O Sinteal, junto com a CNTE e diversos sindicatos da Educação espalhados por todo Brasil, promoveu nesta quarta-feira (26) um grande ato durante a Greve Nacional, que faz parte da Semana Nacional da Educação. Na pauta, a aplicação do piso nacional para todas/os as/os trabalhadoras/es da Educação, valorização na carreira e a revogação do Novo Ensino Médio. Em Alagoas, os atos aconteceram em Maceió, Arapiraca, Palmeira dos Índios e Delmiro Gouveia.

Em Maceió, o ato se concentrou na porta do Palácio do Governo do Estado, onde as trabalhadoras e os trabalhadores, portando cartazes e faixas, fizeram questão de demonstrar a insatisfação com a situação atual de desvalorização da carreira. Com falas contundentes, a categoria cobrou a aplicação do piso nacional da educação para todas/os as/os trabalhadoras/es, melhoria na carreira e a revogação do Novo Ensino Médio.

“Não basta que a educação seja destaque apenas nos palanques políticos ou nos perfis de Instagram. Nós precisamos que essa valorização, de fato, aconteça. Nós precisamos que os profissionais da Educação possam ser ouvidos nas mais diversas pautas. Chega de precarização, chega de mercantilização da Educação” disse Izael Ribeiro, presidente do Sinteal.

Após algumas falas, os manifestantes seguiram pelas ruas do Centro, em direção à SEMGE, onde as trabalhadoras e os trabalhadores da educação fecharam por alguns minutos a rua em frente à secretaria e cobraram pautas prioritárias das trabalhadoras e trabalhadores da Educação municipal, além de questões remanescentes que foram acordadas durante a greve de 2022.

“A prefeitura, em conjunto com a maioria da Câmara de Vereadores, impôs um reajuste sem a concordância da categoria, que tem questões específicas. Queremos um reajuste compatível com o piso nacional da Educação, valorização na carreira. Também seguimos na luta para que nenhum funcionário receba um salário base abaixo do mínimo que hoje, de forma absurda, a gestão complementa para poder atingir tal valor. Isso sem contar a data base de janeiro que vem sendo desrespeitada seguidamente, com a prefeitura pagando o reajuste quando quer”, explicou Consuelo Correia, vice-presidenta do Sinteal.

Arapiraca

Em Arapiraca, o ato contou com a grande participação das trabalhadoras e dos trabalhadores da Educação, tanto das redes municipais, quanto da rede Estadual. Eles caminharam pelas principais ruas da cidade e pararam na Praça Marques da Silva, no Centro, alertando a população para a situação atual da Educação Pública.

Palmeira dos Índios

A mobilização em Palmeira dos Índios ocorreu na região central da cidade, contando com trabalhadores de diversas cidades da região, seja da rede Estadual, seja das redes municipais. A manifestação também cobrou a revogação do Novo Ensino Médio, a valorização da carreira e a aplicação do piso nacional da Educação.

Delmiro Gouveia

Já em Delmiro Gouveia, o ato contou com a presença de trabalhadoras e trabalhadores da Educação da região, que marcharam Diversas cidades do alto Sertão, como Pariconha, Piranhas, Olho D’Água do Casado e Inhapi, estiveram representadas na luta pela revogação do NEM, aplicação do piso Nacional de 14,95% para todas/os as/os trabalhadoras/es da Educação e uma carreira digna.

Fonte: Sinteal

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