Estado de Israel assassina dois jovens palestinos

O Estado sinonista de Israel, que foi recentemente denunciado por promover um sistema de apartheid na Palestina pela Anistia Internacional, assassinou dois jovens palestinos.

Segundo noticiou as agências internacionais, os assassinatos ocorreram hoje, 15/03, em dois pontos diferentes da Cisjordânia. Nader Haitham Rayan, de 16 anos, morreu durante uma operação do exército israelense no campo de refugiados de Balata, perto da cidade de Nablus, ao norte da Cisjordânia. O adolescente foi atingido por tiros na cabeça, no peito e em uma das mãos, segundo o ministério palestino da Saúde.

A segunda morte aconteceu no campo de refugiados de Qalandia, perto de Ranallah, segundo o ministério palestino e a agência de notícias oficial palestina Wafa.

Alaa Shaham, de 20 anos, morreu ao ser atingido por um tiro na cabeça e outros seis jovens também foram feridos a tiros, segundo o ministério palestino.

O assassinato frequente de palestinos tem sido denunciado por entidades internacionais, mas até agora a ONU não tem adotado sanções contra o Estado sionista de Israel, que continua agindo livremente.

Redação com AFP e Carta Capital

Mulheres nas Exatas: uma raridade que precisa incomodar o Estado

Natércia Lopes – Matemática, Doutora em Ciências da Educação e Professora da UNEAL e Semed/Maceió

Você já parou para calcular quantas mulheres você conhece que são da grande área de ciências exatas? 

Em meados da década de 90, os Estados Unidos enfrentavam uma escassez de profissionais qualificados em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Aliado a isso, até o início do ano 2000, a avaliação do PISA (Programme for International Student Assessment) detectava baixo desempenho de estudantes na disciplina de Matemática, o que poderia implicar drasticamente a formação de novos profissionais.

A partir dessa realidade surgiu o Movimento STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics), que trazia elementos interdisciplinares e transversais para as áreas já mencionadas, que eram os pontos fracos das avaliações escolares. O Movimento STEM concilia as habilidades hards (específicas das disciplinas de exatas) e softs (trabalho em equipe, administração de tempo e comunicação), ou seja, alia a Tecnologia à Ciência, à Engenharia e à Matemática, e representa, por essa razão, uma transformação que poderia responder às mudanças socioeconômicas e tecnocientíficas.

Tal movimento só veio a ser conhecido no Brasil depois de quase 20 anos, com a promessa de romper com ensino tradicional e trazer inovação para as salas de aula. Logo após, acrescentaram a área de Arte ao acrônimo, para defender que haveria uma integração de todas as áreas através de projetos multidisciplinares e científicos. Como consequência disso, o que se iniciou como um movimento passou a ser a metodologia STEAM (Science, Tecnology, Enginnering, Art and Mathematics), em alguns países STHEM (Science, Tecnology, Humanity, Enginnering and Mathematics) ou STREM (Science, Tecnology, Reading, Enginnering and Mathematics).

O PNLD (Programa Nacional do Livro e do Material Didático) compreende ao STEAM como um potencializador para a integração entre todas as áreas do conhecimento no Ensino Médio. Desde então, a grande área de humanas acabou sendo inserida nesse núcleo duro das ciências, o que pode ser um equívoco conceitual se for levado em conta que todas as áreas e grandes áreas nascem de necessidades humanas, e que, diante disso, nunca devem ser descontextualizadas.

Deixando as variações acrográficas de lado, vale ressaltar o potencial do Movimento STEM para a inserção das mulheres nas ciências exatas.

O ensino e a aprendizagem da Matemática na Educação Básica brasileira enfrentam desafios para superar os baixos índices apontados por avaliações em alta e menor escala. A defasagem conteudista tem sido considerada um ciclo vicioso numa visão arcaica de escolarização que remete naturalmente ao fracasso escolar. Acompanhando esses fatores, jovens não tendem a buscar as carreiras em STEM na Educação Superior.

Pesquisas do IBRE/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) de 2021 mostram que o percentual de jovens que buscam carreiras em STEM no Brasil é metade do observado nos Estados Unidos. Analisando a variável gênero, o número de mulheres representa apenas 26% dos trabalhadores formais nas áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

A explicação para a baixa adesão das mulheres às áreas de exatas relaciona-se ao processo de socialização. Mesmo a Ciência provando que não há correspondência entre sexo biológico e inteligência, o backfire effect de uma cultura falocêntrica arraigada na sociedade, insiste em dizer que a Matemática, por exemplo, não é área para mulheres.

O estímulo para a representatividade feminina nas áreas de STEM parte de uma mudança social. Essa transformação pode levar o computador, os jogos que desenvolvem habilidades de visão tridimensional, os brinquedos que focam a coordenação motora para criação de objetos, como o lego, para as prateleiras de meninos e meninas, como defende Debbie Sterling[1].

Órgãos e Instituições, públicas ou privadas, quando lançam editais de fomento às mulheres nas ciências têm como público-alvo quem já se encontra na Educação Superior. Para as alunas da Educação Básica, o que se vê são premiações pontuais sem expectativa de uma continuidade.

O Projeto de Lei Federal 398/2018, que altera a LDB 9394/1996, propõe estímulo à participação feminina nas áreas de STEM e a mitigação de barreiras contra mulheres nas ciências exatas em todo território nacional. No entanto, há 4 anos a proposta se arrasta em plenários sem previsão de promulgação.

Os problemas nas áreas de STEM carecem de sujeitos qualificados e empenhados na busca por possíveis soluções. A primeira fase do Censo Escolar 2020, divulgada pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), mostra que as mulheres são a maioria em todas etapas da Educação Básica e correspondem a 57,8% no Ensino Médio. Dessa maneira, é imprescindível a força dessas meninas/jovens/mulheres dentro das carreiras em STEM; assim como é indispensável a existência de políticas públicas em todas esferas do governo para incentivar a participação das mulheres nas ciências exatas.


[1] Engenheira e defensora das mulheres na área de STEM. Foi eleita a Pessoa do Momento da Time e uma das 30 Mulheres que Estão Mudando o Mundo do Business Insider.

Pastor aplicou golpe milionário em fiéis

O pastor evangélico Pastor Osório José Lopes Júnior é acusado de enganar fiéis. A estratégia do religioso goiano era viajar pelo Brasil em busca de pessoas evangélicas que investem em títulos e engana-los com a venda de títulos inexistentes. Como álibi, o pastor que é deficiente visual, usava o nome do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Em sua trama, Osório afirmava que seus produtos eram apresentados ao Tesouro Mundial após serem laureados em ouro. A utilização do nome do ministro funcionava da seguinte forma: o líder religioso explicava que seus títulos haviam passado por uma autorização do governo, especificamente pelo Ministério da Economia, daí então já estavam liberados para serem investidos.

Para incrementar sua abordagem, o acusado se utilizava de logomarcas de entidades financeiras de conhecimento nacional. Entre as empresas utilizadas estavam o Banco do Brasil e a logo do Banco Mundial. O pastor mantinha um grupo para as ações, os quais também cuidavam de uma plataforma que fomentava confiança às vítimas.

Pastor mantinha o esquema há anos

Há pelo menos 9 anos Osório mantinha sua rede de crimes. Com um canal no YouTube, onde possui mais de 100 mil inscritos, José Lopes conseguia alcançar um público onde fazia parte pessoas de todo o país. As falas dele era sempre carregada por um discurso que pedia a contribuição e ajuda dos seus seguidores.

A promessa era de um retorno de até 100 vezes o valor aplicado em seus títulos. Entre as vitimas estavam na sua maioria brasileiros evangélicos. O pastor usava da sensibilidade da crença daqueles que acreditavam em suas palavras.  Além deles, o religioso aplicou o golpe em pessoas de sua própria família, e também em amigos. Em um grupo de “clientes” criado no Telegram, são contabilizados cerca de 8 mil vitimados.

Fonte: DCM

Em meio à fome, Bolsonaro ‘enterra’ programa de compra de alimentos

Reproduzido em países da África e da América Central, o Programa de Aquisição de Alimentos já vinha sendo sucateado. E agora foi praticamente extinto, substituído por um “cheio de incertezas”

O presidente Jair Bolsonaro tanto investiu contra os pequenos agricultores e a população mais pobre do país que, como se fosse pouco, jogou uma pá de cal sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Na prática, enterrou a política criada em 2003 no âmbito do Fome Zero, no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que chegou a comprar quase R$ 1 bilhão em alimentos produzidos sem agrotóxicos em pequenos estabelecimentos, beneficiando de um lado indígenas, quilombolas, extrativistas e pescadores artesanais. E de outro, escolas, asilos e outras instituições que atendem pessoas em situação de insegurança alimentar.

E criou um programa para chamar de seu, o Alimenta Brasil. Na propaganda governamental, a iniciativa tem como finalidade ampliar o acesso à alimentação e incentivar a produção de agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e demais populações tradicionais.

Referência internacional

E que por meio da dispensa de licitação, o poder público compra os alimentos produzidos por esses agricultores e destina a famílias em situação de insegurança alimentar, rede socioassistencial, escolas públicas, unidades de saúde, unidades de às unidades de internação socioeducativas e prisionais, entre outras. Ou seja, tudo o que o PAA fazia com excelência a ponto de o programa ter se tornado referência internacional e ser implementado em países da África e da América Central.

“Esse novo programa não se justifica, é uma jogada política. Enterrar um programa exitoso, de 18 anos, reconhecido pelo FAO, para colocar outro no lugar, ainda cheio de incertezas”, diz à RBA o agrônomo Sílvio Porto, professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e ex-diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de 2003 a 2011.

Controle social

Segundo nota técnica da qual ele é coautor, lançada recentemente pela Fian Brasil – Organização pelo Direito Humano à Alimentação e à Nutrição Adequadadas –, a MP está em meio à incertezas e incoerências, como afirmar que o Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) será a instância de controle social. No entanto, o Consea foi extinto pelo próprio governo Bolsonaro em 2019, logo em seu início. O financiamento do programa é outra preocupação, segundo ele, já que o recursos deverão ser compostos de emendas parlamentares, o que abre caminho para “politicagens”.

O Alimenta Brasil, segundo Porto, nasceu da desconstrução do PAA, que foi sendo desconstruído. De modo geral, a política teve orçamento crescente entre
2003 e 2012, bem como aumento na execução nesse período. E passou por redução de verbas entre 2013 e 2016, mesmo assim conseguindo mantendo bons volumes orçamentários, segundo a nota técnica da Fian Brasil.

A partir de 2016, com o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, entrou em fase de redução drástica de orçamento. Com a chegada de Bolsonaro ao poder, os recursos entraram em queda livre, chegando, em 2021, a uma previsão de cerca de R$ 100 milhões, 10% do que chegou a ser aplicado no programa em 2012.

“Além do orçamento diminuto destinado ao PAA em 2021,o governo federal não tomou nenhuma iniciativa para assegurar sua execução, preferindo apostar na edição do Alimenta Brasil”, aponta a nota técnica.

Fonte: Rede Brasil Atual

Bolsonaro sanciona lei que prejudica mais de 2 milhões de professores

Lei sancionada pelo presidente Bolsonaro traz sérios prejuízos aos profissionais do magistério de todo o Brasil.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei Complementar 191/22Legislação ratifica roubo de tempo de serviço de professores das redes públicas de todo o País, no período de maio de 2020 a dezembro de 2021, fase mais crítica da pandemia de Covid-19. O texto foi publicado no Diário Oficial da União de quarta-feira, 9 de março, e é de autoria do deputado Guilherme Derrite (PPSP). Fato foi registrado na Agência Câmara de Notícias e destaque no site Mídia Popular.

Inconstitucional

Na verdade, medida poupa apenas o pessoal da Saúde e da segurança pública, civis e militares. Após o anúncio, o jurista Cláudio F Costa, consultado pelo Dever de Classe, diz que roubar tempo de serviço de professor é inconstitucional, e ajuda a entender melhor essa questão.

Qual o problema dessa lei sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro?

Sanção do presidente ratifica confisco de tempo de serviço de professores e da ampla maioria dos servidores públicos de todo o País. Está errado.

Mas o pessoal da Saúde e da segurança pública foram poupados, pois o governo e o deputado autor da proposta alegam que esses funcionários atuaram na linha de frente do combate ao coronavírus…

Os professores e muitos outros servidores também trabalharam bastante no período crítico de combate à pandemia. No caso do magistério, o trabalho e as despesas para cumprir aulas remotas fez foi aumentar. Por que essa discriminação e exclusão? A meu ver, é algo totalmente inconstitucional e deve ser questionado na justiça.

Na prática, quais os prejuízos que essa lei traz para os docentes e outros que estão tendo o tempo de serviço confiscado?

Esse período de maio de 2020 a dezembro de 2021 não contará para efeito de obtenção de eventuais direitos que constem em planos de carreira, como adicionais, licença-prêmio, anuênios, quinquêniios e outros. Na verdade, é como se durante esse período os professores e outros tivessem morrido em relação a esses benefícios. Além de ilegal, imoral, em minha opinião.

E para aposentadoria, esse tempo também está perdido?

Não. Pois os servidores contribuíram normalmente para a previdência no período que não será contado para aquisição de outros direitos.

O que pode ser feito então para reverter os prejuízos?

Prejudicados devem procurar seus sindicatos ou advogado particular para estudar ações que podem ser feitas. Nada de aceitar essa aberração.

Fonte: Dever de Classe

Lula tem 62,6% e Bolsonaro 16,5% em Pernambuco

Se as eleições para presidente da República fossem hoje, o ex-presidente Lula (PT) teria, em Pernambuco, mais do que o triplo dos votos do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL). É o que revela a primeira pesquisa Empetec/Diario. Foram ouvidos 2019 eleitores entre os dias 26 de fevereiro e 4 de março. A margem de erro é de 2,23%, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi feito pela Empresa de Pesquisas Técnicas, Científicas e de Mercado LTDA (Empetec), tendo como contratante o Diario de Pernambuco, e registrado no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco sob o número PE-03717/2022.

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados ao eleitor, Lula aparece com 62,6%. Em segundo lugar, Bolsonaro atinge 16,5%. O terceiro no levantamento é Ciro Gomes (PDT), com 2,7%. Sergio Moro (Podemos) aparece em quarto lugar, com 1,7%. Em seguida, surgem João Doria (PSDB) e Simone Tebet (MDB), com 0,2%. Rodrigo Pacheco (PSD) é vem depois, com 0,1%. Os que não votam em ninguém, em branco ou nulo são 9,1%. Outros 6,6% não sabem ou não responderam.

O cenário é semelhante na pesquisa espontânea, quando os nomes não são apresentados ao eleitor. Neste caso, Lula lidera com 52,9% e Bolsonaro vem em segundo com 15,5%. Em terceiro lugar, Ciro Gomes aparece com 1,4%. Moro vem em seguida com 0,7%. Fechando a lista, o prefeito do Recife, João Campos, foi citado por 0,1% dos entrevistados.

No levantamento por sexo, Lula tem 64,0% no eleitorado feminino e 61,0% no masculino. Bolsonaro, por sua vez, chega a 20,0% entre os homens e 13,3% entre as mulheres. Ciro Gomes atinge 3,6% no eleitorado masculino e 1,9% no feminino. Moro atinge 1,8% entre as mulheres e 1,7% entre os homens.

Por faixa etária, Lula é mais forte entre os eleitores de 16 a 24 anos, com 65,4%. Bolsonaro alcança o maior percentual na faixa dos 35 a 44 anos, com 19,9%. Ciro Gomes alcança 4,0% entre os eleitores de 25 a 34 anos. Por fim, o melhor desempenho de Moro também é entre os eleitores de 25 a 34 anos, com 2,5%.

AnáliseO analista de pesquisa quantitativa da Empetec, Victor Freire, lembra que o levantamento traz os números apenas com os eleitores de Pernambuco, onde o cenário é diferente da média nacional. “A gente não pode generalizar essa análise para o Brasil inteiro”, adverte. Sobre o cenário pernambucano, Victor ressalta o favoritismo de Lula, o segundo lugar consolidado de Bolsonaro e o baixo desempenho da terceira via. “Podemos falar em polarização no estado entre Lula e Bolsonaro, porém com ampla vantagem de Lula”, acrescenta.

Para Victor, os números altos de intenção de voto de Lula em Pernambuco podem influenciar a eleição estadual. “Essa associação com a Frente Popular pode gerar um favorecimento para o candidato que tiver o apoio dele”, encerra. No estado, o candidato ao governo que terá o apoio de Lula é Danilo Cabral (PSB).
A pesquisa
Estimulada
Lula: 62,6%Jair Bolsonaro: 16,5%Ciro Gomes: 2,7%Sergio Moro: 1,7%João Dória: 0,2%Simone Tebet: 0,2%Rodrigo Pacheco: 0,1%Ninguém/Branco/Nulo: 9,1%Não sabe/Não respondeu: 6,6%
EspontâneaLula: 52,9%Jair Bolsonaro: 15,5%Ciro Gomes: 1,4%Sergio Moro: 0,7%João Campos:  0,1% Ninguém/Branco/Nulo: 1,2%Não sabe/Não respondeu: 28,0%
Por sexo

Feminino
Lula: 64,0% Jair Bolsonaro: 13,3% Ciro Gomes: 1,9% Sergio Moro: 1,8% João Dória: 0,3% Rodrigo Pacheco: 0,2%
MasculinoLula: 61,0%Jair Bolsonaro: 20,0%Ciro Gomes: 3,6%Sergio Moro: 1,7%João Dória: 0,1%Rodrigo Pacheco: 0,0%
Por faixa etária

16 a 24 anos
Lula: 65,4% Jair Bolsonaro: 15,0% Ciro Gomes: 3,7% Sergio Moro: 1,5% João Dória: 0,2% Simone Tebet: 0,2% Rodrigo Pacheco: 0,0%
25 a 34 anosLula:  59,1% Jair Bolsonaro: 17,6% Ciro Gomes: 4,0% Sergio Moro: 2,5% João Dória: 0,2% Simone Tebet: 0,2% Rodrigo Pacheco: 0,2%
35 a 44 anosLula: 62,2% Jair Bolsonaro: 19,9% Ciro Gomes: 2,0% Sergio Moro: 1,0% João Dória: 0,0% Simone Tebet: 0,3% Rodrigo Pacheco: 0,3%
45 a 59 anosLula: 62,0% Jair Bolsonaro: 15,8% Ciro Gomes: 2,0% Sergio Moro: 1,8% João Dória: 0,0% Simone Tebet: 0,0% Rodrigo Pacheco: 0,0%
+60 anosLula: 64,8%Jair Bolsonaro: 13,6%Ciro Gomes: 1,0%Sergio Moro: 1,7%João Dória: 0,7%Simone Tebet: 0,3%Rodrigo Pacheco: 0,0%

Fonte: Diário de Pernambuco

Padre acusado de abusos sexuais em SP é expulso da Igreja

O Papa Francisco decidiu expulsar um padre acusado de abusos sexuais no interior de São Paulo. Pedro Leandro Ricardo, da cidade de Americana, foi demitido da igreja local a partir de um comunicado emitido pela Diocese de Limeira. A ação ocorreu após a abertura de um processo interno, depois dele ter sido acusado por ex-coroinhas.

O documento, divulgado pela Diocese, se dirige ao padre como “senhor” e esclarece que ele “não poderá mais exercer, válida e licitamente, o ministério sacerdotal”. A nota foi assinada pelo bispo Diocesano de Limeira, dom José Roberto Fortes de Palau.

Padre disse estar “totalmente surpreso” com pedido de expulsão do Papa Francisco

Em entrevista ao G1, o padre disse que estava “totalmente surpreso” com a decisão da igreja católica e que está sendo “perseguido” pela Diocese de Limeira, sem direito de se defender.

Desde o ano de 2019, quando uma denúncia se tornou pública, o padre vem sendo acusado por quatro ex-coroinhas quando eram menores de idade por cometer um suposto assédio sexual. Naquele ano, a Folha já havia apurado que o pároco estava sob investigação do Ministério Público por um envolvimento com meninos que lhe tinham como guia na basílica de Americana.

Fonte: DCM

Putin ameaça nacionalizar empresas que deixam a Rússia

Companhias como Coca-Cola e McDonald’s podem ser atingidas. Em resposta a sanções de EUA e União Europeia, governo russo lista 200 produtos que terão exportação e importação limitadas, mas garante fornecimento de gás

O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou nesta quinta-feira (10) que pretende permitir a nacionalização de empresas estrangeiras. Trata-se de uma reação ao fato de multinacionais como Coca-Cola, McDonald’s, Starbucks, Nestlé e Ford, entre outras, terem decidido deixar de investir no país como resposta à invasão russa na Ucrânia.

O Parlamento russo discute um projeto de lei que permite a colocação sob “administração externa” de empresas com mais de 25% das ações sob controle de “nações hostis”. Na segunda-feira (7), o governo russo publicou uma lista desses países, que impuseram algum tipo de sanção econômica à Rússia – entre eles estão EUA, todos os membros da União Europeia, Reino Unido e Japão, entre outros. O Brasil não foi incluído.

Em uma reunião de governo transmitida pela TV na quinta, Putin classificou as sanções do Ocidente como ilegítimas. “Aqueles que vão fechar suas instalações de produção precisam agir de forma decisiva aqui e, em nenhum caso, permitir qualquer dano aos fornecedores russos locais de materiais e componentes. É preciso introduzir a gestão externa e depois transferir essas empresas para quem quer trabalhar”, disse Putin, de acordo com a agência Interfax.

Putin assinou um decreto limitando a exportação e a importação de diversos produtos, especialmente matérias-primas, também em resposta ao embargo econômico liderado pelos Estados Unidos e por outros países ocidentais. A Rússia é um dos maiores produtores e exportadores de energia do planeta, e o país é o maior fornecedor de gás natural para a Europa. O presidente russo disse que Moscou cumprirá os contratos do setor em vigor.

A lista de restrições para o comercio internacional do governo russo inclui tecnologia, telecomunicações, equipamentos médicos, veículos, máquinas agrícolas, equipamentos elétricos — mais de 200 itens no total, incluindo vagões e locomotivas, contêineres, turbinas, máquinas de processamento de metal e pedra, monitores, projetores, consoles e painéis.

Desde a invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro, a Rússia virou alvo de retaliação por países do Ocidente na forma de sanções contra governo, empresas e indivíduos russos. Há também um movimento de boicote de empresas que restringiram ou suspenderam voluntariamente suas atividades no país. Na terça-feira (8), o presidente americano Joe Biden anunciou um embargo sobre o petróleo russo. No mesmo dia, o Reino Unido disse que quer eliminar gradativamente compra de produto até o fim de 2022 e a União Europeia propôs reduzir sua importação de gás natural russo.

Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/extra/2022/03/10/Putin-amea%C3%A7a-nacionalizar-empresas-ocidentais-que-deixam-R%C3%BAssia
Fonte: Nexo Jornal

Motoristas de aplicativo protestam em Aracaju contra o aumento da gasolina

Em protesto pelo aumento da gasolina, motoristas de aplicativo em Aracaju abastecem com até R$ 1 e exigem nota fiscal

Motoristas de aplicativo realizaram um protesto contra o aumento dos combustíveis, na manhã desta sexta-feira (11), em Aracaju. Eles abasteceram os veículos com valores entre R$ 0,50 e R$ 1 e exigiram nota fiscal dos postos.

Em um dos postos no Bairro Atalaia, na Zona Sul da capital, onde a gasolina custa R$ 7,89, o protesto gerou aglomeração de carros em virtude da exigência do documento. A Polícia Militar chegou a ir ao local para mediar a situação. Outros postos também foram visitados pelos manifestantes.

“A nota fiscal é direito do consumidor e o posto não quer nos dar. Agora fechou e não quer abastecer os veículos. Estamos aqui em ato de protesto. A categoria não aguenta mais o aumento constante dos combustíveis”, disse o organizador do movimento, Everton Santos.

O representante do Sindicato de Donos de Postos (Sindpese), Maurício Cotrim, alegou que os proprietários de postos não são responsáveis. “Entendemos que é legítimo qualquer movimento, afinal de contas, está todo mundo sofrendo no bolso o aumento de combustíveis. Mas é preciso ficar claro que a culpa não é do dono do posto. Em relação ao documento, o cupom já é um comprovante”, falou.

Fonte: G1

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