Feira Agrária em Teotônio Vilela

Apesar da política do governo federal ser voltada para apoiar o agronegócio, a agricultura familiar resiste. E a prova disso são as feiras da reforma agrária organizadas pelos movimentos camponeses.

A Frente Nacional de Luta – FNL/AL, organizou uma Feira Agrária em Teotônio Vilela, nessa quinta-feira (02/09) e segue até o próximo sábado (04/09). A Feira que conta com a participação de feirantes das regiões de Teotônio Vilela, Junqueiro, Jequiá da Praia e Campo Alegre, apresenta uma grande diversidade de mercadorias.

Bolsonaro veta punição para quem divulgar fake news

(Brasília - DF, 01/08/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante coletiva com a imprensa com o Ministro de Estado do Meio Ambiente, Ricardo Salles, Ministro de Estado das Relações Exteriores, Ernesto Araújo e Ministro de Estado do Gabinete de Segurança Institucional, General Augusto Heleno. \rFoto: Marcos Corrêa/PR

O presidente sancionou PL que revoga Lei de Segurança Nacional, mas vetou crime para quem praticar “comunicação enganosa em massa”

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou, com vetos, nessa quarta-feira (1º/9), projeto de lei que revoga a Lei de Segurança Nacional, criada durante a ditadura militar.

Entre os vetos do mandatário da República, está o trecho que prevê punição para quem praticar “comunicação enganosa em massa”. O PL determinava reclusão de 1 a 5 anos mais multa para quem “promover ou financiar, pessoalmente ou por interposta pessoa, mediante uso de expediente não fornecido diretamente pelo provedor de aplicação de mensagem privada, campanha ou iniciativa para disseminar fatos que sabe inverídicos, e que sejam capazes de comprometer a higidez do processo eleitoral”.

No veto, o chefe do Executivo diz que “a proposição legislativa contraria o interesse público por não deixar claro qual conduta seria objetivo da criminalização, se a conduta daquele que gerou a notícia ou daquele que compartilhou”. O presidente questiona também se “haveria um ‘tribunal da verdade’ para definir o que viria a ser entendido por inverídico”.

Por fim, o presidente alega que a proposta tem “o efeito de afastar o eleitor do debate político, o que reduziria a sua capacidade de definir as suas escolhas eleitorais”.

Inquérito das Fake News

Bolsonaro é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do Inquérito das Fake News, que apura a disseminação de notícias falsas. O relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes, incluiu o mandatário do país na investigação no último dia 4 de agosto, a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O STF vai apurar se o presidente cometeu crimes durante a tradicional live de quinta-feira, na qual afirmou, sem provas, que houve fraude nas eleições presidenciais de 2018.

Outros vetos

O titular do Planalto também vetou trecho do PL que determinava punição para quem impedisse “o livre e pacífico exercício de manifestação” sob o argumento de que haveria dificuldade para definir “o que viria a ser manifestação pacífica”.

Fonte: Metrópoles

Bolsonaro reduz em 85% os recursos e coloca em risco a vacinação contra a Covid em 2022

Verba foi reduzida de R$ 27,8 bilhões em 2021 para R$ 3,9 bilhões para o ano que vem

O governo Jair Bolsonaro (sem partido) diminuiu a verba para a compra de vacinas contra a Covid-19 em 2022. Em comparação ao previsto para 2021, o valor é 85% menor. Neste ano, o valor para a compra de vacinas foi de R$ 27, 8 bilhões, mas segundo o Orçamento do próximo ano apresento ao Congresso na última terça-feira (31), o valor será de apenas R$ 3,9 bilhões. 

De acordo com representantes do Ministério da Saúde, o valor será destinado à compra de seringas e vacinas da AstraZeneca produzidas com insumos da Fiocruz. 

A quantidade, porém, é suficiente para conseguir apenas 140 milhões de doses da AstraZeneca. O montante não cobre nem o necessário para aplicar em toda a população adulta, que compõe cerca de 160 milhões de pessoas com 18 anos ou mais. 

A justificativa para a redução é que, segundo membros do Ministério da Saúde, o cenário da pandemia ainda é incerto e que há possibilidade que parte das doses já adquiridas em 2021 sobrem e possam ser utilizadas no próximo ano. Outra justificativa é que possíveis contratos com outros fornecedores podem ser fechados até dezembro deste ano para garantir entregas em 2022.

O Ministério da Saúde afirma que espera resultados de estudos sobre a aplicação de doses de reforço para realizar uma adequação das previsões das despesas. Segundo o grupo,  a previsão de 140 milhões de doses foi calculada com base em uma projeção de entregas da Fiocruz.

O governo decidiu inicialmente que, em 2022,  a despesa com vacinas será feita dentro do Orçamento. Mas a decisão impacta, por exemplo, a regra do teto de gastos, que limita o crescimento dos gastos do governo à variação da inflação.

O secretário especial de Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, avalia que não é possível classificar esse gasto com vacina como algo imprevisível ou urgente, uma vez que o número de casos e mortes por Covid-19 têm caído diante do avanço da vacinação. 

Recentemente, o Ministério da Saúde afirmou que pretende concluir a vacinação de toda a população adulta com duas doses – ou dose única – até o fim de outubro deste ano. A pasta também prevê a a aplicação de novas doses de reforço para idosos acima de 70 anos e imunossuprimidos a partir da segunda quinzena de setembro.

Fonte: Folha de São Paulo

Em uma derrota de Bolsonaro, Senado rejeita nova reforma trabalhista

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa semipresencial. Ordem do dia. Plenário analisa indicações da Presidência da República para diretorias de agências reguladoras e para a recém-criada Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Mesa: vice-presidente do Senado, senador Antonio Anastasia (PSD-MG); presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP); senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO); secretário-geral da Mesa, Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho. Foto: Pedro França/Agência Senado

Os senadores rejeitaram a proposta de uma nova reforma trabalhista, que criaria novos regimes de contratação para jovens e um programa para contratação sem direito a férias, 13º salário e FGTS

Em uma derrota do governo, o Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira (1º), com 47 votos contrários e 27 votos favoráveis, a proposta de uma nova reforma trabalhista, que criaria novos regimes de contratação para jovens e um programa para contratação sem direito a férias, 13º salário e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O texto da Medida Provisória 1.045 havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados. O Senado tinha até a próxima terça-feira (7) para votar a medida.

O texto original apenas recriava o programa de redução de jornadas e salários, mas essa proposta também foi rejeitada pelos parlamentares.

Com exceção do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e do relator, os 30 senadores que discursaram durante o debate da proposta defenderam a rejeição do texto. Os parlamentares contrários ao projeto afirmaram que a proposta precariza as relações trabalhistas e é ruim para os jovens.

Moura buscou alternativas para viabilizar a votação da proposta e retirou do texto todas as normas incluídas pelos deputados que mudavam diversas regras da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). A articulação do relator não foi suficiente para convencer os parlamentares.

Entre os principais pontos da proposta estavam:

nova modalidade de trabalho, sem direito a férias, 13º salário e FGTS (chamada de serviço social voluntário)

outra modalidade de trabalho, sem carteira assinada (Requip) e sem direitos trabalhistas e previdenciários; trabalhador recebe uma bolsa e vale-transporte]

programa de incentivo ao primeiro emprego (Priore) para jovens e de estímulo à contratação de maiores de 55 anos desempregados há mais de 12 meses; empregado recebe um bônus no salário, mas seu FGTS é menor

redução no pagamento de horas extras para algumas categorias profissionais, como bancários, jornalistas e operadores de telemarketing

aumento no limite da jornada de trabalho de mineiros

restrição à Justiça gratuita em geral, não apenas na esfera trabalhista

proibição a juízes anularem pontos de acordos extrajudiciais firmados entre empresas e empregados

maior dificuldade para a fiscalização trabalhista, inclusive para casos de trabalho análogo ao escravo.

Parte das medidas propostas foi tentada pelo governo nos primeiros meses de 2020, na medida provisória do “Contrato de Trabalho Verde Amarelo”. Como ela não seria aprovada a tempo pelo Congresso e perderia validade, o governo revogou a MP em abril de 2020. Desde então, o governo trabalhava para recriar as medidas.

Fonte: Uol

Luciano Hang é investigado pela CPI

Relator da CPI da Pandemia, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), divulgou nesta quarta (1) nova relação de pessoas tratadas como investigadas pela comissão. Luciano Hang foi incluído.

Hang na mira

Essa lista de 29 nomes incluiu nomes próximos ao presidente Jair Bolsonaro, como o ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) e o presidente da Havan, Luciano Hang.

Também entraram na relação a servidora do ministério da Saúde e fiscal do contrato da Covaxin, Regina Celia; o ex-coordenador do Plano Nacional de Operacionalização das Vacinas, coronel Marcelo Bento Pires; a diretora técnica da Precisa Medicamentos Emanuella Medrades; o presidente da ONG Instituto Força Brasil, coronel Helcio Bruno de Almeida, e os representantes da Davati Medical Supply Luiz Dominghetti e Cristiano Carvalho.

No final dos trabalhos da comissão, o relator pode propor o indiciamento dessas pessoas por considerar que há elementos suficientes. Segundo Renan Calheiros, ele pretende apresentar o relatório final da CPI até 24 de setembro.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

Lula lidera e pode vencer já no primeiro turno, diz pesquisa Quaest

Lula tem 30% das intenções de voto

Pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (1), apontou o ex-presidente Lula com 47% dos votos e Jair Bolsonaro, em segundo lugar, com 26%. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) soma 9%, seguido pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 6%. Em outros quatro cenários, a menor porcentagem do petista é de 44%. Tendência é de vitória no primeiro turno

Pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (1), apontou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança isolada, com 47% dos votos, contra 26% de Jair Bolsonaro, 9% do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e 6% do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Ao todo, 8% disseram que não votariam em candidato algum e 5% afirmaram estar indecisos.

Em outro cenário, o petista alcança 46% dos votos e Bolsonaro, 26%. Ciro atinge 8%, Doria, 6%, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), 1%. De acordo com os dados, 7% disseram que não votariam em postulante algum e 5% relataram indecisão.

Em um terceiro cenário, Lula, Bolsonaro e Ciro conseguem os mesmos percentuais – 46%, 26% e 8%, respectivamente. Doria alcança 5% e a senadora
Simone Tebet (MDB-MS), 2%. Segundo as estatísticas, 8% não optaram por candidatura alguma e 5% disseram estar indecisos.

Em um quarto cenário, o ex-presidente Lula atinge 44% do eleitorado e Bolsonaro, 25%, seguido pelo apresentador José Luiz Datena (PSL), com 7%. Ciro aparece com 6% e Doria com 3%, seguido pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), com 2%, e por Simone Tebet, com 1%. Ao todo, 6% afirmaram que não votariam em postulante algum e 5% ficaram entre os indecisos. 

No quinto cenário, Lula consegue 44% dos votos e Bolsonaro 24%, seguido por Ciro e por Datena, os dois com 7%. Depois viriam Mandetta e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), ambos com 2%, e Simone Tebet, com 1%. Os números mostraram que 7% não apontaram preferência alguma e 5% relataram indecisão.

Foram entrevistadas 2 mil pessoas por meio de questionário presencial entre os dias 26 e 29 de agosto nos 27 estados brasileiros. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

Segundo turno

Em um eventual segundo turno, Lula ganha de Bolsonaro por 55% a 30%. Em agosto, o petista tinha 54% contra 33% do seu adversário.

Bolsonaro só venceria em um eventual segundo turno contra Rodrigo Pacheco (36% a 33%). 

Em segundo turno entre Ciro e Bolsonaro, o pedetista tem 45% dos votos e o seu oponente, 33%.

Fonte: Brasil 247

Bolsonaro vai aumentar a conta de luz de novo, taxa extra vai subir 50%

O presidente Jair Bolsonaro durante solenidade de Ação de Graças, no Palácio do Planalto.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou hoje a criação de uma nova bandeira para a conta de luz, chamada de bandeira de escassez hídrica. A taxa tem o valor de R$ 14,20 por 100 kWh, e será aplicada à conta de luz a partir desta quarta-feira (1º). A bandeira ficará em vigor até 30 de abril de 2022.

O novo valor representa um aumento de 49,6% (ou R$ 4,71) em relação à atual bandeira vermelha patamar 2 (de R$ 9,49 por 100 kWh), que estava sendo aplicada à conta de luz. No final de junho, o valor da bandeira vermelha patamar 2 já havia subido 52%.

As bandeiras tarifárias são independentes da tarifa de energia, e acrescentadas ao valor da conta dependendo das condições de geração de energia no setor elétrico. Quando o cenário é favorável, não há acréscimo (bandeira verde). A bandeira amarela indica cenário menos favorável, enquanto as vermelhas (patamar 1 e 2) apontam para condições custosas de geração de energia.

A bandeira de emergência hídrica não existia. Segundo o Ministério de Minas e Energia, a nova taxa provocará aumento de 6,78% na tarifa média dos consumidores regulados, como os residenciais. Veja o exemplo dado pela pasta:

  • – Conta de luz em agosto para 100 kWh consumidos: R$ 60 (tarifa média de energia) + R$ 9,49 (bandeira vermelha patamar 2) = R$ 69,49.
  • – Conta de luz a partir de 1º de setembro para 100 kWh consumidos: R$ 60 (tarifa média de energia) + R$ 14,20 (bandeira de escassez hídrica) = R$ 74,20.
  • – Diferença no total da conta entre agosto e setembro = R$ 4,71, ou 6,78%.

Fonte: Uol

Depois de privatizar a água, Renan Filho aumenta a tarifa em 8,08%

Depois da polêmica da privatização da Casal, empresa responsável pelo fornecimento de água e saneamento, agora começa o tão esperado tarifaço, a conta de água da Região Metropolitana de Maceió ficará 8,08% mais cara a partir de outubro.

É isso mesmo. Enquanto metade da população de Alagoas vive em situação de pobreza e o desemprego atinge 246 mil pessoas, o governo Renan Filho para agradar a BRK Ambiental, que se apropriou da nossa água, sanciona o reajuste que foi aprovado pela Agência de Regulação de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal), órgão do próprio governo.

Alagoas registra a quarta maior taxa de desempregados do país

Em números absolutos, o desemprego atingia 246 mil pessoas em Alagoas no segundo trimestre de 2021, diz levantamento do IBGE

Alagoas apresentou a quarta maior taxa de desocupação do país no trimestre referente aos meses de abril, maio e junho, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta terça-feira (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa média de desocupação no estado foi estimada em 18.8% no segundo trimestre de 2021, isto é, quase um a cada cinco alagoanos com idade para trabalhar (14 anos ou mais) estava sem emprego no período. Na comparação com as demais unidades da federação, Alagoas ficou atrás apenas de Pernambuco (21,6%), Bahia (19,7%) e Sergipe (19,1%).

Em números absolutos, o desemprego atingia 246 mil pessoas em Alagoas no 2º trimestre de 2021. O resultado não apresentou variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre imediatamente anterior de 2021 (janeiro, fevereiro e março), quando a desocupação atingia 254 mil pessoas. Já na comparação com o segundo trimestre de 2020, houve um aumento no desemprego de aproximadamente 25%. Já o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos foi estimado em R$ 1.652 no segundo trimestre, não mostrando variação significativa em relação ao segundo trimestre de 2020 ou primeiro trimestre de 2021.

Estimada em 1,060 milhão de pessoas no segundo trimestre de 2021, a população ocupada teve aumento de 155 mil (17,2%) em relação ao mesmo período do ano anterior. Com relação ao primeiro trimestre deste ano, houve crescimento de 42 mil pessoas, ou seja, variação de 4,1%.

SEM CARTEIRA ASSINADA

Na análise da ocupação do setor privado, a Pnad estimou que o número de trabalhadores com carteira assinada no período de abril a junho de 2021 aumentou em 30 mil pessoas (12,6%) em relação ao mesmo intervalo de tempo do ano anterior. Entretanto, em relação aos três primeiros meses deste ano, a variação foi de -1,4%, configurando estabilidade.

O movimento de crescimento também foi observado entre os empregados sem carteira de trabalho assinada. Estimado em 154 mil pessoas, esse grupo aumentou em 27 mil pessoas (21,8%) em relação ao mesmo período do ano anterior, sem apresentar, contudo, variação estatisticamente significativa na comparação ao primeiro trimestre de 2021. No Brasil, a taxa de desocupação recuou para 14,1% no segundo trimestre deste ano, uma redução de 0,6 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre. Apesar da diminuição na taxa, o país ainda soma 14,4 milhões de pessoas na fila em busca de um trabalho. Esse recuo na taxa foi influenciado pelo aumento no número de pessoas ocupadas (87,8 milhões), que avançou 2,5%, com mais 2,1 milhões no período. Com isso, o nível de ocupação subiu 1,2 ponto percentual para 49,6%, o que indica, contudo, que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país. O número de empregados com carteira assinada no setor privado avançou 2,1%, totalizando 30,2 milhões no segundo trimestre do ano, frente ao anterior. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, o contingente ficou estável, mas interrompeu quatro trimestres sucessivos de quedas. A ocupação também avançou no segundo trimestre com o aumento de 3,4% no número empregados no setor privado sem carteira (10,0 milhões) na comparação com o trimestre anterior. Em relação ao segundo trimestre do ano passado, esse contingente subiu 16,0% ou 1,4 milhão de pessoas.

Fonte: Gazeta Web

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