Com Bolsonaro desemprego explode e atinge 14,7%

Desemprego atinge 14,8 milhões de trabalhadores. Taxa de informalidade foi de 39,8% no trimestre até abril, o que equivale a 34,2 milhões de pessoas. Ao todo, 49 milhões de brasileiros estão jogados no desemprego ou vivendo de bico.

A taxa de desemprego se manteve em 14,7% no trimestre móvel encerrado em abril de 2021, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, essa taxa e o contingente de desocupados mantém o recorde registrado no trimestre encerrado em março, o maior da série desde 2012. 

O resultado foi em linha com consenso Refinitiv, cuja mediana projetada era de uma taxa de desemprego de 14,7% no período, mantendo o dado de março. 

O dado ficou 0,4 ponto percentual acima quando comparado ao trimestre encerrado em janeiro (14,2%). Com isso, o número de desempregados variou 3,4%, com mais 489 mil pessoas desocupadas, totalizando 14,8 milhões buscando um trabalho no país. 

“O cenário foi de estabilidade da população ocupada (85,9 milhões) e crescimento da população desocupada, com mais pressão sobre o mercado de trabalho”, afirma a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, observando que o nível de ocupação (48,5%) continua abaixo de 50% desde o trimestre encerrado em maio do ano passado, o que indica que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país. 

Na comparação com o trimestre fechado em abril do ano passado, quando foram observados os primeiros efeitos da pandemia, o mercado de trabalho ainda registra perdas na ocupação, mas num ritmo menor. “Ainda registramos perdas importantes da população ocupada (-3,7%), mas já tivemos percentuais maiores, que chegaram a 12% no auge da pandemia. Estamos observando, portanto, uma redução no ritmo de perdas a cada trimestre. No cômputo geral, contudo, temos menos 3,3 milhões de pessoas trabalhando desde o início da pandemia”, pondera a analista. 

A maioria dos indicadores permaneceram estáveis no trimestre até abril, em relação ao anterior. Entre as categorias profissionais, somente os trabalhadores por conta própria cresceram (2,3% ou mais 537 mil pessoas), totalizando 24,0 milhões. “Essa forma de inserção no mercado tem um contingente mais elevado agora do que em abril de 2020. Observamos uma reação maior no trabalho por conta própria do que no emprego com carteira no setor privado”, acrescenta Adriana Beringuy. 

Os trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficaram estáveis em 29,6 milhões no trimestre. Na comparação anual, porém, houve uma redução de 8,1% ou menos 2,6 milhões de pessoas. Os empregados no setor privado sem carteira também ficaram estáveis (9,8 milhões). Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, foi registrada uma redução de 3,7%, com menos 374 mil pessoas. 

A categoria dos trabalhadores domésticos foi estimada em 5,0 milhões de pessoas. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, esse grupo de trabalhadores reduziu 10,4%, menos 572 mil pessoas. Os empregados do setor público ficaram estáveis em 11,8 milhões. 

Já o número de empregadores com CNPJ (3,1 milhões) manteve o recorde de menor contingente da série histórica iniciada no quarto trimestre 2015, quando começou a ser pesquisada a diferenciação de profissionais com e sem CNPJ. 

Fonte: InfoMoney

Governo Bolsonaro pediu propina de US$ 1 por dose de vacina, diz Folha

De acordo com matéria da Folha de S. Paulo publicada nesta terça-feira, 29, uma distribuidora de vacinas alegou que foi pedido pelo governo Bolsonaro uma propina de US$ 1, cerca de R$ 5, por dose, em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde.

Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da empresa Davati Medical Supply, falou em entrevista à Folha que o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, cobrou a propina durante um jantar no restaurante Vasto, no Brasília Shopping, no dia 25 de fevereiro.

O diretor citado por Luiz Paulo foi escolhido para o cargo pelo líder do governo Jair Bolsonaro (sem partido) na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). Procurado pelo veículo, Dias não atendeu e nem retornou as ligações.

O governo foi procurado para fazer negociação com a Davati de 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca com uma proposta feita de US$ 3,5 por cada (após isso, foi para US$ 15,5).

“O caminho do que aconteceu nesses bastidores com o Roberto Dias foi uma coisa muito tenebrosa, muito asquerosa”, revelou Dominguetti.

A negociação da empresa com o diretor de logística da pasta foi intermediada por Cristiano Alberto Hossri Carvalho, que se apresenta como procurador da empresa no Brasil e também está entre as negociações com o ministério.

“Eu falei que nós tínhamos a vacina, que a empresa era uma empresa forte, a Davati. E aí ele disse: “Olha, para trabalhar dentro do ministério, tem que compor com o grupo”. E eu falei: “Mas como compor com o grupo? Que composição que seria essa?’”, teria questionado.

“Aí ele me disse que não avançava dentro do ministério se a gente não composse com o grupo, que existe um grupo que só trabalhava dentro do ministério, se a gente conseguisse algo a mais tinha que majorar o valor da vacina, que a vacina teria que ter um valor diferente do que a proposta que a gente estava propondo”, contou à Folha o representante da empresa.

Fonte: Catraca Livre

Colômbia: “Exigir renúncia de Duque e antecipar eleições”

Em 15 de junho, o Comando Nacional de Paralisação da Colômbia (CNP) anunciou, através de Francisco Maltés, presidente da Central Unitária de Trabalhadores (CUT), a suspensão das mobilizações que ocorriam todas as quartas-feiras, desde 28 de abril, em todo o país. Maltés convocou para 20 de julho uma concentração diante do Congresso em Bogotá para a entrega de iniciativas e projetos de lei que seriam discutidos em assembleias populares.

Em 16 de junho, a Rede Socialista da Colômbia, que integra o Comitê Internacional de Ligação e Intercâmbio (CILI), publicou a Declaração Política da qual extraímos os trechos abaixo (com intertítulos da redação):

Rebelião popular contundente
“O povo colombiano foi protagonista da greve geral mais longa e massiva de nossa história, um grande acontecimento, com inéditas, enormes e pacíficas jornadas cotidianas de protesto nas ruas ao longo do país. Durante 45 dias de luta testemunhamos a irrupção da juventude e das mulheres, constituindo a chamada primeira linha que se colocou à frente das mobilizações, não só para defender, com seus escudos artesanais, as multidões rebeldes da brutal repressão das forças armadas estatais e paramilitares, mas também para mostrar ao país e ao mundo que decidiram lutar contra a pobreza, a miséria, o desemprego, a exploração e o não futuro ao qual foi submetido o nosso povo, principalmente os/as jovens, durante décadas de governos oligárquicos, neoliberais e despóticos. Em especial contra os mais de 20 anos do regime genocida e corrupto de Álvaro Uribe Vélez, presidente em corpo alheio do subpresidente Duque, e seus cúmplices, banqueiros, latifundiários, empresários, políticos, militares, paramilitares e máfias narcotraficantes. (…)

A contundência da rebelião popular obrigou o governo a retroceder em seus propósitos de descarregar o peso e os custos da crise econômica, agravada com a crise sanitária gerada pela Covid-19, sobre a classe trabalhadora, os setores mais pobres da população e as classes médias, e ele foi forçado a desistir do regressivo projeto de reforma tributária, a arquivar o projeto de Lei 010, a declarar que haverá matrícula zero no segundo semestre das Universidades públicas, todas elas conquistas indiscutíveis, que o governo seguramente tentará voltar a impor maquiados ou com outras roupas. (…)

Papel opaco da oposição eleitoral
Neste cenário de luta de classes, rebeldia popular e democrática nas ruas, a oposição política eleitoral jogou papel bastante opaco. (…) Gustavo Petro, apesar de ser apontado como promotor do ‘paro’, se expressou como suporte do governo Duque, como demonstram os fatos: chamou à desmobilização do movimento de massas mais potente em décadas na Colômbia, com o argumento de que o objetivo da queda da reforma tributária já fora conquistado, capitulou com a proposta de ‘rodear Duque para defendê-lo de Uribe’, culpou os bloqueios de gerar violência, não reconhece que jogaram um papel de fortalecimento do protesto pacífico, quando deveria registrar que a violência foi o recurso das forças armadas do governo e seus pistoleiros paramilitares para desmantelá-los, acusou os jovens de não entender a situação (…).

O traço principal da luta popular nessas sete semanas de genuína rebeldia é o surgimento de uma nova oposição política, que exerceu a gesta democrática, social e popular nas ruas, no protesto social, nos pontos de resistência, na cena cultural, com uma identidade básica de propósitos pelos quais lutaram nesta magnífica rebelião; trata-se de uma nova forma de ação política, de ruptura na prática com os partidos da oligarquia, mas também com os extremismos de esquerda e guerrilheiros, bem como com os populismos de esquerda eleitoral e do chamado centro. (…)

“Duque tchau, tchau, tchau!”
É paradoxal e contraditório que o Comando Nacional de Paralisação não tenha acolhido o que foi mais agitado, gritado e cantado, com adaptação do hino ‘partigiano’, pelas multidões nas ruas – “Duque tchau, Duque tchau, tchau, tchau” – como clara mensagem de que entendiam que o ‘uribato’ (de Uribe, NdT) e seu governo fazem parte do problema e não da solução, com a consequente exigência da renúncia deste governo incapaz e genocida.

Essa palavra de ordem continua válida e o povo deve agitá-la com maior força, pois a dupla Uribe-Duque é a única responsável da crise, da violência e dos crimes de lesa humanidade (…). Este governo não representa a unidade da nação e, portanto, se deve exigir a sua renúncia e antecipar as eleições, eleger um governo provisório e iniciar um processo constituinte. É o que deve ser debatido nas assembleias populares, sindicais, estudantis, de bairros, nos pontos de resistência, enfim, generalizar a deliberação neste sentido.

A decisão de último momento, adotada de forma unilateral pela FECODE (federação de educadores, NdT) e o Comando Unitário (das quatro centrais sindicais), sem contar com o consenso do CNP, de suspender o ‘paro’, com o eufemismo de ‘mudar de tática’, é sem dúvida um ato divisionista e desmobilizador, injustificável de todo ponto de vista. Essas duas importantes organizações não representam a imensidão do ‘paro’ e em respeito a essa realidade deveriam promover o debate entre todas e todos os atores desta magna rebelião, para avaliar o ânimo da gente e tomar uma decisão coletiva sobre o rumo que deveria tomar a luta. É claramente equivocado promover a desmobilização, para remetê-la a uma hipotética vitória eleitoral em 2022.

Fora com todos!
Resistência, Resistência, Resistência!
A luta continua!“

Fonte: Portal O Trabalho

A crise migratória (novo navio negreiro)

André Cabral – Historiador e professor

Quando refletimos sobre a questão migratória na história da humanidade desde os primórdios, migramos da África para outras partes do planeta e vislumbramos nossa origem ancestral. O processo das invasões europeias na América, África e Ásia e o processo de exploração e escravização dos migrantes europeus em dois séculos, XVI e XIX, produziram vítimas naquilo que se constituiu como um verdadeiro genocídio para desenvolver o capitalismo.

Ao falarmos em migrações, queremos dizer movimentos de saída e chegada de pessoas entre países. É importante ressaltar que o termo migração internacional pode ser subdividida em emigração (refere-se a pessoas que saem do país) e imigração (refere-se a pessoas que entram no país). O que motiva as migrações são questões econômicas, repulsão de emigrantes, crises, guerras, conflitos em geral, fome, etc.

O contexto para o processo de refugiados atual envolve principalmente os continentes africano, europeu e o Oriente Médio; a rota de fuga é o Mar Mediterrâneo e por lá cruzam refugiados que partem da Líbia e de outros países próximos e que morrem antes de chegar a Europa

A crise dos refugiados na atualidade se configura em uma crise humanitária só vista na Segunda Guerra Mundial. Segundo a Organização Internacional de Migração, até 3.283 pessoas morreram ou desapareceram em 2014 no Mediterrâneo durante a tentativa de migrar para a Europa. Este número subiu para 3.782 em 2015 e atingiu o seu pico em 2016 com 5.143 vidas perdidas. As estimativas globais são de que mais de 22 mil imigrantes morreram entre 2000 e 2014.

Os conflitos provocados pelos Estados Unidos, Inglaterra, França, Israel e outros, sobre o pretexto da “luta contra o terrorismo”, fruto dos atentados de 11 de setembro 2001 promoveram uma escalada de emigração no Iraque, Líbia, Afeganistão e Síria. Os dados globais apontam que o deslocamento causado por conflito fatores permanece em um nível recorde. No final de 2018, o número de pessoas deslocadas internamente devido a violência e conflitos atingiu 41,3 milhões. A Síria foi a nação que teve o maior número de pessoas deslocadas, com 6,1 milhões até o final de 2018. Mais de 30% da população do país foram deslocados devido a conflitos e violência.

Diante da pandemia, a situação dos imigrantes piora segundo os dados do relatório “Internacional Migration 2020 Highlights” elaborado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (UNDESA, na sigla em inglês). “Centenas de milhares de migrantes ficaram retidos, impedidos de regressar aos seus países, enquanto outros foram forçados a regressar aos seus países de origem, e o mundo testemunhou, ao longo de 2020, o fechamento de fronteiras e graves interrupções nas viagens internacionais.

Outros desdobramentos são fruto da questão migratória que renasce na Europa como xenofobia, neonazismo e intolerância religiosa para com os imigrantes que professam o Islã. Isso devido, basicamente, às diferenças socioculturais existentes entre pessoas de países diferentes e, principalmente, à relação tensa entre os trabalhadores dos países ricos e os estrangeiros, vindos de países mais pobres, que disputam os mesmos postos de trabalho.

A PEGIDA, sigla para Patriotische Europäer Gegen die Islamisierung des Abendlandes ou Europeus Patriotas, é uma organização que se opõe à imigração de muçulmanos na Alemanha; diferentes regiões também ocorre a questão da migração como (muro na fronteira dos Estados Unidos com o México, muro na cidade de Celta, Espanha), de modo a dificultar cada vez mais a entrada de imigrantes. Para o ministro do Exterior da Hungria, Peter Szijjarto, o objetivo principal deveria ser ter o controle sobre a fronteira externa da UE. Aqueles que entrarem na Hungria de forma ilegal, destruindo a infraestrutura que protege a fronteira, estarão cometendo um crime e poderão ser condenados à prisão ou à extradição”,

Há séculos, os EUA e a Europa, utilizam a mão de obra imigrante (ilegal); pagando e sujeitando-se aos contrabandistas, essas populações fogem da fome e das guerras, submetem-se ao trabalho semi-escravo e precário, com a conveniência dos empresários desses países, são utilizados para construir as riquezas da burguesia hipócrita da União Europeia e dos EUA.

Assim, podemos dizer que a imigração atual é um novo navio negreiro, onde bebês morrem congelados, grávidas agonizam e homens perecem doentes e famintos.

Manifestantes fazem o enterro simbólico de Bolsonaro e do vereador Leonardo Dias em Maceió

Em ato público ocorrido na tarde de hoje, 29, os manifestantes fizeram o enterro simbólico de Bolsonaro e do vereador Leonardo Dias em Maceió. O ato de protesto ocorreu em frente a Câmara Municipal.

Os manifestantes protestaram contra a concessão do título de cidadão honorário, projeto de autoria do vereador Leonardo Dias. Para os manifestantes, essa homenagem agride os parentes e amigos e dos mais de 500 mil mortos por Covid-19 no Brasil. Os manifestantes acusam Bolsonaro de genocídio e de corrupção na compra da vacina Covaxin.

Assista o vídeo:

Farmácia de Alagoas está sem insulina e diabéticos correm risco

A lady is injecting insulin into her stomach.

A Farmácia de Alagoas, componente especializada da assistência farmacêutica do governo do Estado, está sem insulina tipo análoga, de rápida absorção, e usuários cadastrados que precisam desse medicamento correm risco.

Usuários tem denunciando a peregrinação em busca do medicamento e que a resposta por parte dos funcionários é que a insulina está em falta e pedem para aguardar. “Como aguardar, se preciso da insulina agora?”, reclamou uma usuária que não quis se identificar.

Governo Bolsonaro eleva bandeira vermelha da conta de luz em 52%

Aumento terá impacto pesado na inflação e reforça a crise que atinge o governo federal

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) definiu nesta terça-feira (29) um novo valor para a bandeira vermelha patamar 2, que está sendo cobrada atualmente na conta de luz. Pela decisão, a taxa passa de R$ 6,243 por 100 kWh para R$ 9,49 por 100 kWh. O novo valor representa aumento de 52%.

A justificativa do governo é que o aumento seria supostamente o valor necessário para cobrir todo o custo adicional do acionamento de termelétricas ao longo do segundo semestre deste ano, evitando um apagão no país.

Segundo reportagem do portal UOL, as bandeiras são cobradas na conta de luz dependendo das condições de geração de energia no setor elétrico. Diante da falta de chuvas, de acordo com a área técnica da Aneel, o aumento na bandeira vermelha patamar 2 deveria ter sido ainda maior, levando a taxa para R$ 11,50 (aumento de 84%). O acréscimo envolveria uma mudança na metodologia de cálculo das bandeiras. Por isso, a decisão da agência foi de implantar um aumento menor agora e convocar uma consulta pública para debater as alterações de metodologia. Assim, há a possibilidade de a bandeira ser novamente reajustada após a consulta pública.

O relator do processo, diretor Sandoval Feitosa, foi voto vencido. Ele sugeriu que a bandeira vermelha patamar 2 fosse elevada em apenas R$ 0,25, de R$ 6,243 para R$ 6,49. A ideia era submeter o aumento mais significativo a consulta pública, o que levaria a uma nova discussão em agosto.

O diretor-geral da Aneel, André Pepitone, porém, afirmou que essa decisão poderia deixar custos descobertos. Segundo ele, já há um déficit de R$ 1,5 bilhão no valor arrecadado pelas bandeiras, e, em julho, o rombo deve aumentar. O argumento de Pepitone, acompanhado por outros diretores, foi de que manter a bandeira vermelha em patamar menor agora poderia elevar ainda mais a conta no futuro, prejudicando os consumidores.

Movimentos sociais protestam contra o título de cidadão de Bolsonaro e o PL do nascituro

Está ocorrendo agora, na tarde dessa-terça, 29, uma manifestação na porta da Câmara Municipal de Maceió, contra a concessão do título de cidadão honorário ao presidente Bolsonaro. Para os participantes, Bolsonaro é um presidente genocida, que ao negar vacina, empurrou centenas de milhares de brasileiro para a morte.

Além desse motivo, os manifestantes também repudiam o Projeto de Lei do Nascituro, de autoria da vereadora Galbi Ronalsa, que segundo os manifestantes é um projeto machista, de ataque à dignidade feminina, que pretende que o município financie entidades religiosas para fazer doutrinação às crianças e adolescentes nas escolas públicas municipais sobre o tema da sexualidade.

Bispo negacionista e irmão de Valdemiro Santiago morre de Covid

Morreu hoje (28), em São Carlos (SP), o bispo Vanderlei Santiago, irmão do apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus. Ele tinha 53 anos e foi vítima da Covid-19.

Segundo a Prefeitura, o religioso havia procurado atendimento no Centro de Triagem na madrugada de domingo (27). Nesta segunda, foi transferido para a UPA Santa Felícia, mas não resistiu a uma parada cardiorrespiratória. Ele testou positivo para Covid-19.

O bispo estava na cidade realizando pregação e teve um mal-estar antes de procurar o atendimento médico. Não há informações sobre sepultamento e velório do sacerdote.

Ele era irmão do apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, que chegou a vender sementes de feijão sob o argumento de que teriam eficácia terapêutica para a cura da doença — o que não é verdade.

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