Puxada pelos alimentos, inflação de junho sobe e acumula alta de 11,89% em 12 meses

Em junho, as maiores altas foram registradas nos preços do  leite longa vida, que subiu 10,72% no mês e o feijão-carioca (9,74%). Confira o que mais subiu este ano e a alta acumulada em 12 meses

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do Brasil, registrou alta de 0,67% em junho, influenciada principalmente pelo aumento de 0,80% no grupo Alimentação e bebidas, que tem grande peso no índice geral (21,26%), segundo dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  

Com esse resultado, a alta  acumulada do IPCA no ano subiu para  5,49% e a dos últimos doze meses (de junho do ano passado a junho deste ano) para 11,89%. O país chega a dez meses com inflação acima de dois dígitos. Em setembro do ano passado, o índice atingiu 10,26%.

Em algumas capitais, a alta acumulada em 12 meses é ainda maior. Em Aracaju chega a 14,24% e em Salvador a 13,41%.

Maiores altas e baixas de junho

Em junho, as maiores altas em todo o país foram registradas nos preços do  leite longa vida, que subiu 10,72% no mês e o feijão-carioca (9,74%).

Já as baixas do mês atingiram alguns dos produtos que regisatraram recordes de alta de quase 200% nos últimos doze meses. Este é o caso da cenoura, que caiu -23,36% em junho e que já haviam caído em maio (-24,07%), mas chegou a registrar mais de 195% de aumento em 12 meses.

Outros itens cujos preços cairam foram depois de registrar recordes de alta foram a cebola (-7,06%), a batata-inglesa (-3,47%) e o tomate (-2,70%). 

O que mais subiu nos últimos doze meses

Leite longa vida: 37,61%

Feijão-carioca (rajado): 29,61%

Frango em pedaços: 22,14%

Queijo: 19,18%

Pão francês: 16,61%

Biscoito: 16,10%

Refeição: 7,55%

Lanche: 5,66%

De acordo com o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov, o resultado de junho ”foi influenciado pelo aumento nos preços dos alimentos para consumo fora do domicílio (1,26%), com destaque para a refeição (0,95%) e o lanche (2,21%)”.

Ele explicou que, nos últimos meses, esses itens não acompanharam a alta de alimentos nos domicílios, como a cenoura e o tomate, e ficaram estáveis. “Assim como outros serviços que tiveram a demanda reprimida na pandemia, há também uma retomada na busca pela refeição fora de casa. Isso é refletido nos preços”, disse.

O pesquisador também destaca outro fator que influenciou o resultado do índice em junho: o aumento no plano de saúde (2,99%).

Em maio, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou o reajuste de até 15,50% nos planos individuais, com vigência a partir de maio.

Aumentos nos grupos pesquisados

A maior variação foi do grupo Vestuário, com alta de 1,67%, seguido por Alimentação e bebidas (0,80%), Saúde e cuidados pessoais (1,24%) e Transportes (0,57%).

O grupo Habitação, que havia registrado queda de 1,70% em maio, subiu 0,41% em junho. O grupo Educação registraram alta de 0,09% e Artigos de residência (0,55%).

Fonte: CUT

Menores de 12 anos ‘pagaram com vida’ por atraso nas vacinas, diz epidemiologista

Governo Bolsonaro fez de tudo para atrasar a vacinação de crianças e adolescentes. Pesquisa da Fiocruz aponta queda de 40% nos óbitos entre adolescentes imunizados. Sem vacinas a tempo, mortes entre crianças de cinco a 11 anos aumentaram 74%, entre a segunda e a terceira onda.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou nesta sexta-feira (8) dados preliminares de uma pesquisa apontando que, durante o auge da terceira onda da pandemia, no início deste ano, houve redução de 40% no óbitos por covid-19 em adolescentes entre 12 e 17 anos que tomaram duas doses das vacinas. Por outro lado, nas crianças entre cinco e 11 anos, que sofreram com atraso na vacinação, houve aumento de 74% na mortalidade pela doença, na comparação com o pior período da pandemia no país no ano passado.

Entre os menores de cinco anos, que ainda não contam com vacinas disponíveis, os números são piores. Na faixa entre dois e quatro anos, as mortes aumentaram 82%. Entre bebês de zero a um ano de idade, os óbitos avançaram 54%.

“Os menores de 12 anos pagaram com a própria vida pela letargia e negacionismo do governo. O mesmo segue acontecendo com os menores de cinco anos que até hoje estão sem vacinas contra a covid-19”, afirmou à RBA o epidemiologista da Fiocruz Amazônia Jesem Orellana, que participou do estudo. Somente a partir de 6 de janeiro deste ano, o Ministério da Saúde incluiu as crianças de cinco a 11 anos no esquema de vacinação.

“Falácia negacionista”

O levantamento analisou dois períodos específicos. Primeiramente, quando o país enfrentou o pico da variante gama, em meio à segunda onda, entre os dias 14 de março a 3 de abril de 2021. E depois, durante o período mais crítico da onda ômicron, entre 23 de janeiro e 12 de fevereiro de 2022. Também participaram do estudo pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

“De forma geral, os adolescentes entre 12 e 17 anos estavam protegidos pela vacina. Em que pese a absurda fala do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no segundo semestre de 2021, criticando o que chamou de ‘campanha antecipada’ dos estados, sob a falaciosa argumentação de que à época existiriam ‘eventos adversos a serem investigados’”, analisou o especialista. “O tempo mostrou que não passava de falácia negacionista“.

BA.4 e BA.5 avançam

Ontem a Rede Genômica da Fiocruz informou que as linhagens BA.4 e BA.5 da ômicron seguem se disseminando pelo país. Ambas já representam 25% dos casos sequenciados durante a segunda quinzena de junho. Em maio, elas respondiam por cerca de 8% dos casos. Ao mesmo tempo, a subvariante BA.2 vem perdendo poder de contágio. Desse modo, a situação é semelhante ao que ocorre na América do Norte e na Europa.

Nesse cenário, os pesquisadores esperam uma maior indicência de reinfecções. Esse fenômeno vem ocorrendo porque a BA.4 e a BA.5 têm maior capacidade de burlar a proteção das vacinas. Além disso, também são capazes de contornar a imunidade adquirida por infecções anteriores causadas por outras subvariantes.

Assim, entre 16 e 30 de junho, a Fiocruz identificou geneticamente 81 casos de reinfecção por covid-19. Destes, 68 estão associados às linhagens da variante ômicron. Entre os casos, já há pessoas que contraíram covid-19 a partir de vírus de duas linhagens diferentes da ômicron.

Os números de reinfecções, no entanto, são provavelmente muito maiores. Isso porque a Fiocruz realizou o sequenciamento de 1.745 genomas nesse período. Nesse sentido, trata-se de um número ínfimo, se comparado com a média diária de mais 57 mil casos registrados oficialmente nesse momento.

Fonte: Rede Brasil Atual

Bolsonarista que jogou bomba é preso e pode pegar 6 anos de prisão

André Stefano Dimitriu Alves de Brito, de 55 anos, foi preso em flagrante por agentes da Polícia Militar depois de jogar uma bomba em evento de Lula no Rio de Janeiro.

O homem acusado de arremessar uma garrafa de plástico com um líquido explosivo com fezes contra a multidão no ato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na noite desta quinta-feira (7), na Cinelândia, no Centro do Rio, foi identificado pela Polícia Civil como André Stefano Dimitriu Alves de Brito, de 55 anos, e indiciado pelo crime de explosão.

O homem foi preso em flagrante por PMs do 5⁰ BPM (Praça da Harmonia), que estavam fazendo a segurança do local. De acordo com a Polícia Civil, o homem não quis prestar depoimento. O crime pelo qual foi autuado, previsto artigo 251, caput, do Código Penal, prevê de três a seis anos de prisão além de multa.

Testemunhas afirmaram que André teria jogado uma garrafa PET de dois litros com um líquido explosivo, que seriam fezes, e um pavio. Ele teria arremessado o objeto, já aceso, por cima da divisória metálica existente, em direção às pessoas presentes no evento. Após a explosão, o homem foi visto correndo em direção aos policiais militares e o seguiram para contar o ocorrido.

A Polícia Civil informou que o suspeito disse, informalmente, não possuir inclinação política ou ideológica e que teria realizado tal ato como forma de protesto. A perícia do local foi realizada e imagens de câmeras de segurança já foram requisitadas.

Segundo a Polícia Militar, André Stefano teria atirado um artefato explosivo, típico de festas juninas, no meio da multidão. O objeto foi jogado por cima de um tapume que cercava o perímetro do ato.

Três testemunhas acompanharam a PM até a delegacia para a apresentação da ocorrência. O homem foi encaminhado para a 5ª DP (Mem de Sá). O celular de André foi apreendido.

No momento do ataque, o ex-presidente Lula ainda não havia chegado ao local. De acordo com a assessoria de imprensa do presidenciável, fogos de artifício foram jogados de fora para a área do ato, causando barulho. “Não tinham fezes, fizeram barulho, mas ninguém se feriu nem houve tumulto”, informou a assessoria de Lula.

Fonte: O Dia

Igreja do apóstolo Valdemiro é condenada 15 vezes em 30 dias por dívidas

Bolsonarista e vendedor de feijão para curar covid-19 durante a pandemia, Valdemiro Santiago ver seu patrimônio e prestígio religioso derreter

Ex-bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, o apóstolo Valdemiro Santiago fundou a Igreja Mundial do Poder de Deus em Sorocaba no ano de 1998. No site institucional, detalha que são mais de seis mil templos divididos entre Brasil e outros países. No entanto, não é só de trabalhos de evangelização que se resume a carreira do fundador do império da fé. Há também uma série de problemas com a Justiça.

Recentemente, o religioso teve 15 condenações em menos de 30 dias. Todas elas em primeira instância pelo Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo e relacionadas a dívidas com proprietários de imóveis alugados pela instituição, no período de 23 de maio a 21 de junho. A apuração mostra que os débitos ultrapassam a cifra de R$ 2,5 milhões. Os imóveis foram alugados para serem utilizados como templos, casa de pastores e estacionamento para os cultos.

Em um dos casos, em Mogi Guaçu, no interior paulista, a igreja se instalou em 2014 e, desde 2019, não paga nenhum valor. O comerciante tentou cobrança extrajudicial, o que não adiantou. O juiz Roginer Garcia Carniel condenou a igreja a pagar R$ 381 mil, valor que será acrescido de juros e correção monetária.

Em outro caso, um funileiro cobra R$ 20 mil de aluguéis também não quitados na cidade de São Bernardo. Nova condenação, desta vez assinada pelo juiz Rodrigo Campos. A igreja ainda pode recorrer das decisões.

Nas defesas anexadas aos processos, a igreja afirma ser uma instituição sem fins lucrativos e que é “público e notório” as dificuldades financeiras, “principalmente pelo longo período de pandemia”. É dito que “todas as igrejas do Brasil foram compelidas a fechar as portas”. De acordo com o texto, a falta de atividades religiosas, diminuiu a arrecadação.

Pandemia, dívidas e condenações

Os últimos anos têm sido marcados por escândalos, perdas de processos e penhoras de bem. Em agosto de 2021, Valdemiro foi acusado de ter recebido uma “cifra milionária” da própria igreja. O juiz Mário Roberto Negreiros Velloso afirmou que o líder religioso embolsou mais de R$ 1,2 milhão no último ano. “Há fortes indícios de que a igreja esteja transferindo seu patrimônio a Valdemiro”, frisou o magistrado.

Entre as situações enfrentadas, agora mais recentes, em abril deste ano, o juiz Luiz Fernando Guerra decidiu colocar para leilão o templo da igreja localizado no bairro Santo Amaro, na zona Sul de São Paulo. O motivo? Dívida de R$ 409,8 mil.

O edifício, avaliado em mais de R$ 33 milhões, tem 46,8 mil metros quadrados e capacidade para receber cerca de 20 mil pessoas. Inaugurado em 2014, possui setor administrativo, piscina, estacionamento para 813 carros e 162 motos, tudo dividido em cinco pavimentos.

Em documento enviado à Justiça, a igreja não contesta a dívida com a Guima-Conseco, mas tentou anular o leilão argumentando que o imóvel vale muito mais do que o valor homologado pelo juiz. “A não suspensão do leilão poderá acarretar em grande prejuízo patrimonial para a Igreja Mundial”, diz trecho.

Condenado por dano moral a ex-governador

Em outubro do ano passado, o pastor foi condenado a pagar R$ 35 mil ao governador da Bahia, Rui Costa, por danos morais. Ele alegou que o fundador da Mundial teria dito que ele fez “pacto com o capeta”. A citação foi feita porque o gestor proibiu o funcionamento dos templos durante a pandemia da covid-19.

A juíza da 1ª Vara Cível, Indira Fábia dos Santos Meireles, assinou a decisão. Já quando chegou o mês de dezembro de 2021, uma nova situação, a penhora de R$ 100 mil de bens pessoais do fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus. A quantia foi para pagar o aluguel de um templo em Sertãozinho, cidade localizada a mais de 335 quilômetros de São Paulo.

Há cerca de dois meses, a Justiça paulista determinou a penhora de 25% do faturamento da instituição religiosa mantida pelo apóstolo. Para a magistrada Ana Cláudia Guimarães e Souza, em um dos processos, o locatário cobra uma dívida que gira em torno de R$ 117 mil em aluguéis da igreja. Ela, inclusive, autorizou que a medida judicial fosse feita durante o culto, após o recolhimento do dízimo.

Em petição enviada à Justiça, a defesa não nega o pagamento do saldo e pondera que a queda da arrecadação, por conta da pandemia da covid-19, deixou a instituição sem recursos. Após a decisão, a Mundial disse que a crise pode se agravar, caso seus bens sejam penhorados e “inviabilizar a sua atividade filantrópica”, além de afetar a sua “sobrevivência”.

O curioso caso dos feijões

Era início da pandemia, meados de maio de 2020, quando o líder da Igreja Mundial de Deus foi acusado de estelionato. A ação foi impetrada pelo Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional da República da 5ª Região no Recife (PE). A investigação iniciou após um vídeo ser divulgado na internet com Valdemiro anunciando sementes de feijão com “poderes de curar a covid-19”. No entanto, dois anos depois o caso foi arquivado, a pedido do Ministério Público de São Paulo.

Inicialmente, os promotores federais afirmavam que ele o pastor usava da fé das pessoas para enganá-las. No conteúdo compartilhado, o MPF conta que ele não falava em dinheiro, usava a palavra-código “propósito”, desta maneira, as vítimas não fariam pagamentos, mas “propósitos”.

Embora deixando subentendido, o relato é de que os fiéis precisariam pagar valores predeterminados para obter feijões mágicos. O MPF ressalta que “não basta ter fé nem ser seguidor do líder religioso, pois não há a possibilidade de fiéis sem condições econômicas receberem o produto”.

O arquivamento em definitivo da acusação envolvendo o líder religioso ocorreu porque, de acordo com o órgão, o evangélico foi vítima de uma “fraude”. A perícia criminalística feita nos vídeos com a entrevista (que gerou a denúncia) comprovou que houve “edição fraudulenta”.

O conteúdo original não chegou a ser publicado. Para os profissionais que fizeram a análise, houve uma edição feita com o objetivo de distorcer o que Valdemiro disse de fato, e que sua citação ao “feijão mágico” não passou de uma figura de linguagem.

Fonte: Uol

Dirigente do partido de Bolsonaro é indiciado por pedofilia

Bolsonarista, José Renato da Silva ajudou Bolsonaro na tentativa de criação do Aliança pelo Brasil

José Renato da Silva, vice-presidente estadual do PL em São Paulo e ex-vereador de Suzano, foi indiciado pela Polícia Civil por supostamente abusar sexualmente das netas quando elas tinham 6 e 7 anos de idade até a adolescência. O caso, que corre em segredo de Justiça, foi revelado pela filha, Cintia Renata Lira da Silva, que também afirma ter sido abusada pelo pai na infância. 

Cintia Renata Lira, que é secretaria municipal de administração de Suzano (SP), publicou o desabafo em seu perfil no instagram na quarta-feira (6). Segundo reportagem do Money Report, o indiciamento aconteceu no mesmo dia da postagem.

Na mensagem, a secretária narra que conviveu por muitos anos guardando o segredo de que foi abusada pelo pai na infância, a partir do 6 anos de idade. 

Ela revela que só decidiu se mobilizar contra José Renato após tomar conhecimento que duas filhas também passaram pela mesma situação. Elas foram abusadas pelo avô por um período de 9 anos, desde que tinham 6 e 7 anos de idade.https://d-11360484603584484811.ampproject.net/2206101637000/frame.html

Cíntia relata suas crises e as dificuldades de lidar com a situação de abuso e conta que ela e as filhas conseguiram passar pela situação unidas. 

“Desde então muita coisa se passou. Ele já foi indiciado e o processo corre em segredo de Justiça, mas eu não posso me calar mais. Se tornou uma situação inevitável e irreversível”, conta.

Cíntia critica a posição de algumas pessoas que tentaram abafar a situação para preservar a imagem de José Renato. Ela afima que essas pessoas não tiveram a sensibilidade de enxergar que as três mulheres adultas vítimas daquele homem eram crianças na época. “Eu, uma criança de 6 anos apenas, e minhas filhas tinham 6 e 7 aninhos quando começaram os abusos feitos pela mesma pessoa, o avô. Elas continuaram sendo abusadas pelos 9 anos seguintes. Crianças sendo acariciadas por quem deveria protegê-las. Sendo obrigadas a acariciá-lo também. Não tinha como sermos adultas e saudáveis tendo que conviver com isso e ainda nos calar”, afirma.

José Renato é um político de influência em cidades da região metropolitana de São Paulo, como Mogi das Cruzes e Suzano. Apesar de ser próximo de Valdemar Costa Neto (presidente do PL), ele chegou a participar do processo de formação do Aliança pelo Brasil, partido que seria lançado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

O dirigente pediu afastamento de suas funções no PL.

Fonte: Revista Fórum

Fetag realiza Campanha “SOS Campo Solidário”

Diante das fortes chuvas que ocorreram em Alagoas no início do mês de julho de 2022, causando enchentes, mortes e destruição em vários municípios da região Leste, entre eles as cidades de Branquinha, Ibateguara, Murici, Quebrangulo, Santana do Mundaú, São José da Laje, União dos Palmares e Viçosa, a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Alagoas (FETAG/AL), está desenvolvendo a campanha “SOS Campo Solidário”, que visa arrecadar donativos para as famílias vítimas das chuvas e das enchentes em 2022.

A campanha pretende arrecadar alimentos, água mineral, roupas e material de higiene pessoal para serem doados às famílias desalojadas ou desabrigadas que foram atingidas pelas enchentes em Alagoas. Os sindicatos de Trabalhadores rurais Agricultores familiares (STTR) nos municípios também participam desta campanha, arrecadando e também ajudando no cadastramento das famílias e dos agricultores familiares para a distribuição de doações.

A federação também disponibilizou uma chave PIX para quem preferir fazer a doação em dinheiro que será revertido para a compra de água mineral e alimentos para as famílias atingidas.

Junto com a arrecadação de donativos, há também uma articulação com entidades da sociedade civil, governos municipais e governo estadual, sindicatos de agricultores familiares e a Contag, para que as famílias atingidas pelas chuvas possam ser atendidas neste momento.

Outra frente de solidariedade da FETAG/AL é com a produção agrícola dos agricultores e agricultoras familiares assistidos pela federação. Mesmo sem ser atingidos diretamente com as enchentes e destruição, muitos perderam parte ou toda sua produção agrícola ou agropecuária. Neste sentido, a FETAG/AL está dialogando com o governo do estado para que os agricultores e agricultoras familiares que perderam sua produção possam receber algum tipo de auxílio neste momento de tragédia social.

Leve sua doação de alimentos, água mineral, material de limpeza e roupas até o Centro Social da FETAG/AL, que fica por trás do Hotel Escuna, no bairro da Jatiúca, ou nas sedes dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares (STTR) nos municípios.

  • PARTICIPE E SEJA SOLIDÁRIO! VAMOS DAR AS MÃOS PARA AJUDAR A QUEM MAIS PRECISA!!

SERVIÇO:

  • O quê? Campanha “SOS Campo Solidário”
  • Para quê? Arrecadação de donativos para as famílias atingidas pelas fortes chuvas em Alagoas.
  • Onde? Sede Social da FETAG/AL – R. Prof. Dilermando Reis, no 330, Jatiúca – Maceió – AL.
    (por trás do Hotel Escuna, na Av. João Davino, Jatiúca).
  • Quando? Durante os meses de julho e agosto de 2022.
  • Horário para doações (federação): de segunda a sexta, das 08:00 às 17:00.
  • Chave PIX: 82999205860 (celular)
  • Contatos:(82) 3435-8990 SEDE/ 99920-6094 Givaldo Teles (Presidente)/ 99920-5817 Cláudia Pereira (Sec. Geral)/ 99910-1326 Jairo Silva (Ascom FETAG/AL)

Vigilantes cobram salários atrasados da Secretária de Estado da Saúde

Vigilantes que trabalham em hospitais e Unidades de Pronto Atendimentos (UPA) administrados pelos Governo de Alagoas cobram da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) o pagamento do salário que está atrasado há três meses. As informações são do Sindicato de Vigilantes de Alagoas, que afirmou à Gazetaweb que a categoria pode paralisar as atividades caso os valores não sejam pagos.

De acordo com o presidente do sindicato, José Cícero Ferreira, 700 vigilantes trabalham para as duas empresas que prestam serviço à Sesau. No entanto, segundo o representante da categoria, elas não recebem da pasta os valores pelos serviços prestados há três meses.

Uma das empresas, afirma Ferreira, está com o salário dos funcionários em dia, entretanto, a outra não paga aos vigilantes dois meses de salário em decorrência dos atrasos dos repasses do Estado. Caso não pague, julho fará três meses que os trabalhadores não recebem e quatro meses que as empresas não são pagas pelo Estado.

“Caso os vigilantes não recebam os salários atrasados, o sindicato vai parar até receber. O sindicato já protocolou um pedido de mediação no Ministério Público do Trabalho, chamando a empresa e a Secretaria da Saúde”, disse o presidente, informando que a audiência será realizada na segunda-feira, às 09h30.

Se, após essa audiência, os vigilantes não receberem os seus salários em dia, vamos parar as atividades por tempo indeterminado. Os hospitais vão ficar sem a segurança privada.

A Gazetaweb entrou em contato com a Sesau, para saber os motivos do atraso nos repasses às empresas prestadoras de serviço, e aguarda uma resposta.

Fonte: Gazeta Web

Lula tem 45% e vence eleição no primeiro turno, aponta pesquisa Quaest

No principal cenário pesquisado, todos os outros candidatos somam 42% das intenções de voto

Pesquisa presencial Quaest, contratada pelo banco Genial, divulgada nesta quarta-feira (6) aponta novamente para uma tendência de vitória do ex-presidente Lula (PT) já no primeiro turno da eleição presidencial.

Lula aparece com 45% das intenções de voto. Todos os outros candidatos somados têm 42%. Jair Bolsonaro (PL), o principal oponente do petista, registra 31%.

Por conta da margem de erro, “não é possível afirmar se a eleição será definida no 1º turno”, destaca o diretor da Quaest, Felipe Nunes.

A projeção de um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro mostra o ex-presidente com larga vantagem. O petista aparece com 53% das intenções de voto e o atual ocupante do Palácio do Planalto com 34%.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores presencialmente entre 30 de junho e 3 de julho. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01763/2022.

Fonte: Brasil 247

Naufrágio: 22 migrantes do Mali morreram na costa da Líbia

Pelo menos 22 migrantes, todos provenientes do Mali, morreram, nesta terça-feira (5), em um naufrágio na costa da Líbia, anunciou a Organização das Nações Unidas (ONU).

A informação foi confirmada com base nas declarações de sobreviventes, que falaram de mortos afogados e por desidratação.

Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), entidade que faz parte da ONU, a embarcação de borracha permaneceu à deriva no mar por 9 dias, até a Guarda Costeira da Líbia conseguir resgatar os 61 sobreviventes e levá-los de volta ao continente.

A rota migratória do Mediterrâneo Central, entre Líbia e Tunísia, no norte da África, e Itália e Malta, no sul da Europa, é considerada a mais mortal do mundo pela OIM e vem registrando um aumento nas travessias.

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