Datafolha: Lula dispara em São Paulo com 43% contra 30% de Bolsonaro

O estado é o principal colégio eleitoral do país, com 33,1 milhões de eleitores, o que representa 21,7% do eleitorado nacional

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial no estado de São Paulo, de acordo com o DataFolha, com 43% das intenções de voto, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que marca 30%.

Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro lugar, com os mesmos 8% que ele pontua no cenário nacional. Já Simone Tebet (MDB), que marcou 1% na pesquisa nacional, vai a 3% em São Paulo, mas dentro do limite da margem de erro.

André Janones (Avante) tem 2%, seguido de Vera Lúcia (PSTU), Pablo Marçal (Pros) e Felipe d’Avila (Novo) com 1% cada. Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP), Eymael (Democracia Cristã), Luciano Bivar (União Brasil) e General Santos Cruz (Podemos) não pontuaram.

Em São Paulo, 9% dos eleitores afirmam que votará nulo ou em branco e outros 2% não sabem em quem votar.

Principal colégio eleitoral do país

O estado de São Paulo é o principal colégio eleitoral do país, com 33,1 milhões de eleitores, o que representa 21,7% do eleitorado nacional (de 152,3 milhões).

O Datafolha entrevistou 1.806 eleitores de terça (28) a quinta-feira (30). Com uma margem de erro de dois pontos percentuais, a pesquisa, contratada pela Folha, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-02523/2022 e BR-01822/2022.

Fonte: Revista Fórum

Datafolha: Haddad lidera com 28% para o governo de SP

Levantamento ouviu 1.806 pessoas entre terça (28) e esta quinta (30) e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (30) sobre a disputa pelo governo de São Paulo mostra o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) com 28% das intenções de voto no cenário com mais candidatos, e o ex-governador Márcio França (PSB) tem 16%. O primeiro turno das eleições acontece em 2 de outubro.

Na sequência, aparecem o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 12%, e o atual governador Rodrigo Garcia (PSDB), com 10%. Como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, eles estão tecnicamente empatados. Tarcísio se iguala a Márcio França no limite da margem de erro.

Felicio Ramuth (PSD) e Gabriel Colombo (PCB) têm 2%; Vinicius Poit (Novo), Abraham Weintraub (PMB), Altino Junior (PSTU) e Elvis Cezar (PDT) têm 1%.

A parcela dos que dizem que votarão em branco ou nulo representa 16% dos entrevistados. Os indecisos somam 9%.

No outro cenário, sem Márcio França, Haddad soma 34%; Tarcísio e Rodrigo empatam com 13%. Na sequência, aparecem Colombo (3%), Ramuth (2%), Altino (2%), Poit (1%), Weintraub (1%) e Elvis Cezar (1%). Nesta simulação, a parcela dos que dizem que votarão em branco ou nulo somam 20% dos entrevistados. Os indecisos somam 9%.

Foram ouvidas 1.806 pessoas face a face entre entre terça (28) e esta quinta-feira (30). A pesquisa, encomendada e divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo, foi registrada na Justiça Eleitoral com o número SP-02523/2022. O nível de confiança da pesquisa é 95%.

Confira abaixo os dois cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha. O instituto não fez simulações de segundo turno.

Governador

Intenção de voto estimulada para governo de São Paulo:

Cenário I (sem Márcio França)

  • Fernando Haddad (PT) – 34%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 13%
  • Rodrigo Garcia (PSDB) – 13%
  • Gabriel Colombo (PCB) – 3%
  • Felicio Ramuth (PSD) – 2%
  • Altino Junior (PSTU) – 2%
  • Vinicius Poit (Novo) – 1%
  • Abraham Weintraub (PMB) – 1%
  • Elvis Cezar (PDT) – 1%
  • Branco/Nulo/Nenhum – 20%
  • Não sabe – 9%

Cenário II (com Márcio França)

  • Fernando Haddad (PT) – 28%
  • Márcio França (PSB) – 16%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 12%
  • Rodrigo Garcia (PSDB) – 10%
  • Felicio Ramuth (PSD) – 2%
  • Gabriel Colombo (PCB) – 2%
  • Vinicius Poit (Novo) – 1%
  • Abraham Weintraub (PMB) – 1%
  • Altino Junior (PSTU) – 1%
  • Elvis Cezar (PDT) – 1%
  • Branco/Nulo/Nenhum – 16%
  • Não sabe – 9%
  • Fonte: CNN Brasil

Justiça mantém condenação de Bolsonaro por injúria e ele terá que indenizar jornalista da Folha 

Presidente é considerado culpado por realizar ofensas de cunho sexual contra a repórter Patrícia Campos Mello. Ele já havia sido condenado em 1ª instância em março de 2021.

O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação e decidiu, nesta quarta-feira (29), que o presidente Jair Bolsonaro deve pagar uma indenização de R$35 mil à jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de São Paulo, pelo crime de ofensa à honra, informou o jornal.

A repórter comemorou a decisão em sua conta no Twitter: “Ganhamos!!!! Por 4×1, o TJ de SP decidiu que não é aceitável um presidente da República ofender, usando insinuação sexual, uma jornalista. Uma vitória de todas nós mulheres”, escreveu Patrícia.

Procurada pelo g1, o Palácio do Planalto ainda não se manifestou. O presidente Jair Bolsonaro ainda pode recorrer da decisão.

Patrícia Campos Mello processou Bolsonaro após sofrer um ataque, com cunho sexual, durante entrevista concedida pelo presidente no dia 18 de fevereiro de 2020. A declaração foi dada após reportagem de Campos Mello apontar que a empresa de marketing digital Yacows teria participado de esquema de disparo de mensagens por meio do WhatsApp durante as eleições.

“Ele [jornalista] queria um furo. Ela queria dar o furo, dar o furo a qualquer preço”, disse o presidente na ocasião.

Campos Mello solicitou uma indenização por danos morais no valor de R$ 50 mil.

Em março de 2021, a Justiça já havia condenado o presidente Jair Bolsonaro em 1ª instância. Na decisão da época, a juíza da 19ª Vara Cível declarou que “restou evidente ter o réu no exercício individual do direito à liberdade de expressão violado a honra da autora, causando-lhe dano moral, devendo, portanto, ser responsabilizado.”também nas redes sociais, expondo a autora.”

Na semana passada, o desembargador Salles Rossi, do TJ-SP, havia acatado a tese de defesa do presidente e disse não ter visto insinuação sexual de Bolsonaro a repórter. Com a divergência entre desembargadores, a turma que julga o caso foi ampliada de três para cinco magistrados, e a decisão foi marcada para esta quarta.

Fonte: G1

Estado Sionista de Israel mata mais um palestino

Um palestino foi assassinado com um tiro no peito nesta quarta-feira durante uma operação do exército israelense em Jenin, norte da Cisjordânia, informaram fontes palestinas.

Mohammad Marei, de 25 anos, morreu ao ser atingido por um tiro no peito, anunciou o ministério palestino da Saúde.

A agência palestina Wafa também informou que soldados israelenses o mataram durante uma operação em Jenin, norte da Cisjordânia ocupada.

O exército israelense informou que os soldados prenderam dois palestinos “procurados por atividades terroristas” em Jenin.

“Durante as operações, vários suspeitos jogaram artefatos explosivos contra os soldados, que responderam com tiros”, afirmou o exército em um comunicado.

Um palestino foi atingido pelos tiros, acrescenta o comunicado sem revelar mais detalhes.

O exército israelense intensificou nas últimas semanas as operações em Jenin, cujo campo de refugiados é um reduto das facções armadas palestinas, de onde procedem alguns dos autores dos recentes atentados em Israel.

Desde o fim de março, as forças israelenses realizam operações quase diárias na Cisjordânia, após uma série de ataques de palestinos e árabes israelenses em Israel e na Cisjordânia que mataram 19 pessoas, a maioria civis.

Nas operações do exército israelense, pelo menos 48 palestinos e três agressores árabes israelenses foram mortos – alguns deles membros de grupos armados -, mas também civis, incluindo uma famosa jornalista palestina que cobria uma operação em Jenin.

Redação com Estado de Minas

Brasil está entre os piores países para trabalhadores

As violações dos direitos trabalhistas alcançaram um nível “recorde” no mundo entre abril de 2021 e março de 2022, segundo a Confederação Sindical Internacional (CSI), que menciona Colômbia e Brasil entre os dez piores países.

Sindicalistas foram assassinados em 13 países, entre eles Colômbia, Equador, Guatemala, Itália, Índia e África do Sul, alerta a CSI. Além disso, foram registradas prisões e detenções arbitrárias de trabalhadores em 69 países.

Os dez piores países para os trabalhadores em 2022 são Bangladesh, Belarus, Brasil, Colômbia, Egito, Essuatíni, Filipinas, Guatemala, Mianmar e Turquia, segundo o relatório.

No continente americano, muitos países, incluindo Argentina, Colômbia, Equador, Guatemala e Honduras, foram palco de ataques violentos contra sindicalistas e trabalhadores.

A pior região do mundo para os trabalhadores é o Oriente Médio e Norte da África, que sofrem com situações de “violação sistemática de direitos a direitos não garantidos”. O continente americano é o segundo melhor de cinco, atrás da Europa.

Brasil, pior após reforma trabalhista A Colômbia segue sendo o país mais mortal para trabalhadores e sindicalistas, com 13 assassinatos em 2021-2022, diz a pesquisa. Foram registradas seis tentativas de assassinato e 99 ameaças de morte. Oito sindicalistas foram presos arbitrariamente.

“A maior parte dos crimes continua sem resolução, já que o governo não chegou a investigar os casos. Por não conceder-lhes a proteção adequada, as vidas dos sindicalistas e de suas famílias continuam permanentemente ameaçadas”, afirma a CSI.

Quanto ao Brasil, a situação “continuou se deteriorando, já que empregadores e autoridades violaram regularmente seus direitos coletivos básicos”.

Desde a adoção da Lei 13.467/2017, que introduziu a Reforma Trabalhista, “todo o sistema de negociação coletiva entrou em colapso no Brasil, com uma redução drástica de 45% no número de acordos coletivos celebrados”, segundo a CSI.

“A força de trabalho, especialmente no setor da saúde e na indústria de carnes, teve que enfrentar as duras consequências da má gestão da pandemia de coronavírus pelo presidente (Jair) Bolsonaro, com a deterioração de suas condições de trabalho e o enfraquecimento das medidas de saúde e segurança”, afirmou.

No caso da Guatemala, que piorou sua classificação e entrou no clube dos dez piores países para os trabalhadores, a CSI menciona “a violência antissindical endêmica, juntamente com a impunidade daqueles que cometem esses atos violentos”.

Da Coca-Cola à Amazon

“Mulheres e homens trabalhadores estão vivendo na linha de frente com as repercussões de vários aspectos da crise: níveis históricos de desigualdade, a emergência climática, a perda de vidas e meios de subsistência devido à pandemia e o impacto devastador dos conflitos”, afirma a secretária-geral da CSI, Sharan Burrow.

O relatório mostra “como essa instabilidade é explorada por governos e empregadores que atacam os direitos dos trabalhadores”, lamenta a confederação em um comunicado à imprensa.

Entre as empresas, a CSI menciona as gigantes Nestlé no Brasil, Coca-Cola em Hong Kong e Uruguai, H&M na Nova Zelândia, Amazon na Polônia e Hyundai na Coreia do Sul.

A CSI acusa essas empresas de terem violado os direitos dos trabalhadores, estarem “vinculadas” a esses abusos e não terem usado sua “influência” para combatê-los.

A confederação sindical afirma ter 308 organizações filiadas em 153 países e territórios nos cinco continentes, com um total de 175 milhões de trabalhadores, dos quais 40% são mulheres.

Por seu lado, a Organização Internacional de Empregadores (OIE), contatada pela AFP antes da publicação do relatório, salienta que “a melhor forma de garantir um ambiente de trabalho seguro é que os governos ratifiquem e façam cumprir as convenções” da organização.

Fonte: Uol

Presidente de Caixa é acusado de assédio sexual contra funcionárias

Mais um bolsonarista defensor da família é desmascarado. Servidoras relatam que Pedro Guimarães manda buscar as mulheres mais bonitas da instituição para viagens a trabalho e que as submete a situações constragedoras como convites para sauna e piscina. MPF investiga acusações em sigilo

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, está sendo acusado de assédio sexual por várias funcionárias do banco público. Após se unirem e denunciarem a suposta conduta do chefe máximo da instituição às autoridades, no final do ano passado, o caso está agora nas mãos do Ministério Público Federal (MPF), que o investiga sob sigilo. As informações foram reportadas com exclusividade pelo jornalista Rodrigo Rangel, do portal Metrópoles.

Bolsonarista convicto, o que o fez ganhar proximidade com o núcleo central do poder em Brasília, o carioca Pedro Guimarães era um economista com longa carreira em instituições financeiras privadas, até o convite de Jair Bolsonaro, logo após sua eleição, para assumir o gigante estatal de 161 anos, fundado ainda no Império.

De lá para cá, Guimarães está cada vez mais presente nas cerimônias, compromissos e transmissões ao vivo pela internet do presidente, que utilizou sua figura especialmente no período da pandemia, por conta dos auxílios pagos pela Caixa aos brasileiros.

Vídeos em que Guimarães age como um coach e fala de forma humilhante com servidores do banco público, fazendo alguns inclusive darem cambalhotas e praticarem flexões de braço, durante dinâmicas de grupo, já tinham provocado acusações contra o presidente da Caixa.

Porém, as denúncias de assédio sexual de agora são muito mais graves e acertam em cheio uma das figuras mais próximas e de maior confiança do presidente da República.

Padrão

Os casos de assédio teriam ocorrido em situações em que funcionárias viajavam com Pedro Guimarães por determinação dele. As depoentes dizem que chamar mulheres que despertavam interesse no presidente da Caixa para ir a vários lugares do Brasil, supostamente a trabalho, era uma conduta cotidiana na agenda do bolsonarista.

A reportagem do Metrópoles diz que conseguiu contato e entrevista com cinco das mulheres que acusam Guimarães e os depoimentos delas são fortes e contundentes. Embora elas tenham sido nomeadas na matéria original, presumivelmente com identificações fictícias, aqui elas não serão caracterizadas de forma alguma.

Confirma os trechos das acusações:

“É comum ele pegar na cintura, pegar no pescoço. Já aconteceu comigo e com várias colegas. Ele trata as mulheres que estão perto como se fossem dele. Ele já tentou várias vezes avançar o sinal comigo. É uma pessoa que não sabe escutar não. Quando escuta, vira a cara e passa a ignorar. Quando me encontrava, nem me cumprimentava mais”, contou uma das depoentes sobre a conduta geral do presidente da Caixa.

“Tem um padrão. Mulher bonita é sempre escolhida para viajar. Ele convida para as viagens as mulheres que acha interessantes”, falou outra funcionária sobre as “preferências” inconvenientes do economista.

“Ele me chamou para ir para sauna com ele. Perguntou: ‘Você gosta de sauna?’. Eu disse: ‘Presidente, eu não gosto’. Se eu tivesse respondido que gosto, ele daria prosseguimento à conversa. De que forma eu falo não? Então, eu tenho que falar que não gosto. É humilhante. Ele constrange. Ele praticamente nunca tinha me visto antes. Eu falei que não ia”, disse uma bancária que o acusa de ter dado um beliscão em seu corpo e de tê-la chamado para nadar, sem sequer conhecê-la.

“Ele parecia um boto, se exibindo. Era uma espécie de dança do acasalamento”, revelou outra servidora da Caixa, dizendo que escutou de um de seus auxiliares a seguinte pergunta: “E se o presidente quiser transar com você?”. “Ele pede carregador de celular, sal de fruta, remédios”, falou uma das mulheres que acusam Guimarães sobre o hábito dele de aparecer no quarto delas, nos hotéis, durante viagens.

“Pânico” e “medo”

“Ele falou assim: ‘Vai lá, toma um banho e vem aqui depois para a gente conversar sobre sua carreira’. Não entendi. Na porta do quarto dele. Ele do lado de dentro e eu um metro para fora. Falei assim: ‘Depois a gente conversa, presidente’. Achei aquilo um absurdo. Não ia entrar no quarto dele. Fui para meu quarto e entrei em pânico”, narrou uma funcionária sobre o suposto assédio aberto.

“Ele abriu a porta com um short, parecia que estava sem cueca. Não estava decente. A sensação que tinha era que estava sem cueca. Muito ruim a sensação”, contou uma das denunciantes sobre uma das investidas que sofreu num hotel.

“Tenho pânico de ter que trabalhar com ele. Tenho medo da pessoa. Agora eu tento literalmente me esconder nas agendas. Agora, quando viajo, coloco cadeira na porta do quarto. Fico com medo de alguém bater”, disse uma funcionária que afirma também ter sido assediada

Fonte: Rede Brasil Atual

EUA: 46 imigrantes mortos são encontrados em caminhão no Texas

Presume-se que os mortos sejam imigrantes do México ou de países da América Central

Um caminhão com pelo menos 46 mortos foi encontrado nesta segunda-feira (27) no Texas, Estados Unidos.

Segundo a imprensa local, o caminhão foi encontrado próximo a uma linha de trem na Zona Sudoeste e, dentro do caminhão abandonado, estavam os mortos.

Além disso, havia pelo menos 16 pessoas que estavam vivas dentro do veículo e foram levadas para hospitais próximos. O número exato de mortos ainda não é conhecido com certeza.

Após o ocorrido, o chanceler mexicano, Marcelo Ebrard, publicou em sua conta no Twitter que o cônsul do país abordou o assunto e que, até o momento, haveria 46 mortos por asfixia e 16 pessoas transferidas para hospitais. O ministro qualificou esta situação como uma “tragédia” e disse que as nacionalidades ainda não são conhecidas.

“O caminhão tem placas dos Estados Unidos, sobrepostas, para circular sem fiscalização. Muito provável autoria de traficantes. Os feridos foram encaminhados para quatro hospitais: Universitário, Metodista del Centro, Baptiste del Centro e Santa Rosa West Overhills”, descreveu o chanceler .

Fonte: Brasil 247

Datafolha: 63% dos brasileiros afirmam não ganhar o suficiente e ter problemas financeiros

A mesma parcela acredita que a inflação vai aumentar daqui para a frente. Pesquisa ouviu 2.556 brasileiros em 181 cidades.

Pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal “Folha de S.Paulo” neste domingo (25) aponta que 63% dos brasileiros afirmam não ganhar o necessário e ter problemas financeiros em casa.

Desse total, 37% declaram que o orçamento familiar não é suficiente e que, às vezes, chega a faltar. Já uma parcela de 26% diz que ganha muito pouco.

Datafolha ouviu 2.556 brasileiros em 181 cidades na quarta-feira (22) e quinta (23). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou menos.

Segundo a publicação, a pesquisa divulgada neste domingo mostra uma reversão de tendência.

A parcela de brasileiros que declarava ter limitações financeiras vinha recuando desde o seu pico, alcançado em julho de 2016, quando 67% responderam ter problemas com o orçamento. Há um ano, essa parcela havia retraído para 55%.

Veja o resultado:

Você diria que o dinheiro que você e sua família ganham:

  • Não é suficiente, às vezes falta: 37%
  • É exatamente o que precisam para viver: 32%
  • É muito pouco, trazendo muitas dificuldades: 26%
  • Mais do que suficiente: 5%

Daqui pra frente a inflação vai aumentar, vai diminuir ou vai ficar como está?

  • Aumentar: 63%
  • Ficar como está: 19%
  • Diminuir: 13%

Daqui pra frente o desemprego vai aumentar, vai diminuir ou vai ficar como está?

  • Aumentar: 45%
  • Ficar como está: 27%
  • Diminuir: 23%

E o poder de compra dos salários vai aumentar, diminuir ou ficar como está?

  • Diminuir: 34%
  • Ficar como está: 33%
  • Aumentar: 29%

Situação econômica do país – nos últimos meses, como evoluiu?

  • Piorou: 67%
  • Ficou como estava: 17%
  • Melhorou: 15%
  • Não sabe: 1%

Situação econômica do entrevistado – nos últimos meses, como evoluiu?

  • Piorou: 47%
  • Ficou como estava: 32%
  • Melhorou: 20%
  • Não sabe: 0

Nos próximos meses, a situação econômica do país vai melhorar, vai piorar ou vai ficar como está?

  • Piorar: 34%
  • Melhorar: 33%
  • Ficar como está: 29%

Nos próximos meses, a sua situação econômica vai melhorar, vai piorar ou vai ficar como está?

  • Piorar: 34%
  • Melhorar: 33%
  • Ficar como está: 29%
  • Fonte: G1

Ex-presidente da Petrobras diz que poderia incriminar Bolsonaro com celular corporativo

Em conversa com Rubem Novaes, ex-presidente do Banco do Brasil, Roberto Castello Branco classifica Bolsonaro como “psicopata”

O ex-presidente da Petrobras Roberto Castello Branco sugeriu que pode ter elementos desestabilizadores contra Jair Bolsonaro. Em conversa em grupo de economistas no sábado (26), ele disse que no seu celular corporativo, usado enquanto comandava a estatal, havia mensagens que “poderiam incriminá-lo”. Porém, ele acrescentou que devolveu o aparelho “intacto”. A informação foi publicada pelo Metrópoles. A conversa deve naturalmente ampliar a tensão no Planalto, que já é grande por conta do escândalo no MEC.

“No meu celular corporativo tinha mensagens e áudios que poderiam incriminá-lo. Fiz questão de devolver intacto para a Petrobras”, disse Castello Branco, segundo a reportagem do site. Ele não entrou em detalhes sobre eventuais crimes cometidos por Bolsonaro que poderiam estar na memória do celular.

O ex-presidente da estatal conversava com Rubem Novaes, ex-presidente do Banco do Brasil. O tema era a subida do preço dos combustíveis e Novaes disse que Castello Branco ataca o governo federal. “Se eu quisesse atacar o Bolsonaro não foi e não é por falta de oportunidade. Toda vez que ele produz uma crise, com perdas de bilhões de dólares para seus acionistas, sou insistentemente convidado pela mídia para dar minha opinião. Não aceito 90% (dos convites) e quando falo procuro evitar ataques”, escreveu Castello Branco, primeiro presidente da Petrobras sob Bolsonaro.

Um grupo de senadores apresentou requerimento de informação endereçado ao presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Eles querem que a Casa cobre explicações do ministro das Minas e Energia, Adolfo Sachsida, sobre as declarações de Castello Branco. O pedido foi proposto ao plenário pelos senadores Jean Paul Prates (PT-RN), Jaques Wagner (PT-BA) e Zenaide Maia (PROS-RN). Mas ainda precisa ser aprovado pela Mesa Diretora.

“Presidente psicopata”

Em outro trecho, Castello Branco classifica Bolsonaro como “psicopata”. “Já ouvi de seu presidente psicopata que nos vagões dos trens da Vale, dentro da carga de minério de ferro vendido para os chineses, ia um monte de ouro”, afirmou. Castello Branco assumiu a presidência da Petrobras após 15 anos na Vale, exercendo cargos de economista-chefe e diretor de relações com investidores.

A crise da Petrobras parece não ter fim sob o governo Bolsonaro. Na sexta-feira (24), o nome de Caio Mário Paes de Andrade foi aprovado no “comitê de elegibilidade”, para presidir a estatal por 3 votos a favor e 1 contra.

Os requisitos avaliados são quatro: reputação ilibada, notório conhecimento do setor, formação acadêmica e experiência. O voto contrário teria sido por dúvidas a respeito do conhecimento e a experiência de Andrade. O questionamento seria de que ele não tem “notório conhecimento”.

Seja Andrade ou outro, o novo presidente da companhia será o quarto executivo a comandar a estatal com Bolsonaro. O nome só será oficializado na segunda quinzena de julho. O prazo é previsto pela Lei Geral das Estatais.

Fonte: Rede Brasil Atual

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

MAIS LIDAS