A farra de 40 “artistas” que custaram R$ 3 bi aos cofres públicos de estados e municípios

Wesley Safadão, Xand Avião e Ana Castela estão no top 40; líder do levantamento ultrapassa R$ 158 milhões em cachês

Apenas quarenta bandas receberam R$ 3,08 bilhões desde 1º de janeiro de 2024 em shows públicos, pagos por prefeituras e governos estaduais. Somente um artista recebeu R$ 158 milhões. A maior parte desse dinheiro – R$ 1,78 bilhão dos R$ 3,08 bilhões – foi para um grupo seleto de vinte artistas ligados a apenas cinco produtoras. Duas delas pertencem a Wesley Safadão e Xand Avião – empresários e artistas, eles mesmos na lista dos mais contratados.

Esses dados estão presentes no relatório  “Farras: como os shows com dinheiro público conectam artistas, bets, política e agronegócio“, publicado nesta quarta-feira, 1º de julho. Durante seis meses, a equipe de pesquisa do De Olho nos Ruralistas mergulhou em um universo de mais de 20 mil contratos, quase 40% deles ausentes na principal referência para jornalistas e pesquisadores, o Plano Nacional de Contratações Públicas (PNCP). Os números dizem respeito aos eventos firmados pelo poder público até 31 de março de 2026, critério para que pudéssemos finalizar a pesquisa.

A soma recebida em pouco mais de dois anos pelo grupo de 40 bandas mais contratadas, R$ 3,08 bilhões, é muito próximo do orçamento de todo o Ministério da Cultura em 2026, fixado em R$ 3,26 bilhões. Um gasto que não se refere somente à música, portanto. Mas toda a cultura, em todo o território brasileiro.

Quem são esses escolhidos? O que diferencia esses 40 nomes em um mar de mais de 150 mil profissionais da música no Brasil?

Conheça os artistas mais contratados pelo poder público

Desde que a gastança das prefeituras ganhou espaço na mídia, é comum atribuir a liderança desse nicho ao sertanejo. Afinal, o gênero domina o mercado fonográfico desde a década de 2010, com amplo domínio em rádios e plataformas de streaming.

Este observatório analisou mais de 20 mil contratos, firmados desde 1º de janeiro de 2024, pelo grupo dos artistas mais contratados do país. Entre cem bandas com contratos acima de R$ 25 milhões cada com o poder público desde 2024, o sertanejo gênero lidera, com cerca de 35% dos mais de R$ 5 bilhões obtidos por essas bandas.

Na lista das 40 bandas com mais contratos, porém, os sertanejos aparecem catorze vezes. Entre os dez artistas que mais receberam cachês pagos por prefeituras e governos estaduais, apenas uma vez, com Maiara e Maraisa.

Os músicos no topo da lista de contratos com prefeituras e governos estaduais são os forrozeiros, piseiros e representantes de outros ritmos consagrados a partir do Nordeste, como o brega e o arrocha. Sete entre os dez artistas que mais receberam dinheiro público pertencem a esses gêneros. A exceção fica com Léo Santana, o único cantor de pagodão baiano na lista.

Confira quem são os artistas que mais receberam cachês de prefeituras e governos estaduais desde 2024. (De Olho nos Ruralistas)
Confira quem são os artistas que mais receberam cachês de prefeituras e governos estaduais desde 2024. (Arte: De Olho nos Ruralistas)

Soma dos contratos de 40 artistas se aproxima de recorde da Lei Rouanet

Em 22º lugar no ranking do relatório Farras está o cantor mineiro Eduardo Costa.  Em 21º lugar, outros sertanejos, a dupla Zé Neto & Cristiano. Tanto Zé Neto como Eduardo Costa já fizeram declarações contra a Lei Rouanet, aquela que autoriza artistas a captar dinheiro de impostos devidos por empresas para projetos aprovados pelo Ministério da Cultura.

As críticas do paulista Zé Neto ocorreram durante um show em uma das capitais do agronegócio e do agrogolpismo no Brasil, Sorriso (MT), em maio de 2022 — em um show pago com dinheiro público. O mineiro Eduardo Costa afirmou, em vídeo, que os artistas que captavam recursos através da lei eram “safados” e “mamavam nas tetas do Estado”. Meses depois, aprovou um projeto de R$ 996,5 mil, por meio da Rouanet.

Mas não estamos falando de recursos recebidos por meio da Lei Rouanet. Estamos falando de dinheiro pago diretamente por prefeituras e governos estaduais – em alguns casos com repasses do governo federal, como o Ministério do Turismo — para um grupo seleto de artistas — em contratos feitos por inexigibilidade, ou seja, sem concorrência. Pela notoriedade dos artistas.

No vídeo, questionamos: mas por que especificamente essas 40 bandas? As demais não são notórias?

A soma de R$ 3,08 bilhões recebida por esses 40 artistas desde janeiro de 2024 se aproxima do recorde de captação pela Lei Rouanet, de R$ 3,41 bilhões em 2025. Com duas diferenças: 1) apenas a quantia do top 40 sai diretamente dos cofres públicos; 2) a Lei Rouanet se refere a diversas expressões artísticas, não somente a música.

Fonte: ICL

FALAS, VÍDEOS E ABSURSOS

Flávio Show – Funcionário dos Correio

Maceió, 05 de Julho/ 2026

A semana no Brasil dos absurdos foi cheia de absurdos, falas, videos e tuites dignos de inquilinos do esgoto da politica tupiniquim e no meio de tudo isso a familia do condenado por Golpe de Estado está submersa nos dejetos do oportunismo, traições; ódio aos pobres e amor incondicional por dinheiro e poder.

Depois do coice da Michelle nas costelas do enteado, o Senador e candidato Flavio Bolsonaro, o Presidente do Partido Liberal teve uma reunião com a falsa cristã e por livre e espontânea pressão ela pediu pra sair da presidência do PL Mulher. O ex presidiario Valdemar da Costa teve que intervir na confusão entre a ex Primeira Dama com o seu atual preso de estimação e na caçamba ainda tinha o filho 01. Mas é importante tambem deixar claro que essa Michelle, que ta sendo escanteada por parte dos politicos “profissionais” bolsonaristas, é a mesma Michelle que recebeu por longos anos mimos borrachudos em sua conta do Fabrício Queiroz. Então não se engane, pois a mesma ferradura que hoje taca pedras é a mesma que engorda o cofrinho com gordas notas suspeitas do clâ.
A extrema direita tenta juntar os cacos depois que uma mulher, sexo que eles odeiam, expôs 1% do que acontece longe das câmeras.

Por falar em mulheres, Paulo Figueiredo falou nas redes em alto e bom som que “as mulheres votam mal principalmente as solteiras , pois as casadas tendem a votar no mesmo candidato dos maridos”, no popular ele quis dizer que as mulheres sao burras.
Paulo Figueiredo tem o DNA do seu avô, o ex Presidente Joao Batista Figueiredo, que colecionava opiniões muito parecidas. Quem nao se lembra do ” como o brasileiro sabe votar, se ele não tem noções de higiene” ou daquela sobre as mulheres , ” cavalo e mulher, so depois de montar ou casar”. São esses que estão em cheio na campanha do Flavio Bolsonaro, os mesmos que atuam contra a soberania do país, são os mesmos que abraçam o povo nas ruas, mas quando chegam em casa tomam 3, 5, 7 banhos(Figueiredo , 1999).
A fala do neto do ex Presidente é só a prática dos ensinamentos que ele teve com o avô, simples assim.

Não muito distante, um vídeo no Senado da Diretora Luciana Nunes da Fiesp, a Fiesp do Pato Amarelo, gerou polêmica quando ela afirmou que o fim da escala 6×1 a impossibilitaria de ir ao salão de beleza aos sábados e tambem aos supermercados e farmácias aos domingos. O que você não sabe é que ela trabalha na escala 5×2 , ou seja, a trabalhadora do salão, do comércio tem que está a disposição da “dondoca” nos finais de semana para suas comprinhas. Ela não quer apenas que os trabalhadores continuem trabalhando na escala 6×1, ela quer sair de casa no final de semana e ter à sua disposição uma favelada no caixa para empacotar seus supérfluos , uma mulher descabelada no salão para escovar seu cabelo, uma pobre doente atrás do balcão da farmácia pra vender cosméticos que são mais valiosos que o próprio salário que recebe numa droga de Drogaria. Essa é a realidade do Brasil Varonil, a mesma pessoa que quer decidir o fim da escala 6×1 é aquela que trabalha na escala 1x 6.

Pra finalizar; a PF fez uma operação na casa do Advogado Thiago Ferreira de Paula ligado ao Deputado cristão, Sostenes Cavalcante. Segundo a PF o Advogado é apontado como o suposto comprador do imóvel que o Deputado afirma ter vendido para justificar os 430 mil reais em dinheiro vivo encontrados dentro de sacos de lixo em sua casa.
Ja na casa do Advogado a PF encontrou dinheiro dentro de livros falsos, isso na casa do Pastor Sostenes jamais aconteceria, pois achar livros na casa de um bolsonarista alçaria a Policia Federal como milagreira!
“Ouremos”.

Reflexões* Flávio Show 2026 , ano 06 – Edição 291

Senado trava votação do fim da escala 6×1 e prejudica milhões de trabalhadores

Senado imperial trava 6×1

Já passou mais de mês que a PEC do fim à escala 6×1 que reduz a jornada de trabalho chegou no Senado, sem que o projeto sequer tenha sido enviado à CCJ. A euforia dos 472 x 22 da vitória na Câmara levou alguns a tomarem o Senado por “jogo jogado”, que o céu é o limite etc. Mas as instituições e a Fiesp estão aí, e a vitória no primeiro tempo pode deixar um sabor amargo no final do jogo. Nem euforia, nem pessimismo, é a dura realidade das instituições e do enfrentamento aos interesses do patrões que não pode ser contornada.

No dia da votação na Câmara Paulo Skaf, presidente da Fiesp, junto com outros empresários, cinicamente criticou o “açodamento” na discussão do projeto do fim da 6×1. Alcolumbre, que assume o incomodo com a pecha do “Congresso Inimigo do Povo”, critica Boulos mas mirando em Lula.

Há uma manobra à vista

Em reunião com as centrais sindicais, Alcolumbre falou em consultas à assessoria sobre emenda de redação que retire o período de transição da redução jornada prevista no projeto, o que poderia levar a nova votação na Câmara dos Deputados e atrasar ainda mais o projeto. Paulo Paim (PT/RS) reagiu dizendo que essa posição de Alcolumbre “demonstra que ele entende a importância da construção mais rápida possível para a votação (sic)”.

Ocorre que o recesso parlamentar começa em duas semanas (17 de julho), e de agosto a outubro a previsão é só haver votações virtuais, sem temas polêmicos. Esse calendário contrasta com a afirmação de Sérgio Nobre, presidente da CUT, que diz estar convencido de que a pauta vai andar de maneira célere no Senado. Mesmo sem relator definido, segundo ele, “a PEC não está parada aqui no Senado, desde que ela chegou, que ela passa por debates”.

No dia 30 de julho, no centro político e industrial do país, pouco mais de 3 mil pessoas ocuparam a frente do Masp, em São Paulo. Em outras cidades ocorreram atos e panfletagens, mas longe de representar a força social organizada dos 70% que, nas pesquisas, querem o fim da 6×1. Pesa o fato de que a maior parte das direções sindicais e políticas acreditam que o lobby parlamentar sobre os senadores – embora 1/3 sequer tenha seu mandato em disputa este ano – será suficiente para superar a pressão patronal no Senado imperial.

Os patrões tem acesso facilitado ao Senado. Herança da Constituição de 1824, do Brasil Império, era reservado a membros vitalícios oriundos da Casa Imperial e àqueles com rendimento superior à 800 mil réis. Elitista na sua origem, nunca deixou de sê-lo e, depois do “Pacote de Abril” da Ditadura, há meio século, ele passou a operar como casa revisora da Câmara, mais controlada pelas oligarquias. A Constituição de 1988 o consagrou, e as atuais regras a manterão assim até que sejam radicalmente mudadas.

É preciso reagir, pois sem a pressão que o calendário eleitoral proporciona, o futuro da PEC é incerto. A rigor, melhor com a eleição de Lula, é claro, mas o futuro dos trabalhadores e da nação é incerto sem uma reforma política radical. Afinal, até o carpete azul do Senado sabe que no próximo mandato não será superior ao atual.

Marcelo Carlini, membro do Diretório Estadual do PT do Rio Grande do Sul

Fonte: Petista.org

Isenções de Zema retiram bilhões de MG enquanto dívida estadual cresce e precariza os serviços públicos

“R$ 1,5 bilhão para a Ambev. R$ 600 milhões para a Souza Cruz. R$ 500 milhões para o Mercado Livre. E R$ 2,28 milhões para a Eletrozema, empresa da própria família Zema. 20 empresas receberam 40% de toda a isenção fiscal de Minas. E o governo Zema fez de tudo para esconder isso”. A crítica da deputada estadual Bella Gonçalves (PT) resume o debate que voltou a ganhar força em Minas Gerais, após a divulgação inédita da lista de empresas beneficiadas por incentivos fiscais concedidos pelo governo estadual.

Os dados revelaram que a gestão de Romeu Zema (Novo) concedeu quase 2,5 milhões em isenção de impostos para a Eletrozema S/A, empresa controlada pela família do ex-governador. O benefício integra uma política de renúncia fiscal que alcançou R$ 19,4 bilhões em 2025, segundo informações da Secretaria de Estado de Fazenda (SEF).

O caso reacendeu uma discussão mais ampla sobre as escolhas econômicas feitas pelo governo mineiro nos últimos sete anos. Enquanto grandes empresas receberam descontos tributários, Minas Gerais acumulou aumento da dívida pública e manteve dificuldades para ampliar investimentos em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

Para o economista Weslley Cantelmo, a política de incentivos fiscais adotada pelo governo Zema não apresenta resultados suficientes para justificar o volume de recursos que deixam de entrar nos cofres públicos. “Eu sou muito crítico em relação às políticas de desonerações porque, em geral, elas são muito pouco efetivas”, afirma.

Dívida mineira cresce mais de R$ 87 bilhões durante governo Zema

Em 2019, primeiro ano da gestão Romeu Zema, a dívida consolidada de Minas Gerais era de aproximadamente R$ 113 bilhões. Ao final de 2025, o valor ultrapassou R$ 201 bilhões, sendo cerca de R$ 177 bilhões referentes ao débito com a União.

Na avaliação de Cantelmo, o crescimento da dívida está relacionado à decisão do governo estadual de suspender os pagamentos enquanto aguardava uma solução jurídica para o problema. O Supremo Tribunal Federal (STF) havia autorizado a interrupção temporária das parcelas, mas a atualização do saldo continuou ocorrendo.

“O governo Zema poderia ter se organizado para pagar algum valor relacionado a essa dívida, mas escolheu não fazer isso. Utilizou-se do artifício do não pagamento das parcelas para regularizar esses atrasos e conquistar capital político”, explica.

Segundo o economista, a estratégia permitiu ao governo apresentar como conquistas medidas como a regularização de salários e repasses aos municípios, mas sem enfrentar o problema estrutural da dívida.

“O que foi suspenso foi apenas o pagamento, não a atualização da dívida. Ela continuou crescendo”, afirma.

Lei Kandir: ‘acordo abriu mão de mais de R$ 120 bilhões’

Outro ponto central das críticas está no acordo firmado em 2020 entre o governo Zema e a gestão Jair Bolsonaro (PL) sobre a compensação da Lei Kandir. Criada em 1996, a legislação retirou a cobrança de ICMS sobre produtos destinados à exportação, atingindo diretamente estados produtores de commodities, como Minas Gerais.

Antes do acordo, o governo de Fernando Pimentel (PT) cobrava judicialmente uma compensação estimada em aproximadamente R$ 135 bilhões pelas perdas acumuladas ao longo das décadas. O entendimento fechado pelo governo Zema reduziu esse valor para apenas R$ 8,7 bilhões, pagos de forma parcelada até 2037.

Para Cantelmo, a decisão representou uma perda histórica para Minas Gerais. Segundo ele, havia uma possibilidade concreta de utilizar a compensação da Lei Kandir para equacionar a dívida estadual.

“A tese era justamente a paridade de contas: o estado devia para a União, mas a União também tinha uma dívida com Minas pelas perdas causadas pela Lei Kandir. Os valores eram semelhantes”, afirma.

Na avaliação do economista, a escolha do governo Zema foi influenciada por uma articulação política com o governo federal da época. “O que aconteceu foi um acordo que resolveu uma necessidade de curto prazo, mas sacrificou uma solução estrutural para o estado”, avalia.

Desonerações bilionárias beneficiam grandes empresas

A política de renúncia fiscal se tornou uma das marcas do governo Zema. Os valores cresceram de cerca de R$ 13 bilhões em 2021 para uma projeção de R$ 23,1 bilhões em 2026.

O governo estadual defende que os incentivos ajudam a atrair empresas, preservar empregos e estimular a economia. Em nota, a gestão Mateus Simões (PSD)/Zema afirmou que os benefícios seguem critérios técnicos previstos em lei e que estudos indicam retorno econômico superior ao valor concedido.

Cantelmo, porém, questiona a efetividade dessas medidas quando não há contrapartidas claras por parte das empresas beneficiadas. “Uma desoneração poderia fazer sentido se tivesse critérios bem estabelecidos, geração de empregos e aumento da capacidade produtiva do estado. Mas não é isso que observamos”, afirma.

Segundo ele, muitos incentivos acabam incorporados diretamente ao lucro das empresas, sem necessariamente gerar novos investimentos. “Historicamente, esses valores não se revertem em mais investimentos, maior geração de empregos ou sofisticação da cadeia produtiva”, explica.

‘O estado continua se desindustrializando’

Na avaliação do economista, a política econômica adotada pelo governo Zema não tem conseguido transformar a estrutura produtiva de Minas Gerais. Pelo contrário, ele aponta um processo de redução da complexidade industrial.

“Ao analisar a tendência das políticas desempenhadas, não se observa avanço em termos de sofisticação dos setores que atuam no estado. Minas continua convivendo com uma tendência de desindustrialização e descomplexificação”, afirma.

Ele cita como exemplo empresas que receberam grandes incentivos fiscais, como Ambev, Mercado Livre, Souza Cruz, Coca-Cola, ArcelorMittal e outras multinacionais. Para Cantelmo, algumas empresas poderiam ter justificativa dentro de uma estratégia de desenvolvimento, mas o problema está na ausência de critérios públicos capazes de garantir retorno social.

“O que parece acontecer é muito mais um atendimento ao poder de lobby e aos grupos que sustentam politicamente o governo”, avalia.

Deputada critica falta de transparência e diz que benefícios priorizam ‘amigos do rei’

A deputada estadual Bella Gonçalves afirma que a divulgação dos dados sobre os incentivos fiscais só ocorreu após uma disputa judicial movida pela oposição na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). “Não foi por transparência que esses dados vieram a público. Foi por força de ordem judicial”, declarou em suas redes sociais.

Segundo a parlamentar, o volume de recursos destinados a grandes empresas contrasta com a situação dos serviços públicos oferecidos à população. “Enquanto isso, o orçamento de saúde do estado inteiro fica menor do que o que foi isentado para essas poucas empresas”, afirmou em nota.

Gonçalves também questionou a concessão de benefício para empresas que possuem grande capacidade financeira. “A Ambev não precisa de isenção fiscal. A Souza Cruz não precisa. O Mercado Livre não precisa. E a Eletrozema, empresa da família do governador, também não precisava”, disse.

Governo defende legalidade dos incentivos, mas especialistas questionam retorno para MG
Em nota, Romeu Zema afirmou que a Eletrozema recebe incentivos fiscais desde 2008, antes de sua entrada na política, e que os benefícios seguem regras legais e critérios aplicados a empresas do setor.

O governo de Minas Gerais também declarou que os regimes especiais de tributação obedecem às normas do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e têm como objetivo aumentar a competitividade, atrair investimentos e gerar empregos.

A Secretaria de Estado de Fazenda informou ainda que estudos apontam que cada R$ 1 concedido em incentivo retorna R$ 1,26 aos cofres públicos por meio da movimentação econômica. O levantamento, porém, não avaliou os impactos da renúncia sobre áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura.

Em contraponto, o economista Weslley Cantelmo, avaliou que o problema não está apenas na existência dos incentivos fiscais, mas na ausência de critérios capazes de garantir que esses recursos produzam transformação econômica de longo prazo para o estado.

“Um gasto tributário faria sentido se os efeitos esperados fossem alcançados, se o setor estivesse bem definido e se houvesse contrapartidas claras. Essas contrapartidas deveriam gerar empregos, fortalecer outros setores da economia e aumentar a arrecadação do estado”, afirma.

Segundo ele, esse retorno não é observado na política adotada pelo governo mineiro. “Na prática, o que vemos é que as empresas recebem esses benefícios, incorporam esses valores aos seus resultados e a estrutura produtiva de Minas Gerais muda muito pouco”, avalia.

A deputada Bella Gonçalves também questiona a prioridade dada pelo governo estadual aos grandes grupos econômicos. Para ela, a discussão sobre incentivos fiscais passa pela escolha de quais setores devem ser beneficiados com recursos que deixam de entrar nos cofres públicos.

“Não é que falte dinheiro. O que existe é uma escolha de onde esse dinheiro vai parar. Enquanto grandes empresas recebem bilhões em benefícios, a população enfrenta problemas nos serviços públicos”, declarou em nota.

Fonte: ICL

Moraes revoga registro de CAC e manda apreender arsenal de Bolsonaro

Alexandre de Moraes mandou apreender armas registradas em nome de Jair Bolsonaro e revogou o porte e o registro de CAC do ex-presidente. A defesa terá 48 horas para entregar o armamento à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.

A decisão inclui a Glock 9 mm apreendida com o sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho durante uma blitz em Brasília. Bolsonaro admitiu à Polícia Civil ser dono da pistola e disse que mantinha a arma em casa porque havia “três mulheres” no imóvel onde cumpre prisão domiciliar.

A lista inclui pistolas Taurus .380 e .40, Glock 9 mm, Caracal 9 mm, Arex 9 mm e SIG Sauer 9 mm. Também aparecem carabinas/fuzis Caracal 5,56 mm e Springfield Armory 7,62 mm, além de espingardas Typhoon calibre 12 e Maestro Arms Company calibre 12.

A Glock é o item com maior peso simbólico na lista, tratada como a escolha número um da família. Bolsonaro já havia relatado publicamente um assalto sofrido em 1995, quando era deputado federal no Rio de Janeiro, em que teve uma pistola Glock levada.

Moraes manteve a prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro, mas considerou incompatível a permanência de armas sob posse do ex-presidente. O ministro também advertiu que o descumprimento das cautelares pode levar à revogação do benefício e ao retorno ao regime fechado.

Fonte: DCM

Número de mortos em terremotos na Venezuela sobe para 2.595

Feridos já somam mais de 12 mil pessoas

Boletim divulgado pela presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez, nessa quinta-feira (2), informa que há pelo menos 2.595 mortos após os dois terremotos que atingiram a Venezuela no dia 24 de junho.

Os feridos já somam mais de 12 mil pessoas, números também divulgados pela presidente.

O governo venezuelano não fala sobre a quantidade de desaparecidos, mas a Organização das Nações Unidas (ONU) informou nesta semana que a estimativa é de que há mais de 50 mil pessoas não localizadas. O número é próximo ao divulgado por um site que registra os desaparecidos na Venezuela. Segundo informações dessa página, há 54.518 desaparecidos – 16.114 foram encontrados.

Em entrevista coletiva, Delcy Rodriguez afirmou que recebeu telefonemas de 72 chefes de Estado e de governos de vários países e que pediu que enviem equipes de resgate.

“Nosso primeiro objetivo é salvar vidas. Necessitamos de resgatistas”, disse à imprensa.
Terremotos
A Venezuela, principalmente a cidade de La Guaira, foi atingida no início da noite do dia 24 de junho por dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5. Os tremores ocorreram com menos de um minuto de intervalo entre um e outro. Seguiram-se vinte réplicas após os impactos iniciais.

O estado de La Guaira, que fica a menos de uma hora de distância da capital Caracas, foi o mais atingido. Prédios, casas e outras edificações foram destruídas.

Países como Estados Unidos, China, Brasil, México, Reino Unido, entre outros, enviaram equipes de resgate, equipamentos, remédios e alimentos para a Venezuela.

Fonte: Agência Brasil

Advogados alvos da PF em caso de Sóstenes movimentaram R$ 15 milhões

Jonas Keslley Gonçalves Umbelino foi citado na investigação da PF envolvendo o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)

Dois irmãos e advogados com endereços no Entorno do Distrito Federal foram alvos de buscas e apreensões em operação deflagrada pelo Polícia Federal (PF) manhã desta quarta-feira (1º/7). A PF apura um suposto esquema de desvio de recursos da cota parlamentar envolvendo o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).

De acordo com as considerações da PF, em representação encaminhada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, Jonas e o irmão Jecy Kenne teriam movimentado, no total, mais de R$ 15 milhões “com recurso sistemático a saques em espécie“, procedimento considerado “típico de tentativa de dissimular a origem e o destino de valores aparentemente ilícitos“.

Jonas atuou como chefe da Ouvidoria do Departamento de Trânsito, do Distrito Federal (Detran-DF), entre março e setembro de 2007.

Segundo a investigação, Jonas “figura como empresário com vasta rede de pessoas jurídicas em seu nome, notadamente nos ramos de construção civil e empreendimentos imobiliários, formando estrutura empresarial complexa e ramificada”.

“Quanto a Jecy Kenne, a apuração indicou atuação direta na gestão das operações financeiras do grupo, inclusive por meio de procuração”, afirmaram os investigadores.

Operação

A ação é a terceira fase da Operação Rent a Car e tem como objetivo aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos relacionado à locação de veículos custeada com verba parlamentar. Os alvos desta etapa são advogados.

Conforme mostrou a coluna do Metrópoles, de Mirelle Pinheiro, a Polícia Federal aponta indícios da participação de agentes públicos, particulares e empresas que teriam sido utilizadas para dar aparência de legalidade à movimentação de recursos públicos.

Os investigadores também apuram possíveis tentativas de ocultação ou destruição de provas, o que pode configurar fraude processual.

Nas fases anteriores da Operação Rent a Car, a PF identificou supostas irregularidades na contratação de uma empresa de locação de veículos com recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), verba destinada ao custeio de despesas relacionadas ao mandato de parlamentares.

Fonte: Metrópoles

Pastor bolsonarista é preso em ação da PF contra o jogo do bicho no Rio

O ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar e o contraventor Adilsinho – que já estavam presos – também foram alvo da operação. Pastor Márcio Poncio foi preso na manhã dessa quinta-feira (2)

A Polícia Federal cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão em cidades do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (2) em uma operação que tem como principais alvos o ex-presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio) Rodrigo Bacellar, o contraventor Adilsinho e o pastor Márcio Poncio.

Bacellar e Adilsinho já estavam presos, mas foram alvos de novos mandados, e Poncio foi preso durante a manhã. Os mandados foram expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Um dos alvos de busca e apreensão é Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Sua advogada, Patrícia Proetti, afirmou que ele “recebeu, na manhã desta quinta-feira, um mandado de busca e apreensão, cujo cumprimento ocorreu de forma tranquila, com total colaboração às autoridades”.

“Ele nega, de forma categórica, qualquer participação em organização criminosa, lavagem de dinheiro ou o recebimento de valores de origem ilícita. Marco Antônio reafirma seu respeito às instituições e permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários”, acrescentou.

Procurada, a defesas de Bacellar ainda não se manifestou. A reportagem também procurou nesta quinta o advogado Leonardo Mendonça, que representa Poncio, e Ricardo Braga, defensor de Adilsinho, mas ambos não se pronunciaram até o momento.

Poncio foi preso em um hotel na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. Bacellar deverá ser transferido do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, para um presídio federal.

A ação desta quinta é uma nova fase da operação Unha e Carne, que já investigou suspeitas de vazamento de informações sigilosas que teriam beneficiado o Comando Vermelho.

A PF apura, na ação desta quinta, suspeitas de lavagem de dinheiro praticados pela cúpula do novo jogo do bicho e eventual ramificação do esquema em integrantes do Executivo e Legislativo do Rio.

Segundo a Polícia Federal, a nova fase da operação teve origem na análise de planilhas apreendidas em poder de Adilsinho. Os documentos conteriam registros de supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e uma contabilidade paralela utilizada para ocultar a movimentação de recursos ilícitos.

As anotações também indicariam possíveis repasses diretos de dinheiro a agentes políticos do Estado do Rio de Janeiro, hipótese que passou a ser uma das principais linhas de investigação.

Além dos três mandados de prisão preventiva, são cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio e de São João de Meriti (Baixada Fluminense). Moraes ordenou o bloqueio de bens e valores de até R$ 22 milhões.

“Esta nova fase teve início após a apreensão de listas em poder do conhecido contraventor indicarem a existência de registros relacionados a supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e contabilidade vinculada à lavagem de capitais”, diz a PF.

“As listas chamaram a atenção dos investigadores por apontarem possíveis repasses diretos de valores a agentes políticos do Estado do Rio de Janeiro.”

A quinta fase da Operação Unha e Carne é um desdobramento da Operação Fumus, deflagrada em 2021 para investigar o comércio ilegal de cigarros no Grande Rio. Segundo a Polícia Federal, planilhas apreendidas durante a investigação apontaram supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e movimentações financeiras que reforçaram a suspeita de um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo agentes públicos.

Deflagrada em dezembro de 2025, a Operação Unha e Carne investigava inicialmente o vazamento de informações sigilosas sobre ações contra o Comando Vermelho. Ao longo das fases seguintes, as apurações alcançaram o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto e, posteriormente, passaram a investigar possíveis conexões entre organizações criminosas, agentes públicos e fraudes em contratos da Secretaria de Estado de Educação.

Em abril, o ministro Gilmar Mendes afirmou ter recebido informações do diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, segundo a qual “32 ou 34 parlamentares da Assembleia recebem mesada do jogo do bicho”.

A fala ocorreu após o ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), citar o caso do Banco Master, que envolve colegas da corte, para defender seu estado de origem, o Rio de Janeiro, de críticas que considerou “generalizadas”.

Quem são os investigados

Márcio Poncio é pastor, empresário do ramo do tabaco e fundador da Igreja da Nuvem. Pai da deputada estadual Sarah Poncio (Solidariedade-RJ) e do cantor Saulo Poncio, ganhou notoriedade tanto pela atuação religiosa quanto pelos negócios no setor de cigarros, o que lhe rendeu o apelido de “pastor do cigarro”. Ele é investigado por possíveis ligações com a chamada “Máfia do Cigarro”, coordenada por Adilsinho, segundo a polícia.

Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, é apontado pelas forças de segurança como um dos principais chefes do jogo do bicho no estado e responsável pelo controle da fabricação e distribuição de cigarros ilegais na Região Metropolitana do Rio, com expansão das atividades para outros estados. Ele foi preso em fevereiro deste ano, em Cabo Frio, durante uma operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, após trabalho de inteligência das polícias Federal e Civil.

Rodrigo Bacellar é investigado desde as primeiras fases da Operação Unha e Carne. Ex-presidente da Alerj, ele é suspeito de integrar uma rede de proteção responsável pelo vazamento de informações sigilosas de operações policiais contra o Comando Vermelho.

Marco Antônio Cabral é advogado, político e filho do ex-governador Sérgio Cabral. Foi deputado federal entre 2015 e 2019 e, no período, chegou a se licenciar para comandar a Secretaria Estadual de Esporte, Lazer e Juventude no governo Luiz Fernando Pezão.

Fonte: ICL

Uneal abre processo seletivo para 120 vagas presenciais no semestre letivo 2026.2 em Porto Calvo

São ofertadas 120 vagas para ingresso no semestre letivo 2026.2, distribuídas entre três cursos de graduação: Licenciatura em Letras Português, Licenciatura em Matemática e Licenciatura em Pedagogia. As aulas serão realizadas no turno noturno.

A Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) publicou o Edital nº 40/2026 – PROGRAD/Uneal, que regulamenta o processo seletivo especial para ingresso de estudantes no Campus VII, o novo Campus Norte da instituição, localizado no município de Porto Calvo. O extrato do edital foi publicado no Diário Oficial do Estado de Alagoas nesta quarta-feira (1º). Ao todo, são ofertadas 120 vagas para ingresso no semestre letivo 2026.2, distribuídas entre três cursos de graduação presenciais: Licenciatura em Letras Português, Licenciatura em Matemática e Licenciatura em Pedagogia. As aulas serão realizadas no turno noturno.

Cada curso oferece 40 vagas. Do total, metade é destinada à ampla concorrência e a outra metade à reserva de vagas para candidatos que cursaram integralmente o Ensino Fundamental e o Ensino Médio em escolas públicas, conforme a lei estadual 6.542 de 2004.

A seleção será realizada exclusivamente com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os candidatos poderão utilizar o resultado obtido em qualquer uma das edições de 2023, 2024 ou 2025, desde que não tenham participado como treineiros e tenham obtido nota superior a zero na redação.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas entre os dias 2 e 19 de julho, exclusivamente pelo Portal de Seleção da Uneal. Cada candidato poderá realizar apenas uma inscrição. No ato da inscrição, o candidato deverá selecionar o curso e a modalidade de concorrência, informar as notas do Enem escolhido, anexar o boletim oficial de desempenho, um documento oficial de identificação e os demais documentos previstos no edital.

A classificação será feita pela média aritmética das cinco áreas avaliadas no Enem: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Matemática e Redação. Em caso de empate, serão considerados critérios como a maior nota na redação, o desempenho em áreas específicas conforme o curso escolhido e, por último, a maior idade.

A construção da sede definitiva do Campus Norte já foi autorizada pelo Governo de Alagoas. Enquanto as obras são executadas, as atividades acadêmicas serão realizadas provisoriamente na Escola Municipal Deputada Ceci Cunha, no bairro Centro, cedida pela Prefeitura de Porto Calvo.

O vice-reitor da Uneal, Anderson Barros, destacou que a implantação do Campus Norte amplia o acesso ao ensino superior público em uma região que sempre conviveu com a ausência de uma universidade. “A população do Litoral Norte vivia um vazio na oferta de ensino superior público. Com a implantação do Campus Norte, essa realidade começa a mudar. Estamos garantindo que moradores de 16 municípios tenham a oportunidade de cursar uma graduação presencial sem precisar deixar a região onde vivem”, afirmou.

O reitor da Uneal, Odilon Máximo de Morais, destacou que a publicação do edital representa o início do funcionamento acadêmico do Campus Norte. “A publicação deste edital transforma um projeto em realidade. A partir de agora, moradores do Litoral Norte passam a ter a oportunidade de ingressar em uma universidade pública sem precisar se deslocar para outras regiões. Esse é um passo importante para ampliar a presença da Uneal em Alagoas e atender uma demanda histórica da população, criando condições para que milhares de jovens possam construir seu futuro sem precisar deixar sua região, fortalecendo também o desenvolvimento social e econômico dos municípios atendidos pelo novo campus”, afirmou.

Cronograma

As inscrições vão ocorrer entre os dias 2 e 19 de julho. O resultado preliminar dos classificados será divulgado em 24 de julho, com prazo para interposição de recursos entre 25 e 28 de julho. O resultado dos recursos está previsto para 31 de julho.

Os candidatos convocados na primeira chamada deverão realizar a pré-matrícula de forma on-line e enviar a documentação entre os dias 3 e 7 de agosto. O resultado preliminar da análise documental será divulgado em 14 de agosto, com período para recursos entre 15 e 18 de agosto. O resultado final da primeira chamada será publicado em 21 de agosto, enquanto a chamada subsequente está prevista para 25 de agosto.

O edital completo, com todas as regras do processo seletivo, a documentação exigida e as demais orientações, está disponível no portal da Uneal: https://www.uneal.edu.br/documentos/category/2702-edital-n-040-2026-prograd-uneal-processo-seletivo-especial-para-ingresso-nos-cursos-de-graduacao-do-campus-vii-porto-calvo.

Fonte: 7 Segundos

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