Multidão protesta em São Paulo contra o genocídio no campo de extermínio de Gaza

Protesto é parte da Marcha Global para Gaza. Agentes da ditadura de Netanyahu estão assassinando até quem busca alimentos para a família

Manifestação contra os crimes da ditadura israelense reuniu um grande número de pessoas neste domingo (15) na Praça Roosevelt, no centro de São Paulo. O protesto, que é parte da Marcha Global para Gaza, iniciativa internacional que motivou manifestações em diversas cidades pelo mundo, foi convocado por entidades, políticos e artistas.

A concentração para a manifestação começou por volta das 10h20. Os manifestantes levaram cartazes denunciando a violência na Faixa de Gaza. Parte do grupo também defende que o Brasil rompa relações diplomáticas e comerciais com Israel. Em discurso durante o ato, o deputado federal Guilherme Boulos (PSol) afirmou que Gaza virou um “campo de concentração”.

A Marcha Global busca chamar a atenção do mundo para a grave crise humanitária na região, onde mais de 2 milhões de palestinos enfrentam escassez de alimentos, medicamentos e recursos básicos. A situação em Gaza é considerada catastrófica por organizações humanitárias, com hospitais sem condições de funcionamento, falta de água potável e insegurança alimentar generalizada.

A marcha tem três demandas principais: a abertura de corredores humanitários para a entrada de ajuda, o fim do cerco econômico e militar e uma solução política duradoura para o conflito. A iniciativa simboliza a esperança de que a atenção internacional possa conduzir a mudanças concretas na situação humanitária e política da região.

A região de Gaza vive um colapso no sistema de saúde e tem impactos até na distribuição de alimentos em meio ao conflito. Vídeos mostram a população brigando para ter acesso a comida perto dos centros de distribuição de ajuda humanitária. Mesmo pessoas que buscam desesperadamente por alimento e água são alvejados pelas tropas do regime sionista de Benjamim Netanyahu.

Fonte: Hora do Povo

Mais de 100 mil pessoas protestam na Holanda contra o genocídio em Gaza

Pelo menos 100.000 em Haia, numa das maiores manifestações realizadas na Europa para chamar a atenção contra o genocídio de Israel em Gaza.

Dezenas de milhares de manifestantes em Haia vestiram roupas vermelhas e marcharam para protestar contra a política do governo neerlandês em relação a Israel no domingo.

Foi a segunda vez que o chamado “protesto da Linha Vermelha” teve lugar na capital política dos Países Baixos, ultrapassando a afluência de um evento semelhante em maio.

Os manifestantes fizeram um percurso de cinco quilómetros em torno do centro de Haia para criar simbolicamente a linha vermelha que, segundo eles, o governo não conseguiu traçar para travar a campanha de Israel em Gaza.

Os grupos de direitos humanos e as agências de ajuda – incluindo a Amnistia Internacional, a Save the Children e os Médicos Sem Fronteiras – que organizaram a marcha estimaram a multidão pacífica em mais de 150.000 pessoas. Os meios de comunicação social locais estimam que os números se aproximam dos 100.000.

“Não quero ser cúmplice destes crimes horrendos que estão a acontecer no país e quero falar”, disse a manifestante Marin Koning.

Na vizinha Bélgica, pelo menos 75.000 pessoas, muitas delas também vestidas de vermelho, saíram para as ruas da capital, Bruxelas, segundo a polícia. Os organizadores estimaram a multidão em 110.000 pessoas.

Têm-se realizado várias manifestações para chamar a atenção para as ações de Israel em Gaza, mas a de domingo foi a maior até agora.

O protesto neerlandês enviou um “sinal claro”, de acordo com Marjon Rozema, da Amnistia Internacional dos Países Baixos. As autoridades dos Países Baixos devem “agir agora, tanto a nível nacional como internacional, para aumentar a pressão sobre o governo israelita”, afirmou num comunicado.

O primeiro-ministro cessante, Dick Schoof, respondeu ao protesto numa publicação no X. “Estamos a ver-vos e a ouvir-vos”, escreveu, acrescentando que “o nosso objetivo final é o mesmo: pôr fim, o mais rapidamente possível, ao sofrimento em Gaza”.

Tal como durante o primeiro protesto da Linha Vermelha, em maio, a marcha levou a multidão a passar pelo Palácio da Paz, sede do Tribunal Internacional de Justiça das Nações Unidas, onde no ano passado os juízes ordenaram a Israel que fizesse tudo o que estivesse ao seu alcance para evitar a morte, a destruição e quaisquer atos de genocídio em Gaza.

Israel nega veementemente que esteja a violar o direito internacional em Gaza.

Várias agências da ONU e outras organizações humanitárias acusaram Israel de cometer crimes contra a humanidade contra os palestinianos em Gaza, incluindo limpeza étnica.

Os peritos da Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre os Territórios Palestinianos Ocupados afirmaram, num relatório publicado esta semana, que Israel cometeu o crime contra a humanidade de “extermínio” ao matar civis que se abrigavam em escolas e locais religiosos.

A Amnistia Internacional concluiu que Israel está a cometer genocídio contra os palestinianos em Gaza num relatório publicado em dezembro.

Fonte: Euronews

Número de jovens sem religião é maior que o de católicos e evangélicos em Goiás

Em Goiás, o grupo de jovens sem religião é maior que o de católicos e evangélicos. No recorte de 24 anos ou menos, 33,2% dizem fazer parte desse segmento. Já no montante de católicos, 22,7% têm essa faixa etária, enquanto os evangélicos, 27,3%.

Os dados são do Censo Demográfico 2022. Eles foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístia (IBGE) nesta sexta-feira (6). Na umbanda e candomblé, por sua vez, os jovens representam 30,7%, enquanto no espiritismo, 17,3% dos praticantes dizem ter 24 anos ou menos.

No geral, os católicos ainda são maioria no Estado, com 51,9%. Em seguida, vêm os evangélicos, com 32,6%. Espíritas representam 2,1% dos goianos, enquanto umbanda e candomblé, 0,5%. Outras religiosidades (4,4%) e sem religião (8,4%) completam a lista.

Fonte: Mais Goiás

Crateras ameaçam 14 bairros de Maceió

Assustada, população vê perigo avançar; autoridades desconhecem até locais em risco e especialistas apontam soluções

Um estudo da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) mapeou pelo menos 17 voçorocas em Maceió. Durante os últimos dias, a Tribuna Independente esteve em pelo menos três delas. Na Ladeira do Catolé, no Benedito Bentes (onde estão localizadas sete voçorocas) e no bairro Santa Amélia, o tamanho das crateras gigantes assusta os moradores, aguça a pesquisa de especialistas e cresce a olhos vistos e – silenciosos – do poder público municipal.

As pesquisas da Universidade mostram também voçorocas no Tabuleiro dos Martins, na Chã da Jaqueira, na Chã de Bebedouro, no distrito de Fernão Velho, na Serraria, no Feitosa, no Sítio São Jorge em Jacarecica, em Ipioca, Riacho Doce e na Pescaria.

A equipe de reportagem registrou as voçorocas com imagens aéreas, fotografias convencionais, ouviu relatos preocupantes de moradores, entrevistou pesquisadores da Ufal e procurou os órgãos públicos municipais a fim de cobrar uma solução definitiva para a população. A constatação dos estudiosos é que se nada for feito, parte da capital pode ser engolida pelas crateras gigantes que crescem a olhos vistos.

Ao ser procurada para apontar soluções, por exemplo, para a voçoroca do bairro Santa Amélia, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) mostrou desconhecer o problema. Pediu à equipe que enviasse foto e localização da cratera. A voçoroca da Santa Amélia tem 150 metros de largura, 100 metros de profundidade e está a 30 metros da principal via do bairro.

A voçoroca é um fenômeno geológico que consiste na formação de grandes buracos de erosão causados pela chuva e intempéries. A erosão acontece em solos onde a vegetação é escassa, deixando o solo vulnerável ao carregamento por enxurradas.

A água da chuva, ao invés de infiltrar no solo, corre pela superfície e, em áreas sem cobertura vegetal, começa a escavar sulcos. Esses sulcos vão se tornando maiores e mais profundos, formando buracos ou crateras. Práticas como o desmatamento, a construção de estradas, a mineração e a agricultura intensiva podem acelerar a erosão e a formação de voçorocas.

O professor da Ufal, Bruno Ferreira, é doutor e mestre em Geociências pela Universidade Federal de Pernambuco. Segundo ele, a sociedade ocupa o relevo e o transforma no palco das diversas ações humanas, como a moradia, o trabalho e as diversas atividades socioeconômicas culturais. Quando as características do relevo são levadas em consideração, durante o planejamento territorial, processo de ocupação e uso das terras, a tendência é que os processos erosivos não causem transtornos à população nem as esferas produtivas.

O professor que tem experiência na área de Geociências, com ênfase para a Geografia Física e Geografia Física Aplicada, salientou que entender o relevo e respeitar suas características processuais deveria ser a base para o processo de ocupação de uma área.

“Em Maceió, boa parte da cidade foi sendo edificada sem que as características naturais fossem levadas em consideração, ora por desinformação e falta de acesso, quando das populações mais pobres, excluídas do acesso aos meios formais de aquisição de residências,”, explicou.

FENÔMENO

Cortes de barreiras para abrir avenidas colaboraram

De acordo com o professor Bruno Ferreira, para interligar as partes baixas e altas da Cidade, diversas avenidas e rodovias foram sendo construídas. Para isso, fez-se necessário a realização de cortes em encostas íngremes. Algumas dessas áreas, ao longo dos anos, foram sofrendo com a falta de manutenção, desmatamentos, incêndios que destruíram a cobertura vegetal, cortes secundários para a extração de material para aterro, descarte irregular de lixo, drenagens clandestinas, com despejo de esgoto. Processos que desestabilizam as encostas e colocam em risco os eixos viários e a população que precisa circular nessas áreas em dias chuvosos”, argumentou.

Um exemplo bem marcado na paisagem urbana de Maceió citado pelo professor é a presença de intensos processos erosivos na Ladeira do Catolé, voçorocamentos, cicatrizes erosivas profundas que ocorrem pela sobrecarga de drenagem nas encostas, seja por canalização natural, quando há apenas o desmatamento, ou pela descarga de águas de esgotos e de chuva, quando da ausência de esgotamento sanitário e galerias de escoamento pluvial adequados nas áreas residenciais.

Conforme Bruno Ferreira, o processo que vem ocorrendo, por exemplo, na Ladeira do Catolé não é novidade.

OBRAS CARAS

Soluções para deter avanço das voçorocas são complexas

Mas, qual a solução? Na avaliação do professor doutor, os processos de voçorocamento são complexos e podem avançar muito, especialmente sobre solos profundos, argilosos, porosos e estruturados em encostas escarpadas, configuração ambiental presente em Maceió. “Soluções para frear ou ao menos desacelerar o processo de voçorocamento envolvem a implementação de obras estruturais, requalificação da drenagem de águas pluviais e esgoto, bem como, ações de reflorestamento e educação ambiental na área”, defendeu.

A autônoma Alice Suellen, 22 anos, mora na Travessa das Chagas. O local é próximo da amiga Miriam Lima. Juntas, vez ou outra, vão ao mesmo ponto que criaram, de forma empírica, para observar a voçoroca tomar conta do bairro.

Um estudo da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) mapeou pelo menos 17 voçorocas em Maceió. Durante os últimos dias, a Tribuna Independente esteve em pelo menos três delas. Na Ladeira do Catolé, no Benedito Bentes (onde estão localizadas sete voçorocas) e no bairro Santa Amélia, o tamanho das crateras gigantes assusta os moradores, aguça a pesquisa de especialistas e cresce a olhos vistos e – silenciosos – do poder público municipal.

As pesquisas da Universidade mostram também voçorocas no Tabuleiro dos Martins, na Chã da Jaqueira, na Chã de Bebedouro, no distrito de Fernão Velho, na Serraria, no Feitosa, no Sítio São Jorge em Jacarecica, em Ipioca, Riacho Doce e na Pescaria.

A equipe de reportagem registrou as voçorocas com imagens aéreas, fotografias convencionais, ouviu relatos preocupantes de moradores, entrevistou pesquisadores da Ufal e procurou os órgãos públicos municipais a fim de cobrar uma solução definitiva para a população. A constatação dos estudiosos é que se nada for feito, parte da capital pode ser engolida pelas crateras gigantes que crescem a olhos vistos.

Ao ser procurada para apontar soluções, por exemplo, para a voçoroca do bairro Santa Amélia, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) mostrou desconhecer o problema. Pediu à equipe que enviasse foto e localização da cratera. A voçoroca da Santa Amélia tem 150 metros de largura, 100 metros de profundidade e está a 30 metros da principal via do bairro.

A voçoroca é um fenômeno geológico que consiste na formação de grandes buracos de erosão causados pela chuva e intempéries. A erosão acontece em solos onde a vegetação é escassa, deixando o solo vulnerável ao carregamento por enxurradas.

A água da chuva, ao invés de infiltrar no solo, corre pela superfície e, em áreas sem cobertura vegetal, começa a escavar sulcos. Esses sulcos vão se tornando maiores e mais profundos, formando buracos ou crateras. Práticas como o desmatamento, a construção de estradas, a mineração e a agricultura intensiva podem acelerar a erosão e a formação de voçorocas.

O professor da Ufal, Bruno Ferreira, é doutor e mestre em Geociências pela Universidade Federal de Pernambuco. Segundo ele, a sociedade ocupa o relevo e o transforma no palco das diversas ações humanas, como a moradia, o trabalho e as diversas atividades socioeconômicas culturais. Quando as características do relevo são levadas em consideração, durante o planejamento territorial, processo de ocupação e uso das terras, a tendência é que os processos erosivos não causem transtornos à população nem as esferas produtivas.

O professor que tem experiência na área de Geociências, com ênfase para a Geografia Física e Geografia Física Aplicada, salientou que entender o relevo e respeitar suas características processuais deveria ser a base para o processo de ocupação de uma área.

“Em Maceió, boa parte da cidade foi sendo edificada sem que as características naturais fossem levadas em consideração, ora por desinformação e falta de acesso, quando das populações mais pobres, excluídas do acesso aos meios formais de aquisição de residências,”, explicou.

FENÔMENO

Cortes de barreiras para abrir avenidas colaboraram

De acordo com o professor Bruno Ferreira, para interligar as partes baixas e altas da Cidade, diversas avenidas e rodovias foram sendo construídas. Para isso, fez-se necessário a realização de cortes em encostas íngremes. Algumas dessas áreas, ao longo dos anos, foram sofrendo com a falta de manutenção, desmatamentos, incêndios que destruíram a cobertura vegetal, cortes secundários para a extração de material para aterro, descarte irregular de lixo, drenagens clandestinas, com despejo de esgoto. Processos que desestabilizam as encostas e colocam em risco os eixos viários e a população que precisa circular nessas áreas em dias chuvosos”, argumentou.

Um exemplo bem marcado na paisagem urbana de Maceió citado pelo professor é a presença de intensos processos erosivos na Ladeira do Catolé, voçorocamentos, cicatrizes erosivas profundas que ocorrem pela sobrecarga de drenagem nas encostas, seja por canalização natural, quando há apenas o desmatamento, ou pela descarga de águas de esgotos e de chuva, quando da ausência de esgotamento sanitário e galerias de escoamento pluvial adequados nas áreas residenciais.

Conforme Bruno Ferreira, o processo que vem ocorrendo, por exemplo, na Ladeira do Catolé não é novidade.

OBRAS CARAS

Soluções para deter avanço das voçorocas são complexas

Mas, qual a solução? Na avaliação do professor doutor, os processos de voçorocamento são complexos e podem avançar muito, especialmente sobre solos profundos, argilosos, porosos e estruturados em encostas escarpadas, configuração ambiental presente em Maceió. “Soluções para frear ou ao menos desacelerar o processo de voçorocamento envolvem a implementação de obras estruturais, requalificação da drenagem de águas pluviais e esgoto, bem como, ações de reflorestamento e educação ambiental na área”, defendeu.

A autônoma Alice Suellen, 22 anos, mora na Travessa das Chagas. O local é próximo da amiga Miriam Lima. Juntas, vez ou outra, vão ao mesmo ponto que criaram, de forma empírica, para observar a voçoroca tomar conta do bairro.

“Gosto daqui. Não queria ter que me mudar. Tomara que a situação seja resolvida. Somos muitos aqui. Merecemos respeito do poder público. Se as casas forem engolidas, o que será de nós, dos nossos futuros?”, indaga.

SOLO

Erosões são causadas por falha no manejo

O arquiteto e urbanista formado pela Ufal, Dilson Batista Ferreira, explicou que essas erosões são causadas, em sua maioria, por falhas no manejo da água e pelo uso inadequado do solo, como ocupação irregular.

“A principal causa é a drenagem inadequada ou sem manutenção das águas pluviais: quando a água da chuva não é corretamente captada e direcionada, ela escoa de forma concentrada e em alta velocidade, removendo o solo e abrindo sulcos que se aprofundam com o tempo. A retirada da vegetação nativa agrava o problema, pois as raízes que estabilizam o solo são eliminadas, deixando-o vulnerável à ação da água”.

Na sua avaliação, para evitar que as erosões avancem e destruam casas e estradas, é fundamental controlar o principal fator que as provoca: o escoamento inadequado da água da chuva esse é o fator principal. Isso se resolve com sistemas de drenagem pluvial bem projetados e dimensionados adequadamente, que direcionam a água de forma segura.

“Além disso, é essencial preservar e recuperar a vegetação em encostas e taludes, pois as raízes ajudam a estabilizar o solo. Também se deve evitar a impermeabilização excessiva do solo, que aumenta o volume e a velocidade da água superficial.”, disse. Na semana passada, a Justiça bloqueou de mais de R$ 2 milhões de reais da Seminfra para obra de contenção na cratera do Benedito Bentes. A sentença atendeu a um pedido da Defensoria Pública do Estado com o objetivo de garantir obras de contenção de encosta na região.

Fonte: Tribuna Hoje

Milhares protestam nos EUA contra Trump

Movimento organizado online exibe o slogan ‘Dia Sem Reis’; organização afirma que atos acontecerão em todos os 50 estados dos EUA.

Manifestantes foram às ruas em cidades americanas durante protestos contra o governo de Donald Trump neste sábado (14). O movimento, chamado de ‘No Kings Day’, ou ‘Dia Sem Reis’, coincide com o aniversário de 79 anos do presidente americano e também com uma parada militar organizada por ele em Washington DC, capital do país.

O dia 14 de junho marca, nos EUA, o Dia da Bandeira, quando a bandeira norte-americana passou a ser adotada em 1777. Segundo o site da entidade organizadora dos protestos, todos os 50 estados terão atos contra Trump neste sábado (14).

Em Nova York e em Chamblee, na Georgia, manifestantes foram detidos durante as manifestações.

Manifestante é detido em Chamblee, na Georgia — Foto: Reuters

Os protestos acontecem em meio a uma onda de confrontos entre a polícia e manifestantes contrários à política de imigração do governo Trump.

Segundo o Pentágono, a parada militar organizada por Trump em Washinton custou US$ 45 milhões (cerca de R$ 249 milhões). Além do aniversário do presidente, ela marca os 250 anos do exército dos EUA.

Fonte: G1

Irã responde a ataque de Israel com centenas de mísseis sobre Tel Aviv e outras cidades

Governo de Israel manda toda a população se esconder em abrigos. Ministério da “Defesa” admite que cidade de Ramat Gan, vizinha a Tel Aviv, foi atingida

A cidade portuária de Ashdod também foi atingida. Os informes são de centenas de mísseis atingindo pontos diferentes e da dificuldades da artilharia anti-aérea de impedir danos pela barragem iraniana.

A insanidade de Netanyahu e seu séquito de ministros fascistas chega ao ponto do seu ministro da “Defesa”, Israel Katz, ter dito que “o Irã responderá em ondas” e recomendar que toda a população do país corra para abrigos. Ou seja, admitiu que, ao atacar o Irã por agressão não provocada por Teerã, colocou em risco todos os israelenses.

Uma questão a observar é que o covarde ataque israelense foi de surpresa o que eleva o número de civis atingidos, enquanto que os iranianos avisaram que a resposta viria.

Jornal israelense começa a divulgar fotos com locais israelenses atingidos pelo contrataque do Irã e vídeos mostram o momento em que Tel Aviv e Ashdod são atingidas por mísseis que ultrapassam a peneira da “defesa” israelense.

Fonte: Hora do Povo

XANDÃO, O VICE

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 15 de Junho/ 2025

Essa semana o Brasil, na verdade, o mundo descobriu o que nós já sabíamos, que os milicos tupiniquins são verdadeiros covardes quando não estão vestidos em uma roupa cheia de folhinhas pintadas, estrelinhas de biju no ombro e com um coturno que passa mais tempo sendo engraxado e lustrado, do que nós pés do samango no campo de batalha.
No julgamento no STF essa covardia ficou patente entre todos os milicos ouvidos, os mesmos que faziam questão de estampar suas patentes como guardiões do nosso Brasil Varonil, pura propaganda enganosa, mas o que ficou provado é que a caserna não aguenta um dia de guerra, nem em um tabuleiro de War 2, pois até pra jogar tem que ter coragem, que deveria ser atributo dos militares, pelo menos era pra ser.

O julgamento da tentativa de Golpe de Estado liderada pelo seu Jair, foi desmembrada pelo Xandão em núcleos e o Ministro ouviu os principais atores, atores mesmos, pessimos atores, até lagrimas brotaram no banco do réus, porque eles sabem que agiram como arquitetos responsáveis em destruir a rampa do Planalto que proibiria o Nine de subi-la e ainda a construiriam uma cela especial na Papuda para os Ministros do STF, sem água, sem janela, sem comida, uma masmorra nos moldes e com materias usados por Oscar Niemeyer usados na construção de Brasilia, concreto puro.
No depoimento, a palavra mais dita pelos golpistas foi a “desculpa”, uma rajada de esfarradas tentativas de sensibilizar o Xandão com historinhas, mas todas usadas sem sucesso.Com o intuito de culpar a sanha golpista colocaram a culpa no desequilíbrio emocional, numa diarreia estomacal e cerebral, estresse, choro compulsivo, só faltou evocar o fantasma do comunismo, o martelo e a foice pra história ficar completa, mas o melhor ficou com o Inelegível a tarde depois do brunch.
Diferentemente do Lula que enfrentou seus algozes com a postura de um inocente nato, enfrentando olho no olho a mais ardilosa armação para coloca-lo na cadeia e lá nas barbas deles o Barba provou sua inocência. Já o mito gaguejou, mentiu, trouxe notícias de jornal pela metade, até aí os bolsonaristas aplaudiam de pé sua postura, mas a covardia é um selo, uma marca do medíocre que tem culpa no cartório e ao vivo, pasmem, ele convidou, aquele que um dia foi chamado de ditador e canalha, para compor uma chapa presidencial como seu Vice em 2026, uma humilhação de um ser rastejante que tenta a todo custo imputar a culpa de um Golpe em um bando de malucos.
Esse covarde é o mesmo que passou 28 anos escondido no Congresso, numa moita, sem projeto algum, é o mesmo que fugiu como um rato dos debates contra o Haddad em 2018, é o mesmo que fugiu para os EUA antes do término do seu mandato, é o mesmo que não passou a faixa para o Lula, mas isso o Xandao nao perguntou, ele é o mesmo que se escondeu na Embaixada da Hungria com medo de ser preso, é a mesma pessoa que grita e ameaça as mulheres e na frente do seu “inimigo” sorri, conta piadas e convida-o para aquele belo jantar, tudo pago no pix de 17 milhões, mas o Xandâo declinou.

A Reflexão pede desculpas ao rato por tal comparação, pois mesmo sendo um mamífero repulsivo, nojento, difusor de doenças, ele pelos menos é corajoso, enfrenta sapatada, veneno, ratoeira por sua sobrevivência, mesmo que seja por um pedaçinho de queijo e para continuar vivo jamais mata seus semelhantes.

Reflexões* Flávio Show 2025 , ano 05 – Edição 235

Ataque nazisionista de Israel mata 45 palestinos no campo de extermínio de Gaza

Ataques aéreos e disparos israelenses mataram pelo menos 45 palestinos na Faixa de Gaza neste sábado, a maioria perto de um ponto de distribuição de ajuda operado pela Fundação Humanitária de Gaza (GHF, na sigla em inglês), apoiada pelos Estados Unidos, informaram autoridades locais de saúde.

Os médicos dos hospitais Al-Awda e Al-Aqsa, nas áreas centrais de Gaza, para onde a maioria dos feridos foi levada, disseram que pelo menos 15 pessoas morreram enquanto tentavam alcançar o local de distribuição de ajuda da GHF, perto do corredor de Netzarim.

O Exército israelense disse em comunicado que uma aeronave abriu fogo contra uma pessoa “para neutralizar a ameaça” após ela avançar em direção às tropas e ignorar tiros de advertência disparados perto de um grupo.

Na semana passada, o Exército alertou os palestinos a não se aproximarem de rotas que levam aos locais da GHF entre 18h e 6h, horário local, descrevendo essas estradas como zonas militares fechadas. A GHF disse que nenhum de seus centros de distribuição estava aberto neste sábado.

A GHF começou a distribuir pacotes de alimentos em Gaza no final de maio, após Israel suspender parcialmente um bloqueio de quase três meses. Vários palestinos morreram por disparos massivos quase diários ao tentarem alcançar os alimentos.

As Nações Unidas rejeitam o novo sistema de distribuição apoiado por Israel por considerá-lo inadequado, perigoso e uma violação dos princípios de imparcialidade humanitária.

“Nenhum dos nossos locais de distribuição esteve aberto hoje, e não houve incidentes em nossos locais porque estavam fechados”, disse a GHF em uma resposta por escrito à Reuters sobre o incidente deste sábado.

O Ministério da Saúde de Gaza disse em um comunicado neste sábado que, até o momento, pelo menos 274 pessoas foram mortas e mais de 2.000 ficaram feridas perto de pontos de distribuição de ajuda desde que a GHF começou a operar em Gaza.

O Hamas, que nega acusações israelenses de roubar assistência, acusou Israel de “usar a fome como arma de guerra e transformar os locais de ajuda em armadilhas de morte em massa de civis inocentes”.

Autoridades de saúde do Hospital Shifa, em Gaza, disseram que o fogo israelense matou pelo menos 12 palestinos que aguardavam a chegada de caminhões de ajuda ao longo da estrada costeira, no norte da Faixa de Gaza.

Militares israelenses ordenaram que os moradores de Khan Younis e das cidades vizinhas de Abassan e Bani Suhaila, no sul da Faixa de Gaza, deixassem suas casas e seguissem para o oeste, para a chamada zona humanitária, afirmando que trabalhariam com força contra “organizações terroristas” na área.

Fonte: MSN

Prefeitos brasileiros defensores do genocídio palestino estão escondidos em Israel com medo dos ataques do Irã

No meio do genocídio cometido pelo governo nazisionista de Israel contra o povo palestino no campo de extermínio de Gaza, uma comitiva de prefeitos brasileiros viajou a Israel no domingo, 8, a convite do governo local, para um evento de inovação em segurança pública e precisou se abrigar em bunkers devido aos ataques israelenses contra o Irã. A ação militar começou na noite de quinta-feira, 12 (horário do Brasil), e continuou nesta sexta-feira, 13.

ntre os representantes de cidades brasileiras no país no Oriente Médio, estão Álvaro Damião (União), prefeito de Belo Horizonte (MG); Cícero Lucena (PP), prefeito de João Pessoa (PB); Claudia Lira (Avante), vice-prefeita de Goiânia (GO); Johnny Maycon (PL), prefeito de Nova Friburgo (RJ); Nélio Aguiar, ex-prefeito de Santarém (PA); Welberth Rezende (Cidadania), prefeito de Macaé (RJ); e Vanderlei Pelizer (PL), vice-prefeito de Uberlândia (MG).

O prefeito de Belo Horizonte relatou ter sido acordado na madrugada de quinta-feira, 12, por sirenes que alertavam a população a buscar abrigo diante da ameaça de ataques aéreos.

“O prefeito de João Pessoa, na Paraíba, está aqui, está o prefeito de Macaé (RJ), está o prefeito de Nova Friburgo (RJ), tem representantes aqui de municípios do Paraguai, do Uruguai, da Argentina, da Colômbia, do Panamá”, afirmou o Álvaro Damião à Rádio Itatiaia.

Cícero Lucena afirmou em suas redes sociais que precisou se proteger em um abrigo universitário. O prefeito de João Pessoa disse que está em contato com o presidente da Câmara dos DeputadosHugo Motta (Republicanos-PB), que já acionou o Itamaraty para antecipar seu retorno ao Brasil.

“O espaço aéreo está fechado e já tivemos contato com a embaixada sobre a possibilidade de antecipar o retorno, mas vamos ver como isso é possível”, disse o prefeito paraibano.

Motta afirmou na manhã desta sexta-feira que está em contato com o ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores) para “garantir a segurança e o retorno de todos os que estão em Israel”. O Estadão procurou o Itamaraty para saber quando está previsto o retorno dos brasileiros, mas não obteve retorno.

Veja quem são os representantes de cidades brasileiras já identificados como integrantes da comitiva:

  • Álvaro Damião, prefeito de Belo Horizonte (MG)

Álvaro Damião Vieira da Paz (União), de 54 anos, se elegeu vice-prefeito de Belo Horizonte na chapa de Fuad Noman (PSD), em 2024, e assumiu a prefeitura após a morte de Fuad, em 26 de março deste ano.

Damião, que atuava como prefeito interino desde o início de janeiro devido à internação de Fuad, é aliado do senador Rodrigo Pacheco (PSD), que mantém influência no União Brasil em Minas Gerais e foi o responsável por articular tanto a aliança com o partido quanto a indicação de Damião como vice de Fuad.

Natural da capital mineira, Damião é um nome conhecido na região metropolitana de Belo Horizonte por ter atuado por quase três décadas na rádio Itatiaia. Ele foi repórter de campo nas transmissões de partidas de futebol, narrador e apresentador dos programas da emissora.

Na televisão, apresentava, desde 2020, um programa policialesco no qual cunhou o bordão “vai morrer um aí, ó” e outra atração, esportiva, aos sábados. Após ser empossado, o jornalista licenciou-se da rádio e da TV Alterosa, afiliada do SBT.

O prefeito começou a carreira política após se eleger vereador em 2016, cargo para o qual foi reconduzido em 2020 pelo DEM, partido que à época era comandado por Pacheco no Estado. No ano passado, o comunicador optou por não se candidatar a um terceiro mandato para compor a chapa com Fuad Noman.

  • Cícero Lucena, prefeito de João Pessoa (PB)

Cícero Lucena (PP) foi reeleito para a prefeitura de João Pessoa (PB) nas eleições de 2024, em vitória sobre Marcelo Queiroga (PL), médico e ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro. Cícero recebeu 63,91% dos votos válidos, contra 36,09% de Queiroga. Nulos e em branco, juntos, representaram 7,34%.

Cícero, aos 67 anos, já ocupou diversos cargos eletivos ao longo da sua vida. Foi prefeito de João Pessoa por dois mandatos consecutivos (1997-2005), vice-governador (1991-1994), governador (1994-1995) e senador (2007-2015) pela Paraíba.

Ele já foi alvo de uma investigação da Polícia Federal, batizada Operação Confraria, deflagrada em 2005. A investigação envolvia um suposto esquema de licitações irregulares e desvio de verbas da prefeitura durante sua gestão à frente da prefeitura, entre 1999 e 2001. Cícero chegou a ter uma ordem de prisão emitida contra ele, mas obteve habeas corpus do Superior Tribunal de Justiça no mesmo dia. O caso não o impediu de concorrer para senador em 2006, sendo eleito.

Cícero Lucena nasceu em 1957 em São José de Piranhas, no sertão paraibano. Empresário, já ocupou a presidência do Sindicato da Indústria da Construção e do Mobiliário do Estado da Paraíba. Entrou para a política em 1987, filiado ao PMDB (atual MDB). Com 37 anos, tornou-se o governador mais jovem do Estado da Paraíba.

  • Johnny Maycon, prefeito de Nova Friburgo (RJ)

Johnny Maycon (PL), de 39 anos, foi reeleito prefeito de Nova Friburgo (RJ) em 2024 com 7.634 votos, o que representa 64,99% dos votos válidos.

O prefeito é engenheiro mecânico e trabalhou na iniciativa privada até entrar para a política. Foi vereador de Nova Friburgo por quatro anos, de 2016 a 2020.

Em suas redes sociais, na manhã desta sexta-feira, Johnny informou que está em um abrigo universitário junto com outros prefeitos do Brasil.

“Estamos em conversas internas, entre nós brasileiros, buscando diálogo com as embaixadas do Brasil e Israel a fim de encontrarmos o melhor caminho para que consigamos assim que possível retornar para o Brasil com segurança”, afirmou em uma publicação.

  • Welberth Rezende, prefeito de Macaé (RJ)

Welberth Rezende (Cidadania), nascido em 1975, no município de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, foi reeleito prefeito de Macaé (RJ) em 2024 com 111.953 votos, o que representa 85,60% dos votos válidos.

Por meio dos stories do Instagram, o prefeito compartilhou que já está em contato com a Embaixada do Brasil e aguarda orientações para retornar ao País com segurança.

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  • Claudia Lira, vice-prefeita de Goiânia (GO)

A tenente-coronel Cláudia Silva Lira (Avante), de 52 anos, foi eleita vice-prefeita de Goiânia na chapa de Sandro Mabel (União). Conhecida como coronel Cláudia, ela é policial militar há 30 anos, formada em direito e mãe solo de duas filhas.

Cláudia nasceu na cidade de São Gabriel, no Rio Grande do Sul, mas se mudou para Goiânia aos 10 anos de idade devido a profissão do pai, que era militar do Exército. Desde então, ela conta que nunca deixou a capital goiana.

Em vídeo publicado nas redes sociais nesta sexta-feira, a vice-prefeita comunicou que está isolada em um abrigo universitário em Israel e que, durante a madrugada, permaneceu por horas dentro de um bunker. “Sigo bem, com atenção redobrada aos desdobramentos e com fé de que o caminho da paz e do diálogo possa prevalecer”, disse.

  • Nélio Aguiar, ex-prefeito de Santarém (PA)

Ex-prefeito de Santarém (PA), Nélio Aguiar é secretário regional de governo do Baixo Amazonas e presidente da Federação das Associações dos Municípios Paraenses (Famep).

O médico tem 51 anos. Quando criança, ajudou na venda de biscoitos no comércio de seu pai. Aos 17 anos foi aprovado como um dos primeiros colocados no curso de medicina da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Sua carreira política começou em 2008, quando foi eleito vereador com 4.363 votos, tornando-se presidente da Câmara no primeiro semestre de 2009. Em 2010, recebeu 19.151 votos para deputado estadual, sendo o primeiro suplente, assumindo o mandato em 2012. Já no ano de 2014, como candidato a deputado federal recebeu 84.601 votos. Em 2016, foi escolhido para ser o prefeito de Santarém e se reelegeu em 2020.

Na tarde desta sexta-feira, Nélio afirmou que estava em segurança, mas preocupado. “Eu estou bem Graças a Deus! Na expectativa que seja antecipado o meu retorno ao Brasil”, publicou.

  • Vanderlei Pelizer, vice-prefeito de Uberlândia (MG)

Vanderlei Pelizer Pereira tem 59 anos e é natural de Uberlândia. Profissional da área de Tecnologia da Informação, começou seus estudos em escolas públicas da cidade. A partir de 2015, passou a atuar como empreendedor na área de tecnologia prestando consultorias no mercado da região.

Pelizer começou sua atuação na política em movimentos sociais em 2013 até 2020. Atualmente, Vanderlei Pelizer é o presidente do Partido Liberal (PL) em Uberlândia e vice-prefeito de Paulo Sergio Ferreira (PP).

Nas redes sociais, ele relatou o susto ao ser acordado por gritos e precisar se abrigar em um bunker após sirenes que indicavam um toque de recolher.

Israel bombardeia o Irã e que responde e os prefeitos se escondem

Depois dos bombardeios de Israel e da resposta do Irã, os prefeitos apoiadores do genocídio se esconderam feito. A programação de viralatice foi suspensa.

Redação com MSN

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