Atendendo ao chamado pelo Dia de Ação Global sábado, 29 de novembro, manifestantes de diversos movimentos sociais, se reuniram em frente a Igreja do Livramento, no centro de Maceió, para denunciar o genocídio cometido pelo estado sionista de Israel contra o povo palestino.

Atos em várias capitais e cidades brasileiras em solidariedade ao povo palestino estão previstos para hoje. Neles, os manifestantes vão denunciar o genocídio que segue na faixa de Gaza, com mais de 500 violações por parte de Israel ao cessar-fogo que já mataram mais de 340 palestinos, a maioria mulheres e crianças. Também vão denunciar a limpeza étnica acelerada na Cisjordânia, como parte da busca de solução final por Israel na contínua Nakba – a catástrofe palestina que já dura mais de 77 anos.

Para o professor Luizinho, da coordenação do Comitê Alagoas em Defesa do Povo Palestino, “o genocídio praticado pelo estado sionista de Israel continua, apesar do “cessar-fogo” de Trump. E a nossa luta é pela Palestina Livre do rio ao mar”. Altenir, também da coordenação do Comitê, acrescentou que “Israel já assassinou mais de 70 mil palestinos, a maioria mulheres e crianças”.

Os manifestantes distribuíram panfletos e conversaram com as pessoas que paravam no local para ver a exposição de fotos das vítimas dos ataques e bombardeios de Israel na Faixa de Gaza.

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