Em momento em que o país lida com questões relacionadas ao aumento dos preços de combustíveis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou nesta sexta-feira que a Petrobras poderá recomprar a Refinaria de Mataripe (antiga Refinaria Landulpho Alves – Rlam), na Bahia.
“Vamos comprar de volta a refinaria na Bahia. Pode demorar um pouco, mas nós vamos”, disse Lula, ao lado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, durante evento na refinaria da Petrobras em Minas Gerais (Regap).
A refinaria foi vendida pela petroleira para a Acelen, do fundo Mubadala Capital, dos Emirados Árabes Unidos, durante o governo de Jair Bolsonaro.
A unidade chegou a ser objeto de interesse da Petrobras, para uma eventual recompra quando Lula voltou à Presidência, mas não houve mais notícias sobre o assunto.
A refinaria foi vendida pela petroleira para a Acelen, do fundo Mubadala Capital, dos Emirados Árabes Unidos, durante o governo de Jair Bolsonaro.
A unidade chegou a ser objeto de interesse da Petrobras, para uma eventual recompra quando Lula voltou à Presidência, mas não houve mais notícias sobre o assunto.
Lula afirmou ainda, no evento em Minas Gerais, que o governo e a Petrobras deveriam pensar em estoques de combustíveis, como forma de amortecer impactos de guerras e outras crises.
“Eu falei para a Magda — isso não é uma coisa rápida, isso é uma coisa que leva tempo –, mas é uma coisa estratégica que a Petrobras e o governo têm que pensar. Nós precisamos ao longo do tempo construir um estoque regulador para a gente não ser vítima do que está acontecendo hoje”, disse o presidente.
“E se essa guerra durar 30 dias? E se essa guerra durar 40 dias? E se o Irã não deixar sair nenhum barril de petróleo do Estreito de Ormuz?”
Segundo ele, um país “soberano” tem que ter um estoque de produtos básicos, como arroz e feijão. “Até para que quando tiver especulação no mercado, a gente possa liberar do nosso estoque para baratear o preço.”
Lula afirmou ainda, no evento em Minas Gerais, que o governo e a Petrobras deveriam pensar em estoques de combustíveis, como forma de amortecer impactos de guerras e outras crises.
“Eu falei para a Magda — isso não é uma coisa rápida, isso é uma coisa que leva tempo –, mas é uma coisa estratégica que a Petrobras e o governo têm que pensar. Nós precisamos ao longo do tempo construir um estoque regulador para a gente não ser vítima do que está acontecendo hoje”, disse o presidente.
“E se essa guerra durar 30 dias? E se essa guerra durar 40 dias? E se o Irã não deixar sair nenhum barril de petróleo do Estreito de Ormuz?”
Segundo ele, um país “soberano” tem que ter um estoque de produtos básicos, como arroz e feijão. “Até para que quando tiver especulação no mercado, a gente possa liberar do nosso estoque para baratear o preço.”
Fonte: Brasil 247






