignação popular e argumentos para a luta para pôr fim nisso.

O Congresso Nacional faz lambança com as emendas parlamentares. O Senado puxa o freio de mão no projeto do fim da jornada 6 X 1. O STF afunda-se na promiscuidade com os donos do dinheiro. As instituições fétidas contaminam o ar e o povo segue sua dura vida.

“Vossa Excelência, data vênia…”

Depois do baile no STF da terça-feira gorda de carnaval, na quarta-feira de cinzas, é como se nada tivesse acontecido, risos são trocados. Hipocrisia! Como hipócrita é a moral da burguesia e de suas instituições.

As expressões pomposas de “vossa excelência e data vênia” servem de máscara de seriedade e civilidade. Mas o STF ficou nu e, diz a famosa peça teatral de Nelson Rodrigues, “toda nudez será castigada”.

Castigada pela luta dos trabalhadores, engazopados por fatos que não dizem respeito ao seu cotidiano, com horas perdidas em conduções lotadas, uma jornada extenuante, muitas vezes endividados quando não inadimplentes.

Do atual embate no STF os trabalhadores não tem o que esperar. Não é só pelas características individuais dos ministros, é pela lógica da instituição secular criada por Pedro I para prestar serviço à classe dominante.

5 de abril de 2018

Neste dia, o STF julgou um pedido de Habeas Corpus (HC) para Lula, então condenado pelo juiz salafrário ordinário Sérgio Moro. A votação estava 5 x 5, vem uma mensagem do general Villa Boas, comandante do Exército, ameaçando os togados, e a votação termina 6 x 5 contra Lula.

Votaram por negar o HC Carmem Lúcia, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Fachin, Luís Roberto Barroso, além de Rosa Weber que desempatou (os últimos dois depois saíram da corte).

20 horas depois, Sergio Moro decretou a prisão de Lula que ficou 580 dias numa cadeia, com a benção do STF. A mobilização pela defesa de Lula ganhou o país, ele foi libertado e eleito para seu 3º mandato.

Com Lula presidente prosseguir a luta contra estas instituições

Agora, no 4º mandato que disputamos, vamos lutar e chamar o nosso presidente reeleito a juntos colocar fim nestas lambanças institucionais. Com uma reforma política radical que dê ao povo o direito soberano de decidir o destino do país – inclusive reformar o Judiciária – numa Assembleia Constituinte. Uma luta do povo que não participa dos rega-bofes das elites.

Fonte: DAP

Operação prende o bolsonarista Milton Leite e investiga avanço do PCC sobre transporte de SP

O ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite (União Brasil) é um dos principais alvos da Operação Vectura Corrupta, deflagrada nesta quinta-feira (17) pelo Ministério Público e pela Polícia Civil. A investigação apura a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) em empresas de transporte coletivo e estruturas do poder público paulista.

A Justiça determinou a prisão temporária de Leite por 30 dias. Ele não foi localizado durante o cumprimento inicial dos mandados e afirmou, por meio de nota, que estava viajando, que não se considerava foragido e que se apresentaria às autoridades em até 24 horas. Também declarou que provará sua inocência. A operação reúne 16 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão.

Investigação aponta presença do PCC nos ônibus

A apuração sustenta que integrantes da facção teriam avançado sobre empresas responsáveis pelo transporte coletivo para movimentar recursos ilícitos e ampliar sua influência econômica e política. Segundo as investigações, 12 das 22 empresas de ônibus que operam na capital estariam sob influência direta ou indireta do PCC.

Uma das empresas investigadas é a Transwolff, anteriormente alvo de apurações por suspeita de lavagem de dinheiro para a organização criminosa. A decisão judicial que autorizou a nova operação aponta indícios de que Milton Leite seria seu proprietário de fato. No entanto, ele nega qualquer vínculo com o PCC e também contesta a afirmação de que seja dono da empresa.

Dinheiro do crime e campanhas eleitorais

A Operação Vectura Corrupta também investiga uma frente politicamente explosiva: a possível utilização de recursos ligados ao PCC para financiar campanhas eleitorais. Mensagens e outros elementos reunidos durante as investigações indicariam interferência da organização criminosa na escolha e no financiamento de candidaturas.

Entre os alvos da operação estão ainda um ex-presidente da SPTrans e o candidato a deputado estadual Danilo Morgado (PL), que foi preso. As diligências alcançam São Paulo e municípios da região metropolitana e da Baixada Santista.

Milton Leite exerceu sete mandatos consecutivos como vereador e presidiu a Câmara Municipal por seis anos. Deixou o Legislativo no final de 2024, depois de 28 anos, mas permaneceu influente na política paulista.

Fonte: RED

Israel usa drone para assassinar palestino de 15 anos que tentava salvar paramédico em Gaza

Um drone de Israel matou o adolescente palestino Mohammad Abdul Zinati, de 15 anos, quando ele corria para socorrer um homem ferido por um bombardeio na Cidade de Gaza. Imagens verificadas pelo jornal britânico The Guardian mostram o momento em que uma segunda explosão atinge o jovem e o paramédico Sharif Shadi Labad.

Mohammad voltava da escola e havia parado em um supermercado na rua Salah Khalaf quando ocorreu o primeiro ataque. Ao ver Labad caído, ensanguentado e pedindo ajuda, o adolescente correu em sua direção. Um primo tentou alertá-lo sobre a aproximação do drone israelense, mas o jovem não ouviu os gritos.

Testemunhas disseram que a aeronave lançou uma bomba planadora poucos segundos depois de Mohammad alcançar o ferido. O artefato explodiu a poucos metros dos dois e matou o adolescente quase imediatamente. Labad também morreu. O episódio tem características do chamado “ataque duplo”: um primeiro bombardeio seguido por outro no mesmo local, depois da chegada de socorristas ou pessoas que tentam ajudar as vítimas.

Especialistas em armamentos que analisaram as imagens afirmaram que a morte do adolescente poderia ter sido evitada. Trevor Ball, pesquisador de conflitos e especialista em drones ligado ao Bellingcat, explicou que as aeronaves israelenses envolvidas nesse tipo de operação possuem câmeras de alta resolução, capazes de mostrar o jovem aproximando-se do ferido. Algumas versões da bomba usada também podem ser redirecionadas durante o voo.

As Forças Armadas de Israel afirmaram que Labad pertencia à tropa de elite Nukhba, do Hamas, teria participado dos ataques de 7 de outubro de 2023 e planejava novas ações. O Exército israelense não apresentou resposta específica à pergunta do Guardian sobre por que o segundo bombardeio foi mantido mesmo com um adolescente visível junto ao alvo.

Em nota, os militares disseram lamentar danos a pessoas “não envolvidas” e alegaram que procuram reduzir as mortes de civis. Israel nega atacar deliberadamente a população palestina e informou que o episódio está sob análise. A declaração, porém, não explicou por que a bomba não foi desviada diante das imagens captadas pelo próprio drone.

A Reuters informou que ataques israelenses mataram ao menos cinco palestinos naquele dia, incluindo duas crianças. Segundo autoridades de saúde do território, mais de 1.300 palestinos foram mortos na Faixa de Gaza desde o início do cessar-fogo de outubro de 2025.

Fonte: DCM

MP processa Luciano Hang por assédio eleitoral e pede R$ 30 milhões de indenização

Órgão aponta coerção a funcionários recém-contratados em Goiás após discurso do empresário contra o fim da escala 6×1

O Ministério Público do Trabalho em Goiás (MPT-GO) entrou, nesta quinta-feira (17), com uma ação civil pública contra a rede Havan e o seu proprietário, Luciano Hang, por assédio eleitoral. Durante a inauguração de uma filial em Caldas Novas, em Goiás, no final de agosto, Hang discursou perante funcionários recém-contratados, criticando duramente a proposta do fim da escala 6×1, chamando a possível aprovação do projeto de “estelionato eleitoral”.

Na ação, o MPT-GO pede uma indenização coletiva de R$ 30 milhões por danos morais coletivos e indenizações individuais de ao menos 20 vezes o salário a cada funcionário atingido, além de solicitar que Hang grave um vídeo de retratação em até 48 horas, a garantia de liberação da equipe para votar nos dias de eleição e a criação de normas permanentes de neutralidade política nas lojas.

No vídeo que vazou para as redes sociais, o empresário disse aos funcionários que “a liberdade do trabalho é de vocês, não é do Congresso Nacional. Eles querem ganhar o voto de vocês”, acrescentando que o custo da mão de obra na Havan vai crescer 15% e que esse valor vai ser repassado para os preços, e os funcionários terão que procurar outros trabalhos sem direitos.

“Isso não é nada mais, nada menos do que um estelionato”, completou.

Contraponto

Em nota, Hang disse que “a Justiça não pode ter lado” e “não pode ser parcial e prejudicar quem gera empregos no país”.

“Tenho direito de dar a minha opinião. Foi exatamente o que fiz durante a inauguração em Caldas Novas. Eu estava falando sobre a liberdade de poder trabalhar, que o emprego é sinônimo de felicidade e sobre a importância de trabalhar para conquistar seus objetivos. Nesse contexto, expressei minha opinião sobre uma proposta que está sendo discutida no país”, disse o empresário, que destacou que não falou nem de candidato, nem de partido e que não pediu voto para ninguém e que, desde 2018, tem sido “perseguido”.

Fonte: ICL

Bolsonaristas são contra reajuste do Bolsa Família, mas TSE rejeita a ação

Após o anúncio do reajuste de 15% no Bolsa Família pelo governo federal, o deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou, nesta quinta-feira (17), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o aumento. Sorteado para o caso, o ministro André Mendonça, no entanto, rejeitou a ação.

O ministro não julgou o mérito da ação, alegando que um candidato a deputado federal não tem legitimidade para apresentar esse tipo de ação contra um candidato à Presidência da República, por serem disputas em circunscrições eleitorais diferentes.

“Ressalto que o reconhecimento da ilegitimidade ativa não importa pronunciamento acerca da legalidade ou da constitucionalidade do reajuste do Programa Bolsa Família, tampouco acerca de sua eventual subsunção ao art. 73, § 10, da Lei nº 9.504/1997”, escreveu Mendonça na decisão.

Na ação, o deputado havia pedido que o reajuste fosse suspenso, afirmando ser “necessária a intervenção da Justiça Eleitoral” para impedir que a estrutura administrativa e os recursos públicos fossem usados de modo a “comprometer a igualdade de oportunidades entre os candidatos”.

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social. O impacto fiscal projetado é de R$ 5,8 bilhões para este e de R$ 22 bilhões em 2027.

Com o reajuste, o piso do benefício passa de R$ 600 para R$ 691 e o benefício médio, de R$ 675 para R$ 777. O Bolsa Família foi implementado em 2003 por Lula e, depois de um período suspenso pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi retomado no final de 2020, durante a pandemia.

Às vésperas das eleições de 2022, Bolsonaro criou um pacote de benefícios, apelidado de PEC Kamikaze, estourando em R$ 41,2 bilhões o teto de gastos. Entre as medidas estavam o voucher caminhoneiro, com uma bolsa de R$ 1 mil mensais a caminhoneiros autônomos, o aumento do vale-gás de R$ 53 para R$ 120, uma compensação ao setor de transporte para atender à gratuidade de passageiros idosos nos transportes públicos, um subsídio à cadeia de etanol e um benefício aos taxistas.

Além disso, em agosto de 2022, quando disputava a reeleição, Bolsonaro reajustou o Auxílio Brasil, criado para substituir o Bolsa Família, em 50%, passando de R$ 400 para R$ 600. Ou seja, com o valor maior valendo antes do primeiro turno das eleições.

No anúncio do reajuste, o ministro da Economia, Dario Durigan, destacou a diferença entre os dois programas. “Estamos fazendo isso de maneira muito responsável e muito diferente do que já se viu no país. Em outros tempos, fez-se PEC Kamikaze, fez-se crédito extraordinário para além do que estava no Orçamento previsto”, afirmou durante a cerimônia de anúncio, em referência a ações do governo Bolsonaro.

Fonte: Brasil de Fato

Governo Lula anuncia reajuste de 15% para o Bolsa Família

Piso do benefício passa de R$ 600 para R$ 691 e recompõe a inflação acumulada; Valor médio chega a R$777

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o piso do Bolsa Família passará de R$ 600 para R$ 691, um reajuste de aproximadamente 15% nos benefícios do programa social.Play Video

A correção recompõe a inflação acumulada desde o início do governo Lula, em 2023, até o mês atual. Desde o relançamento do Bolsa Família, em março de 2023, os valores pagos pelo programa não haviam sido reajustados.

O anúncio ocorre em meio à corrida eleitoral e altera o valor mínimo pago às famílias beneficiárias. O Bolsa Família é uma das principais marcas da política social do governo Lula e atende famílias em situação de pobreza em todo o país.

Para receber o Bolsa Família, a renda mensal por pessoa da família deve ser de até R$ 218. Também é necessário manter atualizado o Cadastro Único de todos os integrantes da família e cumprir compromissos nas áreas de saúde e educação.

Em agosto, o benefício foi pago a cerca de 19,3 milhões de famílias no Brasil. No ano anterior, quando foi apresentada a proposta de orçamento deste ano, o programa alcançava 19,2 milhões de famílias em situação de pobreza.

Com o novo reajuste, o governo busca recompor o poder de compra dos beneficiários após mais de três anos sem alteração no piso do programa. O novo valor de R$ 691 passa a ser a referência mínima para os pagamentos do Bolsa Família.

Fonte: Brasil 247

Mensagens mostram pagamento de R$ 500 mil para filho do ministro do STF Nunes Marques

Diálogos extraídos do celular do fundador do Banco Master mencionam repasses mensais ao advogado Kevin Marques

Mensagens extraídas do celular do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, pela Polícia Federal mencionam pagamentos de R$ 500 mil mensais ao advogado Kevin Marques, filho do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal. Os diálogos foram enviados na 2ª feira (14.set.2026) a ministros da Corte.

As mensagens foram trocadas entre Vorcaro e Luiz Rennó, então diretor jurídico do Banco Master. Em julho de 2025, Rennó enviou a Vorcaro o contato de Kevin Marques e escreveu: “Esse aqui – 500 mil mês – mantém? kkkkkkk. Então esse aqui já era, né?”. Vorcaro respondeu: “Kkkkkkk“.

Em agosto de 2025, Rennó voltou a mencionar os pagamentos. Em uma mensagem, escreveu: “Dos pagamentos essenciais está faltando a consult”. Na sequência, encaminhou novamente o contato de Kevin Marques e escreveu: “Esse aí. Único ‘meu’ que faltou”.

A Consult citada nas mensagens é a Consult Inteligência Tributária, empresa sediada no Piauí que aparece nas conversas como o meio pelo qual os pagamentos a Kevin Marques teriam sido operacionalizados. Em vez de um repasse direto do Banco Master ao advogado, o dinheiro passaria por essa consultoria.

Segundo o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), a empresa recebeu R$ 6,6 milhões do Master entre 2024 e 2025, em transações consideradas incompatíveis com o porte e o perfil da companhia.

O dono da Consult é Francisco Craveiro de Carvalho Junior. Ele é pai de Gabriel Campelo de Carvalho, sócio de Kevin em outra empresa, o IPGT (Instituto de Pesquisa e Gestão Tributária).

Fonte: Poder 360

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