Com 22 anos de Uneal e muito serviço prestado, o professor Luizinho tem se destacado na campanha para reitor da instituição, por apresentar propostas claras de trabalho.
Entre as principais propostas, está a abertura imediata do Restaurante Universitário que está fechado há mais de 15 meses e com seus equipamentos se deteriorando em Arapiraca; a volta da bolsa qualifica para os técnicos e a Dedicação Exclusiva para todos os professores.
Segundo o professor Luizinho, “a reitoria reduziu a bolsa alimenta para os estudantes e ao mesmo tempo, mantém fechados os restaurantes de Arapiraca e Palmeira dos Índios, o que é gravíssimo.”
O professor também defende que a bolsa conexão dos alunos se transforme em bolsa permanência, para que os alunos bolsistas possam se dedicarem melhor a iniciação científica e ao estágio acadêmico.
A defesa da “volta da bolsa qualifica dos técnicos, que foi cortada pela atual gestão, é compromisso nosso”, destaca o professor Luizinho, que também defende a valorização dos servidores e professores da Uneal.
Para o segmento docente, tem destaque a proposta de Dedicação Exclusiva para todos e a criação de alojamento para os professores que residem em cidades distantes do local de trabalho, a exemplo do alojamento que já existe no campus de União dos Palmares.
Além de pautar propostas concretas que dialogam com os anseios da comunidade universitária, a chapa 2 Somos Uneal, encabeçada pelo professor Luizinho, também tem combatido o abandono dos campi, como o caso do campus de Santana do Ipanema, que não tem muro, proteção e iluminação adequada e o prédio do Campus de Maceió que está sucateado, entre outros. “A falta de frota própria e de recursos dificultam a atuação dos diretores na busca de soluções para os problemas nos campi”, afirma o professor.
Para o candidato, “reitor não é secretário de estado e sim líder de uma comunidade, que cobra a nomeação imediata dos professores aprovados no concurso de 2025, a realização de concurso para técnicos, inclusive do nível médio e criação do duodécimo da instituição, para garantir a autonomia financeira da Uneal.”
Por fim, a chapa 2, defende a realização de forma permanente, de mais editais para fomentar projetos de pesquisas e extensão, mais políticas de inclusão e diversidade, além da realização de um Fórum Universtário deliberativo.
A eleição para reitor da Universidade Estadual de Alagoas ocorre no dia 08 de abril e votam todos os professores, técnicos e alunos da instituição. E a chapa Somos Uneal é composta pelo professor Luizinho para reitor e a professora Adenize para vice. Para mais informações sobre a chapa: https://www.instagram.com/profluizinhouneal/
Conheça o um pouco mais sobre o Professor Luizinho
Começou a militância política no movimento estudantil secundarista. Filiado ao PT, participou da sua direção municipal e estadual e disputou diversas eleições, sendo que em 2022, obteve 2345 votos, ficando como suplente de deputado estadual.
No movimento estudantil, participou da fundação de grêmios livres e de congressos da UESA (União dos Estudantes Secundaristas de Alagoas). Foi presidente do Grêmio Livre Estudantil do Colégio Benedito Morais (1986) e do Colégio Afrânio Lages (1988). Na Ufal, foi diretor do Centro Acadêmico de História (1991) e do Diretório Central dos Estudantes (1991), onde participou ativamente da campanha pelo Fora Collor.
Como professor, participou da fundação do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Privado de Maceió (Sintep) em 1997, presidindo a entidade de 1997 a 2004. Na Universidade Estadual de Alagoas, foi diretor e presidente do Sinduneal por várias gestões de 2005 a 2026. Na Central Única dos Trabalhadores de Alagoas, participou de diversas diretorias como membro da Executiva
Estadual da CUT (1996-2026) e de vários congressos estaduais e nacionais. No Movimento Unificado dos Servidores Públicos, participou das mobilizações dos servidores públicos e de todas as mesas de negociação salarial nos governo de Teotônio Vilela, Renan Filho e Paulo Dantas.
Na CUT, coordenou no período de 2010/2016, o reconhecido projeto de comunicação, que resultou na produção dos programas Eu Quero Ver, Fetag na TV e DOC CUT, exibidos pela TVCOM Maceió e nas redes sociais. Posteriormente foi eleito presidente da TVCOM Maceió (TV Comunitária, canal 12 NET/Claro), gestão 2014-2016, onde dirigiu o projeto de digitalização do canal.
Participou do movimento Fora Collor, que resultou no impeachment do então presidente Fernando Collor e do movimento popular que derrubou em 17 de julho de 1997, o governador Divaldo Suruagy, que desmantelava o estado de Alagoas.
Coordenadou em Alagoas a campanha contra a Alca (Área de Livre Comércio), o Plebiscito Popular pela Constituinte para fazer a reforma política em 2014 e o Comitê Estadual em defesa do Povo Palestino.
Como historiador e professor, foi diretor da Anpuh Alagoas (Associação Nacional dos Professores de História) e organizou o Seminário dos 20 Anos da Queda do Muro de Berlim, o Seminário dos 100 Anos da Revolução Russa, o Simpósio dos 200 Anos da Independência do Brasil, o Seminário dos 60 Anos do Golpe Militar e o Minicurso sobre o golpe de 2017 e a Defesa da Democracia.
Foi coordenador do curso de História do campus I da Uneal, também foi coordenador do Gemarx (Grupo de Estudos do Marxismo) e atualmente coordena o Gehmov (Grupo de Estudos História e Movimentos Sociais).
Tem mestrado pelo Prodic/Uneal e especializado em História de Alagoas pela Ufal, realizando pesquisa sobre o movimento sindical alagoano, com diversos artigos publicados. Editou em 2010 a revista do Campus I da Uneal, Sociedade Educação e Poder e em 2017 o livro O Levante de 1997: policiais civis e militares na derrubada do governador Suruagy, reeditado em 2023 pela Eduneal. É membro da Academia Anadiense de letras e Artes.






