A noite de ontem, 09/10, foi marcada pela grande manifestação dos estudantes em defesa da democracia e da Ufal. A manifestação começou em frente ao prédio da reitoria da Ufal, percorreu os corredores da Instituição, ganhando adesão de professores e técnicos, e depois tomou as ruas do Village, bairro próximo da universidade.
O movimento que ocorreu na Ufal se soma as manifestações que tem ocorrido na maioria das universidades brasileiras, desde a divulgação do resultado do primeiro turno das eleições presidenciais. A comunidade acadêmica está assustada com a possibilidade de Flávio Bolsonaro (PL) ganhar as eleições, pois sua eventual vitória significa corte no orçamento das universidades, corte nas bolsas de pesquisas, fim dos concursos públicos para professores e funcionários, entre outras medidas.
Além da ameaça dos cortes, os bolsonaristas tem provocado a comunidade acadêmica, invadido campus universitário e ameaçando professores e estudantes. Recentemente, um prédio da UFPE foi incediado, e os bolsonaristas são os principais suspeitos.
Na Ufal de Arapiraca, o campus foi invadido por bolsonaristas no dia 08/10, que além de fazeram ameaças aos estudantes e professores, também ameaçaram incendiar o prédio.
A indiganção e revolta tomou conta da comunidade acadêmica, que reagiu organizado o maior ato público da história recente da Ufal, rejeitando as ameaças da extrema direita, defendendo a democracia e a Ufal e a eleição de Lula para presidente.






