Esquerda e direita empatam no primeiro turno das eleições legislativas na França

A Nupes, liderada por Jean-Luc Mélenchon, espera mobilizar no próximo domingo os eleitores que não foram às urnas para governar em “coabitação” com o atual presidente

A segunda volta das eleições legislativas na França será marcado pela disputa entre o presidente, Emmanuel Macron, e o candidato da coligação de esquerda, Jean-Luc Mélenchon. De acordo com pesquisas preliminares de cinco institutos, a coalizão de esquerda Nova União Popular Ecológica e Social (Nupes), liderada por Mélenchon, conquistou entre 25% e 26,2% dos votos válidos, no primeiro turno. Já a coalizão Juntos que apoia o presidente reeleito ficou com 25% e 25,8%. Os números foram divulgados pela Rádio França Internacional (RFI).

O pleito realizado ontem (12) registrou recorde na abstenção, com mais da metade dos eleitores (52,3%) que preferiram não votar. O segundo turno da disputa, no próximo domingo (19) vai definir se Macron terá maioria no Parlamento ou se terá que compor com outros grupos mais à direita. Ao mesmo tempo, Mélenchon, líder da França Insubmissa, almeja o posto de primeiro-ministro, governando em “coabitação” com Macron.

Ambos, Nupes e Juntos, apostam na maior mobilização do eleitorado na disputa final, que vai definir as 577 cadeiras da Assembleia Nacional. Para Mélenchon, os resultados do primeiro turno apontam para “derrota” do bloco governista. Ele conclamou a participação dos trabalhadores para pôr fim a “30 anos de neoliberalismo”. Por outro lado, a primeira-ministra, Elisabeth Borne, disse que só a coalizão macronista seria capaz de obter a maioria legislativa. Nesse sentido, ela pediu pela união de “todas as forças republicanas”.

A unidade das esquerdas surgiu como a principal inovação dessas eleições legislativas. Além da França Insubmissa, a Nupes reúne ecologistas, comunistas e socialistas. Sem o apoio dessas outras forças, Melénchon quase chegou ao segundo turno das presidenciais francesas em abril. Ele ficou com  22% dos votos dos, menos de dois pontos atrás da líder de extrema direita Marine Le Pen, derrotada por Macron na segunda volta.

“Ainda há jogo”

Como o voto para o legislativo francês é distrital, apesar do empate entre as forças de esquerda e de centro, a estimativa do instituto de pesquisa Elabe é que a Nupes pode entre 160 e 210 cadeiras, contra 260 a 295 da coalizão governista. Já os Republicanos, que representam a direita tradicional, devem ter entre 33 e 80 deputados. Por fim, o Reagrupamento Nacional, de Le Pen, deve obter entre 25 a 35 assentos no parlamento. Apenas cinco candidatos se elegeram no primeiro turno: quatro da Nupes e um do Juntos.

De acordo com o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) Luis Felipe Miguel, as projeções para as eleições na França indicam que o grupo de Macron deve conquistar a maior bancada. No entanto, não deve obter a maioria absoluta. Assim, o mais “provável”, segundo ele, seria uma aliança entre os macronistas e a direita tradicional (Republicanos).

Já a boa votação do Nupes deve animar a militância, “sacudindo” as abstenções. Além disso, os candidatos da coalizão de esquerda podem se beneficiar da rejeição ao atual presidente, conforme o especialista. “O projeto de forçar uma coabitação e fazer de Mélenchon o novo primeiro-ministro é difícil, mas não impossível. Ainda que não dê certo, o fato é que a esquerda francesa cresceu”, afirmou Miguel pelas redes sociais.

Fonte: Rede Brasil Atual

‘Militares atuam como milícia do grande capital’, diz Joaquim de Carvalho

Ainda segundo o jornalista, “o Brasil é uma terra de exploração” para “operadores e organizadores do grande capital que estão nos Estados Unidos”

O jornalista Joaquim de Carvalho disse, durante participação no programa Bom Dia 247 desta segunda-feira (13), que os militares se associaram à oligarquia brasileira e atuam como uma “milícia” na defesa de interesses do grande capital. A afirmação faz eco à declaração do ex-governador e pré-candidato ao governo do Paraná Roberto Requião, que disse que os ”militares não defendem o Brasil, mas o entreguismo de [Jair] Bolsonaro”.

“A posição do Requião é correta. Este é o papel dos militares há muito tempo. Já houve divisão, já houve militar comprometido com a luta do povo brasileiro. Apoiaram em alguns momentos, mas se você retroceder, retroagir, vai ver que em alguns momentos da história do Brasil os militares, na verdade, defendem a oligarquia no Brasil”, disse Joaquim. 

“Esta oligarquia existe desde a época da colônia. Machado de Assis, na véspera da abolição da escravidão, dizia que a escravidão iria acabar, que a monarquia ia acabar e que a República viria. Aí ele diz, de maneira irônica: mas quem disse que no Brasil houve monarquia constitucional? No Brasil, o que sempre houve foi oligarquia absoluta”, destacou.  

“Na hora do vamos ver, eles [militares] funcionam como uma milícia do grande capital. Esse é o problema e sempre foi assim, com alguns setores, em alguns momentos, defendendo um interesse nacional, mas ligado aos interesses da oligarquia”, afirmou o jornalista. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Esta oligarquia, e a Globo é a face mais visível disso, se tornou muito entreguista. Ela se associou aos operadores e organizadores do grande capital que estão nos Estados Unidos e defendem um interesse que não é nosso, mas muito mais dos organizadores deste grande capital de que o Brasil é uma terra de exploração. O Bolsonaro é mais um dos que fizeram este jogo. Foi assim e é preciso enfrentá-los. É sempre a luta desta elite pequenininha contra o país, contra a nação, tendo como maior vítima os pobres”, completou.

Fonte: Brasil 247

Livro denuncia o maior desastre socioambiental urbano do planeta

O livro “Rasgando a Cortina de Silêncios” é um esforço conjunto de profissionais de diversas áreas do conhecimento, liderado pelo economista Elias Fragoso (organizador da coletânea), tendo como coautores o engenheiro civil Abel Galindo, o advogado Cláudio Vieira, o sociólogo Edson Bezerra, a arquiteta e urbanista Isadora Padilha e o cientista ambiental José Geraldo Marques, que esmiúçam como aquela que poderia ter sido a principal operação econômica do estado se transformou no maior desastre socioambiental urbano em curso no planeta e num enorme fiasco econômico e social para Alagoas.

Obra imperdível para estudiosos do tema, técnicos em geral, docentes e universitários de todas as áreas e todos que queiram entender o que aconteceu nas crateras subterrâneas do poder da insidiosa exploração da maior riqueza mineral de Alagoas. E excelente oportunidade para se conhecer verdades até então enterradas sob espessas camadas de dissimulações, que findaram por levar Maceió e sua população aos trágicos dias atuais de desassossego e infâmias.

O livro pode ser adquirido com preço promocional, forma encontrada pelos autores para financiar os seus custos de produção, divulgação e lançamento, assegurar a independência de suas opiniões e premiar o leitor com informações qualificadas sobre tema tão extensamente importante para Maceió.

Pré-vendas abertas até o dia 20, com preço promocional de R$ 60,00 (15% menor em relação às livrarias). Compre agora via Pix: 034.824.434-75 e receba no dia do lançamento.

Livro “Rasgando a Cortina de Silêncios”

Lançamento e noite de autógrafos: 21/06/2022

Hora: 19 horas

Local: Parque Shopping Maceió, terceiro piso (elevador próximo da Ri Happy)

Dúvidas e contato: (82) 98231-1112

Justiça barra criação de escolas cívico-militares em SP

O juiz José Eduardo Cordeiro Rocha considerou a existência de “caráter nitidamente ideológico da estruturação das escolas cívico-militares”

A Justiça acatou ação do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). A 14ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo determinou a suspensão da instalação das escolas cívico-militares na rede estadual paulista, um dos projetos do governo de Jair Bolsonaro (PL).

A decisão aponta que existe perigo iminente de prejuízo às crianças por causa da violação de preceitos constitucionais da educação no país, como, por exemplo, respeito à liberdade e o apreço à tolerância, que seriam violados pelo Programa Escola Cívico-Militar (Pecim).

O juiz José Eduardo Cordeiro Rocha mencionou a existência de “caráter nitidamente ideológico da estruturação das escolas cívico-militares”. 

O programa, do governo federal, seria implantado na Escola Estadual Professora Noêmia Bueno do Valle, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, com o apoio do ex-comandante da Polícia Militar (PM) da região, coronel Fábio Cândido.

O militar é pré-candidato a deputado estadual e aliado de Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato de Bolsonaro ao governo de São Paulo, de acordo com reportagem de Marcelo Godoy, em O Estado de S. Paulo.

O juiz afirmou, ainda, que o decreto tirou a competência do legislativo federal para legislar a respeito de princípios e diretrizes educacionais. Em sua avaliação, seria inconstitucional a iniciativa do governo.

O militar é pré-candidato a deputado estadual e aliado de Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato de Bolsonaro ao governo de São Paulo, de acordo com reportagem de Marcelo Godoy, em O Estado de S. Paulo.

O juiz afirmou, ainda, que o decreto tirou a competência do legislativo federal para legislar a respeito de princípios e diretrizes educacionais. Em sua avaliação, seria inconstitucional a iniciativa do governo.

Fonte: Revista Fórum

Justiça boliviana condena Jeanine Añez a 10 anos de prisão pelo golpe de 2019

Justiça boliviana condenou a auto-proclamada presidenta Jeanine Añez (2019-2020) a dez anos de prisão, na noite desta sexta-feira (10), devido a seu envolvimento no golpe de 2019

A Justiça boliviana condenou a ex-presidenta Jeanine Añez (2019-2020) a dez anos de prisão, na noite desta sexta-feira (10), devido a seu envolvimento no golpe de 2019, informou o Tribunal de Primeira Instância de La Paz.

O presidente da corte, Germán Ramos, leu a sentença citando crimes de violação de deveres, resoluções contrárias às leis do país e à Constituição Política do Estado (CPE), cometidos na ascensão da ex-presidenta ao poder, em novembro de 2019, após a renúncia de Evo Morales. Na ocasião, Morales havia conquistado um novo mandato como chefe de Estado, mas foi forçado a renunciar.

Fonte: Brasil 247

Em crime de lesa pátria, Bolsonaro privatiza Eletrobrás por R$ 33,7 bilhões

Bolsonaro entrega Eletrobrás, maior empresa de energia da América Latina ao setor privado. Conta de energia deve subir e impactar mais ainda a inflação.

A oferta de ações da Eletrobrás movimentou cerca de R$ 33.7 bilhões (US$ 6.9 bilhões). A Centrais Elétricas Brasileiras SA e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) venderam um total de 697.476.856 ações a R$ 42.00 cada na noite de quinta-feira, 9, segundo fontes do mercado financeiro ouvidas pela agência Bloomberg. Um lote adicional de 104.621.528 novas ações da Eletrobras também foi totalmente vendido, disseram eles.

Os bancos que executaram o negócio foram Banco BTG Pactual SA, Bank of America Corp., Goldman Sachs Group Inc., Banco Itaú BBA SA, XP Investimentos SA, Banco Bradesco BBI SA, Caixa Econômica Federal, Citigroup Inc., Credit Suisse Group AG, JPMorgan Chase & Co., Morgan Stanley e Banco Safra SA. Grandes investidores marcaram presença na operação, entre eles o fundo 3G Capital, dos fundadores da Ambev, e o Banco Clássico, de José Abdalla Filho. A demanda total teria superado os R$ 70 bilhões. 

Segundo o site InfoMoney, “a venda da estatal de energia via Bolsa foi o maior movimento de desestatização do País em duas décadas. A fatia do governo e do BNDES no negócio deve cair a cerca de 35%”.

“O preço de R$ 42 representou um desconto de 4% em relação ao valor da ação ao fim do pregão de quinta-feira, de R$ 44. Além de ter sido uma das maiores ofertas de ações em todo o mundo no ano de 2022, a operação da Eletrobras também foi a maior operação na B3, a Bolsa brasileira, desde a megacapitalização da Petrobrás, em 2012, que movimentou R$ 100 bilhões”, escreve o site. 

A compra de ações também foi impulsionada pela possibilidade de trabalhadores utilizarem recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o que também ocorreu com papeis da Vale e da Petrobrás. O teto para uso do FGTS era de R$ 6 bilhões, mas a demanda ficou em R$ 9 bilhões. 

Fonte: Brasil 247

Manifestação exige o fim dos cortes orçamentários da educação

Uma manifestação foi realizada ontem, 09/06, na Praça dos Martírios, em Maceió, protestou contra a política do governo Bolsonaro de cortes orçamentários na Educação e a tentativa de cobrança de mensalidades nas universidades públicas do país

O movimento foi marcado pela presença de diversas entidades sindicais, movimentos populares e partidos políticos que denunciaram a política privatista do governo federal. O professor Jailton Lira, presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal), cobrou a “imediata recomposição do orçamento da Universidade Federal de Alagoas e do ensino federal que foi bloqueado pelo governo Bolsonaro.”

Dia Nacional de Luta pela Educação foi convocado pela União Nacional dos Estudantes (UNE), Federação Nacional dos Estudantes do Ensino Técnico (Fenet) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). O Diretório Central dos Estudantes da Ufal (DCE – Quilombo dos Palmares), foi responsável pela organização do ato em Maceió.

Fonte: Redação com Adufal

Lopez Obrador decide não participar da Cúpula das Américas

Governo Biden excluiu Cuba, Venezuela e Nicarágua da cúpula. E o presidente do México foi um dos líderes que ameaçaram ficar de fora se nem todos os países fossem convidados

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, disse nesta segunda-feira que não participará da Cúpula das Américas sediada pelos Estados Unidos em Los Angeles nesta semana porque nem todos os países da região foram convidados, mas que visitará Presidente Joe Biden em julho.

López Obrador disse a repórteres em uma coletiva de imprensa regular que o chanceler Marcelo Ebrard participaria da cúpula em seu lugar, como havia indicado anteriormente.

O governo Biden optou por excluir os governos de Cuba, Venezuela e Nicarágua da cúpula, anunciou um funcionário da Casa Branca. 

Isso corre o risco de um boicote embaraçoso para os Estados Unidos, que tentam reparar as relações na região após o governo do ex-presidente Donald Trump.

López Obrador foi um dos vários líderes que ameaçaram ficar de fora se nem todos os países fossem convidados.

O presidente mexicano disse que as políticas de “exclusão” que foram impostas “durante séculos” precisam mudar, criticando o que ele chamou de desejo injustificado de “dominação”.

Isso corre o risco de um boicote embaraçoso para os Estados Unidos, que tentam reparar as relações na região após o governo do ex-presidente Donald Trump.

O presidente mexicano disse que as políticas de “exclusão” que foram impostas “durante séculos” precisam mudar, criticando o que ele chamou de desejo injustificado de “dominação”.

Ele criticou os críticos americanos de Cuba, mas disse que visitaria Biden em Washington no próximo mês.

Autoridades em Washington disseram que as tensões vão acabar e que a cúpula será bem-sucedida, independentemente de quais líderes escolherem participar.

López Obrador disse que usaria sua visita de julho para discutir a imigração e pressionar por mais investimentos dos EUA na América Central para ajudar a resolver as causas do fenômeno.

Fonte: Brasil247

STJ decide em favor das empresas privadas e prejudica usuários de planos de saúde

Dia Mundial de Combate à Tuberculose Na foto: Autora: Carol Garcia / AGECOM

Superior Tribunal de Justiça dispensa planos de saúde de cobrir tratamentos fora da lista da ANS. Ao satisfazer o objetivo das empresas privadas de saúde, decisão afeta principalmente PCDs e pacientes com doenças raras e graves

Em contrariedade com mobilizações da sociedade civil e de defesa da vida, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) formou maioria em favor dos convênios de saúde reduzirem a cobertura de procedimentos médicos. Trata-se do rol taxativo da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A partir da decisão de hoje (8), os planos de saúde não precisam mais cobrir exames, terapias, cirurgias ou mesmo fornecer medicamentos, que não estejam na lista da ANS. Ou seja, o direito à vida e à saúde não prevalece mais em benefício das operadoras.

O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) argumenta que o rol taxativo é contrário à própria lei e à Constituição. “A limitação da cobertura com o rol taxativo coloca os usuários de plano de saúde em situação de extrema vulnerabilidade diante das operadoras. E o problema repercutirá também no sistema público, com mais sobrecargas (…) Ela é oposta (a decisão) ao espírito da Lei que criou a ANS, também da Lei de Planos de Saúde”, informa a instituição.

De nove ministros da Segunda Seção Superior do STJ, seis entenderam em favor dos planos de saúde. Adotaram a postura os ministros Luis Felipe Salomão, Vilas Bôas Cueva, Raul Araújo, Isabel Gallotti, Marco Buzzi e Marco Aurélio Bellizze. Foram contrários: Nancy Andrighi e Paulo de Tarso. “Para nós, é obrigação do Poder Judiciário garantir regras justas, que protejam todos os usuários de planos de saúde – sejam eles pessoas com deficiências, em tratamento de câncer ou em busca de diagnóstico – diante do interesse das empresas”, prosseguiu o Idec.

  • Repercussão

“Considerado o rol taxativo, não haverá vitórias para a população, mas prejuízos sem precedentes em benefício de interesses estritamente financeiros por parte de empresas privadas – e com amparo jurídico”, concluiu a instituição. Nas redes sociais, a repecursão foi negativa. Desde o início da manhã, entidades e usuários dos planos de saúde levantaram a hashtag #RolTaxativoMata. “Eu sou pai de uma menina autista que provavelmente não terá acesso a todos os tratamentos necessários que ela faz (quatro por semana) porque o plano provavelmente não vai liberar”, disse o internauta Matheus Costa, no Twitter.

O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) declarou, em postura coadunada com o Idec, que a decisão é contrária ao ordenamento jurídico brasileiro. “O direito à saúde, garantido se coaduna com princípios constitucionais como o respeito à vida e à dignidade da pessoa humana. O rol taxativo é uma afronta às garantias sociais dos brasileiros e uma ameaça à vida”, disse.

Já o senador Fabiano Contarato (PT-ES) disse que a decisão “atende à lucratividade dos planos” em detrimento da população. “Prevalecer o rol taxativo significa milhares de brasileiros com deficiência e com doenças raras ficarão sem assistência, mesmo pagando. Estamos mobilizados contra esse retrocesso”, completou. O deputado federal Henrique Fontana (PT-RS) também lamentou a decisão. “STK forma maioria a favor do rol taxativo, tese defendida pelos planos de saúde. #RolTaxativoMata porque impede a garantia de tratamento, exames e procedimentos para milhares de brasileiros”.

Fonte: Rede Brasil Atual

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