Famílias do Acampamento Marielle Franco em Atalaia protestam diante da falta de abastecimento de água

As famílias do Acampamento Marielle Franco em Atalaia (AL) protestaram na manhã de hoje (22/02) diante da falta de abastecimento de água. As famílias denunciam que a situação da comunidade se arrasta há mais de 20 dias.

Os camponeses bloquearam um trecho da BR 316 para denunciar o descaso de Prefeitura da cidade.

Apesar da Prefeitura até o momento não ter se posicionado e o acampamento continuar sem água, o policiamento para barrar a manifestação já chegou no local. Mas, segundo um manifestante, os protestos irão continuar porque “água é um direito e direito a gente tem reivindicar mesmo”.

Nas ruas, movimentos pedem vacinas, auxílio emergencial e ‘Fora Bolsonaro’

O sábado foi dia de protestos contra a falta de vacinas para enfrentar a pandemia e pedir o impeachment de Jair Bolsonaro

Os protestos contra o governo de Jair Bolsonaro que tem tido uma atuação medíocre no combate à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), que já deixou cerca de 250 mil mortos, e não tem nenhum plano de retomada dos empregos e da economia, tiveram mais uma etapa neste sábado (20).

Movimentos sociais e sindicatos junto com a população foram às ruas em carros, motos e bicicletas, pela terceira vez este ano, pedir o impeachment do presidente, a volta do auxílio emergencial e vacina para todos. 

Os atos foram convocados pelas Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, com apoio da CUT e diversas entidades sindicais como professores, metalúrgicos, servidores públicos e trabalhadores dos Correios (a estatal é uma das que estão na mira de privatizações do governo federal). Para a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) é hora dos trabalhadores se unirem ao coro e gritar ”Fora Bolsonaro“. A entidade diz que esta é uma luta para que todos os brasileiros sejam vacinados e que o auxílio emergencial seja retomado. O presidente da CUT, Sergio Nobre entende que sem auxílio emergencial, o país viverá um caos social.  

Fonte e foto: CUT Nacional

Novo aumento no preço da gasolina gera protestos em Arapiraca

Motoristas de aplicativos e mototaxistas protestaram hoje (20/02) contra o aumento no preço da gasolina, que é cobrado em média R$ 5,30 em Arapiraca.

Os motoristas saíram do Bosque das Arapiracas e seguiram em protesto a Rodovia AL 220, entre os bairros Canafistula e Jardim Tropical. Em alguns pontos da cidade, a carreata chegou a provocar engarrafamento.

Para um manifestante “fica impossível de trabalhar com esses aumentos todos nos preços dos combustíveis”.

Foto: Tribuna Hoje

Presidente do CFM é investigado por receber sem trabalhar

Presidente do CFM, Mauro Ribeiro, que tem se posicionado a favor do uso de medicamentos sem eficácia contra covid-19, é algo do Ministério Público

São Paulo – O Ministério Público Estadual do Mato Grosso do Sul (MPE-MS) acusa o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Luiz Britto Ribeiro, de receber indevidamente R$ 72 mil como pagamentos por 873 plantões médicos não realizados, entre junho de 2013 e outubro de 2015, quando ele era servidor da prefeitura de Campo Grande e atuava na Santa Casa da cidade. O promotor Humberto Lapa Ferri oficiou a prefeitura para que a saída dele seja retificada de “exoneração a pedido” para “demissão por abandono de cargo”. Como consequência, a mudança pode levar à cassação do mandato de Ribeiro como presidente do conselho. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo o MPE-MS, outros nove médicos foram condenados à perda do cargo na prefeitura de Campo Grande na mesma época. E Ribeiro teria evitado a demissão por abandono de cargo com uma manobra administrativa, na qual ele pediu a exoneração do cargo e se comprometeu a devolver os valores recebidos irregularmente. Juntos, os 10 médicos causaram prejuízos de quase R$ 2 milhões ao município.

Ainda segundo o Ministério Público, em parte do período em que teria cometido as irregularidades, Ribeiro já estava eleito como vice-presidente do Conselho Federal de Medicina e teria recebido cerca de R$ 500 mil entre diárias, passagens aéreas e jetons por participação em reuniões do Conselho Federal de Medicina.

“Resta evidente, portanto, à luz dos fatos, documentos e declarações colhidos no bojo destes autos, que houve inegável benefício ilegal ao então servidor Mauro Luiz de Britto Ribeiro, por razões que a própria autoridade, o então corregedor do Município, desconhece”, argumenta Ferri, na ação judicial. Como o CFM é uma autarquia federal, o caso será encaminhado ao Ministério Público Federal em Brasília.

Em nota, Ribeiro alegou que não há qualquer irregularidade ou ilegalidade em seu pedido de exoneração. “No tocante às questões relativas ao trabalho do Dr. Mauro Ribeiro junto a Santa Casa, a matéria já foi objeto de ação popular julgada totalmente improcedente, ou seja, sem qualquer ilegalidade constatada. O Dr. Mauro Ribeiro se reserva o direito de responder aos fatos somente perante as autoridades competentes, a exemplo da sentença judicial que lhe foi totalmente favorável e já citada”, diz a nota.

O presidente do CFM tem sido alvo constante de críticas por não se posicionar contra o uso de medicamentos sem eficácia para tratamento ou prevenção da covid-19. Em artigo na Folha de S.Paulo, em 25 de janeiro, Ribeiro mais uma vez evitou se posicionar sobre o tema, quando então declarou que os médicos têm autonomia para realizar o “tratamento que julgar adequado, desde que com a concordância do paciente portador de covid-19”.

No entanto, outras sociedades médicas têm se posicionado claramente sobre a ineficácia desses tratamentos e o risco que isso coloca aos pacientes.

Fonte: Rede Brasil Atual

Foto: Reprodução/Youtube

Carreata exige fora Bolsonaro em Maceió

Fazendo parte da programação nacional, a carreata pelo fora Bolsonaro em Maceió foi realizada na tarde de sábado (20/02) e contou com mais de 200 veículos, segundo os organizadores.

A carreata percorreu as ruas do Graciliano Ramos, Benedito Bentes e terminou no Salvador Lyra. Participaram representantes de partidos políticos, sindicatos e movimentos sociais.

Além de protestar contra a política econômica e de descaso no combate a pandemia de Covid-19 por parte do governo Bolsonaro, manifestantes também coletaram assinaturas de um abaixo-assinado em apoio a um Projeto de Lei de Testagem em Massa para a população de Maceió.

Empresário que fez arruaça no francês é irmão de juiz e dono de postos de gasolina

A polícia efetuou a prisão do empresário Cicero Andrade, que atirou contra o garçom e o dono de bar, na praia do Francês, na sexta-feira, 19/02.

O delegado Gustavo Xavier informou que a polícia recebeu uma denúncia de que o empresário estava escondido em casa, no Condomínio Aldebaran. O empresário que tentou fugir do flagrante foi levado para o Deic.

Segundo informações que chegaram a nossa redação, o empresário, que já tinha ingerido grande quantidade de bebida alcóolica se desentendeu com o garçom e atentou contra a vida do trabalhador e do proprietário do bar.

No vídeo das câmeras do bar, o empresário Cicero Andrade saca uma arma e atira contra as duas vítimas.

Conforme relato, na discussão o empresário buscou se valer do fato de ser irmão de um juiz de direito e dono de postos de gasolina em Maceió e Arapiraca.

Espanha prende Pablo Hasél por fazer críticas à monarquia e a polícia em suas canções!

Pablo Hasél foi metido na prisão porque o Poder judicial não gostou das letras das suas canções. Juízes franquistas a aplicar um Código Penal que ataca as liberdades, com falsos delitos como “contra a Coroa” (incluindo o delito de “danificar o prestígio da Coroa”), ou a “ofensa aos sentimentos religiosos”, a “apologia do terrorismo” ou, inclusive, os “delitos de ódio” (que se aplicam a quem ousa criticar a Polícia ou a Guarda Civil).

Ao mesmo tempo, a Procuradoria pede, outra vez, a anulação de terceiro grau aos dirigentes republicanos catalães para que voltem para a prisão. E continua a perseguição contra milhares de cidadãos e responsáveis públicos da Catalunha.

Em Madrid, é permitida uma manifestação aberta e claramente fascista, onde os convocantes derramaram declarações anti-semitas, enquanto a Delegação do Governo e os Tribunais proibiram, já por três vezes, uma manifestação em defesa da Saúde e dos serviços públicos, alegando “razões sanitárias”.

Mais de um milhão de pessoas foram multadas durante os diversos confinamentos aplicando a Lei Mordaça, que o Governo prometeu revogar, mas que o ministro Marlaska (ministro da Administração Interna – NdT) não cessa de enaltecer, animando a Polícia e a Guarda Civil a utilizá-la a abertamente. O “estado de alarme” é utilizado para cortar direitos e liberdades, e perseguir as mobilizações populares, enquanto são protegidas as multinacionais que encerram fábricas e despedem milhares de trabalhadores e trabalhadoras. 

Em Linares, dois polícias acabam de espancar um cidadão e a sua filha, e em seguida enfrentaram de maneira arrogante as pessoas que protestaram pela sua conduta. As manifestações contra esta provocação policial têm sido duramente reprimidas pelos “agentes anti-distúrbios”, utilizando inclusive balas reais, segundo foi denunciado por familiares das vítimas. O que mostra de forma clara o verdadeiro rosto dos corpos repressivos, cheios de ultra-direitistas.

Milhares de jovens saíram às ruas para protestar contra a detenção de Hasél. As liberdades – que com tanta luta foram arrancadas à ditadura – estão a ser atacadas de forma sistemática, e aparelho judicial e policial, herdado do Franquismo sem qualquer saneamento – persegue todos os que se atrevem a desafiar o seu poder. Sem liberdade de expressão não se podem defender os direitos sociais.

O Governo tem que pôr em liberdade Pablo Hasél, de imediato. Há que mudar as leis, claro, eliminar delitos de opinião do Código Penal, mas os direitos de associação, de manifestação e de greve, bem como a liberdade de expressão, não estarão garantidos enquanto existir esse aparelho judicial e policial. Não basta “eliminar os maus”, como alguns propõem. Há que acabar com estes corpos repressivos.

É preciso impor a República para limpar, uma vez por todas, todo o lixo franquista.

Fonte: https://pous4.wordpress.com/

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