Governo cobra libertação imediata de brasileiro e ativistas presos por Israel

Brasileiro Thiago Ávila está entre os 12 tripulantes detidos por Israel durante missão humanitária rumo à Faixa de Gaza

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil divulgou nota oficial nesta segunda-feira (9) exigindo a libertação imediata dos ativistas a bordo da embarcação Madleen, interceptada por forças da marinha israelense enquanto transportava ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Entre os 12 tripulantes está o brasileiro Thiago Ávila, integrante da missão conhecida como Flotilha da Liberdade. A informação foi publicada no site oficial do Itamaraty (gov.br).

Na nota, o governo brasileiro recorda o princípio da liberdade de navegação em águas internacionais e cobra do governo israelense o cumprimento das normas internacionais. “O Brasil insta o governo israelense a libertar os tripulantes detidos”, afirma o comunicado.

O Itamaraty também condena as restrições impostas por Israel à entrada de suprimentos na Faixa de Gaza e exige que o país remova “imediatamente todas as restrições à entrada de ajuda humanitária em território palestino, de acordo com suas obrigações como potência ocupante”.

As embaixadas brasileiras na região estão mobilizadas para oferecer o suporte consular necessário ao cidadão brasileiro, conforme estabelece a Convenção de Viena sobre Relações Consulares.

A Flotilha da Liberdade é uma iniciativa internacional com o objetivo de romper o bloqueio imposto por Israel à Faixa de Gaza, levando alimentos, remédios e outros itens básicos à população palestina. A interceptação da embarcação Madleen ocorre em meio a alertas crescentes de organizações humanitárias sobre a deterioração da situação em Gaza, onde milhões de pessoas enfrentam escassez extrema de recursos.

A detenção de ativistas e a apreensão de suprimentos humanitários reacendem o debate sobre violações ao direito internacional e a necessidade urgente de ação internacional para garantir o acesso da população civil palestina à assistência humanitária.

Fonte: Brasil 247

IOF: Faria Lima não abre mão de nada, Ministério oferece pré-sal e FMI mete o nariz

Sob pressão da Faria Lima para cobrir o orçamento federal de 2025 em razão do recuo na alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), e para cumprir as regras do seu próprio arcabouço fiscal (déficit zero), a equipe econômica discute “alternativas” para fechar o ano às custas da popularidade de Lula e sacrifícios à nação.

O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), ofereceu a mudança na forma de distribuir o uso das receitas dos leilões de áreas do pré-sal. A previsão é arrecadar R$ 20,25 bilhões em 2025. Em outras palavras, entregar parte maior da riqueza do petróleo – que deveria ser monopólio estatal! – para o “calabouço fiscal”. 

No final de maio o governo já havia bloqueado R$ 31,3 bilhões do orçamento. Esses valores só poderão ser liberados se houver redução de despesas, os contingenciamentos só poderão ser revertidos se houver crescimento da arrecadação.

FMI é coincidência?

No dia 2 de junho, uma delegação do Fundo Monetário Internacional (FMI), liderada por Daniel Leigh, concluiu missão no Brasil com base no Artigo IV do Acordo Constitutivo do FMI. Segundo explicação do Ministério da Fazenda “se trata de visitas regulares, geralmente anuais, de equipes do FMI a cada país membro… são coletados dados econômicos … e discutidas as políticas e perspectivas econômicas com as autoridades do país e agentes de mercado” (Valor, 04/06). Santa inocência.

Na sua declaração escrita, a missão mede as palavras para apresentar um programa. Elogiam “os esforços das autoridades para continuar a melhorar a posição fiscal, enquanto buscam atender às necessidades de gasto social e de investimento, são bem-vindos, e medidas adicionais (!) são justificadas … (para) para enfrentar a rigidez orçamentária, criaria espaço para investimentos prioritários, apoiaria a sustentabilidade da dívida pública e facilitaria uma trajetória mais baixa de juros.”

A “rigidez”, para esta gente, é o nome-código da destinação constitucional dos pisos de Educação e Saúde e da vinculação dos benefícios do INSS ao salário mínimo.

É o mesmo que dizem os jornalões. O fato é que a Faria Lima não aceita recuar em nada. São contra uma taxa de rendas altas para cobrir a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, ainda mais contra uma reforma estruturante como o Imposto de Grandes Fortunas, o IGF (rendas, herança e patrimônios), e chiaram contra o aumento do IOF sobre capital investido em fundos do exterior. A sua receita é apertar a corda no pescoço colocada pelo próprio governo.

Cai a popularidade do governo, Lula perdeu 1 milhão de seguidores, embalada pela roubalheira não resolvida do INSS, e pela vida que continua dura para quem vive do trabalho. Nem a finança, nem muito menos a ingerência do FMI podem ser conselheiros num país soberano! Em todo o país, as chapas Virar à Esquerda no PED do PT defendem outro caminho expresso nos 13 pontos – como o IGF e a taxação das remessas de lucro das multinacionais – que se apresenta à militância.

Marcelo Carlini, suplente do DR PT/RS

Fonte: Petista

Barroso defende a empresários o fim da “indústria da reclamação trabalhista”

O ministro criticou a atuação de advogados que, após a rescisão, procuram trabalhadores com promessas de obter compensações maiores por via judicial

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou neste sábado (7) que o excesso de reclamações trabalhistas pode desestimular a geração de empregos formais no país. A declaração foi feita durante participação no Fórum Esfera, no Guarujá (SP).

Barroso anunciou uma nova medida do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que busca reduzir o número de ações na Justiça do Trabalho. A resolução permite a homologação judicial de rescisões trabalhistas quando houver acordo entre empregador e empregado, ambos assistidos por advogados. Após a homologação, fica proibido ajuizar nova reclamação trabalhista sobre o contrato rescindido.

“Com isso, a gente acaba com a indústria da reclamação trabalhista”, declarou o ministro.

Segundo Barroso, mais da metade das ações trabalhistas envolvem verbas rescisórias. Ele criticou a atuação de advogados que, após a rescisão, procuram trabalhadores com promessas de obter compensações maiores por via judicial.

Embora reconheça que o aumento das reclamações pode ser reflexo de um cenário econômico aquecido, com baixa taxa de desemprego e maior rotatividade de trabalhadores, o ministro alertou que o volume excessivo de ações pode gerar insegurança jurídica e desestimular a formalização de vínculos empregatícios.

Fonte: Metro1

BNDES bloqueia R$ 806 milhões em créditos para desmatadores ilegais

Foram 3.723 alertas entre fevereiro de 2023 e abril de 2025, o equivalente a 1% das solicitações de crédito no período. Normas adotadas pelo BNDES são mais rígidas que as definidas pelo Banco Central para o crédito rural

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiu o volume de R$ 806,3 milhões de financiamentos evitados a produtores rurais que tinham propriedades com indícios de desmatamento ilegal. O MapBiomas monitora os biomas brasileiros via satélite e tem parceria com o BNDES desde 2023. O balanço divulgado nesta quarta-feira (5), Dia do Meio Ambiente, mostra que chegou a quase R$ 1 milhão por dia o volume de solicitações de crédito não contratado a produtores ruais cujas propriedades tiveram alertas de indícios de desmatamento irregular.

Os 3.723 alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal registrados desde fevereiro de 2023 equivalem a 1% das 337,2 mil solicitações de crédito rural encaminhadas ao BNDES neste período. São consideradas de crédito rural as operações dos programas agropecuários do Governo Federal, com juros equalizados; da linha BNDES Crédito Rural e aquelas que tenham marcação de crédito agrícola pelo Banco Central (BC).

“A tecnologia e uma governança rígida nos permitem atuar com agilidade e precisão na análise do crédito e atender a urgente agenda de enfrentamento das mudanças climáticas. Só no mês de abril deste ano, o volume de crédito evitado para quem possui indício de desmatamento ilegal foi de quase R$ 25 milhões. O BNDES é um grande parceiro do agronegócio e da pecuária, mas não é complacente com o agronegócio que destrói o meio ambiente. O banco acredita e apoia a agropecuária que tem o meio ambiente como aliado, que inova e é sustentável. O tempo do crédito para o agro que desmata já passou”, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.

Regiões

A região Norte teve o maior percentual de financiamentos evitados (2,2% dos R$ 4,3 bilhões solicitados), com alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal em 2,5% das quase 7,2 mil solicitações. O Nordeste foi a região que registrou a maior taxa de alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal (2,8% das mais de 9,4 mil solicitações) e segundo maior percentual entre as regiões de financiamentos evitados (1,6% de R$ 5,95 bilhões).

Os melhores indicadores têm sido registrados no Sudeste, com bloqueio de 0,4% do total de 15,4 bilhões de volume de crédito solicitado e alertas de indícios de desmatamento ilegal de 0,3% das 46,3 mil solicitações de crédito rural. No Centro-Oeste, foram bloqueados 0,8% dos R$ 20,1 bilhões solicitados, e emitidos alertas de indícios de desmatamento ilegal em cerca de 1% das 22,3 mil solicitações. A região Sul teve evitados 0,9% dos R$ 42,3 bilhões solicitados e apresentou 1,1% das 252,1 mil solicitações de alertas de indício de desmatamento ilegal.

Em todo o período de vigência da parceria entre o BNDES e o MapBiomas, o Estado do Amazonas teve os maiores percentuais, com 6,25% de alertas de desmatamento em 48 solicitações de crédito e 12,64% de financiamentos evitados dos quase R$ 13 milhões solicitados.

Entre os 10 estados com maiores percentuais de financiamentos evitados, quatro são da região Norte (Amazonas, Tocantins, Acre e Rondônia); e seis, do Nordeste (Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Ceará). Entre todos os entes federativos, o Distrito Federal e o Amapá foram os únicos que não tiveram alertas, muito em função do menor número de solicitações de crédito rural ao BNDES

Ferramenta tecnológica

A plataforma MapBiomas é capaz de validar alertas de indícios de desmatamento ilegal por meio de imagens de alta resolução e produzir laudos de constatação de desmatamentos recentes. A integração totalmente automatizada dos dados do MapBiomas com a plataforma operacional do BNDES permite ao Banco, inclusive, monitorar operações já contratadas, cujas propriedades rurais estão registradas no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR) do Ministério da Agricultura e Pecuária.

Normativos – O BNDES tem por norma não contratar operações de crédito rural cujo beneficiário final tenha embargos vigentes listados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em qualquer propriedade, mesmo que não seja a beneficiada pelo financiamento, sem adoção de medidas efetivas de regularização. A exigência do Banco é mais rígida que a do Manual de Crédito Rural (MCR) , do BC, que veda a concessão de crédito rural para produtores rurais com embargos localizados somente na propriedade beneficiada.

Em caso de embargo vigente após a contratação, a liberação de recursos é suspensa até o protocolo de documentos para regularização perante o órgão ambiental. Se isso não ocorrer em até 12 meses, a operação é liquidada antecipadamente. Caso alguma medida de regularização pactuada pelo cliente com o órgão ambiental competente for descumprida, a instituição financeira credenciada para repassar os recursos do BNDES deve liquidar a operação antecipadamente em até 30 dias.

Os empréstimos do BNDES a produtores rurais atendem 95% de todos os munícipios do país, por meio de uma rede parceira de 70 instituições financeiras.

Fonte: Link: https://agenciadenoticias.bndes.gov.br/detalhe/noticia/BNDES-chega-a-marca-de-R$-8063-milhoes-de-volume-de-credito-evitado-a-proprietarios-de-terras-com-indicios-de-desmatamento-ilegal/

A importância do Plebiscito Popular pelo fim da escala 6×1, isenção do IR e taxação dos super-ricos

Dois dos principais temas para a classe trabalhadora neste momento são a redução da jornada de trabalho, com o fim da escala 6×1; e a garantia da isenção do imposto de renda para quem recebe até 5 mil reais mensais e a taxação dos super-ricos. Não é à toa que as centrais sindicais, juntas aos movimentos Povo sem Medo e Frente Brasil Popular, lançaram um plebiscito nacional para dialogar, convencer e mobilizar pessoas de todo o país acerca dessas pautas.

À primeira vista pode parecer algo que não precisa de muita força para ganhar as pessoas. Afinal, quem seria contra reduzir o tempo de trabalho, aumentando seu tempo livre para ficar com a família, para o lazer, estudo ou o que quer que seja? Ou quem seria contra isentar trabalhadores que recebem até 5 mil reais por mês de salário e cobrar os super-ricos, que somados são 141 mil pessoas entre mais de 200 milhões de brasileiros?

Se as coisas fossem tão simples assim, não haveria miséria, fome e exploração; não haveria tanta desvalorização profissional em uma série de categorias; não teríamos tão pouca representação, de fato, popular em parlamentos ou outros espaços institucionais; teríamos um mundo sem grandes conflitos, sem ameaças bélicas, sem genocídio. Poderíamos até ter um mundo socialista, por que não?

Mas a vida real é dura e nada vem aos trabalhadores sem muita luta. E por mais que as pautas da redução da jornada de trabalho e da isenção de Imposto de Renda e a consequente taxação dos super-ricos seja extremamente justa, inclusive na percepção da maioria dos brasileiros, é preciso convencer as pessoas a lutarem por isso, nem que seja para votar num plebiscito popular organizado pelos movimentos sociais.

Mais do que garantir votos numa urna, a campanha do Plebiscito Popular por um Brasil mais justo, é, talvez, a melhor oportunidade da classe trabalhadora, em toda sua diversidade, para conquistar corações e mente em torno das bandeiras de luta mais importantes neste momento, com condições reais de serem materializadas.

Porém, sem mobilização e organização dos dirigentes, sejam eles partidários, sindicais ou dos movimentos sociais e populares, essas bandeiras se perderão ao vento ou, se muito, serão aprovadas “pela metade” e com paternidade de quem não vive, nem nunca viveu, as agruras de da classe trabalhadora.

Sempre quando se fala em redução da jornada de trabalho, a mesma ladainha se repete: “empregadores vão falir”, “a economia vai quebrar”, “melhor ter um emprego ruim do que emprego nenhum”. Foi assim na luta pelo fim da escravidão ou pela criação do salário mínimo ou do 13º salário.

No primeiro exemplo, o fim da escravidão foi, segundo a narrativa da classe dominante, um presente aleatório de uma princesa. Os outros dois, ocorrem por obra divina do Espírito Santo, como se não tivesse havido muita luta para essas conquistas.

Portanto, não basta ser favorável. Não basta termos pautas praticamente consensuais entre a maior parte do povo brasileiro. É preciso convencê-lo a agir, a lutar.

Em relação à isenção no Imposto de Renda para quem recebe até 5 mil reais, é óbvio ululante que isso será aprovado pelos figurões do Congresso Nacional, mesmo a relatoria do tema na Câmara dos Deputados estando com Arthur Lira, do PP de Alagoas. O problema – para eles, evidente – que pode frear sua aprovação é a taxação módica – ressalte-se – de quem possui renda superior a 50 mil reais mensais. Somente para relembrar: estamos falando de uma “multidão” de 141 mil pessoas entre mais de 200 milhões de brasileiros.

Se fazer rico pagar imposto no Brasil fosse fácil, boa parte dos problemas de nosso país sequer existiriam. Então, o Plebiscito Popular por um Brasil mais justo é mais que necessário, é a principal ferramenta de luta para garantir que essas pautas vejam a lus do Sol.

As votações em si, ocorrem entre 1º de julho a 7 de setembro. Mas sem se isso ocorrer sem a devida mobilizações, sem o devido debate público, será algo feito somente para convertidos. Só conseguiremos fazer os engravatados do centrão, da direita – e até da extrema-direita, por que não? – aprovarem essas duas pautas se houver uma forte mobilização em torno delas.

O Planalto só comprará de fato essa briga se a parte mais interessada – os trabalhadores – estiverem minimamente mobilizados em torno delas. E aqui não estamos falando de dirigentes sindicais somente.

É preciso ter muitos votos nas urnas, mas não sem muito debate, muita discussão, muita conversa com amplos setores da população, dos profissionais autônomos aos CLT; dos que atuam na área de serviços a professores pesquisadores das universidades.

Se deixarmos passar essa oportunidade, talvez jamais tenhamos outra.

Protestos tomam as ruas de Los Angeles contra política de imigração de Trump

Protestos contra o Serviço de Imigração e Afândega (ICE) estão concentrados em Paramount, bairro de maioria latina

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou no sábado (7) o envio de 2.000 membros da Guarda Nacional a Los Angeles para controlar os protestos contra as operações dos agentes federais de imigração.

A segunda noite de confrontos com as autoridades prosseguiu no sábado à noite no bairro de Paramount. A comunidade abriga quase 50.000 pessoas, a maioria latinos, na segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos.

Trump assinou um memorando na noite de sábado “para o envio de 2.000 membros da Guarda Nacional para lidar com a ilegalidade que foi permitida”, afirma um comunicado da secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.

A Guarda Nacional, uma força de reserva militar, é mobilizada em situações de emergência, como desastres naturais, mas seu envio é raro em casos de protestos. Em 2020, foi mobilizada após os distúrbios provocados pela morte de George Floyd em uma ação da polícia.

O secretário de Defesa, Pete Hegseth, ameaçou mobilizar o Exército, que tem uma base próxima ao local dos protestos. Em caso de necessidade, os “fuzileiros navais de Camp Pendleton também serão mobilizados. Já estão em alerta”, anunciou nas redes sociais.

No sábado (7), agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) se reuniram em uma área próxima a um depósito da empresa Home Depot, utilizada com frequência por pessoas que oferecem serviços como trabalhadores diaristas.

Não foi determinado se os agentes estavam se preparando para uma operação ou se estavam no local por outro motivo.

Manifestantes lançaram objetos contra os agentes, que responderam com gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral, segundo a imprensa local e relatos publicados nas redes sociais. As autoridades também fecharam parte de uma rodovia.

‘Tolerância zero’

“A administração Trump tem uma política de tolerância zero com o comportamento criminoso e a violência, em particular quando a violência é direcionada contra oficiais das forças de segurança que tentam fazer seu trabalho”, acrescentou Leavitt.

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, se opôs às medidas. É “propositalmente inflamatório e apenas aumentará as tensões”, escreveu na rede social X. “Estamos em estreita coordenação com a cidade e o condado”, acrescentou.

Na sexta-feira, agentes de imigração realizaram operações em diferentes partes da cidade, o que gerou os primeiros confrontos, que duraram várias horas.

A prefeita de Los Angeles, Karen Bass, disse que alguns moradores sentiam “medo” após as ações das autoridades de imigração. “Todos têm direito ao protesto pacífico, mas deixem que eu esclareça: a violência e a destruição são inaceitáveis”, escreveu no X.

Trump ofende governador da Califórnia

“Se o governador da Califórnia, Gavin Newscum, e a prefeita de Los Angeles, Karen Bass, não conseguem fazer seu trabalho, o que todos sabem que não conseguem, então o Governo Federal intervirá e resolverá o problema, DISTÚRBIOS E SAQUES, da forma como deve ser resolvido!!!”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social, fazendo um trocadillho ofensivo com o nome do governador, Newson, e a palavra “escória”  (“scum”, em inglês).

Trump

Post do presidente dos EUA na rede social Truth Social em que ofende o governador da Califórnia (Foto: Reprodução)

O vice-diretor do FBI, Dan Bongino, afirmou que várias detenções foram efetuadas desde o início dos confrontos na sexta-feira.

No sábado, manifestantes exibiram bandeiras mexicanas e gritaram palavras de ordem contra as autoridades migratórias, enquanto outros queimaram uma bandeira americana, segundo o jornal Los Angeles Times.

As operações contra migrantes sem documentos são parte das políticas implementadas por Trump desde o início de seu governo em janeiro.

O republicano foi eleito para um segundo mandato em grande parte por sua promessa de reprimir a entrada e permanência de migrantes sem documentos nos Estados Unidos, que ele comparou a “monstros” e “animais”.

“Estamos tornando Los Angeles mais segura. A prefeita Bass deveria nos agradecer”, escreveu Tom Homan, o czar de segurança das fronteiras do governo Trump, no X.

Fonte: ICL

NINGUEM RIU

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 08 de Junho/ 2025

A Carla Zambelli fugiu do país, depois de ser condenada a 10 anos de cadeia. Ela estava com o seu passaporte em mãos e notícias deram que ela viajou de carro até a Argentina e voou para os EUA tranquilamente. Passado 72 horas o STF mandou prende-la e seu nome foi colocado na lista da Interpol, mas num era mais fácil prendê-la enquanto ela corria pelas ruas de São Paulo com uma arma na mão perseguindo um homem negro? Parece piada, mas não é!
O Brasil tava mais preocupado com a quantidade de chicletes que Carlo Anceloti, o novo técnico da seleção brasileira, consumiria em 90 minutos no jogo das Eliminatórias, do que salvar o mundo de uma criminosa. Parece piada, mas não é!

O absurdo talvez tenha sido a história de um homem em Belo Horizonte que ficou zangado, pra não usar a palavra puto, com um casal na fila de um trailer de lanches. O homem agrediu com um tapa o filho de um casal, alegando que o bebê que eles carregavam era um boneco, o tal do bebê reborn e que o casal estava usando a criança para furar a fila no estabelecimento. O homem foi preso e solto dias depois. Parece piada, mas não é!

De Minas vem outro caso interessante, não, não é o Zema falando que a Ditatura não existiu, foi sobre o primo do Deputado Nikolas Ferreira que foi preso com 30 quilos de maconha no porta malas de um carro, foi preso e solto em seguida. Isso sempre acontece no Brasil Varonil, né? Mas no município em que o pai do primo do Deputado foi candidato a Prefeito nas últimas eleições, a cidade recebeu mais 1, 5 milhao em emendas do próprio Nikolas, tudo antes do pleito e mesmo assim o Tio dele, pai do traficante perdeu. Resumo da ópera: O Tio perdeu a eleição, o primo perdeu a maconha e o Deputado perdeu a vergonha. Parece piada ,mas não é!

Já para as bandas da Europa, Lula viajou para a França e recebeu a maior honraria da Academia Francesa) calma, o Merval não é o presidente dessa academia. Lula e Dom Pedro II são os únicos brasileiros que receberam essa medalha. A França, o berço da revolução se “curvou” diante de um revolucionário contra a fome e a desigualdade e se vestiu de verde e amarelo, j junto das homenagens e honrarias, Lula empacotou na bagagem mais de 100 bilhões de reais em acordos entre os dois países. Os empresários franceses sorriram, os políticos e empresários brasileiros deram boas gargalhadas e mais uma vez o “nanico de 9 dedos” mostrou o quanto é gigante lá fora! Parece piada,mas não é.

Algumas coisas que você acabou de ler parecia uma piada e nao era, talvez você até tenha sorrido, mas pensou direitinho e viu que nao tinha nada de engraçado, mas por que a Reflexão ta dizendo isso? Existe no Brasil um “piadista”, Léo Lins que foi condenado a 8 anos de cadeia e uma multa que passa do milhão e muitos estão indo às redes para defendê-lo, usando a mesma tática que o bolsonarismo sempre usa; minimizar o absurdo para que uma sociedade doente possa abraçar. Quem não se lembra “das velhinhas com a bíblia na mão”, da golpista ” que usou apenas um batom”, e no 08 de Janeiro que onde “eram só barderneiros lutando por liberdade”, assim vão conduzindo os incautos a falsa ilusão e que crimes não passam de piadas.
Leo Lins vai ser preso por cometer crimes, a piada é só uma cortina de fumaça usada por ele para tal!

Reflexões* Flávio Show 2025 , ano 05 – Edição 234

Multidão de israelenses e palestinos protestam contra genocídio em Gaza

As ruas das principais cidades de Haifa, Tel Aviv e Jerusalém também foram ocupadas na exigência de cessar-fogo imediato

“Estamos aqui, milhares de israelenses e palestinos. Estamos a apenas centenas de metros da Faixa de Gaza. Estamos aqui para resistir ao assassinato de crianças em Gaza”, diz Alon Li, um dos líderes da organização Standing Together (De pé juntos) que reúne judeus e árabes israelenses contra o genocídio sob comando do governo fascista de Netanyahu.

“Estamos aqui para resistir à fome imposta aos de Gaza; estamos aqui para pedir um acordo pelo qual todos os reféns israelenses sejam soltos”, acrescenta Li de dentro da manifestação pelo fim da agressão a Gaza.

Neste mesmo sábado, dia 7, manifestações aconteceram nas principais cidades de Israel para exigir o fim da matança de palestinos em Gaza. Os maiores atos foram em Tel Aviv, Haifa e Jerusalém.

Contra os manifestantes de Tel Aviv, na maior de todas as manifestações israelenses, foram lançados contingentes policiais para dispersar as concentrações a arrancar cartazes e faixas dos manifestantes.

“Estamos aqui porque não podemos permanecer em silêncio enquanto essa realidade está acontecendo, prossegue Li.

“Não dá pra gente sentar em nossa casa bebendo café, ou pra irmos trabalhar normalmente, quando muitos de nós matam dezenas de pessoas todos os dias”, denunciou.

“Não podemos ficar em silêncio”, repetiu, enquanto os protestos se avolumam e tomam as mais diversas formas, tanto em Israel, como por todo o Planeta, contra os crimes contra a Humanidade de Netanyahu e sua gangue no governo de Israel.

“Nada de silenciar enquanto nosso governo está falando em aniquilação”.

MARCHA DE DIAS EM DIREÇÃO A GAZA

“Então decidimos nos levantar e fazer algo. Há dias estamos marchando em direção a Gaza”, relata Alon Li. À fonteira de Gaza, e vejam quanta gente”.

“Tanta gente começa a fazer o que precisa ser feito”.

“Então, por favor, juntem-se a nós. Apoie nosso movimento. Estamos aqui não só para que acabem os horrores e as atrocidades, precisamos conclamar pela paz israelense-palestina”.

“É a única solução que pode salvar nossas vidas, tanto de israelenses, quanto de palestinos que estão se juntando a nós, das mais diversas formas e todos os dias”, finalizou o líder da manifestação próximo a Gaza.

Fonte: Hora do Povo

FUP defende reestatização da BR Distribuidora para baixar o preço dos combustíveis

“Reestatização da BR Distribuidora é essencial para baixar o preço dos combustíveis”, afirma Deyvid Bacelar. Dirigente da FUP defende retorno da Petrobras à distribuição para reduzir preços e fortalecer o papel estatal no setor.

Em participação no programa Bom Dia 247, o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, criticou a entrega de áreas estratégicas de petróleo à iniciativa privada e defendeu a reestatização da BR Distribuidora como medida fundamental para reduzir os preços dos combustíveis no Brasil.

Bacelar explicou que a FUP ingressou com uma ação popular para tentar suspender o leilão de 47 blocos de exploração de petróleo na margem equatorial, marcado para 17 de junho, por decisão da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Segundo ele, a iniciativa é contraditória, já que o Ibama negou o licenciamento ambiental para um poço pioneiro da Petrobras na mesma região, ao mesmo tempo em que a ANP autorizou o leilão a empresas estrangeiras. “Há uma incoerência nessa decisão que foi tomada pelo IBAMA com a decisão tomada recentemente pela ANP”, afirmou.Play Video

O dirigente criticou o modelo de concessão adotado para o leilão, alegando que a margem equatorial deveria ser considerada uma área estratégica para o país, o que exigiria o regime de partilha de produção. Ele explicou que, sob o regime de concessão, o petróleo extraído torna-se propriedade da empresa vencedora, enquanto, no modelo de partilha, o óleo lucro é destinado à União, com recursos carimbados para áreas como saúde, educação e combate às mudanças climáticas. “Não podemos correr o risco de uma área tão importante como essa ser entregue à iniciativa privada”, advertiu. Bacelar defende que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) intervenha para reconhecer a região como estratégica.

Durante a entrevista, ele também comentou a recente redução de R$ 0,17 no preço da gasolina nas refinarias da Petrobras e observou que o corte não chegou ao consumidor final. Para Bacelar, isso se deve à ausência da estatal no setor de distribuição, após a privatização da BR Distribuidora — atual Vibra — e da Liquigás. Ele criticou o uso indevido da marca Petrobras por postos que, na prática, não são mais operados pela estatal. “A marca é Petrobras, mas na verdade não é Petrobras. Você está ajudando a Vibra, que tem diversos acionistas, inclusive estrangeiros”, explicou.

O coordenador da FUP lembrou que, antes da privatização, a presença da Petrobras na distribuição garantia que as reduções de preços nas refinarias fossem repassadas aos consumidores. “A BR Distribuidora e a Liquigás tinham entre 30% e 40% do mercado brasileiro. Elas forçavam as outras distribuidoras a também reduzirem seus preços”, afirmou. Para ele, a ausência da Petrobras no segmento compromete a eficácia da política de preços da estatal e prejudica a população.

Bacelar destacou ainda que a retomada da atuação da Petrobras na distribuição de combustíveis foi discutida durante o governo de transição e incorporada ao programa de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, segundo ele, ainda não houve ações concretas nesse sentido. “Estamos falando do oitavo maior mercado consumidor de combustíveis do mundo. Será que isso não é importante para a Petrobras?”, questionou. Apesar de perceber disposição da atual presidente da estatal, Magda Chambriard, ele ressaltou que “as ações ainda não vieram”.

Ele também mencionou que o contrato que autorizava o uso da marca Petrobras nos postos já não foi renovado nesta gestão, o que indica uma mudança de postura em relação à herança privatista. “Eles sabem muito bem que o que vende é a marca Petrobras, é a marca Lubrax, é a marca BR Mania”, observou.

Fonte: Brasil 247

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