O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 47,7% dos votos válidos no cenário espontâneo da pesquisa BTG/Nexus para a Presidência da República, aproximando-se dos 50% necessários para vencer a eleição já no primeiro turno. O levantamento nacional ouviu eleitores entre 25 e 27 de setembro de 2026.

Nos votos totais do cenário espontâneo, Lula marcou 41%, um ponto percentual acima da rodada realizada entre 18 e 20 de setembro. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também subiu um ponto e chegou a 35%, deixando a diferença entre os dois em seis pontos.

Ao excluir votos brancos, nulos e eleitores indecisos, Lula avançou 1,7 ponto percentual e passou de 46% para 47,7%. Flávio Bolsonaro teve alta de 1,6 ponto, atingindo 40,7%; a distância entre ambos nos votos válidos é de sete pontos.

Renan Santos (Missão) ficou em terceiro no levantamento espontâneo, com 4% dos votos totais, um ponto acima da pesquisa anterior. Augusto Cury (Avante) registrou 3%, após queda de um ponto, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), apareceu com 2%, também um ponto abaixo da rodada anterior.

Lula abre cinco pontos no cenário estimulado

Quando os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos candidatos, Lula chega a 42%, dois pontos acima do resultado anterior. Flávio Bolsonaro manteve 37%, e a vantagem do presidente passou a cinco pontos percentuais.

Nesse cenário, Augusto Cury e Ronaldo Caiado somam 5% cada. Cury perdeu um ponto, enquanto Caiado repetiu o percentual da rodada anterior; Renan Santos avançou um ponto e alcançou 4%.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e Samara Martins (UP) registraram 1% cada no cenário estimulado. Brancos e nulos representam 3% das respostas, enquanto 2% dos entrevistados disseram não saber em quem votar ou não responderam.

Entre os votos válidos da pesquisa espontânea, Renan Santos marca 4,7%, Augusto Cury tem 3,5% e Ronaldo Caiado registra 2,3%. Os dados divulgados não informaram tamanho da amostra, margem de erro, nível de confiança, contratante ou número de registro na Justiça Eleitoral.

Fonte: DCM

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